Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Futebol

Uma grande quadrilha formada por torcedores organizados do Flamengo que espalhava terror fora do estádio durante os jogos. LEIA DETALHES DA INVESTIGAÇÃO

O Ministério Público denunciou dezenas de integrantes e associados da Torcida Jovem do Flamengo (TJF) sob a acusação de que o grupo havia formado uma verdadeira estrutura criminosa, com caráter estável e permanente, destinada à prática de diversos delitos relacionados a confrontos entre torcidas organizadas. Segundo a denúncia, os acusados teriam se associado entre si e a outras pessoas ainda não identificadas, inclusive adolescentes, com o objetivo específico de cometer crimes como tumultos, lesões corporais, ameaças, homicídios, porte de armas de fogo, posse e transporte de artefatos explosivos, desobediência e outros delitos ligados a eventos esportivos. A acusação aponta que a suposta associação criminosa entrou em ação no dia 8 de março de 2026, horas antes da final do Campeonato Carioca entre Flamengo e Fluminense, disputada no Maracanã. Integrantes da TJF teriam se reunido nas proximidades da Rua Paulo VI, na subida do Morro Azul, entre Flamengo e Laranjeiras, área próxima à sede do Fluminense. A operação policial encontrou um verdadeiro arsenal destinado, segundo a acusação, à prática de violência em um confronto entre torcidas. Foram apreendidos sete bastões de madeira, um taco de beisebol, duas facas, caixas de fogos de artifício e três artefatos explosivos de fabricação caseira, além de outros materiais. A decisão judicial registra que o grupo estaria reunido nas proximidades da sede do Fluminense com uma finalidade violenta e que, segundo depoimentos colhidos durante a investigação, haveria a intenção de atacar o local e interceptar ônibus de torcedores rivais que seguiriam para o jogo. De acordo com o Ministério Público, a atuação dos denunciados não se resumiria a um episódio isolado. A acusação sustenta que os integrantes da torcida organizada estariam associados de forma estável e permanente para a prática de crimes dolosos, transformando a estrutura da torcida em uma espécie de organização voltada à violência em eventos esportivos. A denúncia também acusa os integrantes de terem corrompido ou facilitado a corrupção de dois adolescentes, que teriam participado das infrações penais atribuídas ao grupo. Além disso, um dos denunciados, Carlos da Silva Albuquerque, responde também por receptação, acusado de ter adquirido, recebido, transportado ou ocultado um celular que, segundo o processo, seria produto de roubo. A Justiça recebeu a denúncia e reconheceu a existência de prova da materialidade e indícios de autoria suficientes para dar início à ação penal. Os acusados chegaram a ser presos preventivamente, mas posteriormente tiveram a prisão revogada e foram submetidos a medidas cautelares, incluindo a proibição de frequentar partidas de futebol e eventos esportivos. A decisão também proibiu os denunciados de comparecerem a eventos esportivos portando elementos que os identificassem como integrantes da Torcida Jovem do Flamengo. O caso expõe, segundo a acusação, o grau de organização e a diversidade de crimes que podem estar envolvidos em confrontos entre torcidas organizadas. Para o Ministério Público, não se tratava apenas de uma briga ocasional entre torcedores, mas de uma associação criminosa estruturada