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feminicídio

Jovem de 28 anos foi morta pelo namorado em Bom Jardim (RJ). Suspeito foi baleado por PMs

 A morte de uma jovem de 28 anos, vítima de feminicídio, chocou os moradores de Banquete, distrito de Bom Jardim, no interior do RJ. O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (23). A jovem Vitória foi morta a tiros no quintal de uma residência. O acusado, identificado como Thiago, acabou sendo alvejado ao não obedecer ordem dada por policiais militares para largar a arma. Segundo apuração do SF Notícias, policiais militares estavam em horário de descanso no DPO do distrito quando ouviram estampidos semelhantes a disparos de arma de fogo. Imediatamente, eles saíram em patrulhamento para averiguar e se depararam com um homem com uma arma em punho. Os PMs se afastaram e se abrigaram, e deram ordem para que o mesmo largasse a arma, mas ele teria continuado andando em direção à guarnição e teria apontado a arma. O mesmo acabou sendo alvejado ao ignorar as ordens dadas pelos PMs. No quarto do acusado, os policiais encontraram munições de diferentes calibres, além de material entorpecente.

Mulher que estava grávida de sete meses foi morta a facadas em Piabetá

Na noite de ontem uma mulher identificada inicialmente como “Neide E”, de 49 anos foi encontrada morta após ser atacada a facadas. O crime aconteceu na localidade conhecida como Buraco da Onça, no bairro de Piabetá, em Magé. Segundo informações preliminares, Neide estava grávida de aproximadamente 7 meses, o que aumenta ainda mais a comoção entre familiares, amigos e moradores da região. Neide era bastante conhecida na região pois já havia trabalhado nas lojas de eletrodomésticos no centro do bairro. As circunstâncias do crime e a motivação, ainda são desconhecidas. O caso segue sendo apurado, e novas informações poderão ser divulgadas a qualquer momento.

Jovem foi morta por asfixia na Baixada. Ex-namorado é suspeito

Uma jovem de 21 anos foi encontrada morta com sinais de asfixia no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (01). A família de Samara Santos de Oliveira apontou o ex-namorado dela como responsável pelo crime. O caso é investigado pela DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense). Os pais da vítima relataram que o acusado viu a jovem chegar em casa com um novo namorado. Quando o rapaz foi embora, ela foi abordada pelo ex e levada para um hotel em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os parentes não têm detalhes sobre as circunstâncias em que Samara acompanhou o criminoso. O que se sabe é que ele deixou a jovem sem vida na casa dos próprios pais. A vítima chegou a ser levada para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da região. A mãe de Samara contou que a filha havia terminado o relacionamento, no ano passado, por conta de agressões. A jovem sempre foi aconselhada a não retomar o namoro com o acusado. O corpo de Samara será enterrado no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na zona oeste do Rio, neste sábado (2).

Após revelação do nosso site no RJ, denúncia contra acusado de matar modelo repercute em outros veículos e vítima expõe novos detalhes de terror

