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MILICIA

Juninho Varão estaria supostamente cobrando taxas de motoristas de aplicativo em Nova Iguaçu, aponta denúncia

Informação ainda extra-oficial que circula na Internet aponta que o miliciano Gilson Ingrácio, conhecido como Juninho Varão estaria supostamente impondo uma taxa ilegal a motoristas de aplicativo que atuam em regiões sob domínio de sua facção na Baixada Fluminense A cobrança aconteceria nas proximidades de Cabuçu, KM32, Guandu, Valverde e outras localidades de Nova Iguaçu controladas pelo grupo. Segundo relatos de profissionais, estaria sendo exigido o pagamento de R$ 50,00 por semana para que possam realizar corridas na região;​ Quem se recusa a pagar sofre represálias: veículos são destruídos como forma de aviso;​ Em casos mais graves, motoristas são sequestrados e executados. A informação circula entre trabalhadores de aplicativo, que temem denunciar por medo de represálias. Até o momento, não há confirmação oficial de investigação policial divulgada publicamente.

Polícia encontrou cabeça humana em local onde ocorreu explosão em Curicica

Equipes do Esquadrão Antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) foram acionadas para uma ocorrência de explosão na comunidade Dois Irmãos, em Curicica, supostamente ligada à disputa entre grupos criminosos rivais. O fato ocorreu ontem de noite na sede da associação de moradores. Durante as buscas, os cães farejadores localizaram uma cabeça humana dentro de um saco plástico em uma área apontada como possível cemitério clandestino. Na varredura, também foram encontrados vestígios de explosões compatíveis com artefatos explosivos improvisados (AEIs), que podem ter sido lançados por drones. Os pontos atingidos incluem uma residência, um templo religioso e uma via pública. As investigações seguem para identificar os responsáveis e esclarecer todos os fatos A comunidade Dois Irmãos é controlada pela milícia do Capitão América e tem sido alvo de traficantes do Comando Vermelho. . Traficantes da Tropa do Tricolor (CV) já haviam anunciado a intenção de invadir as áreas dominadas pela milícia do Capitão América. Eles estão chamando os membros da milícia para pularem através das redes sociais.

Ataque do CV em Rio das Pedras encerra trajetória de miliciano condenado por arma de uso restrito e acusado de execução

