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tiroteio

Vídeo mostra dezenas de criminosos reunidos em Cordovil enquanto circula rumor de invasão do CV ao Complexo de Israel (veja postagem)

Mais um fim de semana de terror em Cordovil, na Zona Norte do Rio, em meio à guerra entre o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP). A tensão permanece na região e, neste domingo, circularam rumores sobre uma possível invasão do Complexo de Israel por criminosos ligados ao CV. O repórter Bruno Assunção publicou em suas redes sociais que a Polícia Militar teria monitorado vários criminosos que estariam preparados para um confronto em Cordovil. Segundo o jornalista, uma laje localizada na Rua Clio estaria sendo utilizada como abrigo por integrantes de grupos criminosos. Imagens do local foram divulgadas. Veja: https://www.facebook.com/share/r/18kTZtEeup/ Durante a noite, também circulou uma postagem apontando que o Comando Vermelho estaria supostamente planejando uma grande invasão ao Complexo de Israel, área sob influência do Terceiro Comando Puro. Até o momento, não há confirmação oficial de que uma operação desse tipo esteja em andamento, mas a informação aumentou ainda mais a tensão na região. A guerra em Cordovil e nas áreas próximas começou há algumas semanas, depois que criminosos ligados ao TCP invadiram e tomaram o controle da comunidade do Dourado. Durante a ofensiva, sete pessoas foram assassinadas, entre elas uma jovem autista. Desde então, o Comando Vermelho tenta retomar o controle da área. A disputa provocou novos confrontos e mantém moradores de Cordovil e de comunidades próximas sob tensão permanente. As operações policiais também se intensificaram na região. Pelo menos cinco criminosos foram baleados em ações recentes, sendo dois apenas neste fim de semana. A possibilidade de uma nova ofensiva do Comando Vermelho contra o Complexo de Israel, ainda tratada como um rumor, mostra que a guerra está longe de terminar. A região permanece sob tensão, com criminosos se preparando para novos confrontos e moradores convivendo com o medo de uma nova escalada da violência.

Repórter descreve terror vivido por motoristas, passageiros e moradores com guerra de facções no Juramento (TCP X CV)

O eporter Bruno Assunção descreveu o tertor que foi a noite de ontem durante um ataque de traficantes do Terceiro Comando Puro ao Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio,. Na acão, quatro pessoas morreram. A disputa entre os traficantes durou cerca de duas horas, com intenso tiroteio. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, motoristas que passavam pelas proximidades precisaram retornar na contramão para tentar escapar dos disparos . Passageiros que estavam em um metrô também tiveram que se proteger dentro da composição por causa da intensidade do confronto. Mais uma vez, a população ficou no meio de uma guerra que não escolhe vítimas e que transforma ruas, casas e transportes públicos em cenários de medo. Um adolescente de 16 anos, identificado como Maiky, foi atingido por disparos e não resistiu. Um jovem lutador, estudante e, segundo familiares, sem qualquer envolvimento com a criminalidade, que acabou vítima da guerra covarde travada por criminosos pelo controle do território. A morte de Maiky expõe a injustiça e a covardia de uma violência que interrompeu precocemente a vida de um adolescente que tinha sonhos e se preparava para seguir carreira no esporte. Para a família, fica a dor de perder um irmão, um filho e um jovem que tinha toda uma vida pela frente. Uma despedida marcada pela revolta e pela saudade. “Hoje, o meu coração se despediu de uma das pessoas mais importantes da minha vida. Meu irmão Maiky, ainda dói acreditar que você se foi. Parece que tudo aconteceu rápido demais, e a saudade já aperta de um jeito que nem consigo explicar. Você sempre vai fazer parte de mim. Vou guardar com muito carinho todas as lembranças, os momentos que vivemos, as risadas e tudo o que compartilhamos. Seu amor e sua presença jamais serão esquecidos. Descanse em paz, meu irmão. Eu te amo e vou sentir sua falta todos os dias da minha vida. Você nunca deixará de ser parte de mim. Até um dia, meu irmão.” A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de Maiky Brian dos Santos Silva e de outros três homens, ainda não identificados. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e  circunstâncias do crime.

