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Informação divulgada pela TV segue as redes sociais e diz que empresário morto em Guaratiba pode ter sido assassinado por supostamente ser amigo de ex-miliciano que teria pulado para o CV

O apresentador Tino Junior do programa Balanço Geral da TV Record disse que o empresário Sérgio Parafuso, morto ontem em Barra de Guaratiba, teria sido assassinado por ser supostamente amigo de um ex-miliciano conhecido como Zero. Esse boato já circulava desde ontem nas redes sociais. Zero era um dos principais líderes da milícia do PL até o ano passado quando foi expulso da quadrilha. O grupo de PL comanda também a região de Guarstiba. Essa semana surgiram informações que Zero teria sido recrutado pelo Comsndo Vermelho. De acordo com as primeiras informações, o crime aconteceu por volta das 9h30, na Estradada Roberto Burle Marx. Testemunhas contaram que a vítima voltava de um mercado quando dois criminosos, que estavam em uma motocicleta, o abordaram. Testemunhas contaram que os suspeitos se aproximaram e fizeram vários disparos contra o empresário. Ele chegou a cair no chão, mas, mesmo assim, continuou sendo baleado. Ao todo, pelo menos cinco tiros atingiram a vítima. O homem morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. As sacolas de compras que ele carregava ficaram espalhadas pela via. Policiais militares foram acionados e isolaram a área para o trabalho da perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi chamada e ficará responsável pela investigação. Em 2024, Sérgio tentou uma vaga na Câmara Municipal do Rio pelo Solidariedade. Naquele pleito ele teve 1.186 votos e ficou com a suplência. Na semana passada, por conta de uma suposta cobrança interna na milicia do PL, quatro paramilitares teriam sido mortos em Guaratiba, entre eles Jefinho, que comandava a Favela do Piraquê. Essa semana

VERGONHOSO: Justiça liberou para indulto do Dia das Mães homem que matou o patrão e baleou um PM e ele não retornou para a prisão

Rogério Honorato Ramos é um ex-porteiro que ficou conhecido após assassinar seu chefe e balear um subtenente da Polícia Militar (proprietário da empresa de segurança em que trabalhava) em abril de 2014, na cidade do Rio de Janeiro. O crime ocorreu em um escritório em Bonsucesso. Rogério, que prestava serviço no Hospital Quinta DOr, foi chamado ao local para esclarecer sua suposta participação em um assalto à cantina da unidade de saúde. Após ser confrontado pelo supervisor Leonardo Martins da Costa, o porteiro sacou uma pistola calibre .40, matou o chefe com tiros na cabeça e na barriga, e feriu o dono da empresa com um disparo no pescoço. Após o ataque, ele fugiu. Quase cinquenta dias depois, em maio de 2014, ele foi preso em Xerém, Duque de Caxias (Baixada Fluminense), em um carro roubado na companhia de seu irmão, portando também duas bombas de fabricação caseira. O criminoso recebeu o benefício na modalidade de Visita Periódica ao Lar (VPL), referente ao Indulto dos Dia das Mães, quando teriaque voltar na quinta-feira (14/05/2026), e não voltou mais a sua unidade prisional, sendo considerado um Evadido do Sistema Penitenciário, desde então. Ele cumpria uma pena de 44 anos de reclusão, pelo crime de Homicídio Qualificado, com Pena Cumprida Até Data Atual: 13a10m20d, com Pena Remanescente a ser cumprida de 30a2m10d.

PM foi preso acusado de executar amante da ex-mulher: veja detalhes exclusivos da investigação e dos bastidores do crime