Morto durante o ataque promovido por criminosos do Comando Vermelho (CV) na última sexta-feira, o miliciano Maycon Lucas da Silva Ferreira já havia sido alvo de investigações por crimes envolvendo armas e homicídio na Justiça do Rio de Janeiro. Em agosto de 2024, Maycon foi condenado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, após ser preso em flagrante com uma pistola Glock calibre 9 mm municiada, durante uma ocorrência em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. Segundo a sentença, policiais militares faziam buscas após um cabo da Polícia Militar relatar que havia sido alvo de diversos disparos contra seu veículo nas proximidades da comunidade. Minutos depois, Maycon foi localizado pilotando uma motocicleta vermelha e, durante a abordagem, os agentes encontraram com ele uma pistola Glock carregada com 11 munições. O policial que sofreu o ataque afirmou que seu carro foi atingido por cinco disparos, mas, por ser blindado, ninguém ficou ferido. Apesar disso, durante o julgamento, a Justiça entendeu que não havia provas suficientes para responsabilizar Maycon pelos tiros contra o veículo, já que a vítima não conseguiu identificar o autor dos disparos e os policiais que efetuaram a prisão também não presenciaram o ataque. Por esse motivo, ele foi absolvido da acusação de disparo de arma de fogo, mas acabou condenado pelo porte ilegal da pistola de uso restrito. A pena foi fixada em três anos de reclusão, posteriormente substituída por prestação de serviços à comunidade e limitação de fim de semana, permitindo que respondesse em liberdade. Além dessa condenação, Maycon também se tornou réu em outro processo, desta vez acusado de participação na execução de Pedro Henrique dos Santos Pires, morto a tiros em maio de 2023, na entrada do Condomínio Jardim Clarice, no Anil. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Maycon teria atuado ao lado de Gerlan Anacleto de Oliveira, conhecido como “GL Moreno”, apontado nas investigações como integrante da milícia de Rio das Pedras. Imagens de câmeras de segurança e o reconhecimento feito pela companheira da vítima embasaram a acusação. Segundo o Ministério Público, Pedro Henrique foi executado por homens que chegaram ao local em motocicletas e efetuaram diversos disparos de arma de fogo. A companheira da vítima afirmou reconhecer Maycon e Gerlan porque ambos moravam em Rio das Pedras e eram conhecidos da região. Ela também relatou que Pedro Henrique havia se desentendido meses antes com “GL Moreno”, que teria ameaçado “fazer algo pior” contra ele. Ao receber a denúncia, a Justiça entendeu haver indícios suficientes de autoria e materialidade para instaurar a ação penal e decretou a prisão preventiva de Maycon e Gerlan. Na decisão, o magistrado destacou a gravidade da execução em via pública, o modo de agir dos acusados, a necessidade de preservar a ordem pública e o risco de intimidação das testemunhas, que relataram medo em razão da suposta atuação dos denunciados na milícia da região. Agora, a trajetória de Maycon termina de forma violenta. Ele está entre os mortos do ataque atribuído a criminosos do Comando Vermelho, encerrando uma sequência de processos judiciais que o colocaram no centro de investigações envolvendo armas e um homicídio praticado na Zona Oeste do Rio. . Em menos de 24 horas, houve dois ataques do CV em Rio das Pedras deixando dois mortos e dois feridos. Entre os mortos está um homem identificado como LC, apontado pelas investigações como uma das lideranças do grupo paramilitar que atua na localidade conhecida como Sertão. Segundo a apuração, soldados da tropa de Kauan invadiram o imóvel onde ele estava. Outro homem, conhecido como Pitomba, também foi alvo da ação, mas conseguiu fugir. Os criminosos ainda levaram armas, celulares desbloqueados e outros materiais ligados ao grupo rival. Após o ataque, perfis atribuídos ao Comando Vermelho divulgaram imagens de um fuzil nas redes sociais com a frase “Presente do Doca” e voltaram a ameaçar lideranças rivais. Investigadores avaliam que a facção vem adotando uma estratégia de expansão territorial baseada no monitoramento prévio de seus alvos e em ataques direcionados, um fenômeno que especialistas classificam como uma “mexicanização” do crime organizado, pela semelhança com métodos empregados por cartéis mexicanos na disputa por territórios. Ver menos

CV volta a atacar Rio das Pedras e baleou três

Segundo informações divulgadas pelo repórter Bruno Assunção, traficantes do Comando Vermelho voltaram a atacar a comunidadei Rio das Pedras está noite. De acordo com o jornalista , três homens suspeitos de pertencer a milícia teriam sido baleados no ataque. Um deles morreu. A ação ocorreu em um bar a tiros na Rua do Amparo, próximo à Rua Velha. No vídeo filmados por uma câmera de segurança local, é possível ver o momento de tensão na hora dos disparos, com todos se jogando no chão. Segundo informações, dois homens foram atingidos dentro do estabelecimento, um deles sendo miliciano, que morreu no local. De acordo com relato, outros dois milicianos que estavam fora do Bar também foram atingidos e não resistiram. Rio das Pedras vive um cenário de forte tensão devido à disputa entre traficantes e milicianos, que tem provocado confrontos frequentes e colocado moradores em risco. A quadrilha do ex-miliciano Kauan que pulou para o CV e tem sido um dos pivôs desta recente guerra já tinha feito ameaças.

CV mata liderança da milicia em Rio das Pedras

Um homem identificado como LC, apontado pelas investigações como suspeito de integrar a liderança de um grupo paramilitar que atua na localidade conhecida como Sertão, localidade de Rio das Pedras, foi morto durante um ataque promovido por criminosos armados. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, o grupo responsável pela invasão seria ligado à organização criminosa Comando Vermelho (CV), com participação de soldados da chamada tropa de Kauan. Durante a ação, outro homem conhecido como Pitomba também teria sido alvo dos criminosos, mas conseguiu escapar, mesmo ferido. Ainda de acordo com a apuração, um fuzil, uma pistola, celulares, anotações e outros materiais que estariam ligados ao grupo rival foram levados. Após o ataque, perfis atribuídos a criminosos passaram a divulgar imagens de um fuzil nas redes sociais acompanhadas da frase: “Presente do Doca”, em aparente referência a um dos principais líderes da organização criminosa. Conforme apurado pelo jornalista, o episódio faz parte da ofensiva do Comando Vermelho para ampliar sua atuação em Rio das Pedras, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Publicações atribuídas ao grupo também trazem ameaças contra os milicianos, prometendo buscar todas as lideranças do grupo em casa. Mesma tática utilizada para tomar outras regiões do Rio de Janeiro.