A matéria publicada por nosso site durante a madrugada — revelando que uma ex-namorada de Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, acusado de matar a modelo baiana Ana Luiza Mateus na Barra da Tijuca, denunciou ter sido espancada e estuprada por ele — não apenas repercutiu, como rapidamente ganhou dimensão nacional. Horas depois, o conteúdo foi replicado pelo site do jornal Extra, ampliando o alcance de um caso marcado por extrema violência e detalhes perturbadores. No Mato Grosso do Sul, onde parte dessa história começou, a repercussão foi imediata. A vítima decidiu falar ao portal Campo Grande News e trouxe novos detalhes que aprofundam a gravidade das denúncias. Abalada, ela afirmou que não quer ter seu nome vinculado ao de Endreo e teme os efeitos da exposição. O receio tem motivo: ela ainda mantém uma medida protetiva contra o pai do acusado, o pecuarista Éder Lincoln Gonçalves da Cunha, que, segundo relatou, a ameaçou após a denúncia contra o filho. Em meio à sequência de revelações, a jovem admitiu sentir alívio ao saber que Endreo foi encontrado morto na carceragem da Delegacia de Homicídios da Capital, no Rio de Janeiro — um desfecho que encerra uma sequência de episódios violentos. Segundo o Campo Grande News, o relacionamento teve início no fim de 2024, em Campo Grande, na empresa de locação da família dele. O que parecia um namoro comum rapidamente deu lugar a um comportamento de controle. Desde o início, Endreo demonstrava ciúmes excessivos, tentando controlar redes sociais, amizades e até o contato da vítima com a própria família. A escalada foi rápida. Ainda em dezembro, ocorreu a primeira agressão. O motivo, segundo a jovem, foram mensagens trocadas entre ela e a mãe de Endreo, nas quais pedia ajuda para lidar com o comportamento do namorado. Após o espancamento, a situação se agravou. A vítima relata que foi levada para São Paulo, onde permaneceu por 15 dias em cárcere privado, sem acesso ao celular, até que os hematomas desaparecessem — uma tentativa de ocultar as marcas da agressão. Mesmo depois, os episódios continuaram. Ainda em São Paulo, houve uma nova tentativa de agressão. Dessa vez, segundo ela, Endreo ameaçou se jogar do 14º andar do apartamento. O episódio marcou o fim do relacionamento, mas não encerrou o problema. De volta a Campo Grande, a jovem passou a ser perseguida. “Ele me perseguia no trabalho, nas redes sociais, mandava mensagens para os meus clientes, para as mulheres dos meus clientes, dizendo que eu tinha um caso com eles. Ele sabia o horário em que eu chegava e que eu saía de casa. Em 26 de outubro, ele me sequestrou”, relatou. O episódio mais grave, segundo a vítima, ocorreu justamente nessa data. Ela afirma que ficou em cárcere por cerca de 24 horas. Durante esse período, foi agredida, estuprada e enforcada com um cinto. Sofreu traumatismo em dois pontos do rosto e diversas escoriações. Sobreviveu, segundo conta, porque conseguiu manter o controle emocional. “Conversei muito com ele, falei que tudo que estava acontecendo era culpa minha, que ele ia cuidar de mim como cuidou da primeira vez. Ele me acusava de ter outros homens. Ele gravou um vídeo fazendo com que eu, toda ensanguentada, assumisse todos os relacionamentos que, na cabeça dele, existiam. Gravou por mais de meia hora me fazendo perguntas e, toda vez que eu dizia não, ele me batia mais e eu tinha que assumir tudo que ele falava. Fiquei horas negociando com ele, até que consegui fazer com que ele me deixasse na UPA. Estou aqui hoje pela graça de Deus”, disse a consultora de licitações. O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em outubro de 2025. Endreo chegou a ser preso, mas acabou sendo liberado. Em 2026, se mudou para o Rio de Janeiro, onde conheceu Ana Luiza Mateus, posteriormente assassinada na Barra da Tijuca. Nem após a denúncia a vítima teve tranquilidade. Em novembro de 2025, ela relatou à polícia ter recebido uma ligação do pai de Endreo. Segundo a denúncia, o pecuarista a ameaçou de morte, afirmando que a “cortaria em pedaços” caso o filho se matasse por causa do relacionamento. O relato foi formalizado, e no dia 4 daquele mês a polícia solicitou medidas como busca e apreensão de arma de fogo e munições, além de buscas em endereços ligados ao investigado. Ao Campo Grande News, a vítima confirmou que conseguiu uma medida protetiva contra o pecuarista — proteção que segue em vigor. A sequência dos fatos — com registros de agressões, cárcere privado, estupro, perseguição e ameaças — expõe um histórico consistente e anterior ao assassinato de Ana Luiza, ampliando o peso do caso e levantando questionamentos sobre tudo o que aconteceu até o desfecho.