para praticar violência, utilizar armas e explosivos, envolver adolescentes e cometer outros delitos no contexto de eventos esportivos. A decisão judicial destaca que o grupo estaria reunido nas proximidades da sede do Fluminense com uma finalidade claramente violenta. Conforme consta dos depoimentos colhidos durante a investigação, os integrantes da torcida teriam se preparado para atacar a torcida rival e promover uma ação nas Laranjeiras. Em uma das declarações, o acusado Natan Fernandes da Silva Matos teria afirmado que o grupo iria “dar um ataque nas Laranjeiras”. Para a Justiça, a ação planejada não chegou a ser concretizada em razão da intervenção da Polícia Militar. O grupo foi abordado antes que o suposto ataque à torcida adversária pudesse ocorrer. A decisão também ressaltou que, entre os crimes imputados, está o de associação criminosa, considerado independente da efetiva consumação dos demais delitos planejados. Segundo o entendimento exposto no processo, os denunciados, integrantes da Torcida Jovem do Flamengo, estariam, em tese, predispostos à prática de crimes, especialmente contra torcedores rivais. A Justiça considerou que a denúncia apresentou elementos suficientes para dar início à ação penal e afastou os argumentos das defesas de que a acusação seria genérica ou não individualizaria adequadamente a conduta dos denunciados. O entendimento foi de que, em crimes de autoria coletiva, não é necessário que a denúncia descreva minuciosamente a atuação individual de cada acusado, desde que demonstre a ligação entre os envolvidos e a suposta prática criminosa. Apesar de reconhecer a gravidade dos fatos e a existência de elementos que apontariam para a materialidade dos crimes e indícios de autoria, a Justiça posteriormente revogou as prisões preventivas. A decisão considerou que, embora estivesse presente o chamado fumus commissi delicti, não havia, naquele momento, elementos suficientes para demonstrar risco à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal. Os acusados foram colocados em liberdade mediante medidas cautelares. Entre elas estão a obrigação de comparecer aos atos do processo, a apresentação bimestral ao Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos e a proibição de deixar a comarca sem autorização judicial. A principal restrição, porém, foi relacionada ao futebol: os denunciados foram proibidos de acessar ou frequentar partidas e eventos esportivos em todo o território nacional. Também não podem comparecer a esses locais utilizando roupas, acessórios, símbolos ou qualquer outro elemento que permita identificá-los como integrantes da Torcida Jovem do Flamengo. O processo, portanto, descreve uma ação que, segundo o Ministério Público e os elementos considerados pela Justiça, teria ultrapassado uma simples briga entre torcedores. A acusação sustenta que integrantes da torcida se reuniram previamente, portando bastões, taco de beisebol, facas e artefatos explosivos, com o objetivo de atacar rivais. A intervenção policial teria impedido que o plano de violência avançasse. O episódio é tratado pela acusação como uma atuação coletiva e organizada para a prática de múltiplos crimes, incluindo associação criminosa, posse de explosivos, porte de armas brancas e corrupção de adolescentes. A denúncia foi recebida pela Justiça, que reconheceu a existência de justa causa para a abertura da ação penal.

