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ESTUPRO

Suspeito de matar modelo na Barra já havia sido acusado de espancar e estuprar uma ex-namorada, apontam relatos — ele foi encontrado morto na delegacia

O homem apontado como principal suspeito da morte da modelo e miss baiana Ana Luiza Mateus, de 29 anos, já havia sido acusado anteriormente de agredir uma ex-namorada, segundo reportagens publicadas pela imprensa de Campo Grande (MS). O caso ganhou ainda mais repercussão após ele ser encontrado morto dentro da carceragem da Delegacia de Homicídios da Capital, poucas horas depois de ser preso no Rio. Endreo Lincoln Ferreira da Cunha foi detido nesta quinta-feira após a queda da modelo do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca. Horas depois, de acordo com a Polícia Civil, ele foi encontrado sem vida na cela. A principal linha de investigação é suicídio: segundo os agentes, ele teria utilizado uma peça de roupa — uma bermuda — para provocar asfixia. O local foi isolado e periciado. RELATO DE VIOLÊNCIA EXTREMA NO PASSADO Em uma reportagem divulgada no ano passado, uma ex-namorada de Endreo relatou à imprensa e às autoridades que teria vivido episódios de violência em um imóvel no bairro Villas Boas, em Campo Grande. Segundo o relato, ela afirmou que já havia sido agredida em 2024 e que, em um dos episódios mais graves, no ano seguinte, após uma discussão motivada por ciúmes, teria sido espancada com socos na cabeça, no rosto e no abdômen. Ainda de acordo com a versão apresentada pela vítima à época, mesmo já caída, ela teria sido forçada a confessar uma traição que negava e, em seguida, teria sido enforcada com um cinto. A mulher também relatou que teria permanecido por horas sob domínio do agressor, em situação que descreveu como cárcere privado, e que teria sido obrigada a manter relações sexuais contra a própria vontade. Segundo esse mesmo relato, ela conseguiu sair do local após dizer que precisava de atendimento médico por conta de um sangramento. Em uma unidade de saúde, exames teriam confirmado uma fratura na cavidade óssea do crânio, sem necessidade de cirurgia. OUTROS EPISÓDIOS ENVOLVENDO O SUSPEITO Endreo chegou a cursar medicina e, conforme informações divulgadas anteriormente, teria se envolvido em episódios de ameaça dentro da faculdade. Segundo esses relatos, ao menos dois alunos teriam solicitado medidas protetivas contra ele. Há ainda menção, em reportagens da época, de que ele teria diagnóstico de transtorno bipolar e apresentaria episódios de surto, com comportamento agressivo — informação que não implica, por si só, prática de crimes. Em 2019, conforme noticiado, ele foi baleado pelo próprio pai durante uma briga familiar. Na ocasião, o pai afirmou ter agido em legítima defesa, alegando que o filho tentava invadir sua residência. O CASO NA BARRA DA TIJUCA No caso mais recente, Ana Luiza morreu após cair do 13º andar do apartamento onde estava com o suspeito. Segundo testemunhas, o casal teria discutido ao chegar ao condomínio. Após sair, o homem retornou ao local. Funcionários relataram que a modelo chegou a dizer que iria embora, inclusive com passagem comprada para a Bahia, mas acabou permanecendo no imóvel. A queda ocorreu por volta das 5h30. De acordo com a Polícia Civil, Endreo foi preso em flagrante horas depois, suspeito de envolvimento direto na morte. Segundo o delegado Renato Martins, ele afirmou ser “culpado”, embora não tenha formalizado uma confissão. As investigações apontam ainda que ele teria alterado a cena do crime e tentado deixar o local pelos fundos. Outro ponto destacado é que ele se apresentou inicialmente com um documento de identificação em nome do próprio irmão, o que foi posteriormente confirmado por perícia. MORTE NA CARCERAGEM Poucas horas após a prisão, o caso teve um novo desdobramento: Endreo foi encontrado morto dentro da carceragem da Delegacia de Homicídios. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que ele tenha cometido suicídio utilizando uma peça de roupa. A área foi periciada, e o caso também passou a ser apurado pelas autoridades. INVESTIGAÇÃO SEGUE Com a morte do principal suspeito, a Polícia Civil segue investigando para esclarecer completamente as circunstâncias da queda da modelo e os acontecimentos dentro do imóvel. As informações sobre o passado do investigado, incluindo denúncias e relatos anteriores, fazem parte do contexto, mas não substituem a apuração oficial em andamento.

