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PÁGINA REVELA SUPOSTOS BASTIDORES DO TIROTEIO NA AVENIDA BRASIL QUE DEIXOU CINCO MORTOS; VEJA O QUE TERIA DESENCADEADO O CONFRONTO

A página Campo Grande Ao Vivo divulgou neste sábado supostos bastidores do tiroteio que terminou com a morte de cinco pessoas na Avenida Brasil, na última semana. Segundo a publicação, o grupo criminoso estaria sendo precedido por uma motocicleta que fazia a função de “batedor”, monitorando o trajeto antes da passagem da tropa do traficante conhecido como RD. De acordo com a página, o motociclista seguia à frente do comboio para verificar a existência de blitzes ou qualquer barreira policial no caminho até o Parque União, no Complexo da Maré. Ainda conforme a publicação, após deixar a Vila Kennedy, a motocicleta chegou primeiro a Guadalupe, onde uma equipe do BPVE teria tentado abordar o condutor ao constatar que o veículo era produto de roubo. Nesse momento, os criminosos que vinham logo atrás teriam aberto fogo contra os policiais, dando início à perseguição que se estendeu pela Avenida Brasil. A página afirma ainda que RD e seus seguranças deixaram a Vila Kennedy em um Toyota Corolla Cross, um Jeep cinza e um Volkswagen Nivus. Após o intenso confronto, quatro suspeitos e um policial militar morreram. Já os ocupantes do Jeep e do Nivus conseguiram escapar. Sobre o suposto “batedor”, a página publicou uma fotografia do motociclista e afirmou que ele costumava percorrer, sempre nos mesmos horários, rotas em direção à Mangueira, Parque União, Tijuquinha e Vila Kennedy. As informações divulgadas pela página não foram confirmadas oficialmente pelas autoridades e representam a versão publicada pelo perfil nas redes sociais.

Suspeito baleado em tiroteio na Avenida Brasil que deixou cinco mortos disse que era da Rocinha e negou ligação com o bonde do RD. ASSISTA O VIDEO

Um video que circula nas redes sociais mostra uma conversa entre um policial e um suspeito baleado durante o confronto na Avenida Brasil que deixou quatro criminosos e um PM mortos na última terça-feira. Na gravação, o suspeito confirmou que estava na Vila Kennedy mas negou que pertencesse ao bando do RD. Falou ainda que era da Favela da Rocinha e que estava indo para casa. RD é um ex-miliciano que se associou ao Comando Vermelho para atacar redutos paramilitares na Zona Oeste do Rio e apontado como chefe do bando que atacou os PMs. ACESSE O LINK e assista: https://twitter.com/informesrj88/status/2082485893248516275/video/1 Um motorista gravou o momento exato da perseguição aos narcoterroristas que atacaram a tiros dois policiais durante patrulhamento na Avenida Brasil, na altura de Guadalupe. VEJA OS VIDEOS. https://twitter.com/RobertoRussia/status/2082371582618456104/video/1 Há relatos que entre os mortos estaria o traficante do Comando Vermelho conhecido como Reizinho. Ele costumava atuar nos morros do Fubá, Campinho e Morro do 18, na Zona Norte do Rio. A Polícia Civil ainda não divulgou a identidade dos mortos. Os Traficantes haviam saído da Comunidade da Vila Kennedy (CV) e, durante a Perseguição, fuzilaram uma viatura da BPVE onde estavam 2 Policiais; 1 Deles Morreu e o outro encontra-se em estado grave. Ao todo, foram apreendidos 6 Fuzis, 3 Pistolas, 1 Celular, Rádios Transmissores,

A HISTÓRIA QUE NÃO FOI CONTADA: PM foi atraído para um falso serviço, caiu em emboscada, descobriu carro suspeito, escapou da morte e matou criminoso durante confronto na Cidade de Deus (CV)

