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TORTURA POLICIAL: Depois de mais de três anos, Justiça afasta PMs acusados de torturar homem com pauladas para descobrir esconderijo de drogas em Jacarepaguá

Depois de mais de três anos, a Justiça Militar decidiu suspender a função pública de três PMs suspeitos de cometer atos de tortura para obter informação sobre localização de drogas. Segundo os autos, no dia 27 de dezembro de 2022, por volta das 17h30min, na rua XIV de dezembro, no interior da comunidade Asa Branca, no bairro de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, os agentes deram pauladas nas pernas e nos braços em M.J.V. G, causando-lhe sofrimento físico, com o intuito de obter informação sobre a localização de drogas. Na ocasião, os PMs estavam escalados no serviço de Patamo, quando, ao realizarem campana policial, por volta das 17h30min, visualizaram a vítima e procederam a sua abordagem. Com a aproximação dos militares, o alvo fugiu tendo sido capturado. Com isso, um dos PMs, Pimentel desferiu pauladas nos braços e pernas de M enquanto que os outros agentes permaneceram ao seu lado de modo encorajador, fazendo a varredura do local em busca de drogas. A apuração preliminar se deu por por meio de depoimento da vítima, os quais geraram os relatórios acostados ao inquérito que apontam imagens e diálogos que trazem indícios mínimos dos delitos imputados na denúncia. Com a decisão da Justiça, os PMs, até a sentença definitiva ou ordem de contracautela, não podem escalados na atividade policial (atividade-fim), devendo permanecer na atividade administrativa

Facção de traficante alvo no Vidigal (CV) promoveu fuga em massa, atentado contra diretor e nova tentativa de resgate em presídio na Bahia

Alvo principal da polêmica operação no Morro do Vidigal, que deixou turistas presos na comunidade nesta segunda-feira, o traficante Ednaldo Pereira de Souza, o “Dada”, integra uma organização criminosa (Primeiro Comando de Eunápolis) com atuação violenta e contínua contra o sistema prisional da Bahia. A facção da qual faz parte foi responsável por uma fuga em massa no Conjunto Penal de Eunápolis em 2024, um atentado contra o diretor da unidade em 2025 e uma nova tentativa de resgate de comparsas em 2026. Dada sempre buscou dominar as unidades prisionais de Eunápolis e Teixeira de Freitas, além de expandir sua influência pelas cidades do sul do estado, utilizando a violência como ferramenta central de controle. Segundo investigações, crises e motins eram provocados dentro das unidades, enquanto homicídios eram ordenados contra qualquer um que contrariasse os interesses do grupo. Ele e o irmão, conhecido como “Rena”, são apontados como líderes de uma ampla cadeia criminosa que atua dentro e fora dos presídios. De acordo com apurações, tudo que acontecia precisava da autorização dos dois, garantindo que a estrutura funcionasse de forma lucrativa. Qualquer ação fora dessa hierarquia resultava em represália, com punições executadas por braços direitos posicionados em todos os pavilhões. Ambos respondem a pelo menos sete processos por homicídio, além de diversas acusações relacionadas ao tráfico de drogas. O histórico recente da facção evidencia o nível de organização e ousadia. Após a fuga de Dada e outros detentos do Conjunto Penal de Eunápolis em dezembro de 2024, o grupo seguiu tentando impor sua força. Na madrugada de 29 de janeiro de 2026, uma operação conjunta das polícias Civil e Militar impediu uma nova invasão à unidade prisional, que seria realizada por integrantes do Comando Vermelho com o objetivo de resgatar comparsas. O confronto terminou com oito criminosos mortos e um policial militar baleado. Antes disso, a escalada de violência já havia atingido diretamente a administração do presídio. Houve um atentado contra a vida do diretor do Conjunto Penal de Eunápolis, Jorge Magno Alves Pinto, e também contra o servidor estadual Emerson de Jesus Santos, ação atribuída a integrantes da facção PCE/CV, da qual Dada faz parte. Mesmo fora do sistema prisional, a atuação do traficante e de sua organização segue sendo tratada pelas autoridades como de alta periculosidade, diante do histórico de ataques coordenados, domínio interno de unidades prisionais e ações violentas articuladas para manter o controle do crime organizado.