Trabalhadores denunciam esquema de “arrego” a traficantes e milicianos para liberar entregas em favelas do Rio; dois processos expõem relatos chocantes

Uma ação trabalhista revelou denúncias que ultrapassam a discussão sobre direitos trabalhistas e expõem um suposto esquema envolvendo o pagamento de “arrego” para que caminhões de entrega pudessem circular em áreas dominadas por organizações criminosas no Estado do Rio de Janeiro. Os relatos foram feitos por trabalhadores que atuavam nas entregas e descrevem uma rotina marcada pelo medo, pela intimidação e pela convivência direta com homens armados. Segundo os depoimentos prestados à Justiça, a empresa teria estabelecido acordos com traficantes e milicianos para garantir o acesso às comunidades onde realizava suas operações comerciais. De acordo com uma das testemunhas ouvidas em juízo, o chamado “arrego” consistia na entrega de mercadorias a criminosos que controlavam essas regiões. O depoente afirmou que a prática beneficiava traficantes, milicianos e até policiais que atuariam nas localidades, permitindo que os caminhões continuassem realizando as entregas sem sofrer ataques ou impedimentos. A testemunha relatou que as equipes atendiam comunidades como Aliança, Dom Bosco e Grão Pará, em Nova Iguaçu, consideradas áreas de forte influência do crime organizado. Segundo o depoimento, quando o “acordo” deixava de ser cumprido, os trabalhadores eram impedidos de deixar a comunidade e permaneciam sob a vigilância de criminosos armados até que a situação fosse resolvida. O relato é um dos trechos mais impactantes do processo. Conforme a testemunha, motoristas e ajudantes ficavam literalmente sentados, cercados por homens armados, aguardando que representantes da empresa resolvessem o impasse com os criminosos responsáveis pelo controle territorial da região. As denúncias não partiram apenas do trabalhador que ajuizou a ação. Uma testemunha confirmou detalhadamente a existência desses supostos acordos e descreveu a dinâmica utilizada para garantir a entrada dos veículos nas comunidades. Já uma testemunha apresentada pela própria empresa reconheceu que o reclamante era responsável por uma rota que atendia a comunidade do Grão Pará, embora tenha afirmado não saber se havia pagamento de “arrego”. Ao analisar as provas, o juiz destacou que os relatos demonstram uma exposição completamente incompatível com qualquer ambiente de trabalho. Na sentença, o magistrado registrou que obrigar empregados a permanecerem em áreas dominadas por criminosos armados, aguardando a solução de conflitos envolvendo supostos pagamentos a grupos criminosos, extrapola qualquer risco normal da atividade profissional. A decisão afirma que a tensão psicológica vivida pelos trabalhadores, obrigados a aguardar uma “solução comercial” enquanto permaneciam sob a mira de armas de fogo, ultrapassa todos os limites de tolerância e configura grave violação aos direitos fundamentais do trabalhador. O magistrado também entendeu que, caso confirmadas essas circunstâncias, a empresa deixou de cumprir seu dever constitucional de proporcionar um ambiente de trabalho seguro, submetendo seus funcionários a um risco muito superior ao inerente à atividade de entrega de bebidas. Em razão desse conjunto de provas, a Justiça condenou a empresa ao pagamento de indenização por danos morais. No entanto, o trabalhador recorreu da decisão, sustentando que o valor fixado não é compatível com a gravidade das denúncias nem com o