m policial militar foi preso nesta sexta-feira acusado de executar friamente um vigilante e comerciante em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A investigação da Delegacia de Homicídios da Capital aponta que o crime teria sido motivado por ciúmes e vingança após o agente descobrir o relacionamento da vítima com sua ex-companheira. O caso, que chocou moradores da região pela brutalidade e pela forma calculada da execução, ganhou novos contornos após a Polícia Civil reunir imagens, depoimentos, cruzamento de dados e rastreamento da motocicleta usada no assassinato. Segundo as investigações, Jonathan foi morto a tiros no dia 25 de fevereiro de 2026, por volta das 14h08, no momento em que fechava o brechó onde trabalhava, em Campo Grande. O atirador chegou sozinho em uma motocicleta branca, usando roupas escuras, capacete preto e balaclava. Sem dar qualquer chance de reação, abriu fogo contra a vítima em plena luz do dia e fugiu logo em seguida. Inicialmente, testemunhas chegaram a relatar a presença de dois criminosos na moto. Mas o avanço da investigação desmontou essa versão. Uma testemunha ocular, dono de uma oficina de motos em frente ao local do crime, afirmou ter visto claramente apenas um homem efetuando os disparos. O detalhe considerado crucial pela polícia foi a identificação da motocicleta: uma Yamaha NMAX branca. O mecânico afirmou ter certeza absoluta do modelo por trabalhar há anos no ramo de motocicletas. A partir daí, investigadores chegaram ao policial militar, que possuía exatamente uma moto com as mesmas características. TRAIÇÃO, CIÚMES E MONITORAMENTO De acordo com a investigação, Jonathan mantinha um relacionamento amoroso com A. ex-companheira do PM. O caso extraconjugal teria começado ainda quando ela era casada com o policial. Familiares da vítima contaram que Jonathan e A. viviam o relacionamento de forma discreta, mas o policial já sabia da traição há meses e não aceitava o fim da relação. A ex-mulher de Jonathan revelou em depoimento que o vigilante chegou a publicar uma foto ao lado de A. nos “status” do WhatsApp poucos dias antes do crime. Segundo ela, Jonathan jamais comentou estar sendo ameaçado, mas todos tinham receio da reação do policial por ele ser agente da ativa da PM. Já A. confirmou aos investigadores que o PM monitorava constantemente o relacionamento dela com Jonathan e chegou a obrigá-la a enviar uma mensagem simulando o fim do romance. A mulher também relatou um episódio considerado decisivo pela polícia: cerca de uma hora antes do assassinato, Jonathan avisou que o policial havia acabado de passar de moto em frente ao seu brechó. Minutos depois, ele seria morto. IMAGENS, HORÁRIOS E RASTREAMENTO DA MOTO As imagens obtidas pela Delegacia de Homicídios foram fundamentais para embasar o pedido de prisão. Câmeras do condomínio onde o PM mora registraram o momento em que ele saiu pilotando sua Yamaha NMAX branca às 13h06 — cerca de uma hora antes do homicídio. Já às 15h04, pouco menos de uma hora após o assassinato, ele retornou ao condomínio carregando um capacete idêntico ao utilizado pelo atirador. Além disso, o sistema CIVITAS, da Prefeitura do Rio, identificou a motocicleta do policial circulando a apenas 1,7 km do local do crime minutos após a execução. A polícia também afirma que as roupas usadas pelo PM em imagens anteriores coincidiam com as vestes do assassino registradas por câmeras da região. Para os investigadores, o conjunto probatório mostra uma movimentação precisa e planejada. EXECUÇÃO CALCULADA E SUSPEITA DE OCULTAÇÃO DE PROVAS Outro ponto que chamou atenção da polícia foi o comportamento da ex-companheira do PM após o crime. A mulher admitiu ter apagado mensagens trocadas tanto com Jonathan quanto com o policial. Dias depois da execução, o PM também alterou suas redes sociais, fechando o perfil e removendo referências à mulher, apesar de manter o status de “casado”. Os investigadores interpretaram as mudanças como tentativa de dificultar as apurações. A Polícia Civil ainda destacou que o militar possui treinamento tático, acesso a armamento e conhecimento operacional, fatores que aumentariam o risco para as investigações caso permanecesse solto. JUSTIÇA AUTORIZOU A PRISÃO Diante do avanço das apurações, a Delegacia de Homicídios representou pela prisão temporária do policial por homicídio qualificado. A polícia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe — vingança motivada por ciúmes e traição — e mediante recurso que impossibilitou qualquer defesa da vítima, surpreendida enquanto fechava o estabelecimento. Os investigadores também apontam que a prisão era necessária para evitar interferências nas diligências ainda em andamento. Com isso, a Justiça autorizou a prisão temporária do PM por 30 dias. O caso segue sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