Justiça decretou a prisão preventiva de quatro integrantes da Força Jovem do Vasco suspeitos de matarem membro da Young Flu em Mesquita em dezembro. Vítima levou pedradas, pauladas, facadas e tiros. LEIA OS DETALHES DO CRIME

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de integrantes da torcida Força Jovem do Vasco suspeitos do homicídio de um membro da Young Flu, que foi jogado dentro de um rio e agredido a pedradas, pauladas, facadse e tiros em dezembro, em Mesquita. Respondem pelo crime Nando Suicida, DN e outros dois homens chamados Rayan e Fagner. Narra a denúncia que “no dia 14 de dezembro de 2025, entre 12h e 13h, na Rua Magno de Carvalho, bairro Chatuba, os suspeitos agindo com intenção de matar, atacaram violentamente integrantes da torcida ‘Young Flu’, ocasionando a morte de Gabriel Pereira Costa. Segundo consta dos autos, durante confronto entre membros da torcida Força Jovem do Vasco (8ª Família) e da Young Flu, a vítima Gabriel Pereira Costa foi isolado do grupo, cercado pelos suspeitos e por diversos indivíduos não identificados e empurrado para o leito de um rio, ficando em situação de absoluta vulnerabilidade. Nesse contexto, DN foi o primeiro a pular no rio, iniciando as agressões aplicando diversos socos na vítima. Em seguida, Raya A também pulou leito do rio, passando a desferir pauladas e pedradas contra Gabriel, intensificando as agressões físicas. Na sequência, Nando Suicida, portando arma branca, pulou no rio e desferiu diversos golpes de faca contra o corpo na vítima. Paralelamente à execução da vítima Gabriel, Fagner com intenção de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra quatro torcedores do Fluminense,impedindo qualquer tentativa de aproximação ou socorro à vítima, garantindo, assim, a consumação do homicídio. Os quatro não foram atingidos. Os os disparos ocorreram em via pública, local com grande aglomeração de pessoas, expondo número indeterminado de indivíduos a uma situação de perigo.” A agressão somente cessou após a intervenção da Polícia Militar, ocasião em que os autores se dispersaram. A vítima chegou a ser socorrida, contudo, não resistiu à gravidade das múltiplas lesões sofridas, falecendo em razão do espancamento associado aos ferimentos provocados por arma branca. Um torcedor da Young Flu disse em depoimento qur ficou sabendo que as torcidas organizadas 8ª Família do Vasco, 6ª Família da Leopoldina, Ira do Vasco e a Torcida Jovem do Botafogo Baixada, estavam se juntando para realizar um ” ataque ” na torcida Yong Flu núcleo de Nilópolis no domingo antes do jogo Vasco e Fluminense; Segundo o declarante os componentes da torcida Yong Flu núcleo Nilópolis e 13 Nova Iguaçu se antecipou e se dirigiram para Mesquita em Edson Passos, quando iniciou-se uma briga. Assim que chegaram próximo ao rio, uma pessoa não identificada juntamente com o alcunha Vega começaram a efetuar disparos de arma de fogo em direção ao declarante e os componentes de sua torcida do Fluminense; Vega ” é conhecido entre as torcidas organizadas pelas suas covardias; Os disparos fizeram o declarante e os demais componentes da torcida recuar esse abrigar; Havia mais um homem realizando disparos juntamente com ” Vega”, mas a testemunha não sabe informar a sua identificação; O declarante disse que Gabriel estava com ele desde o ponto de encontro na padaria em Nilópolis até o momento dos tiros. No momento do disparos, Gabriel se dispersou do grupo e ficou para trás;. O declarante abrigado dos tiros viu o Gabriel ser empurrado no rio por uma pessoa desconhecida que saiu correndo e não sabe informar a identificação desse indivíduo; Após a queda da vítima Gabriel no Rio o primeiro a pular no rio e começar a agredir GABRIEL com socos foi DN que usava uma camisa branca na cabeça e bermuda preta. Um segundo homem a pular no rio atrás de da vítima Gabriel, usando um chapéu de pescador australiano de cor preta, sem camisa e com pedaço de madeira e pedra e o declarante reconhece esse segundo agressor como sendo Rayan, que deu pauladas e pedradas na vítima; Segundo o depoimento, um terceiro elemento, Nando Suicida pulou no rio atrás de Gabriel e com uma faca começou a efetuar diversas facadas na vítima, que ainda tentou colocar a mão na frente para tentar evitar as facadas; O declarante juntamente com os demais componentes da torcida do fluminense começou a gritar ” Pô covardia não, covardia não, solta o moleque”.Mesmo assim, Nando Suicida continuou a dar as facadas. Somente quando a policil militar chegou e trocou tiros e que o alcunha ” Vega e o desconhecido pararam de efetuar disparos e correu para dentro da favela da Chatuba; O declarante e demais amigos devido a intervenção da Polícia Militar conseguiram entrar no rio para prestar os primeiros socorros a vítima Gabriel. A testemunha e seus amigos conseguiram tirar a vítima Gabriel do Rio e colocaram na Viatura da PMERJ que socorreu o Gabriel para a UPA de Edson Passos; Disse que Gabriel estava muito ferido no momento em que a policia militar o socorreu para a UPA. A testemunha disse informar estar sendo ameaçado por ” Vega “; Que pelas redes sociais Vega disses que ia invadir sua casa e se não o encontrar, vai pegar seus familliares Devido a essa ameaça o declarante não está mais dormindo em casa”

Torcedor morreu esfaqueado em briga entre vascaínos e tricolores na Baixada

Uma briga entre torcedores do Fluminense e do Vasco terminou com um homem morto após ser esfaqueado em Mesquita ontem (14/12). A vítima, identificada como Gabriel Pereira, foi socorrido pela PM sendo levado pra UPA de Edson Passos, e transferido para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes mas não resistiu. A confusão foi entre as torcidas organizadas Young Flu e Força Jovem. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram uma correria generalizada e homens carregando paus e pedras. “Pra vocês que não acreditaram. Nós estamos aqui, dentro da Chatuba, botando os caras pra correr”, disse um torcedor, enquanto filmava a confusão. O caso foi registrado na 53DP. A Polícia Civil informa que busca identificar praticou a lesão corporal contra o torcedor.