Ataque do TCP teria deixado três mortos no Juramento (CV)

Três homens foram executados por criminosos ligados à Tropa do Zezito ligada ao Terceiro.Comando Puri no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, área do Comando Vermelho. Um do mortos era lutador. Foi confundido com um rival.do.CV. Ele estava se recuperando, pois foi baleado recentemente na frente de casa. Um.menir conhecido como Maiky, foi atingido por disparos durante o confronto e não resistiu aos ferimentos. Ainda de acordo com relatos, a disputa entre traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro durou cerca de duas horas, com intenso tiroteio na região. Fotos dos corpos das vítimas circulam na Internet

Corpos levados por populares à UPA podem ser de suspeitos que trocaram tiros com PMs de helicóptero durante operação ontem em Realengo

Circulam informações na Internet que os seis corpos levados para a UPA de Magalhães Bastos sejam de suspeitos que trocaram tiros com PMs que estavam em um helicóptero durante operação ontem no Jardim Novo, em Realengo A Polícia Militar flagrou.de cima traficantes fortemente armados dentro da mata na comunidade. veja vídeo https://www.facebook.com/share/r/1AtFMDFc8C .Traficantes atiraram contra a aeronave da Polícia Militar. Foram mais de cinco horas de troca de tiros. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de seis homens. De acordo com informações preliminares, os corpos foram encontrados por populares, que os encaminharam a uma unidade de saúde. Cinco já foram identificados: Lukas Taylan de Mendonça Monteiro, Jonathan Andrade Ferreira, Vinicius Neves Dantas, Felipe Barbosa da Silva e Alanderson de Almeida Guimarães. Os corpos foram levados para o Instituto Médico-Legal (IML), onde passarão por exames de necrópsia. Outras diligências também estão em andamento para esclarecer os fatos.

Unidos à milícia, traficantes do TCP atacaram a Muzema (CV)

O Comando Vermelho intensificou nas últimas semanas a tentativa de tomar Rio das Pedras, em Jacarepaguá mas a milicia e o Terceiro Comando Puro deram o contra-ataque. Segundo o repórter Bruno Assunção, soldados do TCP do Complexo da Serrinha e da Maré, que atualmente apoiam a milícia de Rio das Pedras, tentaram retomar, na madrugada desta segunda-feira, o controle da Muzema, no Itanhangá. . A Muzema já foi dominada pela milícia, mas passou a ser controlada pelo Comando Vermelho (CV) há algum tempo. É de lá que tem partido os bondes que atacam Rio das Pedras. Moradores relataram uma madrugada de intenso tiroteio durante a tentativa de avanço na região. Até o momento, não há informações oficiais sobre presos ou ferido O barulho dos disparos e de explosões assustou moradores de condomínios da Barra da Tijuca e do Itanhangá, que afirmaram ter ouvido a troca de tiros durante a madrugada. Em Rio das Pedras, que hoje estaria dividida, o clima continua tenso. Um morador relata que criminosos passaram pela localidade da Engenheiro Souza Filho, na altura de Rio das Pedras, gritando ‘Tropa do Urso’ e fazendo referências ao Comando Vermelho. Urso é o apelido de Edgar Alves de Andrade que também é conhecido pelos apelidos de 100 mil/Doca. Integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP) do Complexo da Serrinha foram vistos reforçando a presença do grupo em Rio das Pedras, em meio às constantes disputas pelo controle territorial na Zona Oeste do Rio de Janeiro. L

Ataque do CV em.Vigário Geral ocorre em meio a denúncias de terror imposto pelo TCP no Jardim América

O ataque dado por traficantes do Comando Vermelho na comunidade Vigário Geral (TCP) na manhã de hoje que provocou intenso tiroteio que atingiu até um ônibus coincidiu com relatos nas redes sociais de que o TCP estaria aterrorizando moradores de comunidades dominadas pelo CV no vizinho bairro do Jardim América.. Segundo o que foi publicado, o traficante vulgo Carroceiro, deixou a facção Comando Vermelho (CV), da Comunidade de Furquim Mendes, e optou em migrar para a facção Terceiro Comando Puro (TCP), de Vigário Geral. Denúncias apontando que.os traficantes ligados ao Carroceiro impuseram um toque de recolher na noite de ontem e os moradores teriam sido obrigados a deixar suas casas, com medo da violência. Os bandidos do TCP estariam expulsando os moradores ou fazem ameaças a famílias que consideram informantes do Comando Vermelho. Um.senhor com medo de ser identificado, foi obrigado a sair de casa com a roupa do corpo porque abriu a porta aos traficantes que faziam uma revista no bairro. “Fugi para que não fosse morto. Nem eu, nem minha família, nem meus filhos. Inclusive ele tá aliciando os menores a irem para o lado do Terceiro Comando Puro” , disse Em.uma casax morava a família de uma jovem foi assombrada por traficantes. Em outra casa, vivia uma senhora que já viu um morador ser assassinado. Apavorada, ela deixou o local. O vizinho que ajudou na mudança foi ameaçado pelos traficantes Os imóveis abandonados estão sendo vasculhados pelos traficantes. Na semana passada, uma criança foi atingida por aterfatos de uma granada dentro de casa na Furquim Mendes. O lugar está sendo usado como ponto de ataques de traficantes. Uma senhora ue também não quis ser identificada fez a família que vivia em três casas na Furquim Mendes e teve abandoná-las tudo para não perder a vida. Ela lamenta: Pessoas da comunidade; crianças que você viu crescer se voltam contra a comunidade. Uma postagem atribuída a traficantes do TCP com a bandeira de Israel convida envolvidos com o CV que estejam insatisfeitos a mudarem de facção.

