Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Confira nota oficial do STF sobre condenação dos irmãos Brazão pelas mortes de Marielle e Anderson. Cada um pegou 76 anos de prisão

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu as penas dos cinco réus acusados de planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, e da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018, no Rio de Janeiro (RJ). As penas variam de 9 a 76 anos de reclusão.  

O julgamento, iniciado na terça-feira (24), foi concluído nesta quarta (25), com a condenação de todos os réus por unanimidade. Domingos e Francisco Brazão foram condenados por organização criminosa armada, dois homicídios qualificados e um homicídio qualificado tentado. Ronald Paulo Alves foi condenado por dois homicídios qualificados e um homicídio qualificado tentado. Robson Fonseca foi condenado por integrar organização criminosa armada. 

Já para Rivaldo Barbosa, o colegiado reenquadrou a acusação de homicídio para os crimes de obstrução à justiça e corrupção passiva, por não haver provas de sua participação direta nos assassinatos. 

Além das penas privativas de liberdade, o colegiado estabeleceu indenização de R$ 7 milhões para reparação de danos morais causados às famílias das vítimas. 

Confira as penas para cada réu:  

Domingos Brazão (conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro) 

76 anos e três meses de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de dois salários-mínimos à época dos fatos). 

Chiquinho Brazão (ex-deputado federal) 

76 anos e três meses de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de dois salários-mínimos à época dos fatos). 

Ronald Paulo de Alves (ex-policial militar) 

56 anos de reclusão (regime inicial fechado).  

Rivaldo Barbosa (delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro) 

18 anos de reclusão (regime inicial fechado) e 360 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário-mínimo à época dos fatos). 

Robson Calixto Fonseca (ex-assessor do TCE) 

9 anos de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário-mínimo à época dos fatos). 

Perda do cargo 

Como efeito da condenação, e de acordo com a jurisprudência do STF, foi decretada a perda do cargo público de Domingos Brazão, Robson Calixto Fonseca, Rivaldo Barbosa e Ronald Paulo de Alves. 

Inelegibilidade 

Outro efeito da condenação é a suspensão dos direitos políticos de todos os réus desde a publicação da ata do julgamento até oito anos depois do cumprimento da pena.  

Prisão preventiva 

Uma vez condenados, o relator manteve a prisão preventiva de todos os réus para garantia da ordem pública, até o trânsito em julgado da condenação. 

Conclusão do julgamento 

Após o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, os demais integrantes da Primeira Turma apresentaram seus votos. Confira: 

O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, disse que Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar, são responsáveis pelos homicídios da vereadora e de seu motorista, bem como pela tentativa de homicídio da assessora. Para o ministro Alexandre, os irmãos Brazão atuaram como mandantes dos crimes com o objetivo de proteger interesses relacionados à ocupação irregular do solo, à grilagem de terras e a outras atividades ilícitas, como a exploração clandestina de serviços de TV a cabo (“gatonet”).

Desclassificação de conduta
Em relação a Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o relator desclassificou a imputação de homicídio (consumado e tentado) para os crimes de obstrução à Justiça e corrupção passiva. De acordo com o ministro, não há prova específica de sua participação direta nos assassinatos, o que impõe a aplicação do princípio da dúvida razoável.

O voto, contudo, aponta que está comprovado o recebimento de propina, inclusive dos irmãos Brazão, para garantir impunidade a crimes praticados por milicianos, bem como atuação para dificultar as investigações.

Motivação dos crimes
O ministro rejeitou as preliminares (questões processuais anteriores ao mérito) suscitadas pelas defesas e concluiu que os crimes tiveram motivação política, voltada à manutenção e à perpetuação de atividades ilícitas praticadas por grupos milicianos, especialmente nas regiões de Rio das Pedras, Osvaldo Cruz e Jacarepaguá.

Segundo o relator, a atuação parlamentar de Marielle e de integrantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) contrariava interesses da organização criminosa liderada pelos irmãos Brazão. O assassinato, conforme o voto, teria sido determinado como forma de intimidação a opositores políticos.

Violência política de gênero
Na avaliação do ministro Alexandre de Moraes, a motivação política do crime se associou a elementos de misoginia, racismo e discriminação social. O relator afirmou que o caso configura episódio de violência política, inserido em contexto de dominação exercida por organização criminosa, com o objetivo de interromper a atuação de uma parlamentar preta e de origem humilde que ousou confrontar interesses de milicianos: homens, brancos e ricos.

Irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca


De acordo com o voto, as provas demonstram que os irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca integravam organização criminosa armada, estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens econômicas e políticas.

O relator destacou que não se tratava de relação pontual com integrantes de milícia, mas de vinculação direta e estrutural com o grupo criminoso. As condutas atribuídas aos réus estariam inseridas na dinâmica de funcionamento da organização.