Momentos dramáticos para escapar com vida: vítimas fogem sob tiros em Nova Iguaçu; Justiça decreta prisão de três por tentativa de execução”

A tentativa de execução que deixou quatro pessoas baleadas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no fim do ano passado, voltou com força nesta semana após a Justiça decretar a prisão preventiva de três suspeitos e revelar o que estava por trás do ataque: uma vingança que terminou em uma emboscada a tiros em plena rua. Os novos desdobramentos expõem, com riqueza de detalhes, os minutos de terror vividos pelas vítimas — que precisaram correr, invadir casas e pular muros enquanto eram perseguidas por disparos para não morrer. Na última sexta-feira (16), a Justiça determinou a prisão de três homens apontados como ligados ao tráfico do Complexo da Penha. Eles são acusados de participar do ataque ocorrido no dia 27 de dezembro de 2025, na Rua Olga Alves, nº 70, no bairro Engenho Pequeno. De acordo com a denúncia, os criminosos agiram com clara intenção de matar. Em um movimento coordenado, chegaram de carro, abriram as quatro portas ao mesmo tempo e desembarcaram já atirando, de forma repentina, em via pública e durante a noite — pegando as vítimas completamente desprevenidas. Os disparos atingiram quatro pessoas: Warley foi baleado três vezes — dois tiros na coxa esquerda e um na panturrilha. Pedro levou um tiro no braço direito. Tiago foi atingido duas vezes na região da virilha. Josemir sofreu ferimentos por estilhaços no tórax. O resultado morte não se consumou por circunstâncias alheias à vontade dos atiradores: as vítimas conseguiram fugir sob fogo e receberam atendimento médico rápido. A investigação aponta que o crime foi motivado por vingança — considerada motivo torpe. Tudo teria começado com uma briga anterior entre Josemir e Cauan, um dos acusados. Na ocasião, as outras vítimas teriam intervindo para separar a confusão. Segundo os autos, Paulo César e Washington, também denunciados, são amigos de Cauan e teriam participado diretamente da ação. Um quarto envolvido ainda não foi identificado. Os depoimentos revelam uma sequência de cenas de puro desespero. Pedro contou que, assim que os tiros começaram, correu sem olhar para trás e entrou na Rua Oba. No caminho, viu familiares de Tiago fugindo e tentando se abrigar dentro de casa. Em meio ao pânico, ele e Josemir invadiram o imóvel e, tentando escapar dos atiradores, pularam o muro que dava acesso a um terreno baldio. Sem parar, ainda atravessaram o local e pularam um segundo muro, que levava à Rua Nair Dias. Foi nesse momento que Pedro percebeu que havia sido baleado. Mesmo ferido, ele conseguiu uma motocicleta emprestada e, junto com Josemir, seguiu até o Hospital Geral de Nova Iguaçu. Pedro também relatou que acredita que o estopim da tentativa de homicídio tenha sido uma briga em uma festa, quando um amigo seu teria agredido Cauan após suspeitar que ele estaria se envolvendo com sua irmã. Cauan teria ido tirar satisfação — e o conflito evoluiu até o ataque armado. Uma testemunha afirmou que os três acusados fazem parte do tráfico de drogas do Complexo da Penha e vinham tentando expandir a atuação para a região, inclusive com a intenção de instalar um ponto de venda de drogas na Rua Professor Godoi, próximo ao Escadão, no Engenho Pequeno. Segundo essa testemunha, os acusados eram de sua convivência e mantinham uma boa relação com ele e seus amigos antes de ingressarem no tráfico. Depois disso, o comportamento mudou. Ela afirmou acreditar que os envolvidos são capazes de matar para “fazer o nome” no bairro e relatou que eles circulam frequentemente pela região em diferentes veículos, intimidando moradores. Josemir confirmou a versão da fuga e disse que só percebeu que também havia sido atingido quando já estava no hospital. Ele acrescentou que, após o crime, Cauan passou em frente ao seu local de trabalho acompanhado de outra pessoa em uma motocicleta, em atitude interpretada como intimidação. Warley também descreveu momentos de pânico absoluto. Ele contou que, ao ouvir os tiros, correu com Tiago para dentro da casa de Pedro, subiu as escadas às pressas e, em seguida, pulou o muro da varanda, conseguindo acessar a casa de uma prima de Tiago. Eles ficaram escondidos por minutos que pareceram intermináveis, até conseguirem sair e pedir ajuda. Um conhecido socorreu o grupo e os levou ao Hospital da Posse. Com a decretação das prisões, o caso ganha um novo peso: o que parecia mais um episódio de violência na Baixada agora se confirma como uma tentativa de execução premeditada, motivada por vingança — e da qual as vítimas só escaparam após uma fuga desesperada sob tiros. As investigações seguem para identificar o quarto envolvido.