Suspeito de matar modelo na Barra já havia sido acusado de espancar e estuprar uma ex-namorada, apontam relatos — ele foi encontrado morto na delegacia

O homem apontado como principal suspeito da morte da modelo e miss baiana Ana Luiza Mateus, de 29 anos, já havia sido acusado anteriormente de agredir uma ex-namorada, segundo reportagens publicadas pela imprensa de Campo Grande (MS). O caso ganhou ainda mais repercussão após ele ser encontrado morto dentro da carceragem da Delegacia de Homicídios da Capital, poucas horas depois de ser preso no Rio. Endreo Lincoln Ferreira da Cunha foi detido nesta quinta-feira após a queda da modelo do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca. Horas depois, de acordo com a Polícia Civil, ele foi encontrado sem vida na cela. A principal linha de investigação é suicídio: segundo os agentes, ele teria utilizado uma peça de roupa — uma bermuda — para provocar asfixia. O local foi isolado e periciado. RELATO DE VIOLÊNCIA EXTREMA NO PASSADO Em uma reportagem divulgada no ano passado, uma ex-namorada de Endreo relatou à imprensa e às autoridades que teria vivido episódios de violência em um imóvel no bairro Villas Boas, em Campo Grande. Segundo o relato, ela afirmou que já havia sido agredida em 2024 e que, em um dos episódios mais graves, no ano seguinte, após uma discussão motivada por ciúmes, teria sido espancada com socos na cabeça, no rosto e no abdômen. Ainda de acordo com a versão apresentada pela vítima à época, mesmo já caída, ela teria sido forçada a confessar uma traição que negava e, em seguida, teria sido enforcada com um cinto. A mulher também relatou que teria permanecido por horas sob domínio do agressor, em situação que descreveu como cárcere privado, e que teria sido obrigada a manter relações sexuais contra a própria vontade. Segundo esse mesmo relato, ela conseguiu sair do local após dizer que precisava de atendimento médico por conta de um sangramento. Em uma unidade de saúde, exames teriam confirmado uma fratura na cavidade óssea do crânio, sem necessidade de cirurgia. OUTROS EPISÓDIOS ENVOLVENDO O SUSPEITO Endreo chegou a cursar medicina e, conforme informações divulgadas anteriormente, teria se envolvido em episódios de ameaça dentro da faculdade. Segundo esses relatos, ao menos dois alunos teriam solicitado medidas protetivas contra ele. Há ainda menção, em reportagens da época, de que ele teria diagnóstico de transtorno bipolar e apresentaria episódios de surto, com comportamento agressivo — informação que não implica, por si só, prática de crimes. Em 2019, conforme noticiado, ele foi baleado pelo próprio pai durante uma briga familiar. Na ocasião, o pai afirmou ter agido em legítima defesa, alegando que o filho tentava invadir sua residência. O CASO NA BARRA DA TIJUCA No caso mais recente, Ana Luiza morreu após cair do 13º andar do apartamento onde estava com o suspeito. Segundo testemunhas, o casal teria discutido ao chegar ao condomínio. Após sair, o homem retornou ao local. Funcionários relataram que a modelo chegou a dizer que iria embora, inclusive com passagem comprada para a Bahia, mas acabou permanecendo no imóvel. A queda ocorreu por volta das 5h30. De acordo com a Polícia Civil, Endreo foi preso em flagrante horas depois, suspeito de envolvimento direto na morte. Segundo o delegado Renato Martins, ele afirmou ser “culpado”, embora não tenha formalizado uma confissão. As investigações apontam ainda que ele teria alterado a cena do crime e tentado deixar o local pelos fundos. Outro ponto destacado é que ele se apresentou inicialmente com um documento de identificação em nome do próprio irmão, o que foi posteriormente confirmado por perícia. MORTE NA CARCERAGEM Poucas horas após a prisão, o caso teve um novo desdobramento: Endreo foi encontrado morto dentro da carceragem da Delegacia de Homicídios. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que ele tenha cometido suicídio utilizando uma peça de roupa. A área foi periciada, e o caso também passou a ser apurado pelas autoridades. INVESTIGAÇÃO SEGUE Com a morte do principal suspeito, a Polícia Civil segue investigando para esclarecer completamente as circunstâncias da queda da modelo e os acontecimentos dentro do imóvel. As informações sobre o passado do investigado, incluindo denúncias e relatos anteriores, fazem parte do contexto, mas não substituem a apuração oficial em andamento.

Mulher morta em Jacarepaguá seria ex de um miliciano que foi assassinado

A mulher que foi morta na Taquara, em Jacarepaguá, na manhã deste sábado era ex-companheira de um miliciano que foi assassinado em janeiro na comunidade Dois Irmãos em ja, em Curicica, segundo informações divulgadas nas redes sociais. Carolina Siqueira, conhecida como Carol Loirinha, levou três tiros: dois na cabeça e um no peito. De acordo com informações iniciais, Carolina passava com sua moto PCX em frente a uma pastelaria quando foi surpreendida por um criminoso armado, que efetuou três disparos contra a vítima. Após o ataque, o suspeito fugiu do local. Moradores relataram que tiros foram ouvidos minutos antes dela ter sido encontrada sem vida. Familiares e amigos lamentaRam profundamente a perda, especialmente pelo fato de a jovem deixar um filho pequeno. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

Adolescente de 17 anos foi morta após ser brutalmente esfaqueada em Japeri. Assalto ou feminicídio?

Uma tragédia abalou moradores de Engenheiro Pedreira, em Japeri, na noite deste sábado (28/3). Foi identificada como Maria Helena, de 17 anos, a adolescente que morreu após ser brutalmente esfaqueada nas proximidades do CIEP 207 Gilson Amado. De acordo com informações preliminares, Maria Helena caminhava pela região quando teria sido abordada por um homem, que inicialmente tentou cometer um assalto. Durante a ação, houve uma confusão e o criminoso desferiu golpes de faca contra a jovem, que não resistiu aos ferimentos e morreu. A adolescente morava próximo ao viaduto de Engenheiro Pedreira, e sua morte causou grande comoção entre moradores da região. Além da versão de tentativa de assalto, surgiram denúncias anônimas apontando que o autor do crime pode ser um ex-namorado da vítima. A informação ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades, mas tem circulado em grupos e levantado suspeitas. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer a motivação do crime e identificar o responsável. Familiares e amigos estão em choque diante da brutalidade do ocorrido.

Mulher morreu após companheiro atear fogo nela em Nova Iguaçu

Uma jmulher que se chamava Evelyn Carol foi brutalmente assainada na madrugada desta segunda-feira, em Rodilândia, em Nova iguaçu. Informações revelam que o companheiro discutiu com ela, a agrediu e colocou fogo na vítima que morreu trancada dentro de um quarto na residência. Um relacionamento de 12 anos que resultou em dois filhos. Evelyn tinha outros três. O.autor do crime estaria sob efeito de álcool e foi levado para a delegacia. O clima é de medo e revolta na região.

Homem foi preso suspeito de matar a própria mãe em São Gonçalo

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), investiga a morte de Gilcinéia Paulo de Miranda. Um homem foi preso pelo crime de feminicídio. O caso foi encaminhado à Justiça. Segundo o que foi divulgado pela imprensa local, a vítima foi morta pelo próprio filho na tarde de ontem, no bairro Laranjal em São Gonçalo. De acordo com o que foii publcado em páginas regionais, o homem apresentava sinais de descontrole e teria, momentos antes, tentado entrar à força em uma casa vizinha. Na sequência, ele teria atacado a mãe dentro do imóvel. Policiais do 7º BPM foram acionados e, ao chegarem ao endereço, encontraram a vítima já sem sinais vitais. A área foi isolada para a realização da perícia técnica. O suspeito foi encaminhado ao Hospital Estadual Alberto Torres (Heat), no Colubandê, onde permanece sob custódia policial.

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