Justiça manteve prisão de integrantes de organizada do Flamengo envolvidos em morte de vascaíno em Oswaldo Cruz. RELEMBRE O FATO

A Justiça manteve a prisão preventiva de sete integrantes da Toricda Jovem do Flamengo suspeitos de envolvimento no homicídio de um torcedor do Vasco em setembro, em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio. Trata-se de denúncia que imputa aos acusados a conduta de “No dia 11 de setembro de 2025, por volta de 18h30min, na Rua João Vicente, nas proximidades da estação ferroviária de Oswaldo Cruz, um dos envolvidos, de vulgo Porroziinho, efetuou disparo de arma de fogo, contra J.G.B, que não resultaram em morte por erro na execução do disparo. Outro envolvido, vulgo Monstrino,, efetuou disparos de arma de fogo, contra Rodrigo José Da Silva Sant’anna, provocando sua morte.”Consta nos autos da investigação que os autores dos disparos e demais denunciados, todos integrantes do grupo autodenominado Torcida Jovem do Flamengo, elaboraram minucioso plano de delito e, portando armas de fogo, porretes, pedras, garrafas e artefatos pirotécnicos, surpreenderam um conjunto de torcedores do Clube Regatas Vasco da Gama, que pretendiam embarcar na estação ferroviária de Oswaldo Cruz em direção ao estádio Olímpico Nilton Santos para assistir ao jogo Botafogo FR x CR Vasco da Gama. As diligências investigatórias lograram em demonstrar, estreme de dúvida, que os denunciados estavam presentes na cena delitiva, em perfeita comunhão de ações e desígnios com os autores dos disparos, e concorreram dolosamente para a empreitada criminosa, tomando parte no planejamento, participando ativamente dos atos de violência e ombreando os executores no momento dos disparos. Um deles entregou a arma a um dos atiradores bem como artefatos pirotécnicos empregados nos ataques, prestando suporte logístico aos comparsas por meio do veículo que conduzia, o qual permaneceu à disposição do grupo durante a atividade. O presidente da Torcida Jovem promoveu e organizou os ataques, concorrendo diretamente para a produção dos resultados criminosos. Para alcançar seus desideratos ilícitos, os denunciados, aderindo conscientemente a um plano comum, deflagraram uma batalha campal, praticando uma série de atos de selvageria, consoante imagens amplamente veiculadas em mídias sociais, bem como utilizando de fogos de artifícios para camuflar o som dos disparos realizados. Os atos violentos de todos os denunciados na cena delitiva revelam a potencialidade causal em relação aos resultados, pois a ação organizada, com o emprego de armas e artefatos explosivos, criou o contexto direto e necessário à produção dos gravíssimos eventos. Tais consequências lesivas são desdobramento natural e previsível das condutas violentas livremente praticadas. Os crimes foram cometidos por motivo torpe, uma vez que os denunciados, movidos por sentimento de rivalidade entre torcidas organizadas de futebol, atacaram as vítimas exclusivamente por pertencerem ao grupo adversário. A motivação, desproporcional e abjeta, decorreu unicamente do ódio irracional que nutriam pela torcida rival. Os crimes foram cometidos mediante emboscada, uma vez que os denunciados, cientes de que torcedores da equipe rival se encontravam concentrados nas imediações da estação ferroviária de Oswaldo Cruz, em ambiente festivo e desarmado, deslocaram-se até o local, surpreendendo o grupo adversário com violência repentina e desproporcional. As vítimas foram atacadas de inopino, sem qualquer possibilidade de reação.” FONTE: TJ-RJ

Saiba quais foram os presos na operação para prender suspeitos de matar torcedor do Vasco e os autores dos disparos

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizaram, na manhã deste sábado (20), uma operação para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento na morte de Rodrigo José da Silva Sant’anna e na tentativa de homicídio de uma segunda vítima. A ação aconteceu em bairros das zonas Norte e Oeste. De acordo com a Polícia Civil, oito homens, todos integrantes de uma mesma torcida organizada, foram presos, entre eles Tiago de Souza Câmara Mello, conhecido como Boinha, (Foto), presidente da Torcida Jovem do Flamengo (TJF). Ele foi detido em casa, em Vila Valqueire. Também foram detidos Eduardo dos Santos Pereira (“Dudu”), Gabriel Alexandre Sequeira Alves de Araújo (“GB”), Gabriel Victor da Silva Carqueija (“Hamburgão”), João Pedro dos Santos Campos (“JP”), Paulo Victor Aguiar Santana (“PV”), Rafael Francisco dos Santos (“Fael”) e Thiago Faria da Silva Trovão (“Monstrinho”). Segundo investigações da DH, os suspeitos de efetuarem os disparos são Thiago Faria da Silva Trovão, o Monstrinho, e Everton Oliveira da Silva, conhecido como Porrozinho