Autos da Justiça detalham dinâmica das agressões em caso de estupro coletivo em Copacabana

A Justiça do Rio de Janeiro revelou, em documento, detalhes da dinâmica das agressões no caso de estupro coletivo ocorrido em Copacabana, trazendo descrições sobre a forma de atuação dos investigados e a sequência da violência sofrida pela vítima. De acordo com o documento, a vítima foi submetida a penetração vaginal, sexo oral com ejaculação, masturbação e outros atos de natureza libidinosa, incluindo beijos forçados, carícias nos seios e manipulação de suas partes íntimas. Ainda segundo os autos, a jovem manifestou expressamente sua recusa e chegou a suplicar para que as agressões cessassem. O material aponta que os investigados teriam mantido a adolescente em cárcere no imóvel onde os fatos ocorreram, com o objetivo de prolongar a violência sexual. A decisão também confirma que a vítima foi agredida fisicamente, com tapas, socos e puxões de cabelo. A Justiça ainda caracteriza o caso como uma flagrante emboscada à vítima. Segundo o documento, foram identificadas outras duas outras vítimas dos autores, que estão presos. O relatório reforça ainda a existência de um padrão de atuação do grupo, já apontado nas investigações, com o uso de estratégias para atrair vítimas aos locais onde eram submetidas a violência física, psicológica e sexual de forma prolongada e com elevado grau de brutalidade. Segundo ainda o relatório, a sequência e a intensidade das agressões descritas configuram um cenário de violência continuada, com características que se aproximam de práticas de tortura.

Quatro suspeitos de estupro coletivo contra uma menina de 13 anos em Valença foram presos

Quatro pessoas foram presas neste domingo (8), suspeitas de envolvimento em um estupro coletivo contra uma adolescente de 13 anos em Valença. Entre os presos estão três homens, de 18, 23 e 26 anos, e uma mulher de 19 anos, apontada como responsável por levar a vítima até o local onde o crime aconteceu. Na investigação, há um quinto suspeito ainda não foi localizado. De acordo com a Polícia Militar, as equipes foram acionadas após um casal procurar ajuda e relatar o ocorrido com a adolescente. Segundo o depoimento da vítima, ela teria sido levada por uma mulher de 19 anos em um carro por aplicativo até o bairro São Francisco, onde foi submetida ao estupro praticado por quatro homens. Após o ocorrido, os suspeitos ainda teriam feito ameaças para que ela não revelasse o que havia acontecido. A adolescente foi encaminhada para uma unidade de pronto atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico e acompanhamento da assistência social. Policiais iniciaram buscas na região e conseguiram localizar quatro suspeitos. Durante a abordagem, um deles tentou se desfazer de pinos com pó. Nas buscas, os agentes apreenderam 24 pinos de droga e três aparelhos celulares. Segundo a polícia, um dos suspeitos admitiu que vendia os entorpecentes, identificados com etiquetas da facção Terceiro Comando Puro (TCP), por cerca de R$ 50 cada unidade. Os quatro detidos foram encaminhados para a 91ª Delegacia de Polícia, onde o caso foi registrado e segue sob investigação.A polícia informou ainda que continua realizando buscas para localizar um quinto suspeito, apontado como participante do crime.

