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homicidio

Mensagem atribuída a chefe do Dendê indica possível fim de racha entre traficantes do TCP na Ilha mas guerra com o CV continua

Circula nas redes sociais um recado supostamente feito pelo traficante Neves ou Dançarino, chefe do Complexo do Dendê na Ilha do Governador, , afirmando que moradores da sua área de domínio podem novamente frequentar o Morro do Boogie Woggie também na Ilha. Vale destacar que recentemente, Neves e o traficante Neguinho ou Sistema, chefe do Boogie Woogie,  brigaram, fazendo com que moradores e bandidos não frequentem área um do outro., mesmo com as duas comunidades sendo dominadas pela mesma facção, o Terceiro Comando Puro. Se a apz reina de um lado, do outro a situação não é a mesma. Os bandidos do Dendê atacaram os rivais do Morro do Barbante, dominado pelo Comando Vermelho essa semana, mataram um oponente e pegaram um fuzil. Ainda debocharam na rede. “”Adorei o presente BBT”

Ataque deixou jovem morta e duas pessoas feridas em Três Rios

Uma jovem de 18 anos morreu após um ataque a tiros dentro de uma residência no bairro Palmital, em Três Rios, na madrugada desta sexta-feira (17). Além da vítima, um homem foi baleado e outra mulher estava no imóvel. A polícia investiga as circunstâncias do crime. Há suspeita de que as duas jovens estivessem no local para a realização de programas, mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pela Polícia Civil. O caso é investigado pela 108ª DP (Três Rios). Até o momento, nenhum suspeito foi preso e a motivação do ataque permanece desconhecida.

Preso hoje, braço-direito de Doca e BMW é suspeito de envolvimento em morte de figura influente do CV que teve conversa flagrada com chefão sobre liberar campanha de vereador na Gardênia Azul

Preso hoje, Kayky Alves de Oliveira, conhecido como “Jhony”, apontado como gerente do tráfico na Gardênia Azul e braço direito dos traficantes Doca da Penha (Urso) e BMW, lideranças do Comando Vermelho, é suspeito de envolvimento no homicídio de uma figura importante e influente dentro da própria facção. Ele estava com a prisão decretada pela morte de Elder Lima Landim em maio de 2025 no Recreio dos Bandeirantes Elder era um dos homens de confiança do traficante Juan Breno Malta Ramos Rodrigues (vulgo” BMW “), que comanda a Gardênia Azul, além de também ser assessor do então deputado Estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva (vulgo” TH Joias “), sendo responsável por atuar junto à Associação de Moradores da comunidade, administrando os imóveis tomados pelo bando. O nome de Elder ganhou notoriedade na imprensa após uma suposta conversa dele com o traficante Doca datada de março de 2025. Na troca de mensagens, os dois mencionariam uma suposta autorização para que o vereador Salvino Oliveira“trabalhasse” na Gardênia Azul. O político chegou a ser preso mas acabou solto. Segundo relatos, BMW quem teria ordenado a morte de Elder por suspeita de desvio de dinheiro da facção. Elton era uma espécie de síndico da favela ligado a facção. Ele citou nominalmente o vereador Salvino. Ele questiona a um dos chefes se deve obedecer uma orientação recebida para “dar suporte ajudar nos projetos” do então candidato. A prsião Jhony foi monitorado por cerca de nove meses e acabou preso em flagrante pelos crimes de associação para o tráfico e adulteração de sinal identificador de veículo, além de ter contra si dois mandados de prisão preventiva por homicídio qualificado e roubo majorado. Com ele, os agentes apreenderam um caderno com anotações do tráfico e uma motocicleta clonada. Segundo a investigação, o bandido integrava a chamada “Tropa do Urso” e participou das recentes disputas entre facções na Zona Oeste. Ele também é investigado por um roubo de veículo de luxo em Jacarepaguá e . Após a prisão, o criminoso foi encaminhado ao sistema prisional