O ministro concluiu que Domingos e João Francisco Brazão foram os mandantes dos homicídios, com o objetivo de perpetuar atividades ilícitas e consolidar poder político. Além disso, segundo ele, os autos indicam que, para atacar e neutralizar a vereadora Marielle Franco e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Câmara de Vereadores, os irmãos infiltraram no partido Laerte Silva de Lima, apontado como miliciano, com a finalidade de obter informações.

Quanto a Robson Calixto Fonseca, o ministro registrou que ele atuava como homem de confiança dos irmãos Brazão, desempenhando funções destinadas à proteção dos interesses do grupo, inclusive em atividades relacionadas à construção de imóveis e loteamentos clandestinos na região da Taquara. As provas apontam atuação ligada à exploração de “gatonet”, extorsão e grilagem de terras.

Ronald Paulo de Alves
O relator considerou que Ronald Paulo de Alves teve participação relevante nos crimes. Ele estava inserido no circuito miliciano de Rio das Pedras, e os autos demostram que ele monitorou a rotina da vereadora e repassou informações essenciais para a execução do atentado. Para o ministro, ficaram demonstradas a materialidade e a autoria delitiva em relação ao acusado.

Rivaldo Barbosa de Araujo
Por fim, o ministro destacou depoimentos segundo os quais, na condição de chefe da Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa de Araujo recebia propina de milicianos para garantir proteção e impunidade, mediante desvio de investigações, ocultação de provas e produção de informações falsas.

O relator apontou que, valendo-se da autoridade do cargo, ele manipulou atos investigativos, direcionou apurações e tolerou práticas ilícitas no âmbito da Divisão de Homicídios. O voto também menciona evolução patrimonial significativa sem comprovação de renda compatível.

Diante da ausência de prova direta de participação nos assassinatos, o ministro desclassificou o crime de homicídio imputado a Rivaldo Barbosa e classificou sua conduta como obstrução à Justiça e corrupção passiva, mantendo a responsabilização pelos fatos comprovados nos autos.

Ministro Cristiano Zanin 

O ministro destacou a necessidade de lembrar e de punir os responsáveis por crimes que envolvem grandes violações de direitos humanos, uma vez que a impunidade significa a manutenção de estruturas de poder “que se sentem autorizadas a eliminar opositores políticos”.  

Zanin destacou o fato de o STF estar julgando um caso típico do Tribunal do Júri, deslocado para a Corte por prerrogativa de foro de um dos réus. Segundo ele, o acervo de provas dos autos revela “um quadro estarrecedor” de captura do Estado por uma rede criminal complexa, com profunda penetração nos poderes públicos nas esferas municipal e estadual.  

Essa organização, de acordo com o ministro, “controla a exploração imobiliária, as atividades de segurança, o fornecimento de serviços básicos e o direcionamento de votos sob a mira de fuzis”.  Nesse contexto, a família Brazão dominava territorial e politicamente suas áreas e tinha por objetivo tirar Marielle do caminho.  

Ministra Cármen Lúcia 

A ministra disse que esse julgamento lhe faz muito mal, “pela impotência do Direito diante da vida dilacerada”, e manifestou sua empatia com as mães e famílias das vítimas. “A justiça humana não é capaz de apaziguar essa dor”, afirmou. A ministra destacou o caráter misógino do crime e a necessidade de punição de seus autores. “Quantas Marielles o Brasil permitirá que sejam assassinadas até que se ressuscite a ideia de justiça nesta pátria de tantas indignidades?”, questionou. 

Cármen Lúcia também citou a soberba das organizações criminosas que atuam no Rio de Janeiro e apontou a quantidade de provas existentes nos autos da participação dos réus no crime e da estrutura dessas organizações.   

Ao acompanhar o relator quanto a Rivaldo Barbosa, a ministra observou que não há prova definitiva para condená-lo por participação nos homicídios consumados e tentado. Segundo ela, a questão da corrupção nas instituições públicas, especialmente as de segurança, acabam minando a confiança na Justiça e no Estado Democrático.  

Ministro Flávio Dino 

O presidente da Primeira Turma iniciou seu voto com observações sobre o instituto da colaboração premiada e a dificuldade de julgar ações penais, que, por seu caráter humano, envolvem pessoas, fatos e consequências profundas.

Dino afirmou que as colaborações dos executores do crime, Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, convergem entre si e são corroboradas pelas provas e pelos testemunhos anexados ao processo. Segundo o ministro, Élcio descreve a mecânica do dia do assassinato da vereadora, enquanto Ronnie Lessa, “por estar um degrau acima na cadeia de mando, faz uma narrativa um pouco mais ampla”.   

Para Flávio Dino, o caso Marielle foi um crime “pessimamente investigado, e de forma dolosa”, referindo-se à atuação do ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, acusado de usar o cargo para atrapalhar e desviar o foco das investigações e de receber propina por isso.