Homem foi preso suspeito de estuprar mulher, matar o filho dela e ainda tentar assassinar avó da criança

Crime bárbaro na Baixada Fluminense. Policiais civis da 57ª DP (Nilópolis) capturaram, na noite desta quinta-feira (05/03), um homem que estuprou uma mulher, matou o filho dela e ainda tentou matar a mãe. Ele foi localizado após diversas diligências na Via Light, na altura do mesmo município. A investigação começou no início da tarde, quando a mulher procurou a delegacia para denunciar ter sido vítima de estupro horas antes. O criminoso era o ex-namorado dela. Após o fim de um relacionamento de um ano, ele não aceitava a separação. Na noite de quarta, ele foi à casa dela, onde a mulher morava com o filho e a mãe, para tentar novamente uma reconciliação. Sob o pretexto de ter dificuldade para conseguir transporte para ir embora, ele pediu para ficar no imóvel até a manhã. Durante a madrugada, o homem abordou a mulher e a estuprou, ameaçando-a com uma faca. Ele ainda subtraiu uma televisão da casa dela antes de ir embora. A mulher procurou atendimento médico e, em seguida, compareceu à 57ª DP, onde foi ouvida por equipe especializada. A investigação teve início imediatamente e equipes passaram a procurar o criminoso em Nilópolis e Duque de Caxias, comparecendo a endereços ligados a ele e seus familiares. À tarde, o criminoso retornou à residência da mulher, enquanto ela fazia exame de corpo de delito. Ele matou o menino, de apenas 11 anos, e tentou matar a mãe da ex-namorada. Um vizinho ouviu os gritos por socorro e encontrou o homem estrangulando a mãe dela, depois de já tê-la esfaqueado no braço. O homem fugiu em seguida. Uma equipe da Polícia Militar foi acionada imediatamente por populares e auxiliou no socorro do menino e da senhora, mas ele não resistiu. A idosa está hospitalizada. Ao tomarem conhecimento dos novos crimes, os policiais da delegacia de Nilópolis intensificaram as buscas e conseguiram localizar o criminoso sendo agredido por populares. a A multidão foi contida e o criminoso capturado. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado tentativa de homicídio.

Casos de estupro coletivo ocorreram em vários estados brasileiros. CONFIRA ALGUNS QUE CHEGARAM NA JUSTIÇA