PM executado teve celular alvo de pedido de quebra de sigilo após flagrante com 139 kg de cocaína do CV. Objetivo era ampliar as informações sobre seu envolvimento com a facção

Sobre a morte do sargento da Polícia Militar Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, executado com mais de 20 tiros no último fim de semana, em Jacarepaguá, vale lembrar que, quando foi preso em flagrante, em outubro de 2023, transportando 139 quilos de cocaína que, segundo a investigação, seriam destinados a uma comunidade dominada pelo Comando Vermelho, a Polícia Civil representou à Justiça pela quebra do sigilo dos dados de seus telefones celulares e do conteúdo armazenado na conta iCloud. No pedido, a autoridade policial sustentou que o acesso aos aparelhos era essencial para aprofundar as investigações e identificar o maior número possível de integrantes da organização criminosa. A representação destacava que a perícia nos celulares poderia revelar contatos, conversas em aplicativos como WhatsApp, Telegram e Messenger, histórico de chamadas, fotografias, vídeos, e-mails, registros de navegação e outras informações capazes de esclarecer a estrutura e o funcionamento do grupo criminoso. Até o momento, porém, não há informação pública sobre o desfecho desse pedido. Não se sabe se a Justiça autorizou a quebra do sigilo dos aparelhos e dos dados armazenados em nuvem, nem se a análise do material levou à identificação de outros integrantes da organização criminosa ou à obtenção de novos elementos para a investigação. Segundo a Polícia Civil, embora a extração dos dados não se confunda com interceptação telefônica, a medida depende de autorização judicial por envolver o acesso a informações protegidas pelo direito à intimidade. Por esse motivo, foi solicitado o afastamento do sigilo dos aparelhos apreendidos e do conteúdo armazenado na nuvem para subsidiar o avanço das investigações. A execução do policial militar voltou a chamar atenção para esse episódio. Veículos de imprensa do Rio de Janeiro têm divulgado que Yuri Luiz Desiderati Ribeiro era apontado como homem de confiança do traficante Abelha, que até pouco tempo figurava entre as principais lideranças do Comando Vermelho. Como foi a operação A operação que prendeu Yuri na época ocorreu da seguinte forma. Agentes estavam em operação desencadeada pela Polícia Civil no Complexo de favelas da Maré e da Penha, e na Cidade de Deus; Q Em dado momento da operação, dados de inteligência deram conta de que um caminhão branco, placa BCZ7I96, com certa carga de drogas estaria em fuga do Complexo de Favelas da Penha, por conta da operação policial; Que em razão disso, a equipe iniciou buscas nas principais rodovias lindeiras ao Complexo da Penha, quando de repente, a equipe avistou o veículo, decidindo por abordá- lo, na Avenida Brasil, altura da Cidade Alta/RJ; Durante a abordagem, foram identificados o motorista e o policial militar. Ao revistarem o baú daquele caminhão, os agentes constataram se tratar de uma carga de cocaína em caixas de papelão;

CV mata liderança da milicia em Rio das Pedras

Um homem identificado como LC, apontado pelas investigações como suspeito de integrar a liderança de um grupo paramilitar que atua na localidade conhecida como Sertão, localidade de Rio das Pedras, foi morto durante um ataque promovido por criminosos armados. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, o grupo responsável pela invasão seria ligado à organização criminosa Comando Vermelho (CV), com participação de soldados da chamada tropa de Kauan. Durante a ação, outro homem conhecido como Pitomba também teria sido alvo dos criminosos, mas conseguiu escapar, mesmo ferido. Ainda de acordo com a apuração, um fuzil, uma pistola, celulares, anotações e outros materiais que estariam ligados ao grupo rival foram levados. Após o ataque, perfis atribuídos a criminosos passaram a divulgar imagens de um fuzil nas redes sociais acompanhadas da frase: “Presente do Doca”, em aparente referência a um dos principais líderes da organização criminosa. Conforme apurado pelo jornalista, o episódio faz parte da ofensiva do Comando Vermelho para ampliar sua atuação em Rio das Pedras, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Publicações atribuídas ao grupo também trazem ameaças contra os milicianos, prometendo buscar todas as lideranças do grupo em casa. Mesma tática utilizada para tomar outras regiões do Rio de Janeiro.