Compartilhar:

Posts Relacionados:

Áudio atribuído ao CV aponta suspeita que facção teria sido a autora de três homicídios em Nova Iguaçu: “É o CV. Está aberta a temporada para caçar milícia”. Mais três corpos foram achados na cidade

Áudio atribuído ao CV aponta suspeita que facção teria sido a autora de três homicídios em Nova Iguaçu: “É o CV. Está aberta a temporada para caçar milícia”. Mais três corpos foram achados na cidade

Áudio divulgado pelo programa Balanço Geral da TV Record mostra um suposto traficante do Comando Vermelho comentando sobre as três mortes ocorridas na madrugada de hoje, em Austin, Nova Iguaçu.

POLICIAL PENAL PRESO HOJE NOS EUA AVISAVA LÍDERES DO TRÁFICO SOBRE AÇÕES DA POLÍCIA. LEIA TRECHOS

POLICIAL PENAL PRESO HOJE NOS EUA AVISAVA LÍDERES DO TRÁFICO SOBRE AÇÕES DA POLÍCIA. LEIA TRECHOS

O policial penal Luciano de Lima Fagundes Pinheiro, conhecido como “Bonitão”, preso nesta semana nos Estados Unidos, já havia sido condenado no Brasil por um esquema gravíssimo de vazamento de

Um dos três homens mortos em chacina em Nova Iguaçu respondia processo por duplo homicídio cometido por milicianos no mesmo bairro e local

Um dos três homens mortos em chacina em Nova Iguaçu respondia processo por duplo homicídio cometido por milicianos no mesmo bairro e local

Um dos homens mortos em uma chacina ocorrida durante a madrugada em um bar no bairro de Austin, em Nova Iguaçu, Vítor da Paixão Aragão, o Vitinho da Biqueira, era

PM descreveu como foi ataque que deixou cinco baleados no Para Pedro (TCP) em mais uma guerra de facções no Rio

PM descreveu como foi ataque que deixou cinco baleados no Para Pedro (TCP) em mais uma guerra de facções no Rio

A Polícia Militar descreveu como foi o ataque que deixou cinco baleados na tarde de hoje na comunidade do Pará Pedro, em Colégio, na Zons Norte do Rio. Segundo a

Justiça decreta prisão de homem suspeito de atear fogo em corpo de mulher em Nova Iguaçu  por estar inconformado com fim do relacionamento

Justiça decreta prisão de homem suspeito de atear fogo em corpo de mulher em Nova Iguaçu por estar inconformado com fim do relacionamento

A Justiça decretou hoje a prisão de Jefferson Lopes da Silva acusado de tentar matar uma mulher ateando fogo em seu rosto e pescoço em Nova Iguaçu. Segundo os autos,

Vereador morto em Nova Iguaçu já havia sido detido em operação contra milícia e teve arma e R$ 35 mil apreendidos

Vereador morto em Nova Iguaçu já havia sido detido em operação contra milícia e teve arma e R$ 35 mil apreendidos

O assassinato do vereador de Nova Iguaçu Germano Silva de Oliveira, conhecido como Maninho de Cabuçu, segue gerando desdobramentos e trazendo à tona episódios anteriores envolvendo o histórico do político.

Após revelação do nosso site no RJ, denúncia contra acusado de matar modelo repercute em outros veículos e vítima expõe novos detalhes de terror

Após revelação do nosso site no RJ, denúncia contra acusado de matar modelo repercute em outros veículos e vítima expõe novos detalhes de terror

A matéria publicada por nosso site durante a madrugada — revelando que uma ex-namorada de Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, acusado de matar a modelo baiana Ana Luiza Mateus na

Vereador morto em Nova Iguaçu foi alvo de operação contra milícia há seis anos, mas nada foi comprovado

Vereador morto em Nova Iguaçu foi alvo de operação contra milícia há seis anos, mas nada foi comprovado

Morto na manhã desta quinta-feira após ser baleado no dia anterior, o vereador Germano Silva de Oliveira, o Maninho do Cabuçu, já havia sido alvo de uma operação da Polícia

Suspeito de matar modelo na Barra já havia sido acusado de espancar e estuprar uma ex-namorada, apontam relatos — ele foi encontrado morto na delegacia

Suspeito de matar modelo na Barra já havia sido acusado de espancar e estuprar uma ex-namorada, apontam relatos — ele foi encontrado morto na delegacia

O homem apontado como principal suspeito da morte da modelo e miss baiana Ana Luiza Mateus, de 29 anos, já havia sido acusado anteriormente de agredir uma ex-namorada, segundo reportagens

