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tentativa de homicídio

Chefão do CV, Gardenal foi chamado para matar entregador que foi pego por traficantes e que seria morto por suspeitarem que ele era aliado de facção rival. Vítima fugiu e em meio a tiros se agarrou em um carro desesperada para pedir ajuda sendo arrastada

Um processo do Tribunal de Justiça do Rio revela o desespero que passou um entregador que foi abordado por traficantes do Comando Vermelho em Brás de Pina que acharam que ele era aliado a uma facção rival, pretendiam matá-lo, chamaram um dos chefes para isso e o rapaz conseguiu fugir mediante a tiros, chegando a ser arrastado por um motorista de um veículo a quem pediu ajuda. Na parte da manhã do dia 20 de fevereiro de 2023, na Rua Suruí, na Comunidade do Quitungo, os bandidos, com a intenção de matar, efetuaram diversos disparos de armas de fogo (fuzis e pistolas) na direção de B.A.M O crime não se consumou pois a vítima, rendida, conseguiu fugir correndo, quando aqueles disparam na sua direção, mas erraram por imprecisão dos tirosOs bandidos pretendiam matá-lo por suspeitar de que ela integrava uma facção rival, bem como pelo emprego de arma de fogo de uso restrito (fuzil AK47, calibre 762), Os criminosos ainda roubaram a moto e o celular do rapaz. A vítima estava trafegando com seu veículo pela Rua Suruí (que” corta “a Comunidade do Quitungo e Guaporé), realizando uma entrega para a empresa na qual trabalha, quando, ao passar por uma” boca de fumo “existente no percurso, teria sido abordada por três traficantes (todos fortemente armados) que determinaram que ela descesse da motocicleta e lhes entregasse seu aparelho telefônico. Os criminosos passaram a vasculhar o conteúdo do celular da vítima – que, a essa altura, encontrava-se sentada na beira da calçada, sob a mira de um fuzil – quando chegaram à conclusão de que ela seria aliada à facção criminosa rival, ao que, com um rádio transmissor, comunicaram-se com outros integrantes da organização criminosa determinando:”se liga, manda um carro pra cá e chama o”Gadernal” (um dos chefes do CV), que ele que gosta disso!”Todavia, antes que os demais traficantes chegassem ao local, a vítima – que afirma ter certeza de que seria executada. Aproveitando-se de um momento de distração de seus algozes, pôs-se em fuga desenfreada e, mesmo em meio aos inúmeros disparos de arma de fogo desferidos pelos criminosos em sua direção, logrou ingressar na Estrada do Quitungo, oportunidade em que se lançou na direção de um dos veículos que por lá trafegava, segurando-se na janela deste, sendo arrastado por algum tempo, até que o motorista parasse o veículo, possibilitando à vítima buscar socorro junto a policiais militares que se encontravam nas imediações. B chegou a dizer. “Eles apontaram arma para mim apontaram a arma para mim e falaram queiriam lhe matar”. Um dos acusados chegou a ser levado a júri popular mas acabou sendo absolvido apesar dele ter sido reconhecido pela vítima como um dos participantes do crime mas a sentença n não explicou o motivo. O processo foi arquivado. Um policial afirmou que o tráfico na região estava expandindo seus domínios, ruas que antigamente eram ruas normalmente transitáveis, hoje estavam compostas por barricadas, com contenção armadas com fuzis e pistolas, boca de fumo. Segundo o agente, eventualmente pessoas que eles desconfiassem, nutrissem qualquer desconfiança, que fossem informantes da polícia ou tivessem parentes na polícia, ou até mesmo que essas pessoas entrassem erradas e eles confundissem com algum desafeto deles, rotineiramente abordavam, roubavam os pertences, e não raro aconteciam situações em que pessoas inclusive desapareciam e depois descobriam que essas pessoas haviam sido executadas;

Justiça decreta prisão de homem suspeito de atear fogo em corpo de mulher em Nova Iguaçu por estar inconformado com fim do relacionamento