BARBÁRIE EM MADUREIRA: Homem foi morto com aval de Lacoste e Coelhão após dono de bar ter ido reclamar dele para os traficantes. Corpo não apareceu até agora

Mais uma crueldade sem limites dos traficantes Lacoste e Coelhão do Complexo da Serrinha, em Madureira. Um homem foi submetido ao tribunal do tráfico após desentendimento com o proprietário de um bar. O crime foi cometido ano passado e só agora a Justiça decretou a prisão dos suspeitos. Segundo a companheira da vítima, Gustavo foi parar em um bar localizado na comunidade da Patolinha, área dominada pela facção Terceiro Comando Puro (TCP) e que neste bar teria discutido com o dono e que este homem teria ido se queixar com traficantes que estavam de “plantão” em uma boca de fumo próxima. Os traficantes então teriam capturado Gustavo no bar, levado ele para a comunidade da Serrinha onde ele teria sido executado e seu corpo ocultado com a autorização e aval do dono de vulgo Lacosta e seu braço-direito Coelhão. Segundo os autos, a execução de Gustavo ocorreu na madrugada do dia 23/03/2025 e a declarante neste mesmo dia foi acompanhada pelo primo do marido, de quem não possui o telefone e não sabe o nome completo, procurar por informações sobre o paradeiro de seu companheiro. Coelhão e Lacoste estão com a prisão preventiva decretada pelo crime com mandado que tem validade de 20 anos.

TRIBUNAL DO CV: decisão da justiça expõe horror em Arraial do Cabo: homem foi torturado, morto a pauladas e enterrado em restinga

A Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de seis acusados de participação em um crime brutal ocorrido no distrito de Monte Alto, em Arraial do Cabo. Segundo a denúncia do Ministério Público, a vítima, identificada apenas pelo apelido “Cuíco”, teria sido espancada até a morte com pedaços de madeira dentro da própria casa por criminosos ligados ao Comando Vermelho, em uma execução marcada por extrema violência, esquartejamento e ocultação do cadáver. De acordo com a decisão judicial, o crime aconteceu na noite de 30 de dezembro de 2025 e teria sido motivado pela resistência da vítima ao domínio imposto pela facção criminosa na região. Os denunciados teriam invadido a residência localizada na Rua Coqueiral e iniciado uma sequência de agressões violentas, concentrando golpes principalmente na cabeça da vítima. Mesmo sem a localização do corpo, a Justiça entendeu que há fortes indícios da execução. Bastões de madeira quebrados e com manchas de sangue foram encontrados dentro da casa. A perícia também identificou marcas de sangue e sinais do uso de substâncias para eliminar vestígios, como cal e argamassa. Segundo a investigação, após o assassinato, parte do grupo teria levado o cadáver para uma área de praia, onde o enterrou. Com a aproximação da polícia e de cães farejadores, os criminosos teriam desenterrado o corpo, fragmentado os restos mortais e realizado um novo enterro em covas profundas em uma área de restinga conhecida como Brejão. A decisão aponta que o acusado conhecido como “GL” seria um dos coordenadores da ação e apontado como gerente do tráfico em Monte Alto. Testemunhas afirmaram que ele estava no bairro na noite do crime e teria acionado comparsas logo após as agressões. Já “DG” aparece descrito como um dos mais violentos durante a execução. Segundo depoimentos, ele teria desferido golpes de madeira na cabeça da vítima e incentivado os demais criminosos a fazerem o mesmo. O nome dele também surgiu ligado à busca por ferramentas usadas na ocultação do corpo. O acusado conhecido como “2N” foi citado como participante direto das agressões. Testemunhas afirmaram que ele estava no local durante o espancamento e depois retornou para a boca de fumo da região. Outro denunciado, chamado de “Gari”, é apontado como peça-chave para o início da sequência de acontecimentos que terminou na morte. Ele admitiu ter ido até a casa da vítima acompanhado de “JN”, mas apresentou versões contraditórias durante os depoimentos. A investigação afirma ainda que ele chegou a enviar mensagem para um policial se identificando como “o Gari que estava no ocorrido”. “JN” também admitiu que esteve dentro da residência na noite do crime. A Justiça destacou que ele possui antecedentes por roubo e furto qualificado e havia deixado o sistema penitenciário poucos meses antes do assassinato. Já o criminoso conhecido como “Sexta-Feira” foi identificado como um dos responsáveis pelo controle operacional da facção ao lado de “GL”. Testemunhas o colocam diretamente ligado à organização criminosa que domina a região. Na decisão, o juiz destacou que o homicídio teria sido utilizado como forma de intimidação da população local e mecanismo de demonstração de poder da facção. O magistrado afirmou ainda que moradores evitam testemunhar por medo de represálias. A Justiça também apontou que os acusados tentaram destruir provas de forma sistemática, limpando a cena do crime e escondendo o corpo em diferentes locais para dificultar as investigações. Três denunciados acabaram beneficiados pela rejeição parcial da denúncia. O homem conhecido como “MK de Monte Alto”, apontado como liderança do tráfico local, não teve participação direta comprovada no homicídio. Segundo a decisão, não foram encontrados elementos que indiquem que ele ordenou a execução. “Super Choque”, que prestou depoimento detalhando o crime e apontando os envolvidos, também teve a denúncia rejeitada por falta de provas de participação direta nas agressões. O mesmo aconteceu com “Di Maria”, que teria apenas entregado uma pá utilizada posteriormente na ocultação do cadáver e levado um dos envolvidos feridos ao hospital. Apesar disso, a Justiça determinou a prisão preventiva de “GL”, “DG”, “2N”, “Gari”, “JN” e “Sexta-Feira”. O magistrado entendeu que os acusados representam risco à ordem pública, podem interferir na investigação e possuem ligação direta com a estrutura criminosa armada que atua em Monte Alto. A decisão ainda determinou novas perícias, incluindo confronto genético entre vestígios de sangue encontrados na cena do crime e material coletado de um dos acusados, além da análise do celular apreendido de “Gari”.