53 investigações e liderança no CV: por que a polícia mantém chefão do Dona Marta longe do Rio

Em meio a operação policial de hoje no Morro Dona Marta, que provocou pânico em Botafogo, deixou um passageiro baleado dentro de um ônibus e deixou turistas que visitavam um mirante em situação difícil, relatórios de inteligência da Polícia Civil, da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e manifestações do Ministério Público revelam por que as autoridades defendem a manutenção do chefão da comunidade, Ronaldo Pinto Lima Silva, o “Ronaldinho Tabajara” ou “R9”, em uma penitenciária federal de segurança máxima, distante do Rio de Janeiro. Apontado nos documentos como uma das principais lideranças do Comando Vermelho na Zona Sul carioca, Ronaldinho é descrito como responsável por exercer influência sobre as comunidades da Ladeira dos Tabajaras, Dona Marta e Morro dos Cabritos. Segundo os relatórios reproduzidos em decisões judiciais, ele tinha poder de decisão sobre a movimentação de criminosos, posicionamento das bocas de fumo, administração financeira do tráfico, compra e venda de drogas e armas e autorização para diversas ações praticadas por integrantes da facção. De acordo com os documentos da inteligência penitenciária, mesmo recolhido em presídios federais, Ronaldinho continua sendo considerado uma peça importante dentro da estrutura do Comando Vermelho e é apontado como um preso de “altíssima periculosidade”. Mais de 53 procedimentos e suspeitas de crimes mesmo preso Os relatórios anexados aos autos indicam que existem mais de 53 procedimentos policiais instaurados para apurar a participação do criminoso em diversos delitos, entre eles homicídio, tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma, receptação, ameaça, corrupção ativa e corrupção de menores. Segundo a Senappen, ele ainda é investigado por supostas ações criminosas praticadas durante o período em que já se encontrava preso. As autoridades afirmam que, mesmo no Sistema Penitenciário Federal, continuou sendo alvo de investigações relacionadas ao exercício de influência sobre áreas sob domínio da facção. Uma das apurações citadas nos documentos é o inquérito que investigou o assassinato de Sandro Paulo Rangel, ocorrido em março de 2022, na localidade conhecida como Beco da Dezenove, na Ladeira dos Tabajaras. Conforme o relatório policial reproduzido na decisão, os executores do crime teriam agido subordinados às lideranças locais e, dentro da hierarquia do Comando Vermelho, ações dessa natureza dependeriam da autorização da principal liderança da região, atribuída a Ronaldinho Tabajara. Mexicano e Coala seriam homens de confiança As investigações apontam que Ronaldinho contava principalmente com dois homens de confiança para administrar os negócios da facção em suas áreas de influência. Segundo os documentos, Francisco Rafael Dias da Silva, conhecido como “Mexicano”, e Luiz Roberto Pereira do Rosário, o “Coala”, eram descritos pelos investigadores como chefes do tráfico e executores das ordens atribuídas a Ronaldinho Tabajara. Os relatórios afirmam que ambos seriam responsáveis por colocar em prática as determinações relacionadas à movimentação dos criminosos, controle das bocas de fumo e outras atividades do grupo nas comunidades da Zona Sul. Histórico de fuga e problemas dentro do sistema prisional Os documentos também mostram que o histórico atribuído a Ronaldinho Tabajara vai além das acusações ligadas ao tráfico. As autoridades registram que ele possui antecedentes por evasão de unidade prisional estadual, além de um extenso histórico de faltas disciplinares. Conforme o relatório técnico, o preso foi punido por infrações previstas na Lei de Execução Penal, tendo sofrido isolamento disciplinar, suspensão de direitos e rebaixamento para índice comportamental negativo. Ainda segundo o Ministério Público, quando esteve custodiado no sistema prisional do Rio, Ronaldinho integrava as chamadas “comissões do CV”, responsáveis pelo comando dos integrantes da facção dentro das cadeias, e chegou a responder por delitos cometidos durante o período de prisão. Influência mesmo atrás das grades Os relatórios da Senappen afirmam que Ronaldinho permanece exercendo posição de destaque dentro do Comando Vermelho, recebendo auxílio financeiro da facção e sendo alvo de interesse de integrantes de outra organização criminosa, que buscariam uma aproximação para possíveis articulações. As autoridades também chamam atenção para a estrutura mantida pelo preso. Segundo os documentos, ele possui cinco advogados ativos cadastrados para atendimento e outros 22 profissionais inativos, estrutura considerada incompatível com sua condição de encarcerado e que, na avaliação dos órgãos de inteligência, pode indicar o uso de recursos provenientes da chamada “caixinha do CV”. Temor de fortalecimento do tráfico no Dona Marta e Tabajaras A Polícia Civil e o Ministério Público sustentam que as comunidades do Dona Marta, Ladeira dos Tabajaras e Morro dos Cabritos ainda convivem com os efeitos da influência atribuída a Ronaldinho Tabajara e afirmam que essas localidades “não experimentaram momentos de paz” desde sua ascensão ao poder paralelo. Para as autoridades, a transferência do criminoso para uma unidade prisional do Rio de Janeiro poderia facilitar a comunicação com comparsas, fortalecer ainda mais sua liderança e potencializar conflitos armados em comunidades da Zona Sul. Por esse motivo, a Justiça renovou sua permanência em penitenciária federal de segurança máxima. O entendimento dos órgãos de segurança é que mantê-lo distante do Estado dificulta a emissão de ordens criminosas e contribui para o enfraquecimento da estrutura do Comando Vermelho nas áreas em que ele é apontado como uma de suas principais referências. Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) realizam, nesta manhã, uma operação no Morro Dona Marta, na Zona Sul do Rio, para cumprir dezenas de mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes do Comando Vermelho que atuam na região. A ação é resultado de um trabalho de inteligência e investigação desenvolvido pela DRE-CAP ao longo de 22 meses, que permitiu identificar alvos estratégicos ligados à estrutura e à logística da organização criminosa. As diligências possibilitaram, ainda, identificar a liderança responsável pela administração das atividades criminosas desenvolvidas no Morro Dona Marta, incluindo a coordenação da logística do tráfico de drogas, a distribuição de funções entre integrantes da facção e a manutenção do domínio territorial armado na localidade. A operação conta com apoio de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC). A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do