Antes desconhecida do grande público e revelada agora em detalhes por documentos que tramitam na Justiça, uma história ocorrida há pouco mais de três anos expõe como um policial militar de folga escapou de uma emboscada após ser atraído por um falso serviço de reboque anunciado pela OLX, na entrada da Cidade de Deus, em Jacarepaguá. Segundo a denúncia do Ministério Público, o caso ocorreu na tarde de 6 de abril de 2023, por volta das 14h, na Rua Quintanilha, principal acesso à comunidade. De acordo com a acusação, os denunciados, em conjunto com Raphael Ferreira Marçal, o “Careca”, já falecido, teriam armado uma emboscada para executar o policial militar C.N.L.M . Ainda conforme a denúncia, Cristiano trabalhava como reboquista nas horas de folga e havia sido contratado, por meio de um anúncio na OLX, para remover um veículo HB20. Ao chegar ao local indicado, foi recebido por Raphael, que se apresentou como suposto primo do contratante do serviço. Durante a inspeção do automóvel, o policial percebeu indícios de irregularidades. Segundo o Ministério Público, ele constatou divergências na identificação do veículo, encontrou fios cortados no painel multimídia e passou a suspeitar que o carro pudesse ser produto de crime. Diante da situação, enviou uma mensagem a um amigo, também policial militar, solicitando o envio de uma viatura ao local. A denúncia afirma que Raphael percebeu a mensagem e imediatamente telefonou para os demais envolvidos. Pouco depois, dois homens chegaram em motocicletas, ambos armados com pistolas equipadas com carregadores conhecidos como “lata de goiaba”. Conforme a acusação, ao desconfiar que a vítima era policial, um dos denunciados teria sacado a arma e dito: “Ih, é polícia, vai morrer!”. Segundo o Ministério Público, diante da ameaça iminente, Cristiano sacou sua arma ainda de dentro da cabine do caminhão-reboque e iniciou uma intensa troca de tiros. Durante o confronto, ele foi atingido na perna esquerda e na mão direita, mas conseguiu se abrigar e reagir aos disparos, impedindo que os criminosos se aproximassem e concluíssem a execução. Ainda de acordo com a denúncia, em meio ao confronto, Raphael Ferreira Marçal tentou tomar a arma do policial pelo lado oposto da cabine do caminhão. Nesse momento, Cristiano reagiu e efetuou disparos que atingiram Raphael, que morreu no local. Os demais denunciados conseguiram fugir logo após o confronto. O policial militar foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, sobrevivendo ao atentado. A denúncia sustenta que o homicídio somente não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade dos acusados, já que a reação da vítima foi determinante para frustrar a execução. O caso segue em tramitação na Justiça, e os fatos narrados representam a versão apresentada pelo Ministério Público na ação penal. As investigações tiveram novos desdobramentos após o atentado. Segundo os autos, o Ministério Público recorreu da decisão que rejeitou a denúncia, sustentando que a acusação foi reforçada pelos depoimentos de dois traficantes presos, que apontaram a participação de “Di Latão” na ação criminosa. De acordo com o recurso, Wesley afirmou ter ouvido de moradores da Cidade de Deus que o reboquista, posteriormente identificado como policial militar, foi atraído até a comunidade para remover um veículo suspeito. Ainda segundo seu depoimento, após a vítima desconfiar da origem do automóvel, “Careca” teria acionado outros traficantes para executar o policial. Wesley também declarou que “Di Latão” participou do ataque e que o segundo atirador seria “Russinho” ou “LC”, sem conseguir precisar qual dos dois. Outro depoimento citado pelo Ministério Público é o de Rafael, que declarou ter ficado sabendo que, além de “Careca”, outros integrantes da organização criminosa participaram da emboscada, entre eles “Di Latão” e “BMW”. Segundo seu relato, o HB20 envolvido no caso era utilizado por traficantes da Cidade de Deus e permanecia sob os cuidados de “Gaspar”, que pretendia consertá-lo para posteriormente vendê-lo. Rafael também afirmou ter ouvido que, após a morte de “Careca” durante o confronto, integrantes da facção passaram a comentar que pretendiam vingar sua morte e matar o policial militar. Para o Ministério Público, os depoimentos apresentam pontos de convergência com a versão da vítima e reforçam os indícios de autoria. Já a defesa sustenta que as declarações são indiretas, uma vez que ambos os presos afirmaram apenas ter “ouvido dizer” ou “ficado sabendo” dos fatos, sem terem presenciado o atentado.