GUERRA DO BICHO: Iggnácio foi acusado de mandar matar Rogério Andrade ao menos duas vezes em disputa marcada por atentados e mortes

A execução de Fernando Iggnácio reacendeu uma das disputas mais violentas do submundo do jogo ilegal no Rio: a guerra com seu rival Rogério de Andrade, marcada por atentados, mortes e acusações reiteradas de mando de execução entre os dois lados. Um dos pontos mais emblemáticos dessa rivalidade é que Iggnácio foi acusado de mandar matar Rogério Andrade pelo menos duas vezes, em episódios distintos ao longo dos anos. Primeira tentativa: arma falha e impede execução em hotel No dia 8 de outubro de 2001, no corredor do 15º andar de um apart-hotel na Barra da Tijuca, um homem tentou executar Rogério Andrade com disparos de arma de fogo. A arma, no entanto, falhou no momento do disparo, permitindo que Andrade reagisse. Houve luta corporal, o agressor foi desarmado e ainda tentou concluir o crime por estrangulamento, sem sucesso. Nesse caso, Fernando Iggnácio foi denunciado como suposto mandante da tentativa de homicídio, mas acabou impronunciado pela Justiça. Segunda acusação: atentado a bomba deixa morto e ferido A segunda vez em que Iggnácio foi acusado de mandar matar o rival envolve o atentado ocorrido em 8 de abril de 2010, também na Barra da Tijuca. Na ocasião, uma explosão matou Diogo Andrade, filho de Rogério, e deixou o próprio contraventor gravemente ferido. Iggnácio foi apontado como acusado de envolvimento no ataque, novamente dentro da lógica de tentativa de atingir o rival. Origem da guerra: disputa por território e dinheiro Segundo investigações, a rivalidade tem origem na divisão de negócios após a atuação do contraventor Castor de Andrade. Com o crescimento explosivo dos lucros das máquinas, Rogério teria passado a tentar expandir sua atuação sobre esse mercado, gerando conflito direto com Iggnácio. Foi o início de uma disputa violenta e contínua. Guerra deixou rastro de mortes e atuação armada A disputa pelo controle dos caça-níqueis evoluiu para um cenário de extrema violência, com dezenas de mortes ao longo dos anos, conforme apontam investigações. Os grupos são descritos como estruturas fortemente armadas, com atuação organizada e, em alguns casos, com apoio de agentes policiais, responsáveis por garantir segurança e viabilizar os negócios ilícitos. Acusações de mando nos dois lados Se por um lado Fernando Iggnácio foi acusado ao menos duas vezes de mandar matar Rogério Andrade, por outro, Rogério Andrade também é acusado de ser o mandante do assassinato de Iggnácio, caso que voltou ao centro do debate com os recentes desdobramentos judiciais. Conclusão A trajetória dos dois contraventores revela uma guerra prolongada pelo controle do jogo ilegal no Rio, marcada por tentativas de execução, atentados e acusações de mando de ambos os lados. O histórico reforça o nível de violência e organização dessa disputa, que segue produzindo desdobramentos até hoje.