Granada, sangue e um vulto armado: policiais da Core revelam bastidores da operação do Jacarezinho (CV). Confronto terminou com 28 mortos

Antes mesmo do sol nascer completamente sobre o Jacarezinho, o som dos helicópteros já cobria a comunidade. Eram pouco mais de cinco horas da manhã quando o barulho das aeronaves se misturou ao estampido dos tiros. O que viria nas horas seguintes entraria para a história como uma das operações mais letais já realizadas pela polícia no Rio de Janeiro que terminou com 28 mortos. Cinco anos depois, os bastidores daquela manhã de 6 de maio de 2021 voltaram a ser reconstruídos em detalhes na Justiça. Os policiais civis Douglas Siqueira e Anderson Silveira Pereira, ambos da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), prestaram depoimentos minuciosos sobre a sequência de acontecimentos que terminou na morte de Omar dentro de uma residência da comunidade. Os dois irão a júri popular pela morte de um suspeito. As declarações descrevem uma operação em clima de guerra, com tiroteios ininterruptos, policiais feridos, um agente morto, disparos partindo de diferentes direções e a tensão permanente de entrar em vielas estreitas sem saber de onde viria o próximo ataque. “Tinha tiro por toda a favela” Comissário da Polícia Civil e integrante da Core há 13 anos, Anderson Silveira Pereira contou que participou de mais de mil operações semelhantes, mas classificou o Jacarezinho como um dos ambientes mais hostis que já enfrentou. Segundo ele, os confrontos aconteciam praticamente em todos os setores da comunidade. — Estava tendo tiroteio a todo momento por toda a favela. Parava um pouco e começava de novo. Era intenso — relatou. Em determinado momento, as equipes receberam a notícia de que um policial havia sido baleado. Somente depois souberam que o colega havia morrido. Mesmo assim, segundo Anderson, não houve qualquer movimento de vingança. — Não surgiu nos grupos nenhuma conversa de retaliação. Ficamos sabendo da morte dele quando já estávamos socorrendo outro ferido. Os policiais avançavam em progressão tática, cobrindo uns aos outros. O cenário era considerado extremamente perigoso. O terreno acidentado, os becos estreitos e a possibilidade de disparos vindos de lajes faziam com que cada deslocamento fosse feito lentamente. O rastro de sangue Em determinado momento da operação, Anderson encontrou a equipe comandada por Douglas Siqueira. Os dois seguiam por um dos becos quando perceberam marcas de sangue espalhadas pelo chão. As gotas se estendiam pela viela e continuavam escada acima. — Pensamos: “Tem algum baleado que entrou aqui” — relatou Anderson. Ao chegarem diante de uma porta preta, Douglas entrou primeiro. Uma mulher apareceu. Segundo os policiais, ela confirmou que havia uma pessoa baleada dentro do imóvel. Os agentes retiraram os moradores e iniciaram uma entrada tática. Douglas seguia à frente. Anderson vinha logo atrás, praticamente ombro a ombro, mas ligeiramente recuado, a uma distância de cerca de um braço. O espaço era apertado. — Era tudo muito pequeno. Um barraco. A cozinha já ficava colada no quarto — descreveu. O instante decisivo