Homem de confiança de Doca e chefe da segurança do CV na Penha está entre mortos em confronto com a PM no Quitungo

Um dos três traficantes mortos durante um confronto com policiais militares no Quitungo, em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio, foi identificado como Caio César da Silva Sant’anna, apontado como um dos principais frentes da comunidade e homem de confiança das principais lideranças do Comando Vermelho. Caio também exerceria a função de chefe da segurança de líderes da facção no Complexo da Penha, uma das principais áreas de atuação do grupo criminoso no Rio de Janeiro. Segundo relatos recentes publicados em redes sociais, Caio teria sido flagrado em uma conversa com Doca, uma das principais lideranças do Comando Vermelho, na qual discutia a necessidade de obter novos carregamentos de drogas e armas para as comunidades do Quitungo e do Guaporé. Na conversa, Doca teria orientado Caio a confirmar a situação com um criminoso conhecido como Gardenal. Durante a madrugada, Caio e outros dois integrantes do Comando Vermelho tentaram deixar o Quitungo em direção ao Complexo da Penha, mas acabaram se deparando com equipes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 16º BPM. Na tentativa de fuga, o veículo utilizado pelos criminosos colidiu contra um poste. Após um cerco tático, os três integrantes do Comando Vermelho foram mortos. Na ação, os policiais apreenderam dois fuzis e uma pistola.

Granada, sangue e um vulto armado: policiais da Core revelam bastidores da operação do Jacarezinho (CV). Confronto terminou com 28 mortos

Antes mesmo do sol nascer completamente sobre o Jacarezinho, o som dos helicópteros já cobria a comunidade. Eram pouco mais de cinco horas da manhã quando o barulho das aeronaves se misturou ao estampido dos tiros. O que viria nas horas seguintes entraria para a história como uma das operações mais letais já realizadas pela polícia no Rio de Janeiro que terminou com 28 mortos. Cinco anos depois, os bastidores daquela manhã de 6 de maio de 2021 voltaram a ser reconstruídos em detalhes na Justiça. Os policiais civis Douglas Siqueira e Anderson Silveira Pereira, ambos da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), prestaram depoimentos minuciosos sobre a sequência de acontecimentos que terminou na morte de Omar dentro de uma residência da comunidade. Os dois irão a júri popular pela morte de um suspeito. As declarações descrevem uma operação em clima de guerra, com tiroteios ininterruptos, policiais feridos, um agente morto, disparos partindo de diferentes direções e a tensão permanente de entrar em vielas estreitas sem saber de onde viria o próximo ataque. “Tinha tiro por toda a favela” Comissário da Polícia Civil e integrante da Core há 13 anos, Anderson Silveira Pereira contou que participou de mais de mil operações semelhantes, mas classificou o Jacarezinho como um dos ambientes mais hostis que já enfrentou. Segundo ele, os confrontos aconteciam praticamente em todos os setores da comunidade. — Estava tendo tiroteio a todo momento por toda a favela. Parava um pouco e começava de novo. Era intenso — relatou. Em determinado momento, as equipes receberam a notícia de que um policial havia sido baleado. Somente depois souberam que o colega havia morrido. Mesmo assim, segundo Anderson, não houve qualquer movimento de vingança. — Não surgiu nos grupos nenhuma conversa de retaliação. Ficamos sabendo da morte dele quando já estávamos socorrendo outro ferido. Os policiais avançavam em progressão tática, cobrindo uns aos outros. O cenário era considerado extremamente perigoso. O terreno acidentado, os becos estreitos e a possibilidade de disparos vindos de lajes faziam com que cada deslocamento fosse feito lentamente. O rastro de sangue Em determinado momento da operação, Anderson encontrou a equipe comandada por Douglas Siqueira. Os