Ameaças, Briga por FGTS e Vídeo Desesperador: Novos Bastidores do Caso do Vigilante Desaparecido em Niterói

Ameaças de demissão, conflitos envolvendo direitos trabalhistas e até cobranças relacionadas a um antigo acidente com carro da empresa estão entre as possíveis motivações apontadas por testemunhas para o desaparecimento do vigilante Maximiliano Pina Julio, em Niterói. O caso ganhou contornos ainda mais assustadores após a vítima aparecer ensanguentada em uma chamada de vídeo para a namorada, afirmando ter sido baleada pelo próprio patrão momentos antes de desaparecer sem deixar rastros. A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público e decretou a prisão preventiva de Bruno Cordeiro Gomes de Souza e Marcelo São Paio de Figueiredo, investigados por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, Maximiliano vivia um ambiente de tensão no trabalho meses antes do desaparecimento. Um dos relatos aponta que ele vinha sofrendo pressão após ter batido um carro da empresa cerca de dois anos atrás. Ainda segundo o depoimento, Marcelo, apontado como fiscal do contrato da empresa de segurança, estaria ameaçando demiti-lo e utilizar parte do FGTS da vítima para cobrir os prejuízos do veículo. Outra testemunha relatou que existiam conflitos relacionados à supressão de direitos trabalhistas dos funcionários quando os serviços ainda eram prestados por outra empresa ligada ao mesmo grupo. Segundo o depoimento, o clima interno era marcado por desentendimentos e ordens consideradas abusivas. As suspeitas cresceram ainda mais após a revelação de uma conversa considerada extremamente perturbadora pelos investigadores. Na manhã de 21 de fevereiro de 2026, por volta das 7h05, a namorada de Maximiliano recebeu uma chamada de vídeo pelo WhatsApp. Segundo o relato prestado à polícia, o vigilante aparecia caído no chão, coberto de sangue e gritando por socorro. Durante os 57 segundos da ligação, ele repetia várias vezes que havia sido baleado pelo próprio patrão, identificado como Marcelo. A testemunha afirmou que Maximiliano tentava se levantar apoiado em uma mesa enquanto segurava o celular. Havia sangue na camisa, nas mãos e também espalhado pelo chão ao redor dele. A ligação caiu abruptamente e, desde então, ele nunca mais foi visto. Desesperada, a namorada foi até o local onde o vigilante trabalhava, na unidade da PESAGRO, no Horto do Fonseca, em Niterói. Lá, descobriu que Maximiliano sequer havia assumido o plantão naquele dia. A motocicleta usada por ele também não estava mais no estacionamento da empresa. Policiais militares e bombeiros realizaram buscas na área, mas não encontraram vestígios aparentes de sangue, sinais de luta corporal ou qualquer pista concreta do paradeiro da vítima. As investigações avançaram após análise de imagens de câmeras de segurança obtidas pela Delegacia de Homicídios. Segundo os autos, as gravações mostrariam um dos acusados circulando pela área pouco antes do desaparecimento. Em outro momento, um homem apontado como sendo Maximiliano aparece chegando de motocicleta ao local de trabalho. Pouco depois, as câmeras registrariam a moto da vítima sendo levada e escondida em outro endereço. Outro trecho das imagens mostra dois homens carregando um objeto não identificado para dentro de um veículo preto ligado à empresa investigada. Uma testemunha também afirmou que, dias após o desaparecimento, encontrou a sala de segurança do local completamente diferente do habitual. Segundo o relato, móveis haviam sido reposicionados, havia