porte econômico da empresa. Mais do que uma discussão sobre verbas trabalhistas, o caso chama atenção pelo conteúdo dos depoimentos, que descrevem a suposta existência de negociações entre empresas privadas e grupos criminosos para viabilizar atividades comerciais em territórios dominados por facções e milícias. Os relatos apontam que os maiores prejudicados eram justamente os trabalhadores, obrigados a ingressar diariamente em áreas de alto risco e, segundo as testemunhas, abandonados à própria sorte sempre que os supostos acordos deixavam de ser cumpridos. As denúncias, registradas sob compromisso legal perante a Justiça do Trabalho, lançam luz sobre uma realidade frequentemente relatada por profissionais que atuam em comunidades dominadas pelo crime organizado: a de que, para manter suas operações, empresas acabam se submetendo às regras impostas por grupos armados, enquanto motoristas, ajudantes e entregadores são expostos a situações extremas de medo, coação e riscoA equipe do Fatos Policiais teve acesso a outro processo trabalhista que reforça denúncias semelhantes envolvendo a atuação de empresas em áreas dominadas pelo crime organizado no Estado do Rio de Janeiro. Na ação, um ex-funcionário afirma que foi obrigado a negociar diretamente com traficantes e milicianos para garantir a realização de entregas e ações comerciais em comunidades controladas por grupos criminosos. Segundo o trabalhador, a empresa delegava aos próprios empregados a responsabilidade de acertar com criminosos os valores e condições do chamado “arrego”, expondo vendedores e supervisores a um risco permanente de morte. O processo foi ajuizado em dezembro de 2023 e reúne uma série de acusações contra a empresa. Além de jornadas exaustivas, supressão de intervalos e outras irregularidades trabalhistas, o ponto mais grave da ação diz respeito às alegações de que funcionários eram utilizados como intermediários em negociações com traficantes e milicianos para viabilizar operações comerciais em territórios dominados por organizações criminosas. Em seu depoimento, o trabalhador afirmou que era obrigado a negociar “o percentual das doações” exigidas por criminosos para permitir a entrada das equipes nas comunidades. Segundo ele, a situação gerou tamanho abalo psicológico que passou a temer por sua própria vida, alterou sua rotina pessoal e afetou inclusive seu relacionamento familiar. Os relatos não ficaram restritos ao autor da ação. Uma testemunha confirmou em juízo que o chamado “arrego” correspondia a uma “taxa informal negociada entre a empresa e as comunidades para que pudesse fazer as vendas e as entregas”. Ainda segundo esse depoimento, quando o pagamento não era realizado, vendedores sofriam represálias impostas pelos criminosos. A testemunha revelou ainda um episódio que demonstra o nível de risco enfrentado pelos funcionários. Segundo declarou sob compromisso legal, chegou a permanecer retida por milicianos em Rio das Pedras até que o pagamento exigido fosse efetuado. O mesmo depoimento afirma que o supervisor da equipe — autor da ação — era quem costumava negociar diretamente com os criminosos e chegou a ir ao local para resolver o impasse. Outro trecho do processo chama atenção por indicar que a empresa tinha pleno conhecimento dos riscos enfrentados por seus empregados. Durante a audiência, o representante da companhia reconheceu que já haviam ocorrido episódios de violência relacionados à realidade das operações no Rio de Janeiro