dois seguiam por um dos becos quando perceberam marcas de sangue espalhadas pelo chão. As gotas se estendiam pela viela e continuavam escada acima. — Pensamos: “Tem algum baleado que entrou aqui” — relatou Anderson. Ao chegarem diante de uma porta preta, Douglas entrou primeiro. Uma mulher apareceu. Segundo os policiais, ela confirmou que havia uma pessoa baleada dentro do imóvel. Os agentes retiraram os moradores e iniciaram uma entrada tática. Douglas seguia à frente. Anderson vinha logo atrás, praticamente ombro a ombro, mas ligeiramente recuado, a uma distância de cerca de um braço. O espaço era apertado. — Era tudo muito pequeno. Um barraco. A cozinha já ficava colada no quarto — descreveu. O instante decisivo Segundo Anderson, eles ainda não haviam conseguido visualizar ninguém. A única pista era o sangue. Douglas avançou em direção a um dos quartos enquanto Anderson permanecia na posição de cobertura, voltado para a cozinha. Foi então que ouviu um barulho. Só mais tarde identificaria aquele som como sendo o de uma granada. — Quando ouvi, virei automaticamente. Segundo o policial, naquele instante viu a granada rolando na direção dos agentes. E viu também um vulto. — Só vi um vulto segurando uma arma. Era Omar. Anderson contou que não tinha visão completa do cômodo porque Douglas estava na sua frente. — Vi apenas o vulto e o disparo. Segundo ele, tudo aconteceu em frações de segundo. Douglas atirou uma única vez. Omar caiu. “Ele ainda se debatia” Os policiais afirmam que Omar ainda estava vivo. Segundo Anderson, ele continuava gesticulando. A pistola teria caído no chão e estava ao alcance da mão do suspeito. Os agentes então recolheram a arma. Mais tarde, segundo eles, verificaram que a pistola possuía um kit rajada. Ao mesmo tempo, chamaram o esquadrão antibombas para recolher o explosivo. Mesmo em meio ao confronto externo, os policiais decidiram socorrer Omar imediatamente. — Era melhor levar até o blindado do que esperar o socorro chegar. Sem maca e sem espaço para manobras, os agentes improvisaram. Pegaram um lençol ou cobertor e suspenderam o ferido. As escadas estreitas dificultavam a remoção. — Era da forma que dava. Não arrastamos pelo chão. Segundo Anderson, a descida foi lenta porque o tiroteio continuava. — Parava um pouco e voltava. A progressão até o blindado foi difícil. O caveirão estava do lado de fora, já que era impossível sua entrada na viela. “Jacarezinho foi a única favela onde tomei tiro” Ao longo do depoimento, Anderson afirmou que perdeu dois amigos em operações no Jacarezinho e revelou que aquela foi a única comunidade em que acabou atingido por disparos ao longo da carreira. — É uma das piores. Ele contou que já participou de mais de mil operações e continua lotado na Core. A outra versão Dentro da residência, porém, os moradores contam uma história completamente diferente. Segundo eles, Omar havia chegado cerca de meia hora antes. Ferido no pé, sangrando muito, sem camisa e vestindo apenas uma bermuda tactel, ele pedia ajuda. O sangue espalhou-se pela escada, pela sala e pelo quarto da criança. Moradores dizem que ele recebeu um pano para estancar o ferimento e se deitou em uma cama. Ninguém afirma ter visto arma. Ninguém afirma ter visto granada. Todos descrevem um homem desesperado e debilitado. “Cadê a arma?” Os moradores relatam que ouviram os passos dos policiais subindo a escada. Flávia, dona da casa, teria descido para avisar: — Tem um menino baleado aqui, mas tem criança em casa. Segundo ela, o policial passou por ela e entrou. Seu marido gritou: — Morador, estou com criança! A resposta teria sido: — Sai, sai. Na sequência, testemunhas afirmam ter ouvido o policial gritar: — Cadê a arma? Cadê a arma? E logo depois veio um único disparo. Os moradores afirmam que não ouviram resposta. Nenhum deles diz ter visto Omar armado. Corpos espalhados pela