marcas recentes de cimento no chão e um forte cheiro de produto no ambiente, indicando uma possível limpeza ou alteração às pressas. Para o Ministério Público, os depoimentos, as imagens e o comportamento dos investigados formam um conjunto robusto de indícios sobre a prática dos crimes. Na decisão que decretou as prisões preventivas, a Justiça destacou a gravidade concreta do caso, o risco de intimidação de testemunhas e a necessidade de preservar a instrução criminal. Apesar das prisões decretadas, o paradeiro do corpo de Maximiliano continua desconhecido, aumentando ainda mais o mistério e a repercussão de um caso que mistura desaparecimento, denúncias graves e uma ligação de vídeo que pode ter registrado os últimos momentos da vítima.

Braço-Direito de Fernandinho Beira-Mar tem prisão decretada acusado de mandar espancar e matar PM que entrou por engano em comunidade da zona norte do Rio

A Justiça decretou recentemente a prisão preventiva do traficante Anderson Sant´Anna da Silva, o Gão, apontado como braço-direito de Fernndinho Beira-Mar, por um homicídio cometido na comunidade do Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, no ano passado. O crime ocorreu em 22 de março de 2025. A vítima, o PM Everton Pitombeira, teria sido alvejada e espancada por integrantes do tráfico local ao adentrar a comunidade e se deparar com as barricadas de contenção do ponto de venda de drogas conhecido como “Ponto da pV”, localizado na Rua Paulo Viana. O PM entrou por engano no local após seguir orientação do GPS. Um traficante foi ouvido e detalhou”não só a pirâmide de hierarquia e domínio estabelecida entre os integrantes do tráfico local, no qual também atuava, mas também a autoria e a dinâmica do Em seu depoimento, o suspeito reconheceu o traficante Fininho, como sendo aquele que executou a vítima, por meio de diversos disparos de arma de fogo, tendo, ainda, desferido chutes em sua cabeça mesmo após executada, Disse que um traficante conhecido como Wndell como sendo o segurança da boca de fumo da “PV”, sendo o responsável por efetuar diversos disparos de arma de fogo em direção ao carro da vítima. Além de “Finnho, o suspeito ” apontou, também, Gão omo sendo o “dono da comunidade “, a quem competiria a autorização de todas as decisões da localidade,. Gão responde a outros processos judiciais por tráfico de drogas, associação ao tráfico e homicídio, sendo apontado como braço direito de Fernandinho Beira Mar em várias comunidades sob o domínio do Comando Vermelho Segundo os autos, ele teria sido o responsável pelas ordens para colocação das barricadas o mais próximo possível das ruas principais, com o objetivo de promover o avanço de seus “domínios”, dinâmica essa que teria resultado no óbito da vítima. O depoente afirmou ainda que o bandido vulgo MD como sendo o “vapor” da localidade conhecida por “PV”, onde ocorreu o crime, sendo aquele que corre sem camisa, portando uma pistola, logo após o policial militar ser executado, Ele prestaria subordinação ao falecido Luiz Victor Costa Silva de Souza, o VT, e servindo ao Gão tido como patrão da comunidade. Aliado a isso, as investigações indicam que ele seria o indivíduo que, nos registros estaria correndo para o interior da comunidade em fuga do local do fato, portando uma arma de fogo (pistola), trajando bermuda e sem camisa. Além de Gão, Wendell e MD tambem tiveram as prisões preventivas decretadas. Foi determinada a expedição dos mandados de prisão que têm o prazo de 20 (vinte) anos para serem cumpridos.