O estupro coletivo contra uma adolescente no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, ganhou grande repercussão. Quatro homens e um menor foram acusados do crime sendo que três deles já se apresentaram à polícia. Casos semelhantes como esse se espalham pelo Brasil. Nossa reportagem teve acesso a alguns que chegaram à Justiça. Um deles foi o caso de um adolescente de 14 anos que vendia chocolates em Porto Velho, Rondõnia. Ele recebeu a promessa de dois homens que adquiririam toda mercadoria que ele comercializasse. Os suspeitos o convidaram para ir ao apartamento de uma amiga. O garoto pernoitou no local e quando acordou, viu um dos homens lhe fazendo sexo oral e o outro tapando sua boca para que não gritasse. Depois, os acusados trocaram de posição. A própria vítima chamou a polícia e deu o flagrante, No Amazonas, uma garota de 15 anos também foi vítima. Um dos autores a puxou. tirou sua roupa a força, mandou-a virar de frente e consumou o estupro. Em seguida, o outro autor fez o mesmo, tendo este último ejaculado na vagina da vítima. Em São Paulo, uma menina de 14 anos embriagada foi arrastada a um local ermo sem seu consentimento. PMs foram acionados e encontraram ela com seios e genitália de fora e um homem a apalpando. O autor e um outro estavam com o pênis a mostra. O ato sexual foi cometido sem a permissão da vítima. Em Campina Grande, na Paraíba, uma mulher foi vítima de estupro coletivo apontou um homem a quem conhecia pelo apelido de “dente de coelho”, como o primeiro autor do abuso. Ela descreveu com precisão as tatuagens que ele possuía: “uma tatuagem no peito com um nome escrito, uma tatuagem de um crucifixo na barriga e uma tatuagem de tio patinhas na panturrilha”. Após o crime, a vítima tentou o suicídio e teve que ser internada para tratamento psiquiátrico. No Rio Grande do Sul, uma garota de 11 anos, ao pernoitar na residência de uma amiga , teria sido induzida ao consumo de bebida alcoólica (vodca com energético) e substância entorpecente (maconha), fornecidas por dois irmãos. Aproveitando-se do estado de vulnerabilidade e embriaguez da criança, os suspeitos teriam praticado com ela atos libidinosos diversos da conjunção carnal, consistentes em sexo oral recíproco. O relato da vítima, transmitido por sua mãe é rico em detalhes, indicando a participação ativa de ambos os irmãos nos atos de abuso, descrevendo inclusive os locais da casa onde ocorreram, como a garagem e a sala, e a omissão do genitor dos suspeitos, que teria presenciado parte da cena sem intervir. No Pará, uma adolescentese encontrava na casa de sua madrinha quando dois homens foram buscá-la para ir a casa de um deles. A vítima disse que no meio do percurso se arrependeu e pediu para voltar para a casa da madrinha, foi quando um dos autores falou que se ela nunca tivesse ficado com mais de uma pessoa agora ela ficaria. A vítima narrou ainda que, quando chegou no local, três homens trancaram o portão, e um deles lhe empurrou para o quarto e começou a tirar as roupas da mesma. A vítima disse ainda que, tentou se esquivar mas não adiantou, e que enquanto um deles a abusava os outros ficavam batendo na porta pedindo para entrar. Em sequência, outro entrou no quarto e abusou a vítima, logo depois o terceiro também entrou e abusou a mesma. Em dado momento a adolescente disse que não aguentava mais e começou a empurrar os autores e correu para o banheiro, se vestiu e foi embora.No Espírito Santo, homens constrangeram uma mulher mediante violência e grave ameaça a ter com eles conjunção carnal, bem como a praticar atos libidinosos, os quais não se concretizaram. Um dos bandidos mantinha em sua residência uma pistola .40. Na ocasião dos fatos, a vítima e seu marido estavam no interior do seu veículo, quando passaram pela Rua Falcão foram abordados por um bandido vulgo Tubala”, que estava armado e acompanhado por outro indivíduo que não foi identificado, também armado, tendo ambos ordenado o marido da vítima. que parasse o carro e, assim que ele. parou o veículo, os denunciados retiraram a vítima do automóvel, à força. Outro bandido pegou a vítima pelos cabelos e a levou para dentro da favela. Ato contínuo, outros suspeito arrastaram a vítima para um local ermo, momento em que chegaram os demais denunciados acompanhados de alguns indivíduos não identificados, totalizando aproximadamente quinze homens, tendo eles dito: “Como da última vez não te estupramos, agora nós vamos”, se referindo no fato ocorrido anteriormente, Na sequência, um dos bandidos desferiu um soco no rosto da vítima e determinou que os demais indivíduos continuassem agressões.Os criminosos passaram a agredir a vítima com socos e pontapés rasgando a blusa que usava, ficando os seios à mostra, ocasião em que, como haviam anunciado à vítima, tinham a nítida intenção de estuprá-la. Assim, deram início à prática de atos libidinosos, passando as mãos pelos seios e corpo de I. O estupro, entretanto, não se concretizou porque a vítima passou a gritou por socorro e foi ouvida e auxiliada por uma senhora, não identificada, que mandou que os denunciados parassem e entrou no meio dos agressores tentando contê-los, oportunidade em que a ofendida correu, porém, os denunciados lhe deram uma “rasteira”, vindo a vítima a cair ao solo, mas se levantou, correu, encontrando o seu marido, o qual já havia acionado a polícia militar. A vítima apresentava lesões no corpo, sendo que estava com olhos e os lábios inchados, com uma grande lesão na região superior das nádegas e foi levada para o Hospital João XXIII. No Rio de Janeiro, houve um caso em que um homem junto com dez outros submeteram por diversas vezes, duas crianças à prática de conjunção carnal, coito anal e diferentes atos libidinosos, sendo que dois dos acusados eram pai e avô das vítimas. Também no Pará, um instrutor de karatê, valendo-se da manipulação psicológica, praticou múltiplos atos libidinosos

Exame feito em jovem vítima de suposto estupro coletivo confirma que ela sofreu violência sexual