A Justiça decretou hoje a prisão de Jefferson Lopes da Silva acusado de tentar matar uma mulher ateando fogo em seu rosto e pescoço em Nova Iguaçu. Segundo os autos, na madrugada do dia 21 de abril, em ambiente doméstico, o investigado, inconformado com o término do relacionamento amoroso, teria lançado substância inflamável sobre a vítima F.D.F.L e ateado fogo em seu rosto e região do pescoço, ocasionando graves queimaduras, estando ela internada em unidade hospitalar. Após os fatos, o suspeito teria empreendido fuga, encontrando-se em local incerto e não sabido. Consta, ainda, que a vítima foi ouvida formalmente com registro audiovisual de suas declarações, havendo diligências pendentes, dentre elas oitiva de testemunhas, juntada de documentos médicos e demais providências investigativas necessárias ao completo esclarecimento dos fatos. Os autos descrevem o crime informando que o acusadso “teria lançado álcool sobre o corpo” da vítima “e, em seguida, ateado fogo utilizando um fósforo Uma testemunha disse que , na data dos fatos, encontrava-se em sua residência quando, por volta de 00h30, recebeu ligação de uma pessoa afirmnado que a vítima F precisava de ajuda, dizendo: “Vem pra cá que o Jeffeson machucou a F”. ao chegar ao local, situado na Travessa Carlos Sampaio, em Austin , tomou conhecimento da gravidade do ocorrido, sendo informado de que Jefferson havia ateado fogo no corpo da ,. Disse que encontrou a vítima em estado de choque, apresentando diversas lesões aparentes, demonstrando intenso sofrimento físico e emocional, bem como solicitando, de forma reiterada, que fosse imediatamente conduzida para atendimento médico; Falou que o suspeito evadiu-se do local levando consigo dois aparelhos celulares da vítim. O prazo para a prisão temporária do acusado é de 30 dias.

Momentos dramáticos para escapar com vida: vítimas fogem sob tiros em Nova Iguaçu; Justiça decreta prisão de três por tentativa de execução”

A tentativa de execução que deixou quatro pessoas baleadas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no fim do ano passado, voltou com força nesta semana após a Justiça decretar a prisão preventiva de três suspeitos e revelar o que estava por trás do ataque: uma vingança que terminou em uma emboscada a tiros em plena rua. Os novos desdobramentos expõem, com riqueza de detalhes, os minutos de terror vividos pelas vítimas — que precisaram correr, invadir casas e pular muros enquanto eram perseguidas por disparos para não morrer. Na última sexta-feira (16), a Justiça determinou a prisão de três homens apontados como ligados ao tráfico do Complexo da Penha. Eles são acusados de participar do ataque ocorrido no dia 27 de dezembro de 2025, na Rua Olga Alves, nº 70, no bairro Engenho Pequeno. De acordo com a denúncia, os criminosos agiram com clara intenção de matar. Em um movimento coordenado, chegaram de carro, abriram as quatro portas ao mesmo tempo e desembarcaram já atirando, de forma repentina, em via pública e durante a noite — pegando as vítimas completamente desprevenidas. Os disparos atingiram quatro pessoas: Warley foi baleado três vezes — dois tiros na coxa esquerda e um na panturrilha. Pedro levou um tiro no braço direito. Tiago foi atingido duas vezes na região da virilha. Josemir sofreu ferimentos por estilhaços no tórax. O resultado morte não se consumou por circunstâncias alheias à vontade dos atiradores: as vítimas conseguiram fugir sob fogo e receberam atendimento médico rápido. A investigação aponta que o crime foi motivado por vingança — considerada motivo torpe. Tudo teria começado com uma briga anterior entre Josemir e Cauan, um dos acusados. Na ocasião, as outras vítimas teriam intervindo para separar a confusão. Segundo os autos, Paulo César e Washington, também denunciados, são amigos de Cauan e teriam participado diretamente da ação. Um quarto envolvido ainda não foi identificado. Os depoimentos revelam uma sequência de cenas de puro desespero. Pedro contou que, assim que os tiros começaram, correu sem olhar para trás e entrou na Rua Oba. No caminho, viu familiares de Tiago fugindo e tentando se abrigar dentro de casa. Em meio ao pânico, ele e Josemir invadiram o imóvel e, tentando escapar dos atiradores, pularam o muro que dava acesso a um terreno baldio. Sem parar, ainda atravessaram o local e pularam um segundo muro, que levava à Rua Nair Dias. Foi nesse momento que Pedro percebeu que havia sido baleado. Mesmo ferido, ele conseguiu uma motocicleta emprestada e, junto com Josemir, seguiu até o Hospital Geral de Nova Iguaçu. Pedro também relatou que acredita que o estopim da tentativa de homicídio tenha sido uma briga em uma festa, quando um amigo seu teria agredido Cauan após suspeitar que ele estaria se envolvendo com sua irmã. Cauan teria ido tirar satisfação — e o conflito evoluiu até o ataque armado. Uma testemunha afirmou que os três acusados fazem parte do tráfico de drogas do Complexo da Penha e vinham tentando expandir a atuação para a região, inclusive com a intenção de instalar um ponto de venda de drogas na Rua Professor Godoi, próximo ao Escadão, no Engenho Pequeno. Segundo essa testemunha, os acusados eram de sua convivência e mantinham uma boa relação com ele e seus amigos antes de ingressarem no tráfico. Depois disso, o comportamento mudou. Ela afirmou acreditar que os envolvidos são capazes de matar para “fazer o nome” no bairro e relatou que eles circulam frequentemente pela região em diferentes veículos, intimidando moradores. Josemir confirmou a versão da fuga e disse que só percebeu que também havia sido atingido quando já estava no hospital. Ele acrescentou que, após o crime, Cauan passou em frente ao seu local de trabalho acompanhado de outra pessoa em uma motocicleta, em atitude interpretada como intimidação. Warley também descreveu momentos de pânico absoluto. Ele contou que, ao ouvir os tiros, correu com Tiago para dentro da casa de Pedro, subiu as escadas às pressas e, em seguida, pulou o muro da varanda, conseguindo acessar a casa de uma prima de Tiago. Eles ficaram escondidos por minutos que pareceram intermináveis, até conseguirem sair e pedir ajuda. Um conhecido socorreu o grupo e os levou ao Hospital da Posse. Com a decretação das prisões, o caso ganha um novo peso: o que parecia mais um episódio de violência na Baixada agora se confirma como uma tentativa de execução premeditada, motivada por vingança — e da qual as vítimas só escaparam após uma fuga desesperada sob tiros. As investigações seguem para identificar o quarto envolvido.

GUERRA DO BICHO: Iggnácio foi acusado de mandar matar Rogério Andrade ao menos duas vezes em disputa marcada por atentados e mortes

A execução de Fernando Iggnácio reacendeu uma das disputas mais violentas do submundo do jogo ilegal no Rio: a guerra com seu rival Rogério de Andrade, marcada por atentados, mortes e acusações reiteradas de mando de execução entre os dois lados. Um dos pontos mais emblemáticos dessa rivalidade é que Iggnácio foi acusado de mandar matar Rogério Andrade pelo menos duas vezes, em episódios distintos ao longo dos anos. Primeira tentativa: arma falha e impede execução em hotel No dia 8 de outubro de 2001, no corredor do 15º andar de um apart-hotel na Barra da Tijuca, um homem tentou executar Rogério Andrade com disparos de arma de fogo. A arma, no entanto, falhou no momento do disparo, permitindo que Andrade reagisse. Houve luta corporal, o agressor foi desarmado e ainda tentou concluir o crime por estrangulamento, sem sucesso. Nesse caso, Fernando Iggnácio foi denunciado como suposto mandante da tentativa de homicídio, mas acabou impronunciado pela Justiça. Segunda acusação: atentado a bomba deixa morto e ferido A segunda vez em que Iggnácio foi acusado de mandar matar o rival envolve o atentado ocorrido em 8 de abril de 2010, também na Barra da Tijuca. Na ocasião, uma explosão matou Diogo Andrade, filho de Rogério, e deixou o próprio contraventor gravemente ferido. Iggnácio foi apontado como acusado de envolvimento no ataque, novamente dentro da lógica de tentativa de atingir o rival. Origem da guerra: disputa por território e dinheiro Segundo investigações, a rivalidade tem origem na divisão de negócios após a atuação do contraventor Castor de Andrade. Com o crescimento explosivo dos lucros das máquinas, Rogério teria passado a tentar expandir sua atuação sobre esse mercado, gerando conflito direto com Iggnácio. Foi o início de uma disputa violenta e contínua. Guerra deixou rastro de mortes e atuação armada A disputa pelo controle dos caça-níqueis evoluiu para um cenário de extrema violência, com dezenas de mortes ao longo dos anos, conforme apontam investigações. Os grupos são descritos como estruturas fortemente armadas, com atuação organizada e, em alguns casos, com apoio de agentes policiais, responsáveis por garantir segurança e viabilizar os negócios ilícitos. Acusações de mando nos dois lados Se por um lado Fernando Iggnácio foi acusado ao menos duas vezes de mandar matar Rogério Andrade, por outro, Rogério Andrade também é acusado de ser o mandante do assassinato de Iggnácio, caso que voltou ao centro do debate com os recentes desdobramentos judiciais. Conclusão A trajetória dos dois contraventores revela uma guerra prolongada pelo controle do jogo ilegal no Rio, marcada por tentativas de execução, atentados e acusações de mando de ambos os lados. O histórico reforça o nível de violência e organização dessa disputa, que segue produzindo desdobramentos até hoje.