Três anos depois, Justiça manda prender acusados de executar PM na Avenida Brasil, mas deixa supostos mandantes de fora do processo

Depois de mais de três anos de um dos ataques mais violentos registrados na Avenida Brasil, na altura da Penha, a Justiça finalmente decidiu agir contra parte dos envolvidos na ação criminosa que terminou com a morte do policial militar Victor Hugo Lustoza Barros e deixou outro agente sob ataque de tiros de fuzil. Apesar do avanço no caso, a decisão judicial acabou deixando de fora justamente os apontados chefões do tráfico da Nova Holanda, citados pelo Ministério Público como líderes da organização criminosa. A denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio descreve uma madrugada de terror ocorrida em 16 de abril de 2023, quando criminosos envolvidos numa tentativa de roubo à empresa JADLOG abriram fogo contra policiais militares na Avenida Brasil. Segundo as investigações, os criminosos estavam fortemente armados e utilizaram até fuzis calibre 5,56 durante o confronto. Victor Hugo acabou atingido pelos disparos e morreu no local. O policial Marcelo Juvenal Araújo, que estava junto da vítima fatal, também teria sido alvo dos tiros, mas sobreviveu. De acordo com a denúncia, os criminosos fugiam após a tentativa de assalto quando encontraram uma viatura da PM estacionada. Foi nesse momento que os ataques começaram. O laudo pericial apontou marcas de tiros na viatura policial, reforçando a violência da emboscada. A investigação identificou o veículo utilizado pelos criminosos, um Honda WR-V prata, além de reunir depoimentos e laudos que apontaram a participação de integrantes ligados ao tráfico da Nova Holanda, no Complexo da Maré. Entre os denunciados estavam Luiz Carlos Gonçalves, conhecido como “LC”, e Rodrigo da Silva Caetano, o “Motoboy”, apontados como líderes do tráfico de drogas na comunidade e acusados pelo Ministério Público de autorizar ações criminosas da quadrilha. Segundo a denúncia, ambos exerciam papel de comando dentro da organização criminosa e teriam ligação direta com a estrutura usada nos roubos e ataques armados. No entanto, apesar das acusações, a Justiça rejeitou a denúncia contra os dois traficantes. Na decisão, o magistrado afirmou que o Ministério Público não conseguiu apresentar elementos suficientes que demonstrassem, de forma concreta, que os dois chefões determinaram especificamente o ataque que terminou na morte do policial militar. O juiz destacou que ocupar posição de liderança no tráfico não seria suficiente, por si só, para responsabilizá-los diretamente pelo crime. Com isso, LC e Motoboy ficaram fora da ação penal neste momento e também escaparam dos pedidos de prisão preventiva. Por outro lado, a Justiça aceitou a denúncia contra Lucas Wandel Meireles do Nascimento, Alexandre Araujo da Costa e João Pereira de Araújo Júnior, o “Russo”. Segundo as investigações, Lucas estaria dentro do carro usado pelos criminosos e teria efetuado disparos de fuzil contra os policiais. Alexandre foi apontado como integrante da quadrilha responsável pela tentativa de assalto à transportadora. Já Russo teria papel estratégico dentro da organização criminosa, sendo responsável pelo fornecimento de armas, logística e escolha dos alvos das ações criminosas. A decisão judicial também decretou a prisão preventiva dos três acusados, citando a gravidade extrema do caso, o uso de armamento de guerra, o risco de fuga e a atuação da organização criminosa na comunidade da Nova Holanda. O magistrado ressaltou ainda que o ataque contra policiais fardados em serviço representou um grave abalo à segurança pública. Enquanto isso, outros nomes citados no procedimento tiveram o caso arquivado devido às mortes dos investigados. Mesmo após anos de investigação, o caso segue cercado de questionamentos, principalmente pelo fato de os apontados líderes da facção terem ficado de fora da denúncia aceita pela Justiça, apesar de serem citados pelo próprio Ministério Público como responsáveis pela estrutura criminosa que comandava os ataques armados e roubos na região. Vitor stava na corporação desde 2011 e deixou uma filha.