Segundo Anderson, eles ainda não haviam conseguido visualizar ninguém. A única pista era o sangue. Douglas avançou em direção a um dos quartos enquanto Anderson permanecia na posição de cobertura, voltado para a cozinha. Foi então que ouviu um barulho. Só mais tarde identificaria aquele som como sendo o de uma granada. — Quando ouvi, virei automaticamente. Segundo o policial, naquele instante viu a granada rolando na direção dos agentes. E viu também um vulto. — Só vi um vulto segurando uma arma. Era Omar. Anderson contou que não tinha visão completa do cômodo porque Douglas estava na sua frente. — Vi apenas o vulto e o disparo. Segundo ele, tudo aconteceu em frações de segundo. Douglas atirou uma única vez. Omar caiu. “Ele ainda se debatia” Os policiais afirmam que Omar ainda estava vivo. Segundo Anderson, ele continuava gesticulando. A pistola teria caído no chão e estava ao alcance da mão do suspeito. Os agentes então recolheram a arma. Mais tarde, segundo eles, verificaram que a pistola possuía um kit rajada. Ao mesmo tempo, chamaram o esquadrão antibombas para recolher o explosivo. Mesmo em meio ao confronto externo, os policiais decidiram socorrer Omar imediatamente. — Era melhor levar até o blindado do que esperar o socorro chegar. Sem maca e sem espaço para manobras, os agentes improvisaram. Pegaram um lençol ou cobertor e suspenderam o ferido. As escadas estreitas dificultavam a remoção. — Era da forma que dava. Não arrastamos pelo chão. Segundo Anderson, a descida foi lenta porque o tiroteio continuava. — Parava um pouco e voltava. A progressão até o blindado foi difícil. O caveirão estava do lado de fora, já que era impossível sua entrada na viela. “Jacarezinho foi a única favela onde tomei tiro” Ao longo do depoimento, Anderson afirmou que perdeu dois amigos em operações no Jacarezinho e revelou que aquela foi a única comunidade em que acabou atingido por disparos ao longo da carreira. — É uma das piores. Ele contou que já participou de mais de mil operações e continua lotado na Core. A outra versão Dentro da residência, porém, os moradores contam uma história completamente diferente. Segundo eles, Omar havia chegado cerca de meia hora antes. Ferido no pé, sangrando muito, sem camisa e vestindo apenas uma bermuda tactel, ele pedia ajuda. O sangue espalhou-se pela escada, pela sala e pelo quarto da criança. Moradores dizem que ele recebeu um pano para estancar o ferimento e se deitou em uma cama. Ninguém afirma ter visto arma. Ninguém afirma ter visto granada. Todos descrevem um homem desesperado e debilitado. “Cadê a arma?” Os moradores relatam que ouviram os passos dos policiais subindo a escada. Flávia, dona da casa, teria descido para avisar: — Tem um menino baleado aqui, mas tem criança em casa. Segundo ela, o policial passou por ela e entrou. Seu marido gritou: — Morador, estou com criança! A resposta teria sido: — Sai, sai. Na sequência, testemunhas afirmam ter ouvido o policial gritar: — Cadê a arma? Cadê a arma? E logo depois veio um único disparo. Os moradores afirmam que não ouviram resposta. Nenhum deles diz ter visto Omar armado. Corpos espalhados pela