Secretário de Paes disse que teve dois fuzis apontados para ele

O secretário municipal de Defesa do Consumidor do Rio, João Pires, relatou como foi a ação dos criminosos que o perseguiram na noite de ontem, na Rodovia Amaral Peixoto, em São Gonçalo. “Eu fazia o trajeto que costumava fazer para visitar a minha noiva. Eu vi dois fuzis apontados para o meu carro. Os bandidos pararam o carro ao lado do meu, abriram as duas portas e apontaram dois fuzis para mim. O carro ainda estava em movimento. A única reação que eu tive foi acelerar o carro, tentar fugir e os bandidos continuaram me perseguindo. Até que eu vi que essa perseguição não ia parar tão cedo e tomei a medida que assim que eu vi uma viatura, eu joguei o carro para dentro de um posto de gasolina, bato numa van,” Pires disse que tomou um susto ao ver dois fuzis apontados para ele. Seu carro é blindado. Falou que não imaginava que os suspeitos iriam lhe perseguir por tanto tempo. O secretário disse que a perseguição foi por cerca de dois quilômetros mas não ouviu disparos. Pires afirmou que vinha recebendo ameaças mas não quis comentar o caso alegando que ele está com a polícia. Segundo ele, os autores não se identificam. Declarou também que espera que o episódio tenha sido uma tentativa de assalto e não um atentado. Classificou o caso como triste e assustador. O secretário tem sido combativo à máfia dos postos de gasolina e a máfia dos combustiveis

Após quase ser atropelada pelo marido, ser ameaçada de morte com os dizeres “Vou te botar no caixão” e ser agredida com uma voadora na frente dos filhos, mulher revogou medida protetiva contra agressor

Depois de quase ser atropelada pelo marido, ser ameaçada de morte com os dizeres. “Você vai me botar na prisão? Eu vou te botar no caixão” e ser agredida com uma voadora, uma mulher requereu à Justiça a retirada da medida protetiva contra o cônjugue alegando qe ele não apresenta risco à sua integridade. A informação é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que revogou a medida. O caso foi em Itaocara, no interior do RJ Dacordo com o apurado no procedimento, a vítima teria sido vítima de tentativa de homicídio praticado pelo marido. Conforme relatado nos depoimentos prestados em delegacia, o homem tentou atropelar a mulher, sendo que ele deu ré e “jogou” o carro contra a vítima, a qual se esquivou do carro para não ser atropelada, vindo a cair numa poça de água em frente sua residência; A vítima tentou buscar abrigo em sua residência, sendo seguida pelo autor, que entrou no imóvel e destruiu vários móveis e utensílios, incluindo ventiladores, uma TV e cadeiras, e a vítima continuou a pedir que o autor saísse de sua casa, mas ele se recusou, agredindo-a fisicamente com uma “voadora” e um tapa. Durante a agressão, o autor ameaçou a vítima a xingou de “Capeta” e afirmou que “Você não vale nada. O filhos da vítima, de 17 e oito anos, presenciaram a agressão e as ameaças. O filho mais velho tentou chamar a polícia, mas não conseguiu completar a ligação devido ao nervosismo. Após a evasão do autor, o filho da vítima conseguiu completar a ligação As medidas protetivas que foram deferidas pela Justiça foram 1) Afastamento do lar de convivência com a ofendida; 2) Proibição de se aproximar da ofendida e testemunhas, fixando distância mínima de 300 (trezentos) metros entre os envolvidos; 3) Proibição de ingresso na residência, domicílio, local de convivência ou local de trabalho da ofendida; 4) Proibição de que o suposto agressor mantenha contato com a vítima por qualquer meio de comunicação. Intimem-se.A vítima foi notificada e ficou ciente de que também não deveria se aproximar e/ou manter contato com o suposto acusado por qualquer meio de comunicação, bem como deveria procurar a polícia em caso de descumprimento por parte do indiciado, podendo o mesmo ser preso.