“Ela bateu o fogão na cabeça da minha irmã”: relato de menino de 4 anos expõe morte brutal de garota de 12 anos na Baixada

O depoimento de uma criança de apenas 4 anos revelou detalhes assustadores sobre a morte da menina Myrella Freire Venceslau, de 12 anos, encontrada sem vida nos fundos de casa, enrolada em um lençol e coberta por folhas de bananeira, em Vilar dos Teles, São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Segundo a investigação da Polícia Civil, o menino — irmão da vítima — contou a familiares que “a tia Bianca brigou com Mirella e bateu com o fogão na cabeça dela”. O relato, considerado espontâneo pelos investigadores, revelou como a adolescente teria sido assassinada dentro da residência após uma discussão. A principal suspeita é Bianca Martins da Silva Oliveira, companheira da mãe da vítima, que teve a prisão temporária decretada pela Justiça por homicídio doloso. O laudo de necropsia apontou que Myrella morreu em consequência de traumatismo craniano grave, com lesão no encéfalo e hemorragia intracraniana provocados por forte impacto na cabeça. versão inicial falava em homem desconhecido Logo após o crime, Bianca apresentou à polícia uma versão completamente diferente da que passou a surgir ao longo das investigações. Ela afirmou que havia saído cedo para uma entrevista de emprego e que, ao retornar perto do meio-dia, encontrou o portão trancado e a casa revirada. Disse ainda que precisou pular o muro para entrar na residência. Segundo Bianca, o menino de 4 anos contou naquele momento que um suposto homem desconhecido teria aparecido na casa. A criança teria descrito o suspeito como “muito negro”, usando blusa vermelha e short preto e azul, além de afirmar que “o tio” o colocou para dormir. A mãe da menina, Vitória, inicialmente confirmou a versão apresentada pela companheira. As duas passaram a procurar Myrella até encontrarem o corpo da adolescente nos fundos do imóvel. Mas a narrativa começou a desmoronar poucas horas depois. adolescente contradisse versão da suspeita Uma adolescente identificada apenas como J., citada pela própria mãe da vítima, foi ouvida na delegacia e apresentou informações que passaram a contradizer diretamente o depoimento de Bianca. Segundo os investigadores, J. esteve na residência às 11h26 — horário confirmado pelo histórico de chamadas telefônicas — e encontrou Bianca dentro da casa ao lado de Myrella e do menino. O detalhe chamou atenção porque Bianca havia afirmado que só retornou ao imóvel perto das 12h. A adolescente relatou ainda que Bianca pediu para que ela não contasse à mãe da vítima que estava na residência naquele horário. Pouco depois, veio a revelação considerada mais impactante do caso: o menino de 4 anos contou a J. que havia ocorrido uma briga entre Bianca e Myrella e que a suspeita teria batido com um fogão na cabeça da irmã dele. O relato passou a ser tratado como peça central da investigação. mensagens antes da morte aumentaram suspeitas As suspeitas contra Bianca aumentaram após a polícia analisar conversas trocadas entre ela e Vitória em um aplicativo de mensagens. Segundo os investigadores, o relacionamento das duas estava chegando ao fim justamente na manhã do crime. Nas mensagens, Bianca se despedia da companheira em tom emocional e demonstrava preocupação incomum com Myrella. Em um dos trechos, escreveu: “Só cuidado nesses intervalos que Myrella vai na rua, porque pode acontecer muita coisa.” Em outra mensagem, afirmou: “Dona 7 já falou, nego preto já avisou em sonhos. Depois o que resta vai ser chorar.” Para os investigadores, as mensagens levantaram suspeitas de que Bianca poderia estar tentando criar previamente uma narrativa envolvendo um suposto criminoso desconhecido. Outro detalhe chamou atenção da polícia: às 11h17, Bianca enviou mensagem dizendo que estava dentro de um ônibus. Porém, segundo o depoimento de J., ela ainda estava dentro da residência minutos depois. tia afirma que menina tinha medo da madrasta A tia da vítima, Emanuela, contou à polícia que Myrella demonstrava medo constante da convivência com Bianca e frequentemente reclamava das brigas dentro de casa. Segundo a familiar, a adolescente dizia que a madrasta afirmava que ela atrapalhava o relacionamento com Vitória. Emanuela revelou ainda que Myrella chegou a pedir para morar em sua casa por não querer mais conviver com Bianca. “Ela tremia quando falava dela”, relatou em depoimento. Ainda segundo a tia, Myrella também tinha medo de deixar o irmão pequeno sozinho na residência. Familiares afirmaram que o relacionamento entre Bianca e Vitória era marcado por discussões constantes e episódios de manipulação emocional. justiça vê risco de interferência na investigação Na decisão que autorizou a prisão temporária de Bianca por cinco dias, a Justiça destacou a existência de fortes indícios de autoria e apontou risco concreto de interferência nas investigações caso ela permanecesse em liberdade. O principal temor é em relação ao depoimento especial do menino de 4 anos, tratado como a única testemunha ocular do crime. Segundo a decisão, há suspeitas de que a criança tenha sido inicialmente orientada a mencionar o suposto homem de blusa vermelha para afastar as suspeitas da investigada. A Justiça também ressaltou a necessidade de proteger a adolescente J., considerada peça-chave para o esclarecimento do caso. Bianca Martins da Silva Oliveira segue presa temporariamente enquanto a Polícia Civil aprofunda as investigações sobre a morte de Myrella Freire Venceslau.