Secretário de Paes disse que teve dois fuzis apontados para ele

O secretário municipal de Defesa do Consumidor do Rio, João Pires, relatou como foi a ação dos criminosos que o perseguiram na noite de ontem, na Rodovia Amaral Peixoto, em São Gonçalo. “Eu fazia o trajeto que costumava fazer para visitar a minha noiva. Eu vi dois fuzis apontados para o meu carro. Os bandidos pararam o carro ao lado do meu, abriram as duas portas e apontaram dois fuzis para mim. O carro ainda estava em movimento. A única reação que eu tive foi acelerar o carro, tentar fugir e os bandidos continuaram me perseguindo. Até que eu vi que essa perseguição não ia parar tão cedo e tomei a medida que assim que eu vi uma viatura, eu joguei o carro para dentro de um posto de gasolina, bato numa van,” Pires disse que tomou um susto ao ver dois fuzis apontados para ele. Seu carro é blindado. Falou que não imaginava que os suspeitos iriam lhe perseguir por tanto tempo. O secretário disse que a perseguição foi por cerca de dois quilômetros mas não ouviu disparos. Pires afirmou que vinha recebendo ameaças mas não quis comentar o caso alegando que ele está com a polícia. Segundo ele, os autores não se identificam. Declarou também que espera que o episódio tenha sido uma tentativa de assalto e não um atentado. Classificou o caso como triste e assustador. O secretário tem sido combativo à máfia dos postos de gasolina e a máfia dos combustiveis

Traficantes do CV jogaram granadas em Rio das Pedras (milicia) e feriram dois. LINK PARA VIDEO

Terroristas do Comando vermelho, lançaram duas granadas na localidade do Areal, no Rio das Pedras, na noite da ultima terca-feira. . Pelo menos duas pessoas foram feridas com os estilhaços da granadas. Acesse o link e assista o vídeo https://x.com/i/status/2031756281376047277

Ataque em Nova Iguaçu deixou dois mortos, entre eles um PM

Um dia após dois homens serem mortos no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, um novo ataque na região deixou mais dois mortos, entre eles um PM. A P2 do 20° BPM nega a informação de que houve outros baleados conforme circulou nas redes sociais. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Andre Luiz Israel Fernandes e de um criminoso, ainda não identificado. A perícia foi solicitada para o local. Segundo informações preliminares, não houve mais feridos na ação criminosa, que ocorreu em via pública. Um dos criminosos foi atingido pela própria vítima, que reagiu ao ataque, e morreu no local. Diligências estão em andamento para identificar os envolvidos e esclarecer a motivação do crime. Segundo relatos, três homens armados com fuzis, utilizando toca ninja e coletes da Polícia Civil, invadiram um salão de festas localizado na Rua Luiz Tomás Durante a ação, os criminosos teriam executado o sargento da PM, André Luiz Israel Fernandez. A vítima ainda conseguiu reagir, atingindo um dos bandidos, que morreu no local.

Como o grupo de Adilsinho agia para tentar tomar pontos de apostas do jogo do bicho e máquinas caça-níqueis de rival. Disputa provocou atentado e assasssinatos. RELEMBRE