Saiba quem é o bandido que pode ter herdado o comando do Muquiço (TCP) após a prisão de Coronel. Traficantes da favela atacaram policiais e um agente acabou morto

A morte do policial civil Carlos Alberto Freire Neto, durante um ataque de traficantes da Favela do Muquiço, em Deodoro, colocou novamente no centro das atenções um dos criminosos mais perigosos do estado. Com a prisão recente do chefe do tráfico da comunidade, conhecido como Coronel, investigadores apontam que um dos bandidos que pode ter assumido o comando da favela é o traficante Grisalho, contra quem existem 14 mandados de prisão. O ataque que vitimou o agente da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) também deixou uma policial civil e um morador baleados, provocando uma megaoperação da Polícia Civil na comunidade. Natural de São Gonçalo, Grisalho foi aliado de Thomas Jhayson Vieira Gomes, o 3N, um dos antigos chefes do tráfico do Complexo do Salgueiro. Os dois romperam com o Comando Vermelho (CV) e migraram para o Terceiro Comando Puro (TCP), fortalecendo a facção em diversas regiões do estado. Segundo investigações, Grisalho chegou a comandar o tráfico em mais de dez comunidades de São Gonçalo. Além da atuação no tráfico, Grisalho e Coronel são apontados em investigações como responsáveis por impor um regime de terror na região do Muquiço. Trabalhadores da Light eram impedidos de realizar cortes de energia elétrica e chegaram a ser ameaçados de morte. Em um dos episódios, dois funcionários tiveram equipamentos roubados na Rua Melita, atrás da Igreja Nossa Senhora de Guadalupe, e receberam o aviso de que seriam mortos caso retornassem ao local. As investigações também apontam que Grisalho e Coronel mantinham ligação com supostos milicianos. A partir dessa aliança, comerciantes passaram a ser obrigados a pagar taxas ilegais sob ameaça de morte. Um comerciante que se recusou a pagar acabou assassinado. Grisalho e Coronel também fizeram parte da Tropa do Pai, que comandava o Complexo da Alma, em São Gonçalo. A quadrilha foi identificada em diversos procedimentos investigatórios, vários deles instaurados na DHNSG para apurar a prática reiterada de crimes de homicídio na região. Foi possível verificar que os denunciados, valendo-se do denominado “tribunal do tráfico” por eles instituído, julgavam e executavam todos aqueles que são considerados inimigos ou informantes (“X-9”) da facção criminosa rival Comando Vermelho, Mesmo sendo um dos criminosos mais procurados do Rio de Janeiro, Grisalho chegou a desafiar publicamente as autoridades. Após ter sua foto divulgada em um cartaz do Disque Denúncia oferecendo recompensa de R$ 1 mil por informações sobre seu paradeiro, publicou uma selfie nas redes sociais com a frase: “Quem me pegar tem um doce!!!” Após o assassinato do policial Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, a Secretaria de Estado de Polícia Civil desencadeou uma operação emergencial na Favela do Muquiço, mobilizando equipes dos Departamentos-Gerais de Polícia Especializada (DGPE), da Capital (DGPC), da Baixada (DGPB) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Carlos Alberto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023 e, desde maio deste ano, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Ele deixa esposa e dois filhos. Em nota, a Polícia Civil afirmou que ataques contra agentes de segurança representam um ataque direto ao Estado e garantiu que seguirá intensificando o combate às facções criminosas. A instituição se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho, prestando suas mais sinceras condolências.Até

Inocente morre baleado em ataque de uma facção a outra em Cabo Frio

Traficantes rivais invadiram ontem a Reserva do Pêro (CV), em Cabo Frio. Um jovem que não tinha nada a ver com a historia infelizmente foi atingido e morreu. Provavelmente o ataque foi realizado por traficantes do TCP. O rapaz trabalhava com o avô em uma serralheria e foi surpreendido pelos disparos no momento em que levava um rolo de fios até um carro. Imagens de câmeras de segurança de um estabelecimento no local registram o momento da ação criminosa. Ao perceber o ataque, Breno tentou fugir, mas acabou sendo atingido pelos tiros efetuados por um elemento. Segundo populares, o rapaz não possuía qualquer tipo de envolvimento com a criminalidade. Há suspeitas de que ele possa ter sido confundido durante a ação. A polícia foi acionada e isolou a área para a realização da perícia. Após os procedimentos técnicos, o corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio. O caso será investigado pela 126ª Delegacia de Polícia (126ª DP), que busca esclarecer as circunstâncias do homicídio, identificar o autor dos disparos e determinar a motivação do crime.

PM alvo de operação por propina ao Comando Vermelho é acusado de executar jovem após vídeo que provocava milicianos em Nova Iguaçu

Um dos alvos da operação do MPRJ hoje contra PMs suspeitos de receber propinas de traficantes do Comando Vermelho na Baixada Fluminense, o policial Alan Silva do Nascimento é suspeito de matar Miguel Lopes Nascimento e atingir um homem chamado Higor em fevereiro de 2023 no bairro Cobrex, em Nova Iguaçu. O crime foi praticado por motivo torpe, em razão de disputa territorial entre grupos milicianos, com o objetivo de manter o controle da área onde os fatos ocorreram. O crime foi praticado com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, visto que o denunciado e seu comparsa atacaram as vítimas de surpresa, efetuando disparos de dentro de um veículo em movimento, impedindo qualquer reação defensiva eficaz por parte das vítimas. Testemunhas disseram que Miguel colocou uma foto com arma; que depois, com 17 anos, a vítima colocou um vídeo dizendo “quer matar, mata agora, porque quando eu completar 18 anos já era; que a vítima estava provocando o pessoal do Cobrex. Miguel estava colaborando com a boca de fumo do Cobrex e o local tinha domínio de milícia. Os paramilitares mtiveram conhecimento do vídeo e queriam matar a vítima.Um conhecido alertou Miguel que os caras estavam de olho nele. O bairro na época tinha a atuação de justiceiros, entre eles Soró e Linguiça Após gravar um vídeo com ameaças, Miguel foi aconselhado a fazer um outro pedindo desculpas mas não deu tempo. O sobrevivente do fato chegou a acusar o PM como um dos participantes do crime chegando a dizer que Alan queria matar Miguel porque ele fazia muita besteira. Quando foi ouvido pela Justiça sobre o caso, Alan ficou em silêncio A operação de hoje O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar, cumpre, nesta sexta-feira (03/07), sete mandados de busca e apreensão contra dois policiais militares investigados por associação criminosa armada e corrupção passiva majorada. O GAECO/MPRJ encontrou fortes indícios de que os dois agentes integram um esquema de recebimento de valores de narcotraficantes da facção Comando Vermelho para não combaterem o tráfico de drogas em comunidades de Japeri, na Baixada Fluminense. A investigação teve início a partir da apuração de crimes cometidos pelo policial militar, Alan Silva do Nascimento, que já resultou em denúncia por homicídio e em uma condenação por tráfico de drogas e posse ilegal de um fuzil e de munições de calibre restrito. O GAECO/MPRJ identificou a prática de diversos crimes de corrupção por Alan Nascimento e, de acordo com as investigações, por sua guarnição, autodenominada “Irmãos Metralha”, à época integrada pelos dois policiais alvos das buscas desta sexta-feira. Os agentes estavam lotados no 24º Batalhão de Polícia Militar, responsável pelo policiamento das cidades de Queimados, Japeri, Paracambi, Seropédica e Itaguaí. Os mandados, expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar a pedido do GAECO/MPRJ, estão sendo cumpridos em endereços nas cidades de Queimados e Nova Iguaçu, bem como no 20º Batalhão de Polícia Militar (Mesquita), atual unidade de lotação dos alvos.

De homicídio, apreensão de arsenal à operação de hoje prisão em 2024′ desvendou milícia que aterrorizava Queimados. LEIA COMO FOI

Em junho de 2024, Washington Gabriel de Oliveira Rosa, o Bibi, um dos alvos da operação deflagrada nesta terça-feira pelo Ministério Público do Rio de Janeiro contra a milícia de Queimados, já havia sido preso em flagrante após ser apontado pela polícia como integrante de um grupo armado envolvido em um ataque a tiros que terminou com um homem morto e outro baleado no Centro do município. Segundo o auto de prisão em flagrante, policiais militares do 24º BPM foram acionados após receberem informações sobre disparos de arma de fogo na Avenida Doutor Pedro Jorge. Durante as buscas, os agentes localizaram um Nissan Versa preto, apontado como o veículo utilizado pelos criminosos, e realizaram a abordagem. No carro estavam Bibi e outros três comparrsas. Durante a revista, os policiais encontraram um verdadeiro arsenal: um fuzil calibre 5,56 com numeração raspada, cinco carregadores abastecidos com 135 munições, três pistolas calibre 9 mm também com numeração suprimida, 14 carregadores contendo 149 munições, um simulacro de arma de fogo, um colete balístico, outros três coletes, uma balaclava, cinco porta-carregadores, três coldres, quatro camisas semelhantes às utilizadas por policiais, dois uniformes pretos e quatro telefones celulares. Os agentes também constataram que o Nissan Versa utilizado pelo grupo possuía placa falsa e era produto de furto. De acordo com a investigação da Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança e vídeos obtidos nas redes sociais mostraram que o veículo ocupado pelos quatro suspeitos foi utilizado minutos antes para atacar ocupantes de um Citroën C3 prata, estacionado na Avenida Doutor Pedro Jorge. As gravações, segundo a autoridade policial, registraram o momento em que o Versa se aproxima por trás do carro das vítimas e seus ocupantes efetuam diversos disparos de arma de fogo. No atentado, um homem morreu e outro ficou gravemente ferido, sendo posteriormente identificado como Wesley Santos Martins, que permaneceu internado sob custódia policial por também responder por porte ilegal de arma de fogo e constituição de milícia privada. Ao analisar o caso, o juiz Pedro Ivo Martins Caruso D’Ippolito destacou que os elementos reunidos no inquérito indicavam que os quatro presos integrariam um grupo miliciano responsável por homicídios, desaparecimentos forçados, extorsões contra comerciantes e outros crimes violentos em Queimados. Na decisão, o magistrado ressaltou ainda que, além do arsenal apreendido, a polícia atribuía ao grupo a execução do homicídio ocorrido pouco antes da abordagem. Segundo o juiz, a forma de atuação dos investigados demonstrava “elevada audácia e destemor”, revelando periculosidade concreta e risco de reiteração criminosa. A operação de hoje O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou 21 pessoas por integrarem uma milícia que atuava em Queimados, na Baixada Fluminense, e requereu a prisão preventiva de 20 delas, medida deferida pela Justiça. Nesta quarta-feira (01/07), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar, cumpre os 20 mandados de prisão, sendo cinco no sistema penitenciário, em razão de os denunciados já se encontrarem presos, e 15 em endereços localizados nos municípios de Nova Iguaçu e Queimados. Até o momento, nove mandados já foram cumpridos: cinco no sistema penitenciário e quatro nas ruas. A investigação direta do GAECO/MPRJ apontou que, em 2024, o grupo extorquiu vários comerciantes e mototaxistas, ameaçando as vítimas e cobrando semanalmente taxas de segurança. De acordo com a denúncia recebida pela Justiça, as informações foram obtidas a partir da análise do telefone celular apreendido com Washington Gabriel de Oliveira Rosa, conhecido como Bibi, preso logo após um confronto entre duas milícias que disputavam o controle da região. As mensagens revelaram que, além de planejar ataques contra grupos rivais, o grupo monitorava policiais militares. .Esta é a terceira fase da Operação Hunter. A primeira foi deflagrada em julho de 2019, e a segunda, em janeiro de 2024. O nome Hunter faz alusão, em inglês, ao objetivo da operação: dar continuidade às ações de combate ao grupo de milicianos que se autointitula “caçadores de ganso”. “Ganso” é um termo informal utilizado por criminosos para se referir a criminosos e integrantes de grupos rivais. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa

Adolescente que teria participado de morte de turista que entrou por engano em favela disse que foi levado ao ‘tribunal do tráfico’ na Penha (CV) e foi salvo por Doca

O adolescente que participou da cena que levou a morte da turista  Diely da Silva Maia, de 34 anos,   que estava em um veículo de aplicativo que foi atingido por tiros disparados por traficantes do Comando Vermelho ao entrar por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena em dezembro de 2024 contou em depoimento na Justiça que foi levado ao ‘tribunal do tráfico’  no Complexo da Penha no.mesmo dia do crime é foi salvo pelo chefão da facção; Edgar Alves de Andrade, o Doca O menor disse que naquela noite se dirigiu até a Penha de Uber para “desenrolar” sua situação. Chegando no local ele fez uma ligação de vídeo com o teaficante Pinduca , que mandou ele aguardar em uma casa enquanto era submetido ao tribunal do tráfico. Ele participou apenas por vídeo de uma parte do julgamento, enquanto era mantido na casa guardada por outros traficantes que não sabe dizer quem são. Disse não viu os líderes da facção presencialmente. Falou que os chefes os líderes, o qual acredita ser Pinduca e Gardenal pediram a sua morte. No entanto,  o declarante só não foi morto pois Doca não permitiu e recebeu uma ligação de voz de dizendo que estava liberado.  Contou que ão sabe dizer se os outros integrantes como Pinduca  que estavam na boca  foram para o tribunal do tráfico, acredita que simA pistola que o menor usava no dia do crime ficou com os traficantes da Penha. Depois, ele saiu da Penha e se dirigiu até a Cidade de Deus  onde passou a virada do ano. No dia 02/01/2025 retornou até a comunidade do Fontela  onde  foi localizado por policiais civis  sendo apreendido. O menor disse que  ficava na comunidade armado com uma pistola 9mm da marca Bersa. Segundo ele,,não havia mais fuzil na favela. Disse  que havia  ordem para os carros entrarem com a luz do salão acesa, pisca alerta ligado e vidros abaixados na comunidade  dada pela cúpula da facção, Doca e Pinduca, sendo que este último controlava a Fontela direto da Penhan.. Tais ordens estavam em vigor desde que a comunidade passou a ser controlada pelo CV. Segundo ele, a ordem foi reforçada nos últimos 2 meses pois a facção temia invasão por parte do TCP, que poderiam vir da comunidade do  Pombo Sem Asa , Cansl e Beira Rio. O adolescente disse que a ordem não fosse cumprida era para mandar o carro parar e caso não parasse a ordem era para abrir fogo. No dia 28/12/2024 estava na boca de fumo desde 14h e sairia 2:00 do dia seguinte. Por volta 21:00 ou 21:30 o declarante viu o carro Peugeot prata vindo em alta velocidade na direção da boca de fumo. Então seu comparsa  VT deu um primeiro disparo para o alto, e como o carro acelerou ele atirou na lateral do carro. Depois que o carro passou pela boca de fumo, o menor disparou no vidro traseiro do automóvel e correu atrás do veiculo. Mostradas imagens das câmeras de segurança, o declarante se reconhece como sendo o homem que aparece nas gravações. Enquanto corria atrás do carro ouviu mais disparos de arma de fogo. Disee acreditar que esses disparos tenham sido efetuados por VT e Paraiba Logo após o ocorrido os moradores falaram que a turista foi baleada. A Justiça decidiu que dois suspeitos de serem os autores do crime vulgos Paraiba e Meio Quilo vão a juri popular. Doca também é réu mas em processo desmembrado. 

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