Um dos detentos que tentaram fugir do presídio Plácido Sá Carvalho, em Bangu, na madrugada de hoje, vulgo Aranha, responde a processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, acusado de um homicídio cometido em 2009 na comunidade da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense.. Ele foi condenado a 14 anos de prisão após ser julgado por júri popular.
Na ocasião, comparsas levaram Aranha até a residência da vítima, que foi atingida por vários tiros.
A vítima Ivanildo Alves dos Santos Filho ficou gravemente lesionada na cabeça. Ela foi colocada em um carrinho de mão e jogada no Rio Sarapuí,, não sendo mais localizada.
O crime foi praticado sob alegação de que Ivanildo seria informante da polícia, segundo o que consta no processo.
De acordo com os autos, Aranha detinha várias anotações criminais em sua folha penal e confessou na época por iniciativa própria que gerenciava boca de fumo e participava do alto escalão do Comando Vermelho.
Os presos chegaram a render um policial penal, mas um dos agentes de segurança percebeu a ação e acionou o alarme.