ITAPERUNA: Por desconfiar que sua mulher tinha um caso com um casal, homem atirou neles e atingiu recém-nascido de 12 dias. Vítimas sobreviveram. Irmão que teria agido junto morreu depois do crime

Por causa de um suposto envolvimento amoroso de sua companheira com um casal, um homem atacou a tiros três pessoas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, atingindo um recém-nascido de apenas doze dias de vida e o próprio casal. As vítimas sobreviveram. As informações são do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os autos informam que o autor, efetuou disparos de arma de fogo contra as vítimas A.G,S.S, S.S.O.S e L.M.S., sendo este último recém-nascido. O crime de homicídio não se consumou visto que as vítimas foram socorridas por populares que se encontravam no local, bem como em razão da arma ter picotado durante os disparos, O processo diz que o crime de homicídio em sua forma tentada foi praticado mediante emboscada e recurso que dificultou a defesa das vítimas; que foi praticado por motivo torpe, qual seja, possível envolvimento amoroso (¿trisal¿) de sua companheira com as vítimas Uma das vítimas reconheceu o acusado, que está com a prisão preventiva decretada e é procurado pela polícia. O irmão do autor também foi investigado no fato e teria agido junto mas, segundo a Justiça, faleceu no dia 6 de fevereiro em circunstâncias não reveladas nos autos.

Travesti teve prisão preventiva decretada suspeito de tentar matar seu cunhado em Belford Roxo

Um travesti conhecido como Nicole teve a prisão preventiva decretada suspeito de tentar matar o cunhado em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Uma testemunha disse que pouco tempo após a vítima ir para o portão, ouviu diversos disparos de arma de fogo. Após cessar os tiros, o depoente viu a vítima caída no quintal; … Os policiais socorreram o alvo junto com o declarante. A todo momento em que estava sendo socorrida a vítima afirmou que Nicole teria cometido o crime; A vitima estava lúcida e afirmou que estava sentada no portão, quando Nicole empurrou a testemunha e efetuou disparos contra o alvo. O travesti desceu de um carro preto juntamente com outro indivíduo e foi até a vítima, que após ser baleada, foi levada para a UPA do Lote XV.Os autos não informam, porém, a motivação do crime.

Facções e milícias punem com morte ou surra integrantes que se envolvem em crimes de grande repercussão. RELEMBRE CASOS EMBLEMÁTICOS

Não é a primeira vez em poucos anos que traficantes do Comando Vermelho punem seus intgrantes com a morte após eles se envolverem em crimes de grande repercussão. Na madrugada de hoje, três suspeitos de envolvimento na morte da menina Valentina, de oito anos, foram achados mortos em Nova Igauçu. Segundo o chefe da Polícai Civil, delegado Felipe Curi, eles foram mortos por ordem da cúpula da facção Em 2023, a cúpula da facção determinou a morte de Philip Mota Pereira, o Lesk, acusado de ser um dos responsáveis pela execução de três médicos na orla da Barra da Tijuca após um deles ser confundido com o miliciano Taillon Alcântara Pereira Barbosa, líder da mlícia de Rio das Pedras Embora não tenha confriamção oficial até hoje, a imprensa noticiou na época que a cúpula da facção teria determinado a morte de envolvidos no desaparecimento e morte de três meninos em Belford Roxo em dezembro de 2020. Entre os que teriam pago com a vida estária José Carlos Prazeres Silva, o Piranha, que comandava a comunidade do Castelar e Wiler Castro da Silva, conhecido como “Stala”, gerente da comunidade., além de Tia Paula. Recentemente, um criminoso suspeito de participar de um estupro coletivo contra uma adolescente de 13 anos em São João de Meriti que foi confudida com a namorada de um bandido rival acabou sendo morto por traficantes do Terceiro Comando Puro. Um outro que também teria participado do crime foi encontrado ferido em um hospital e acabou preso. A morte de uma mulher que foi esfaqueada dentro de um BRT na Zona Norte também teve punção, Um dos envolvidos foi espancado por traficantes do Parque União no Complexo da Maré e foi preso em um hospital. Um outro foi castigado e passou dez dias dentro de um caixote apenas com a cabeça para fora sem se alimentar direito. Também acabou preso. A milícia também pune seus integrantes envolvidos em casos que ganham a mídia. Fo o caso do criminoso Erlan Oliveira de Araújo,  conhecido como Orelha apontado como o mandante da invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, no ano pasasado, para matar um paciente que foi baleado.; Orelha acabou morto por milicianos, segundo a própria polícia.

Briga familiar termina em morte e dois feridos em Bangu

Uma briga familiar terminou em tragédia em Bangu. Um homem matou um parente a facadas e golpeou outras duas pessoas A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada para investigar a morte de Rafael Ferreira dos Santos. Outras duas pessoas também foram atacadas pelo mesmo criminoso. Durante as diligências um homem foi preso em flagrante pelo crime de homicídio. Um segundo inquérito está em andamento na na 34ª DP (Bangu) para apurar uma tentativa de homicídio e uma tentativa de feminicídio.

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