7 PMs suspeitos de ligação com Índio do Lixão podem ser expulsos: relatório revela o que cada um fazia para ajudar o CV

7 PMs suspeitos de ligação com Índio do Lixão podem ser expulsos: relatório revela o que cada um fazia para ajudar o CV

A Polícia Militar do Rio de Janeiro decidiu submeter ao Conselho de Disciplina — que pode levar à expulsão — sete agentes apontados em investigação da Polícia Federal como cooptados

Rota suspeita: PMs passaram por 29 comércios em 3 horas sem câmera e entraram na mira de processo de expulsão

Rota suspeita: PMs passaram por 29 comércios em 3 horas sem câmera e entraram na mira de processo de expulsão

A Polícia Militar do Rio de Janeiro decidiu submeter ao Conselho de Disciplina — que pode culminar na expulsão — dois policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) por uma

Trama nascida na cadeia terminou em execução:  Homem foi morto sob aval da cúpula da milícia, corpo desapareceu e vingança disparou onda de mortes em Santa Cruz

Trama nascida na cadeia terminou em execução: Homem foi morto sob aval da cúpula da milícia, corpo desapareceu e vingança disparou onda de mortes em Santa Cruz

A reportagem teve acesso a documentos que mostram que uma trama iniciada dentro de um presídio terminou em um homicídio que teve autorização de um dos chefes da maior milícia

Justiça vê esquema ativo e risco de fuga e explica por que MC Poze e MC Ryan continuam presos

Justiça vê esquema ativo e risco de fuga e explica por que MC Poze e MC Ryan continuam presos

A Justiça Federal de São Paulo decidiu manter presos os funkeiros MC Poze do Rodo e MC Ryan na semana passada por entender que há indícios claros de que os

Homem considerado X9 caiu no ‘tribunal do tráfico’ do CV em Três Rios sendo morto com golpes de enxada e cadeiradas

Homem considerado X9 caiu no ‘tribunal do tráfico’ do CV em Três Rios sendo morto com golpes de enxada e cadeiradas

Um homem foi morto com golpes de enxada e cadeiradas após cair no 'tribunal do tráfico' do Comando Vermelho na cidade de Três Rios, no interior fluminense. A vítima foi

Traficante de Goiás preso no Vidigal e grupo tinham base no RJ e esquema de fraude judicial para evitar prisão

Traficante de Goiás preso no Vidigal e grupo tinham base no RJ e esquema de fraude judicial para evitar prisão

Preso ontem no Morro do Vidigal, em uma operação policial cercada de polêmica e que deixou centenas de turistas ilhados, Patrick César Tobias Xavier, o “Bart”, não é um criminoso

TCP se expande sem comando central: estrutura descentralizada impulsiona avanço da facção pelo país

TCP se expande sem comando central: estrutura descentralizada impulsiona avanço da facção pelo país

Investigações recentes escancaram o funcionamento do Terceiro Comando Puro (TCP), facção criminosa que deixou de ser apenas mais um grupo do narcotráfico fluminense para se consolidar como uma organização em

Facção de traficante alvo no Vidigal (CV) promoveu fuga em massa, atentado contra diretor e nova tentativa de resgate em presídio na Bahia

Facção de traficante alvo no Vidigal (CV) promoveu fuga em massa, atentado contra diretor e nova tentativa de resgate em presídio na Bahia

Alvo principal da polêmica operação no Morro do Vidigal, que deixou turistas presos na comunidade nesta segunda-feira, o traficante Ednaldo Pereira de Souza, o “Dada”, integra uma organização criminosa (Primeiro

Alvo no Vidigal (CV), traficante “Dada” controlava o crime na Bahia com mão de ferro. Investigações mostraram seu poder mesmo quando estava preso

Alvo no Vidigal (CV), traficante “Dada” controlava o crime na Bahia com mão de ferro. Investigações mostraram seu poder mesmo quando estava preso

O alvo da operação realizada nesta segunda-feira no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, era tratado pelas autoridades como um dos pilares do crime organizado no sul da

Operação policial que deixou turistas ‘ilhados’ no Vidigal (CV) capturou uma das principais operadoras financeiras de facção baiana

Operação policial que deixou turistas ‘ilhados’ no Vidigal (CV) capturou uma das principais operadoras financeiras de facção baiana

O Ministério Público da Bahia explicou a operação realizada hoje no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, que resultou em tiroteio e deixou turistas p'resos'ilhados' na comunidade.sem poder

Escândalo na orla da zona sul: tráfico ficava com 60% de golpe da maquininha aplicado em turistas no Rio”

Escândalo na orla da zona sul: tráfico ficava com 60% de golpe da maquininha aplicado em turistas no Rio”

A reportagem teve acesso a detalhes de uma investigação que revela que o tráfico de drogas lucrava diretamente com o golpe da maquininha aplicado contra turistas nas praias da Zona

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima