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Luxo e festas: denúncia aponta mulher de Rabicó (CV) como peça da ostentação da quadrilha

A denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro contra integrantes da facção que atua no Complexo do Salgueiro traz detalhes sobre o padrão de vida luxuoso mantido por RAQUEL NEVES DOS SANTOS MENDONÇA, companheira do traficante Antônio Ilário Ferreira, o “Rabicó”, além de expor diálogos e movimentações atribuídas a ALEX SANDRO FERREIRA DE ARAÚJO, o “TEC”, apontado como operador financeiro da quadrilha.

Segundo a investigação, Raquel seria uma das principais responsáveis pela ocultação de patrimônio e pela administração de bens ligados ao núcleo criminoso. Os investigadores afirmam que a análise da nuvem de dados da denunciada revelou registros de festas privadas, viagens, resorts de luxo, cruzeiros, carros e grande quantidade de dinheiro em espécie.

De acordo com o relatório, foram encontrados registros de eventos de alto padrão, comemorações privadas e encontros realizados em áreas controladas pela facção. A denúncia afirma que Raquel ostentava joias, roupas caras e maços de dinheiro em fotos armazenadas em dispositivos eletrônicos.

Entre os locais citados pelos investigadores aparecem hospedagens em resort de luxo, participação em cruzeiro e festas realizadas em imóveis atribuídos ao grupo criminoso. O Ministério Público sustenta que o padrão de vida seria incompatível com qualquer renda oficialmente declarada.

Outro trecho da investigação aponta que o esquema financeiro da quadrilha também teria sido utilizado para beneficiar integrantes da família de “Rabicó”, incluindo seu filho, RUAN DOS SANTOS FERREIRA. Segundo os investigadores, foram identificadas transferências bancárias relacionadas a pessoas que realizavam visitas ao filho do traficante enquanto ele estava preso.

A denúncia cita, por exemplo, uma transferência de R$ 2 mil feita por “TEC” para uma mulher identificada como frequentadora das visitas a Ruan no sistema penitenciário. Para os investigadores, o pagamento reforça a ligação direta entre o operador financeiro da quadrilha e o núcleo familiar do chefe da facção.

As investigações também apontam que Raquel administrava veículos e imóveis registrados em nome de terceiros, prática que, segundo os promotores, teria o objetivo de ocultar patrimônio supostamente adquirido com dinheiro do tráfico, roubos e lavagem de capitais.

Outro ponto destacado na denúncia envolve as conversas entre “Rabicó” e “TEC”, descrito pelas autoridades como o principal operador financeiro da organização criminosa. Os áudios reunidos pela investigação mostram pedidos de pagamentos, depósitos, compras e transferências bancárias.

Trechos das mensagens atribuídas a “Rabicó” revelam a relação direta com “TEC”:

“Meu parceiro Tec, é só você dar o sinal aí pra me encostar lá, pegar lá essa parada aqui, pros caras pintar aqui, valeu? É só você dar um salvão que eu vou encostar lá agora.”

Em outro áudio anexado ao processo, “Rabicó” solicita a compra de materiais:

“Meu querido, por que você pode fazer esse favor pra mim aí? Dá uma batida lá na madeira, rola isso lá e encomenda esse material pra mim, por favor aí, cara.”

As escutas também mostram pedidos frequentes de PIX e depósitos bancários:

“É isso mesmo, Tec. Vem já bem. Eu vou mandar mais um Pix pra tu aí pra você ir adiantar aí pra botar uma conta agora de 700 reais aí, valeu?”

Outro trecho aponta novas solicitações financeiras:

“Oi meu mano Tec, bom dia aí. Tem como você botar aí um Pix de mil reais nessa conta pra mim por gentileza aí mano?”

E ainda:

“Oi Tec, me faz um favor aí, deposita mil nessa conta, por favor aí, por gentileza aí, cara.”

Segundo o Ministério Público, os diálogos demonstram uma relação de confiança e subordinação entre os integrantes da organização criminosa. A investigação afirma que “TEC” era responsável por movimentar dinheiro da facção, realizar transferências pulverizadas e administrar contas utilizadas para ocultar recursos ilícitos.

Os promotores afirmam ainda que o operador financeiro teria movimentado mais de R$ 73 milhões em operações consideradas suspeitas pelo COAF, utilizando empresas de reciclagem, contas de passagem e depósitos fracionados para dificultar o rastreamento do dinheiro.

A denúncia sustenta que Raquel, “TEC” e pessoas ligadas à família de “Rabicó” integravam diretamente a engrenagem financeira da organização criminosa comandada pelo traficante no Complexo do Salgueiro.

A denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro contra integrantes da facção que atua no Complexo do Salgueiro traz detalhes sobre o padrão de vida luxuoso mantido por Raquel Neves dos Santos Meondoça companheira do traficante Antônio Ilário Ferreira, o “Rabicó”, além de expor diálogos e movimentações atribuídas a Alex Sandro Ferreira de Araújo, , apontado como operador financeiro da quadrilha.

Segundo a investigação, Raquel seria uma das principais responsáveis pela ocultação de patrimônio e pela administração de bens ligados ao núcleo criminoso. Os investigadores afirmam que a análise da nuvem de dados da denunciada revelou registros de festas privadas, viagens, resorts de luxo, cruzeiros, carros e grande quantidade de dinheiro em espécie.

De acordo com o relatório, foram encontrados registros de eventos de alto padrão, comemorações privadas e encontros realizados em áreas controladas pela facção. A denúncia afirma que Raquel ostentava joias, roupas caras e maços de dinheiro em fotos armazenadas em dispositivos eletrônicos.

Entre os locais citados pelos investigadores aparecem hospedagens em resort de luxo, participação em cruzeiro e festas realizadas em imóveis atribuídos ao grupo criminoso. O Ministério Público sustenta que o padrão de vida seria incompatível com qualquer renda oficialmente declarada.

Outro trecho da investigação aponta que o esquema financeiro da quadrilha também teria sido utilizado para beneficiar integrantes da família de “Rabicó”, incluindo seu filho, RUAN DOS SANTOS FERREIRA. Segundo os investigadores, foram identificadas transferências bancárias relacionadas a pessoas que realizavam visitas ao filho do traficante enquanto ele estava preso.

A denúncia cita, por exemplo, uma transferência de R$ 2 mil feita por “TEC” para uma mulher identificada como frequentadora das visitas a Ruan no sistema penitenciário. Para os investigadores, o pagamento reforça a ligação direta entre o operador financeiro da quadrilha e o núcleo familiar do chefe da facção.

As investigações também apontam que Raquel administrava veículos e imóveis registrados em nome de terceiros, prática que, segundo os promotores, teria o objetivo de ocultar patrimônio supostamente adquirido com dinheiro do tráfico, roubos e lavagem de capitais.

Outro ponto destacado na denúncia envolve as conversas entre “Rabicó” e “TEC”, descrito pelas autoridades como o principal operador financeiro da organização criminosa. Os áudios reunidos pela investigação mostram pedidos de pagamentos, depósitos, compras e transferências bancárias.

Trechos das mensagens atribuídas a “Rabicó” revelam a relação direta com “TEC”:

“Meu parceiro Tec, é só você dar o sinal aí pra me encostar lá, pegar lá essa parada aqui, pros caras pintar aqui, valeu? É só você dar um salvão que eu vou encostar lá agora.”

Em outro áudio anexado ao processo, “Rabicó” solicita a compra de materiais:

“Meu querido, por que você pode fazer esse favor pra mim aí? Dá uma batida lá na madeira, rola isso lá e encomenda esse material pra mim, por favor aí, cara.”

As escutas também mostram pedidos frequentes de PIX e depósitos bancários:

“É isso mesmo, Tec. Vem já bem. Eu vou mandar mais um Pix pra tu aí pra você ir adiantar aí pra botar uma conta agora de 700 reais aí, valeu?”

Outro trecho aponta novas solicitações financeiras:

“Oi meu mano Tec, bom dia aí. Tem como você botar aí um Pix de mil reais nessa conta pra mim por gentileza aí mano?”

E ainda:

“Oi Tec, me faz um favor aí, deposita mil nessa conta, por favor aí, por gentileza aí, cara.”

Segundo o Ministério Público, os diálogos demonstram uma relação de confiança e subordinação entre os integrantes da organização criminosa. A investigação afirma que “TEC” era responsável por movimentar dinheiro da facção, realizar transferências pulverizadas e administrar contas utilizadas para ocultar recursos ilícitos.

Os promotores afirmam ainda que o operador financeiro teria movimentado mais de R$ 73 milhões em operações consideradas suspeitas pelo COAF, utilizando empresas de reciclagem, contas de passagem e depósitos fracionados para dificultar o rastreamento do dinheiro.

A denúncia sustenta que Raquel, “TEC” e pessoas ligadas à família de “Rabicó” integravam diretamente a engrenagem financeira da organização criminosa comandada pelo traficante no Complexo do Salgueiro.

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