Ex-milicianos que pularam para o CV foram mortos em tiroteio com a PM em Rio das Pedras

Policiais do 18°.BPM prenderam quatro criminosos e apreenderam um adolescente durante ação na comunidade Rio das Pedras. Na ação, foram arrecadados dois fuzis, duas pistolas, munições e granadas caseiras. Três dos presos ficaram feridos e foram socorridos mas não resistiram. Segundo relatos, os três mortos estariam no grupo de quase 20 milicianos que teriam pulado para o Comando Vermelho São eles Farol, Duduzinho e Solteiro.

Investigação revela que traficante morto pelo BOPE controlava entrada, transbordo e venda de cargas roubadas em Manguinhos (CV). Veja quem é quem na quadrilha

A reportagem teve acesso ao conteúdo de uma investigação da Polícia Civil do Rio que aponta que o traficante Maurinho Macaé, morto hoje em uma operação do BOPE no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte carioca, era o responsável por gerir as incursões de roubos de carga que acontecem na comunidade. Ele tinha 60 anotações criminais, em sua maioria pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo. Segundo o documento, Maurinho foi apontado por um detento do Presídio Ary Franco) como detentor de uma posição de destaque no organograma do Comando Vermelho na localidade. Foi ele” quem encomendou ao preso roubo de um caminhão Kia Bongo, entregando-lhe um revólver cal. 357 e prometendo recompensa. Maurinho também foi formalmente reconhecido pelos policiais militares lotados na UPP de Manguinhos, como o traficante armado que fugiu da viatura conduzida por eles no dia 25 de novembro de 2024, na Rua Leopoldo Bulhões. Um outro PM reconheceu formalmente Maurinho como o homem que chefiou o transbordo de uma carga de óleo lubrificante, roubada no dia 11 de junho de 2025, conforme RO 918-00323/2025. Mais dois PMs disseram que Maurinho era o gerente do tráfico de drogas do Complexo de Manguinhos. O documento que tivemos acesso revela que o Complexo de Manguinhos é uma região do Rio de Janeiro que engloba as comunidades de Manguinhos, Varginha, Arará e Mandela, sendo certo que toda essa área é dominada pela facção criminosa Comando Vermelho (CV) e chefiada por Nome, vulgo “Choque”, atualmente preso. O local é margeado pela Endereçomostra como um ponto estratégico para o transbordo de cargas roubadas. Os criminosos costumam abordar motoristas de caminhão na Av. Brasil com motocicletas e, mediante grave ameaça, obrigá-los a dirigir o veículo com a carga até o interior das comunidades, onde ocorre o transbordo. No ano de 2024 o Complexo de Manguinhos foi um dos principais destinos de cargas roubadas na capital fluminense, sendo palco de centenas de roubos. Apenas no mês de setembro, os índices apontaram quase 20 roubos, conforme gráfico extraído do ISPGEO: No dia 10 de outubro de 2024 um motorista abordado por roubadores na Endereçoaté o interior do Complexo de Manguinhos, onde se deu início ao transbordo da carga. Quando a carga já se encontrava na posse dos criminosos, a Polícia Militar manejou uma operação para resgatar o motorista que, àquela altura, tinha a sua liberdade cerceada pelos roubadores, logrando libertá-lo, bem como apreender o caminhão e recuperar toda a carga roubada. A vítima apenas o criminoso, vulgo “GB”, como um dos participantes do roubo. Ele. Nome, foi morto nesse ano durante operação policial no Complexo de Manguinhos, fato investigado no IP 901- 00027/2025. As investigações voltaram-se, então, à malta responsável pelos roubos de carga cujo transbordo é direcionado ao Complexo de Manguinhos, de forma que se identificou a atuação de uma associação criminosa armada voltada tanto para o emprego de violência e grave ameaça para subtração da carga, mas principalmente para a disponibilização de uma infraestrutura logística e bélica a viabilizar a prática de roubos e o transbordo da carga em territórios dominados pelo Comando Vermelho. Assim, identificou-se que os integrantes do Comando Vermelho que atuam no Complexo de Manguinhos passaram a fornecer “serviços de logística” para o roubo e o transbordo de carga roubada para aqueles indivíduos que pretendessem subtrair (executar o roubo) a carga. Dessa forma, os personagens aqui denunciados se valem da hegemonia territorial do Comando Vermelho para disponibilizar um ambiente propício à consumação dos crimes de roubo que ocorrem naquela região. As investigações mostraram que a associação criminosa armada emprega homens armados e barricadas para fazer a segurança das entradas das comunidades que compõem o Complexo de Manguinhos, impedindo que agentes de segurança tentem reaver a carga roubada. Da mesma forma, os denunciados possuem um esquema de logística próprio, determinando a melhor localidade para o descarregamento e empregando um pessoal próprio para realizar o transbordo da carga, normalmente usuários de entorpecentes. Verificou-se que as cargas que são efetivamente subtraídas são vendidas para receptadores por metade do preço da nota fiscal. Esse valor é dividido entre os integrantes da Facção Criminosa que garante proteção e logística aos roubadores e os próprios executores do roubo, cada um recebendo 50%.Os denunciados integram a facção criminosa autodenominada Comando Vermelho, que exerce o domínio territorial do Complexo de Manguinhos. Cada um cumpre uma função de importância no núcleo associativo, viabilizando toda a estrutura logística para o roubo da carga, desde o fornecimento de armamento, o acesso de cargas roubadas à Comunidade, o transbordo e posterior revenda. A fim de robustecer o acervo probatório, a d. autoridade policial compareceu em unidades prisionais para colher depoimentos de custodiados que foram presos em flagrante por roubo de carga na circunscrição da 21a DP, que abrange o Complexo de Manguinhos, diligência que trouxe conhecimento significativo sobre a posição de destaque ocupada por cada integrante do núcleo associativo. Além disso, alguns policiais militares lotados no setor de inteligência da Unidade de Polícia Pacificadora de Manguinhos – 15a UPP, trouxeram diversas informações relevantes sobre os denunciados, conhecidos pelos agentes que patrulham aquela região diariamente, explicando em seus depoimentos a atuação de cada um e realizando reconhecimentos formais. Vítimas de outros roubos de carga ocorridos na localidade conseguiram identificar alguns dos denunciados, enriquecendo o acervo probatório ao descrever a atuação de cada um durante a interceptação e o transbordo da carga subtraída. Imagens das redes sociais, em cotejo com o reconhecimento formal feito em sede policial e com laudos de perícia morfológica, permitiram confirmar a qualificação de outros denunciados e, principalmente, estabelecer o vínculo associativo entre eles. Além de Maurinho, o bandido conhecido como Jogador , é quem opera o roubo de cargas na Comunidade do Mandela. Uma testemunha revelou que “nenhuma carga entra no Mandela sem a permissão do responsável, , além de reconhecer que Jogador circula pela Comunidade do Mandela portando pistolas e escoltado por seguranças armados com fuzis e ostentando coletes balísticos. O denunciado possui anotações criminais por roubo

Comando Vermelho mobilizou motociclistas para sabotar cerco policial e salvar traficantes na megaoperação na Penha e Alemão

A Justiça do Rio revelou detalhes de uma estratégia utilizada pelo Comando Vermelho (CV) para tentar minimizar os impactos da Operação Contenção, uma das maiores ofensivas policiais já realizadas nos complexos da Penha e do Alemão que deixou 122 mortos em 28 de outubro. Segundo a decisão judicial, traficantes da facção acionaram motociclistas para provocar tumulto, atrapalhar a movimentação das forças de segurança e abrir caminho para a fuga de criminosos que estavam sendo alvo do cerco policial. As investigações apontam que os motociclistas não tinham a missão de enfrentar os agentes, mas sim de criar obstáculos à operação, dificultando o avanço das equipes e favorecendo a retirada de traficantes das áreas cercadas. Um dos envolvidos admitiu aos policiais que foi chamado para atuar durante a operação justamente com o objetivo de gerar confusão e prejudicar a ação das forças de segurança. A Justiça destacou que os suspeitos avançavam em direção à área do confronto, comportamento incompatível com o de moradores que buscavam proteção diante dos tiroteios. Para o Ministério Público e para o magistrado responsável pelo caso, a atuação demonstra uma estrutura organizada de apoio ao tráfico, na qual pessoas ligadas à facção exercem funções específicas para proteger integrantes do grupo criminoso durante operações policiais. A decisão ressalta ainda que a rápida mobilização de motociclistas durante a Operação Contenção evidencia a capacidade de articulação do Comando Vermelho para reagir a grandes ações das forças de segurança, utilizando colaboradores para criar distrações e facilitar a fuga de traficantes sob pressão do cerco policial. Na avaliação da Justiça, a estratégia reforça os indícios de associação dos envolvidos à facção, que teria utilizado a ação coordenada como uma forma de preservar integrantes do grupo durante uma das maiores operações realizadas contra o Comando Vermelho na cidade do Rio de Janeiro.

Em embates na Zona Norte carioca, CV teria matado quatro do TCP e pego dois fuzis

Informações que circulam nas redes sociais nesta segunda-feira apontam que traficantes do Comando Vermelho teriam matado quatro rivais do Terceiro Comando Puro durante amanhã. Segundo relatos, o CV atacou a comunidade do Amarelinho em Irajá, matou dois inimigos e pegou um fuzil. Em outra ação, o TCP deu um baque msl sucedido na comunidade Faz Quem Quer, em Turiaçu, tendo foi-se integrantes mortos e um fuzil perdido.

Tiroteio que deixou mortos e moradores baleados no Salgueiro (CV) começou após roubo de carga dos Correios

Após acionamento para roubo de carga dos Correios (SEDEX) na Comunidade do Salgueiro, em São Gonçalo, policiais militares foram mobilizados e atacados a tiros ao entrar na localidade, havendo intenso confronto. A ação resultou na apreensão de três fuzis e material entorpecente. Três criminosos foram baleados, sendo dois mortos. Um policial militar e uma mulher também foram atingidos, sem gravidade. Outros três criminosos foram presos com material entorpecente. Posteriormente, foi verificado que um ambulante de 50 anos foi baleado e está em estado graveMarcos Magno Barbosa da Silva, foi socorrido por PMs e levado para o Hospital Estadual Alberto Torres

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