Morte de torcedor do Vasco foi considerada ‘fútil, abjeta e primitiva’. Polícia faz operação e já prendeu oito suspeitos

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizam, na manhã de hoje, uma operação contra criminosos que mataram Rodrigo José da Silva Sant’anna e tentaram matar uma segunda vítima. Os agentes buscam cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão em bairros das zonas Norte e Oeste do Rio. Até o momento, oito homens foram capturados, inclusive o presidente de uma torcida organizada. O crime foi praticado no dia 11 deste mês, em Oswaldo Cruz. Naquele dia, ocorreria uma partida entre Vasco e Botafogo. As investigações demonstraram que Rodrigo, torcedor do Vasco, foi alvo de criminosos que se identificam como torcedores de um terceiro time, que nada tinha a ver com a disputa esportiva da ocasião. Conforme apurado pela equipe da DHC, o crime teve motivação “fútil, abjeta e primitiva”, com os bandidos organizados para atacar outros torcedores. Eles não utilizaram símbolos do time para o qual torcem a fim de evitar a identificação. Na ocasião, Rodrigo e outros torcedores foram emboscados pelos criminosos, que atacaram com fogos de artifício. Testemunhas relataram ainda terem ouvido pelo menos quatro disparos de arma de fogo, tendo um deles atingido a vítima. A Delegacia de Homicídios foi acionada e prontamente iniciou a investigação, que levou à qualificação dos bandidos. Com base nos elementos coletados, inclusive análise de imagens de câmeras de segurança que demonstrou a participação dos envolvidos, a autoridade policial representou pelas prisões.

Bandidos infiltrados em torcidas organizadas são alvos de operação no Rio

Criminosos se passam por torcedores de facções organizadas para cometer delitos violentos como roubos e homicídios. Esses bandidos se utilizam de redes sociais para marcar confrontos, cujos resultados vêm se agravando, com casos recentes de feridos e mortes. Hoje, a Polícia Civil faz uma operação contra esses marginais. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão contra 39 alvos, em diversos endereços, incluindo as sedes das principais torcidas do Rio. Até o momento, dois homens foram presos em flagrante: um por entrar em confronto com os agentes e outro por posse ilegal de arma de fogo. Além disso, dois fuzis foram apreendidos durante as diligências A ação visa a obter maiores subsídios para identificar as organizações criminosas inseridas nas torcidas.

Mais uma briga de torcida termina em morte no Rio

Mateus dos Santos foi morto a pauladas no último sábado (13) durante uma briga entre torcedores perto do Estádio Nilton Santos, no Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio. A PM apreendeu pedaços de madeira usados nas agressões. Mesmo sem jogo marcado, grupos de torcidas, apontados como ligados ao Botafogo, se reuniram e entraram em confronto com rivais e policiais. Vídeos nas redes sociais mostram uma briga generalizada, em que um homem cai no chão e é brutalmente agredido, possivelmente a vítima.

Torcida Jovem do Flamengo é suspeita de matar torcedor do Vasco. Grupo nega

A Polícia Civil investiga se integrantes da Torcida Jovem do Flamengo foram os autores do homicídio do torcedor vascaino Rodrigo José na noite de ontem, em Oswaldo Cruz. Segundo relatos, os flamenguistas teriam armado uma emboscada contra membros da Força Jovem do Vasxo. Detalhe: o Flamengo não jogou ontem O confronto foi entre Vasco e Botafogo pela Copa do Brasil. A Torcida Jovem do Flamengo é a Força Jovem ganharam novamente o direito dr frequentar estádios recentemente após ficarem suspensas por alguns anos. A Jovem Fla se pronunciou nas redes sociais negando participação no crime (Leia acima)

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima