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feminicídio

Homem suspeito de matar agente de saúde em Quintino disse que comprou a arma usada o crime por R$ 100 na Serrinha (TCP). Caso ocorreu devido a uma discussão por senha de celular. LEIA DETALHES

Leia agora a descrição do assassinato da agente de saúdeAmanda Loureiro da Silva Mendes, de 26 anos, morta durante a semana em Quintino, na Zona Norte do Rio. Segundo os autos do Tribunal de Justiça, vítima estava caminhando até o trabalho com uma colega, quando foi abordada por Wagner Beserra de Araújo seu ex-companheiro. O conduzido exigia que a ofendida entregasse o telefone celular. Inicialmente, ela recusou, momento em que o indiciado sacou uma arma de fogo e apontou para a cabeça da ofendida, a qual, em razão da ameaça, entregou o aparelho. A amiga da vítima, assustada com o fato de o flagranteado estar armado, se afastou e ficou de costas, mas o escutou exigindo a senha do celular. Amanda informou que o indiciado sabia a senha e, ato contínuo, ele efetuou dois disparos de arma de fogo que a atingiram. Segundo os autos, Wagner empreendeu fuga correndo, enquanto a amiga da vítima gritava por socorro. A vítima foi socorrida pelo SAMU, porém veio à óbito no hospital. Após receberem a informação de que uma mulher havia sido baleada nas proximidades da FAETEC de Quintino, policiais civis foram ao local e obtiveram as imagens do evento. De pronto, iniciaram diligências para localizar o autor do crime. Ao passarem na Estrada do Portela, nas proximidades do Shopping Madureira, os agentes viram o custodiado, que apresentava as características obtidas pelas câmeras. Realizada a abordagem, o conduzido admitiu aos policiais ser o autor do crime, por não aceitar o término do relacionamento. De acordo com os autos o flagranteado esclareceu aos agentes que adquiriu a arma utilizada na Comunidade da Serrinha pelo valor de R$ 10.000,00 e que após atirar contra a vítima, jogou a arma na linha férrea. Os policiais foram até o local indicado, porém não localizaram a arma de fogo. Há elementos indicativos de que o término do relacionamento ocorreu em outubro do ano passado, após um episódio de agressão, ameaça de morte e compartilhamento de fotos íntimas. No final de 2025 o conduzido foi até o local de trabalho da vítima e a agrediu com um capacete. Em 28/10/2025 foram deferidas medidas protetivas de urgência (as quais o indiciado tomou ciência em 29/10/2025;. A par da gravidade abstrata do crime de feminicídio, verifica-se que as circunstâncias da ação delituosa denotam frieza e periculosidade ofensivas à ordem pública, na medida em que o custodiado, em via pública e em horário de intenso trânsito de pedestres e veículos, realizou disparos contra a vítima, os uais causaram sua morte. Note-se que o delito foi premeditado, tendo o flagranteado comprado previamente a arma e abordado a vítima no horário em que ela se dirigia ao trabalho. Além disso, havia medida protetiva em vigor que proibia o conduzido de se aproximar da vítima.

Mulher foi assassinada com tiro na cabeça e teve corpo jogado de um carro em Meriti

Uma mulher foi morta e teve o corpo atirado de um carro na Rua Venâncio Oliveira dos Santos, em São João de Meriti, nesta segunda-feira As primeiras informações apontam que a vítima teria 30 anos e apresentava marcas de disparo de arma de fogo na cabeça e um corte profundo no pescoço. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Ana Paula da Silva Vichi. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. 

Mulher que foi assassinada e esquartejada pelo ex-marido e teve corpo concretado em loja temia pela sua vida. Ela iria trocar a fechadura da porta da sua casa e chegou a ligar para o 190 com medo de violência

Antes de ser morta, esquartejada pelo ex-marido e ter o corpo concretado em uma loja na Zona Oeste do Rio, Karine Braz de Souza, de 30 anos, já temia pela própria vida. O suspeito do assassinato que ja´estava preso teve a prisão preventiva decretada essa semana. Segundo processo no Tribunal de Justiça, Karine verbaiuziou seu desejo de modificar a fechadura do imóvel para impedir o acesso de seu ex-companheiro. Corroborando tais relatos, foi constatada ligação realizada pela vítima para o número 190 nos dias que antecederam os fatos e logo após contato com o acusado revelando seu temor de episódios prévios de violência doméstica. O acusado Alberto Santa Eugênio, que está preso, afirmou inicalmente na delegacia que não via a vítima desde o dia 28 de agosto, o que demonstrou, assim, incompatibilidade com a informação fornecida à testemunha. Posteriormente, após realizadas diligências iniciais pela Delegacia de Polícia, tais como oitiva de demais testemunhas e perícia na residência da vítima (a qual constatou a presença de sangue humano em diversas áreas do imóvel foi requerida a prisão temporária do então investigado bem como a busca e apreensão de objetos relacionados aos fatos e, ainda, o afastamento do sigilo de dados armazenados em aparelhos eletrônicos que eventualmente fossem apreendidos, tudo a possibilitar o deslinde das investigações. Com o deferimento das medidas acima mencionadas, avançou-se na linha investigativa que colocava Alberto como principal suspeito da prática dos crimes de feminicídio de ocultação de cadáver, sendo constatado por meio da quebra de sigilo que ele se fez presente na área de abrangência da residência da vítima exatamente no dia apontado como de sua morte, tal como relatado pelas testemunhas. Tal situação foi confirmada pelo próprio acusado, que, após ter sido capturado em caráter de prisão temporária, narrou toda a dinâmica delitiva, não apenas se identificando como autor dos fatos como indicando de maneira pormenorizada seu modus operandi, inclusive apontando o local onde havia escondido o corpo da vítima local este apontado no relatório de quebra de sigilo de dados que indicou a presença do denunciado e, posteriormente, se confirmou como local da ocultação do cadáver, que veio a ver localizado já no curso das investigações Segundo a apuração, o crime teria sido praticadoa de forma premeditada e com emprego de extrema violência, em contexto de relação pessoal entre o acusado e a vítima, valendo-se, assim, da facilidade de acesso à vítima e do grau de confiança existente. Demais disso, necessário ressaltar que a ação foi levada a cabo na própria residência da vítima, tendo toda a movimentação sido percebida por vizinhos, o que demonstra o desprezo do acusado não apenas pela vida das vítimas como pela segurança daqueles que se encontravam no local. Mais além, cumpre mencionar o modus operandi do acusado que, de maneira fria e calculista, teria, após ceifar a vida de sua ex-companheira, cortado seu corpo em diversos pedaços demonstrando elevado grau de crueldade. Além disso, além do fato de que a perícia no local dos fatos apontou “provável tentativa de limpeza posterior” tudo a indicar seu intuito de destruir eventuais vestígios relacionados aos fatos.

Mulher morreu estrangulada em Caxias e suspeito do crime se entregou na delegacia

Uma mulher foi morta estrangulada na madrugada de hoje no bairro de Xerém, em Duque de Caxias. O principal suspeito do crime é o companheiro da vítima. Deyvison Trugilh, de 35 anos, que se apresentou na polícia horas após o fato A vítima foi identificada como Damiana Gonçalves, de 55 anos. Segundo testemunhas, o suspeito é usuário de drogas e durante a madrugada ocorreu um desentendimento entre o casal que culminou no crime. Damiana foi achadoa morta por volta das 9h. O portão da residência dela estava trancado por fora com o cadeado e foi preciso arrombar para os filhos entrarem no imóvel! A porta também estava trancada, e ao entrarem, os filhos viram o corpo no chão. O celular dela foi levado pelo suspeito que tinha acesso às contas bancárias da mulher. Deyvison se apresentou na delegacia por volta dss 16h. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 15º BPM (Duque de Caxias), policiais militares foram acionados para encontro de cadáver no distrito de Xerém, em Duque de Caxias.No local, os policiais encontraram o corpo de uma pessoa e acionaram o Corpo de Bombeiros

Justiça decreta prisão temporária de suspeito de matar mulher no final do ano em São Gonçalo

A Justica decretou a prisáo temporária de Luiz Carlos Souza Dias pelo feminicidio de Cintia Barcelis Peres achada morta na ultima semana do ano passado, em Sâo Gonçalo. Segundo apurado até o momento, o suspeito já possui histórico de violência doméstica, roubo e tráfico, sendo certo que mantinha relacionamento conflituoso e abusivo com a vítima, a qual apenas vivia em sua companhia e do filho menor, tendo sido encontrada com um plástico envolto na cabeça e mãos amarradas. Narra, ainda, a autoridade policial que vizinhos descreveram tentativas de vender pertences da vítima após os fatos, sendo certo que, momento depois, ausentou-se o suspeito do local sem mais retornar.

Traficante preso com PM em São Gonçalo foi condenado acusado de feminicídio

O traficante Lula que foi preso junto de um PM na noite de ontem em São Gonçalo estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos em 2017 acusado de matar uma mulher. No dia 18 de março de 2016, no Jardim Catarina, Lula, desferiu disparos de arma de fogo contra Lunna Lima Ribeiro, por razões da condição do sexo feminino, causando-lhe as lesões descritas no laudo de exame de corpo delito de necropsia as quais foram a causa eficiente da sua morte. Consta dos autos que a vítima e o denunciado se relacionavam afetivamente havia alguns meses e que, no dia dos fatos, Lunna havia se dirigido à residência do denunciado para encontra-lo. Após ficarem juntos no quarto do denunciado durante aproximadamente duas horas, o denunciado e a vítima passaram a discutir, até que este efetuou um disparo de arma de fogo na região mentoniana da vítima, com o cano encostado. Em seguida, o bandido empreendeu fuga e a vítima acabou falecendo no local. O crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que foi atacada de surpresa, com poucas possibilidades de defesa. A motivação do crime é fútil, uma vez que cometido em razão de uma discussão.

Mais um caso de feminícidio no RJ, o quarto em quatro dias

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de uma mulher e de um homem, ainda não identificados, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. De acordo com informações preliminares, trata-se de um feminicídio seguido de suicídio. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos. Em quatro dias, é o quarto caso de feminício registrado no Estado do RJ. Na noite de véspera de Natal, uma mulher foi morta esfaqueada em Paciência. No mesmo dia, uma outra vítima foi achada morta em uma casa incendiada no Centro do Rio e uma terceira foi assassinada a tiros em Mangaratiba

Polícia impede que assassino de grávida na Rocinha fuja para Minas e o prende

Em uma rápida ação de inteligência, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) impediu que o criminoso responsável pela execução da companheira, grávida de cinco meses, fugisse do estado. O autor do feminicídio foi preso na noite desta terça-feira (23/12), na Rodoviária do Rio, na Zona Portuária do Rio, menos de 24 horas após cometer o crime. A prisão contou com o apoio operacional de policiais civis da 5ª DP (Mem de Sá). O crime ocorreu na manhã desta terça, na Comunidade da Rocinha, Zona Sul do Rio. A vítima chegou a ser socorrida por vizinhos e levada para uma unidade médica, mas não resistiu aos ferimentos. Logo após o ocorrido, agentes da DHC realizaram a perícia no local e iniciaram diligências para localizar o companheiro da mulher, apontado por testemunhas como autor do crime. Durante as investigações, os policiais identificaram que o criminoso tentava fugir do Rio de Janeiro para Minas Gerais. A 5ª DP (Mem de Sá) foi acionada para dar apoio à operação e conseguiu localizá-lo nas imediações da rodoviária, onde ele foi capturado e conduzido à delegacia.

Grávida de cinco meses morta estrangulada na Rocinha. Companheiro é principal suspeito

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Géssica Oliveira de Souza. Grávida de cinco meses, ela foi estrangulada com um fio na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, Agentes realizam diligências para apurar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta terça-feira (23/12), policiais militares da UPP Rocinha foram acionados após a entrada de uma vítima já em óbito no Hospital Estadual Miguel Couto. A ocorrência trata-se de um possível caso de feminicídio, tendo como principal suspeito o companheiro da vítima, que teria fugido do local. Os policiais estão realizando buscas pela região a fim de localizar o suspeito. O fato ocorreu na comunidade da Rocinha. A ocorrência foi encaminhada para a 11ª DP.

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