CV e milicia voltaram a entrar em guerra em três regiões do Rio com relatos de mortes

Mais úm fim de semana de guerra entre o Comando Vermelho e a milicia em três regiões da capital fluminense com registros de mortes. Criminosos ligados à Tropa do Urso (CV) realizaram um baque simultâneo na Favela da Guarda e na Favela do Rato em Del Castilho, matando dois milicianos. Milicianos oriundos da Carobinha, em Campo Grande ligados ao GAT do Cara de Egua executaram um taficante ligado à Tropa do Flamengo (CV) na Vila Kennedy.. Paramilitares ironizaram Em Curicica, traficantes da Tropa do Tricolor (CV) avançaram e expulsaram os rivais ligados à milícia do Capitão América da Comunidade do Alto do Bela Vista.

Relatos apontam suposto aumento da ‘taxa de segurança’ e cobranças sobre água, energia e comércio em Rio das Pedras (milícia)

Circulam nas redes sociais denúncias de que moradores de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, teriam sido informados nesta semana sobre um aumento na chamada “taxa de segurança” cobrada na comunidade. Segundo as publicações, um comunicado teria sido distribuído aos moradores informando que a cobrança passará para R$ 80 mensais a partir do próximo mês. A informação foi compartilhada de forma anônima por um morador, que afirma já ter sido notificado por integrantes do grupo responsável pelas cobranças. Ainda de acordo com os relatos que circulam nas redes sociais, moradores também estariam sendo obrigados a pagar R$ 80 por cada caixa-d’água, R$ 70 pela chave dos portões da comunidade, R$ 150 de taxa de moradia — mesmo para imóveis próprios —, além de R$ 200 referentes ao fornecimento de energia e outros R$ 200 pelo abastecimento de água. As denúncias também apontam que comerciantes estariam sendo submetidos a cobranças semanais que variariam de acordo com o porte do estabelecimento. Conforme esses relatos, pequenos comerciantes pagariam até R$ 2 mil por semana, enquanto grandes comerciantes poderiam ser cobrados em valores que chegariam a R$ 50 mil semanais. Esse último valor, no entanto, ainda não pôde ser confirmado de forma independente. Além disso, comerciantes também estariam sendo obrigados a pagar taxas sobre diversos produtos comercializados, como farinha, lâminas de barbear, gaiolas para pássaros, carvão, entre outros. As informações têm caráter extraoficial e são baseadas em denúncias e relatos divulgados nas redes sociais, não havendo, até o momento, confirmação oficial sobre os fatos. Rio das Pedras viveu nas últimas semanas um acirramento das disputas entre a milícia e o Comando Vermelho com dias sucessivos de tiroteios e casas atingidas por granadas lançadas por drones. A comunidade estaria sendo controlada em conjunto entre milicianos e traficantes do Terceiro Comando Puro.

CV teria expulsado o TCP de São João de Meriti e ampliado domínio na Baixada Fluminense

Segundo informações que circulam nas redes sociais neste fim de semana, o Comando Vermelho teria expulsado de vez os rivais do Terceiro Comando Puro de São João de Meriti. De acordo com as publicações, o CV teria conseguido retirar o TCP da comunidade Trio de Ouro, que tinha influência do traficante Lacoste, do Complexo da Serrinha, em Madureira. As tropas do Urso, Esquilo e Jetta teriam comandado a ação de expulsão dos inimigos da cidade. O repórter Bruno Assunção informou que o local teria passado a se chamar agora ‘Dois de Ouro’ em razão de o número dois fazer referência ao CV. O CV agora só encontraria resistência de milciianos na cidade. SAIBA MAIS https://twitter.com/bnn_oficiall/status/2073535753892610256/video/1

Homem envolvido em morte da menina Eduarda que foi morto um dia após o crime teria participado de assassinato de PM junto a suspeito de planejar homicídio da garota que foi preso hoje

Jefferson Bruno da Silva Oliveira, o Teleco, homem que, segundo a Polícia Civil do Rio, teria participado do assassinato da menina Eduarda Cruz dos Santos, de sete anos, em Nova Iguaçu, e que foi morto um dia após o crime, participou junto com Marcos Vinicius Moura da Silva, o Marquinho, do homicídio de um PM no ano passado, de acordo com informações da Justiça. Marquinho foi preso hoje suspeito de planejar o assassinato da menina. Segundo as investigações, o homem agiu como autor intelectual do crime e forneceu informações logísticas para a concretização do homicídio. Ele foi responsável por dar detalhes sobre a residência da vítima, além de ter reunido outros criminosos do Comando Vermelho para participarem do crime hediondo. Conforme os trabalhos de investigação, o fato teria acontecido após o criminoso dizer que o pai da vítima seria miliciano. Desta forma, os trabalhos de inteligência da unidade apontaram que a invasão à residência da família da criança foi orquestrada por traficantes da facção criminosa para executar o pai dela e subtrair bens. Durante o ataque armado, a menor foi alvejada por disparos de arma de fogo, vindo a óbito. No dia seguinte a morte da menina, o criminoso compareceu à residência da família dela sob o pretexto de prestar condolências. A Polícia Ciivl informou que no dia 20 de fevereiro de 2025, Marquinho assassinou um policial militar, na saída de uma casa noturna na Rodovia Presidente Dutra, em Nova Iguaçu. Após o crime, ele se escondeu no Complexo do Alemão, onde atuou ativamente para a concretização do assassinato da menina Eduarda. Conforme apurado, o homem não frequentava a região desde a morte do policial militar e o objetivo da visita seria verificar o nível de conhecimento das vítimas acerca de sua participação no crime. Sobre Teleco, ele foi encontrado morto, no mesmo bairro, um dia após o ataque à casa de Eduarda, o que demonstra uma tentativa de “queima de arquivo” e a ligação dos fatos. Ainda sobre o assassinato do PM, Marquinho teria dito no dia: “Pô cara, teve uma briga na Malibu, não tinha jeito, era o cara ou o Teleco. O cara colocou a arma na cabeça do Jefferson”.

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