Ex-milicianos que pularam para o CV foram mortos em tiroteio com a PM em Rio das Pedras

Policiais do 18°.BPM prenderam quatro criminosos e apreenderam um adolescente durante ação na comunidade Rio das Pedras. Na ação, foram arrecadados dois fuzis, duas pistolas, munições e granadas caseiras. Três dos presos ficaram feridos e foram socorridos mas não resistiram. Segundo relatos, os três mortos estariam no grupo de quase 20 milicianos que teriam pulado para o Comando Vermelho São eles Farol, Duduzinho e Solteiro.

Drone lança granadas, base do CV se instala e guerra explode em Rio das Pedras com ex-miliciano na linha de frente. ACESSE LINK E VEJA VÍDEOS E BASTIDORES

Traficantes do Comando Vermelho da Gardênia Azul atacaram mais uma vez a comunidade do Rio das Pedras, em Jacarepaguá, nesta madrugada.Os bandidos usaram até drone lança granadas. Uma loja foi atingida por uma dessas bombas, Não houve feridos. Veja vídeo da invasão https://x.com/tinojunior/status/2067987225837441056/video/1 Morador relatou desespero: “Eu estavá na fila do 557 aa 5.30 meu deus foi muito tiro e nao tinha como o povo se abriga entramos no onibus o motirista falou que dentro do onibus nao era o melhor luga meu deus que terro hoje nunca vi de perto tantos tiros nao moro ali maa pego o meu onibuis ali imagina que mora ali” sso mesmo a policia sempre largou essa milicia de Rio das pedras avontade nos moradores sempre pedindo ajuda na rua nova e Moret Sandro agressivo taxador Alexandre Geovane mecânico cobrando tudo luz segurança gaz até a bomba d’água que moradores compram eles cobram e nada de operação em cima dessas pragas de milicianos lojas fechadas no areal um bode com outros maicon e junior da associação de moradores estão cobrando tudo na areinha estao no estacionamento do mercado Supermarket os milicanos estão la também e o eduardo pães junto com aquele deputado da muzema Há relatos de que o CV montou base com 15 traficantes na localidade do Caranguejo, para tomar a comunidade toda. Vídeos mostraram a circulação dos bandidos https://x.com/i/status/2067747234280608069 https://x.com/tininhasouzarj/status/2067950762122965145/video/1 A guerra estaria sendo comandada pelo ex-miliciano Kauan, que pulou para o CV recentemente junto a outros bandidos. 11 teriam pulado levando quatro fuzis e quatro pistolas, além de material tático. Ele próprio teria feito vários disparos de fuzil em direção ao grupo de milicianos que estavam na entrada do Areal. Ninguém foi baleado. Kauan já circula livremente pela Gardênia Azul Kauan estava jurado de morte pelos paramilitares e seria executado assim que caísse no tribunal. Seu irmão Gerlan, que era um dos líderes da milícia, seria o responsável por defendê-lo. Apesar do desentendimento com outros milicianos que motivou Kauan a pular, não há atrito direto entre ele e o irmão. No entanto, a situação pode gerar um racha dentro da cadeia: Gerlan pode ser pressionado a abandonar a milícia para fica do lado do irmão, correndo o risco de ser morto na prisão por “fechar” com Kauan. Outra possibilidade é uma guerra interna entre a família, caso Gerlan decida continuar na milícia. Milicianos já estariam em contato com Gerlan, e existe a possibilidade de que outros membros da milícia também pulem. A Record divulgou uma matéria mostrando que Gerlan teria feito uma chamada de vídeo de dentro do presídio https://x.com/tinojunior/status/2067980147609715010/video/1 Dois cemitérios clandestinos foram encontrados em Rio das Pedras. Bombeiros acreditam que exista pelo menos 20 corpos enterrados no locaL.

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