Em junho de 2024, publicamos trechos de um relatório da Justiça do Rio que apontava uma guerra travada pelo bicheiro Adilsinho, preso anteontem, contra Bernardo Bello. Segundo o documento, a disputa provocou assassinatos e atentados, inclusive de um milician (Marquinho Catiri). Na guerra pela expansão territorial visando tomar com violência extrema os pontos nas Zonas Sul e demais bairros do Rio de Janeiro, os homens ligados a Adilsinho agiam para dissuadir os gerentes e operadores do jogo ilícito chefiados pelo bicheiro Bello , ora realizando o monitoramento dos adversários para a sua execução. O assassinato de Fernando Marcos Ferreira Ribeiro en abril de 2023 na Tijuca visava a expansão criminosa da quadrilha chefiada por Adilsinho para dominar, tomando à força, os pontos de jogos do bicheiro Bernardo Bello. O documento diz que, na mesma época, um contraventor estava na mira do grupo de Adilsinho e dias depois da morte de Fernando, seu filho foi alvo de atentado no Catumbi, área de Bello. O contraventor na época disse que os capos estariam enviando “equipes”, formadas por policiais envolvidos para todos os pontos de bicho da área em que ele trabalha, ligada ao contraventor Bernardo Bello, e proferindo ameaças de morte contra quem resistisse em “mudar de lado” e que os bicheiros estariam tentando estabelecer “uma nova cúpula da contravenção. O relatório informava que os “seguranças” de Adilsinho, ao intimidarem os comerciantes que possuíam máquinas caça-níqueis em seus estabelecimentos, deixavam o recado de que, a partir de então, haveria uma “nova cúpula do jogo do bicho, formada por ele, Rogério Andrade e família Drummond. Um homem que funcionava como porta-voz de Adilsinho durante o mês de abril de 2023 circulava pelos pontos que eram dominados por Bernardo Bello rodeado de seguranças, anunciava que havia uma Nova cúpula, e a partir dali quem mandava era Adilsinho, fornecendo o seu próprio telefone para que qualquer conflito fosse resolvido com ele. Esse suposto porta-voz de Adilsinho acabaria sendo alvo de atentado em uma reação do grupo de Bernardo Bello enquanto os aliados de Adilsinho realizavam a troca de máquinas caça-níqueis no bar “Parada Obrigatória”, situado na esquina da Rua Souza Franco com a Boulevard Vinte e Oito de Setembro. Na época, homens ligados a Adilsinho invadiram o estabelecimento, arrombaram os cadeados das máquinas e disseram que, a partir de então, a responsabilidade seria deles. O relatório diz que Copacabana também foi palco de guerra com capangas de Adilsinho rondando e ameaçando os integrantes do grupo de Bernardo, fato ocorrido, inclusive, no dia anterior à morte da vítima Fernando Marcos. O documento ainda apontou a conexão entre a execução de Fernando Marcos e as cápsulas apreendidas na tentativa de homicídio do filho do contraventor já que houve convergência para o confronto realizado entre as cápsulas de fuzil utilizadas nos dois crimes. Segundo o relatório, as mesmas armas usadas na morte de Fernando e no atentado foram usadas também nos homicídios do miliciano Marquinho Catiri, que era considerado o “braço armado de Bernardo Bello”; e de seu segurança Sandrinho, e também em um outro homicídio, o do policial civil João Joel de Araújo, morto em 2022.

Ataque a posto de gasolina deixou morto e dois feridos em São Fidélis (RJ). VIDEO

Um ataque a tiros em um posto de combustíveis no Centro de São Fidélis resultou na morte de Luiz Silva, de 27 anos, e deixou um frentista e um cliente feridos. O crime ocorreu na madrugada de sábado (21), quando dois homens em uma moto efetuaram disparos contra o homem que tentava se abrigar no posto. Sobre o homem executado em um conveniência de um posto em São Fidelis, – RJ. Ele recentemente teria se juntado ao mundo do tráfico, anteriormente, pertencia à igreja e era trabalhador. Ele era apontado como integrante da facção TCP – Terceiro Comando Puro da comunidade da Chatuba. De acordo com informações, um dos dois baleados seria trabalhador do posto onde ocorreu o ataque. A principal suspeita seja de que a execução tenha sido motivada por disputa territorial entre facções, atualmente, a cidade é disputada por três facções: Amigos dos Amigos – ADA, Terceiro Comando Puro – TCP e o Comando Vermelho – CV.

Tarde de violência na Zona Oeste. Homem foi morto, morador baleado e carro metralhado

Terror na Zona Oeste do Rio na tarde de hoje. Segundo informações que circulam nas redes sociais um homem, ainda não identificado, teroa sido executado com vários tiros na Rua Gentil de Ouro, na Comunidade do Barbante, em Inhoaiba.. De acordo com informações preliminares, a vítima morreu no local antes da chegada do socorro. Até o momento, não há confirmação sobre a autoria ou motivação do crime. Moradores relataram momentos de tensão após os disparos. Ainda de acordo com o que foi divulgado nas redes, um.morador teria sido baleado em Manguariba, em Paciência, por supostos milicianos que desconfiaram da possibilidade de movimentação de bando rival já que a localidade tem sido alvo As redes divulgaram ainda que um carro teria sido metralhado na Estrsda do Tingui, em Campo Grandr e um casal teria escapado ileso. A região vive uma disputa intensa entre as milícias do PL e do Juninho Varão é entre o.grupo.de PL e o.Comando Vermelho.

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