Comerciante foi morto em Caxias por não aceitar comprar mercadorias com traficantes do TCP

Um comerciante chamado Jailton foi assassinado por traficantes do Terceiro Comando Puro em Duque de Caxias. O rapaz foi morto dentro do próprio estabelecimento por não ceder a pressão dos criminosos em comprar mercadoria com eles por um preço bem maior. Os bandidos também o acusavam de ser informante da polícia. Segundo relatos, os autores seriam traficantes vulgos WL e Chupa Lata. Eles estavam em uma moto e havia uma outra vermelha com mais dois suspeitos ainda não identificados. O deputado estadual Marcelo Dino comentou sobre o caso nas suas redes sociais. Quem trabalha honestamente no Rio de Janeiro está sendo colocado contra a parede pelo crime organizado.Essa foi mais uma história absurda que chegou até mim em Duque de Caxias:um comerciante perdeu a própria vida porque se recusou a obedecer as ordens do tráfico.E olha o nível da crueldade…O trabalhador já era obrigado a pagar taxa para traficantes. Mas agora eles querem controlar até o que o comerciante compra, obrigando comerciantes a adquirir mercadorias mais caras ou até produtos de origem criminosa para alimentar o sistema deles.Ele disse “não”.E pagou com a vida.Enquanto muitos romantizam comunidade dominada pelo tráfico, a realidade é essa:famílias vivendo com medo, comerciantes sendo extorquidos e o povo pagando mais caro até no pão e no ovo por causa do domínio criminoso.Eu já entrei em contato com a 60ª DP e com o 15º BPM e tenho confiança no trabalho das forças de segurança para identificar e prender os responsáveis.O trabalhador não pode viver ajoelhado para bandido.E o Rio de Janeiro não pode aceitar que facções ditem regras dentro das comunidades.E digo mais:fiquem atentos.Daqui a pouco vai aparecer político querendo fazer acordo velado com criminoso para conseguir entrar em comunidade em época de eleição.Quem anda de mãos dadas com o crime não representa o povo.

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