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, neste domingo (01), um cartaz para auxiliar nas investigações da 12ª DP (Copacabana), a fim de obter informações que levem à localização e prisão de quatro homens envolvidos em um crime de “estupro coletivo”, que ocorreu na noite do 31 de janeiro deste ano, contra uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. São eles: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18; Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19, e João Gabriel Xavier Bertho, de 19. Todos são considerados foragidos da Justiça.  O exame de corpo de delito feito na vítima identificou lesões relacionadas à violência física, como ferimentos na área genital, sangue no canal vaginal e hematomas nas costas e nos glúteos. O caso ocorreu na noite de 31 de janeiro, em um imóvel na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana. “A adolescente foi levada a erro pelo menor de idade, já tinha um relacionamento anterior com a vítima. Ela achou que estava indo para lá para ter um encontro romântico com esse adolescente infrator. Só que chegaram lá havia mais quatro adultos e aconteceu tudo que aconteceu”, disse o Delegado Titular da 12ª DP – Angelo Lajes.  Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens ao apartamento e, uma hora depois, a saída deles do condomínio. Segundo a Polícia Civil, após o crime, a adolescente procurou a 12ª DP (Copacabana) para fazer o Registro de Ocorrência. Ainda segundo o delegado, — A vítima sofreu muita violência física. Foi agredida por todos eles. Ela relatou sessões de tapas e chutes. Inclusive, a perícia apontou suspeita de fratura na costela. E sofreu muita violência psicológica também, com xingamentos e humilhações. De acordo com o delegado, o apartamento onde o crime aconteceu pertence ao pai de Vitor Hugo Oliveira Simonin. Todos eles são de classe média e classe média alta e moradores da Zona Sul. Após a Polícia Civil, através da 12ª DP (Copacabana) indiciar os quatro homens pelo de crime de Estupro com Concurso de Pessoas, eles foram denunciados pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) à Justiça, que os tornou réus e expediu um mandado de prisão preventiva contra eles na última sexta-feira (27), pela 1ª Vara Especializada em Crimes Contra Crianças e Adolescentes/Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Espécie de prisão: Preventiva . Neste sábado, a Polícia Civil fez uma operação, denominada “Não é Não”, para prendê-los, mas nenhum deles foi encontrado. O menor de 17 anos também está sendo procurado, mas teve sua identidade preservada. A apuração da sua conduta ficará a cargo da Vara da Infância e da Adolescência, onde foi expedido um mandado de Busca e Apreensão. O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização dos quatro homens envolvidos no estupro,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Policia Civil passa informação completa para um veículo sobre caso de estupro coletivo no Rio e divulga nota resumida para o restante da imprensa

Após passar todos os detalhes do crime para uma emissora de televisão com nomes dos suspeitos e tudo mais, a Polícia Civil do Rio divulgou uma nota resumida para o restante da imprensa sobre o caso de um estupro coletivo contra uma jovem ocorrido em Copacabana. A nota diz que o órgão indiciou quatro homens e um adolescente envolvidos no caso. De acordo com os agentes, a vítima relatou que recebeu uma mensagem de um aluno da sua escola a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi prontamente recusado por ela.  No interior do apartamento, a vítima foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com outros três adolescentes que insistiam para ela manter relações com eles. Com a negativa, os adolescentes passaram a despir-se e a praticar atos libidinosos mediante violência física e psicológica contra ela. Diante dos fatos, a autoridade policial representou pela prisão dos homens, que responderão pelo crime de estupro e apreensão de um adolescente, que responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime. Diligências seguem em andamento para capturar e responsabilizar os envolvidos. O processo contra os suspeitos encontra-se em segredo de justiça. Esse tipo de disparidade na comunicação oficial levanta questões sobre:

PM suspeito de extorquir e estuprar jovem em Niterói vai a conselho de disciplina e pode ser expulso da corporação

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina que pode decidir pela expulsão de seus quadros do PM Lucas de Sousa Mathias, suspeito de extorquir e estuprar uma jovem em Niterói em janeiro. De acordo com o Boletim Interno da PM, apurou-se que, em 04 de fevereiro de 2026, policiais da 82a DP, em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar, cumpriram o Mandado de Prisão Preventiva no 0800695-45.2026.8.19.0602.01.0001-11, expedidopela 2a Vara de Garantias da Comarca de Niterói/RJ, em face do investigado, no âmbito de apuração pela su- posta prática dos crimes de estupro majorado, roubo e extorsão armada. A investigação foi iniciada por meio do Procedimento no 082-00140/2026 apura os fatos vivenciados por uma jovem em janeiro de 2026, ocasião em que o acusado e seu comparsa, Dayvid N. S., sob o pretexto de cobrar suposta dívida de agiotagem no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais), posteriormente arbitrariamente elevada para R$ 7.000,00 (sete mil reais), teriam invadido a residência da vítima, armados, subtraído bens eletrônicos e mantido a vítima sob restrição de liberdade, compelindo-a a ingerir bebidas alcoólicas. Consta, ainda, que, na madrugada de 04 de janeiro de 2026, o acusado,mediante emprego de força física e sob grave ameaça com arma de fogo, conduziu a vítima a local isolado,no bairro Limão, onde teria praticado o crime de estupro, afirmando tratar-se de “castigo”, ocasionando-lhe lesões corporais, posteriormente confirmadas por laudo pericial. Consta, ainda, que a vítima compareceu à unidade policial, ocasião em que realizou reconhecimento formal do policial militar como autor dos fatos investigados pela Polícia Civil.

Justiça decretou a prisão preventiva de suspeitos de envolvimento de homicídio de um homem em Queimados que foi acusado de estupro de uma menor

A Justiça decretou na última semana as prisões preventivas de dois suspeitos de envolvimento no homicídio de um homem cometido em 2024 em Queimados. Segundo o processo, a vítima Renison Venâncio Oliveira dos Santos foi acusada de estupro de uma menor de idade e por isso foi morta. Os autos dizem que o crime ocorreu em 28 de dezembro daquele ano. A denúncia recebida pelo TJ-RJ diz que Renison teria sido atraído para sua morte através de uma chamada telefônica, supostamente realizada por um dos suspeitos para encontrar determinadas pessoas e esclarecer (desenrolar, na gíria local) os fatos que resultaram do contexto de um vídeo que foi amplamente divulgado em redes sociais, onde o alvo era apontado como autor de estupro de uma jovem por sua mãe e que teria funcionado como verdadeira “sentença de morte”, que acabou sendo executado a tiros por três homens. De acordo com a Justiça, a polícia apreendeu o celular da vítima e informou que a motivação do delito estaria praticamente esclarecida – ligada a uma relação sexual da vítima com a jovem M.E,S. Os autos informaram que o local do fato não consta com câmeras públicas de monitoramento, ou de segurança privada. Possíveis testemunhas tem receio de colaborar com a polícia e a justiça ante a presença de milicianos na região. O texto do processo diz que um dos suspeitos que teve a prisão decretada chegou a ser ouvido e informou que um terceiro envolvido, que teve a prisão decretada já no ano passado, disse que Renison foi atraído sob o pretexto de solicitar entrega de drogas. Esse terceiro suspeito, após o crime, saiu a pé em direção ao ponto do homicídio e retornou depois apenas para arrumar sua bagagem e embarcar de volta para São Paulo.

Bebê de um ano e três meses morta em Maricá foi estuprada por adolescente, diz polícia

Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) apreenderam em flagrante, nesta sexta-feira (20/02), um adolescente, de 13 anos, por atos infracionais análogos aos crimes de estupro de vulnerável e homicídio. A vítima foi um bebê de pouco mais de 1 ano. O menor foi apreendido em Itaipuaçu, em Maricá. De acordo com as investigações, a vítima foi levada, nesta sexta, até uma unidade médica em Maricá, mas já chegou sem vida. A equipe médica acionou os policiais após identificar indícios de possíveis agressões físicas. Durante o atendimento, foram constatados, preliminarmente, vestígios de sangue na fralda e sinais sugestivos de violência sexual. A equipe da DHNSG apurarou que o crime ocorreu em um conjunto habitacional. Com apoio de policiais militares, a equipe foi ao local e realizou perícia e arrecadou objetos para coleta de material genético, como escovas de dente, com finalidade de confronto por exame de DNA. Também foram realizadas buscas na área para identificar eventuais outras vítimas. Algumas crianças, na presença de seus responsáveis, relataram que o adolescente as agredia e realizava toques inapropriados. Após a reunião de robustos elementos de informação, incluindo o laudo de necropsia do bebê, o adolescente foi confrontado com as provas colhidas. Ele confessou a prática dos atos infracionais.

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