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Justiça Federal condenou a até 20 anos 15 milicianos do bando de Zinho que trocaram tiros com PRFs na Avenida Brasil ano passado. Veja o papel de cada um no grupo e detalhes da investigação

A Justiça Federal do Rio condenou 15 milicianos do “Bonde do Zinho” que trocaram tiros com agentes da PRF na Avenida Brasil, em março do ano passado.

Na ocasião, nove milicianos foram presos e outros seis baleados. As penas variam de 15 a 20 anos de prisão.


Segundo a denúncia, na madrugada do dia 7 de março de 2024, por volta das 4h, os denunciados foram flagrados, por policiais rodoviários federais, com as armas e munições pelo menos, 12 fuzis, 7 pistolas, 2 granadas e milhares de munições, além de coldres, camisas, calças e cintos táticos com a inscrição “Polícia”, balaclavas e rádios comunicadores, quando trafegavam pela Avenida Brasil (BR-101), sentido Centro, na altura do Viaduto Eng. Oscar Brito, em Campo Grande, nesta cidade.


Os acusados e resistiram, com violência, à ordem de parada policial, bem como dirigiam,na oportunidade, 3 veículos clonado sendo tal forma de deslocamento conhecida vulgarmentecomo “bonde”, além de que constituíam milícia privada voltada à prática de delitos como extorsão, receptação, ameaça e homicídio

Um dos bandidos presos afirmou que um dos comparsas foi lhe buscar para r para ir para a Carobinha a pedido do Pipito, para ajudarem na “contenção” na comunidade porque o Comando Vermelho iria tentar invadir o local.


Um outro também confirmou que foram para a Carobinha fazer a segurança para evitar uma suposta invasão do Comando Vermelho.


Um terceiro contou que eles estavam voltando da Carobinha; que tinham ido para apoio, pois a localidade estava em guerra contra o Comando Vermelho; que foi acionado para evitar a invasão dos bandidos do Comando Vermelho, como não houve invasão foram liberados

Um delegado afirmou que quando o falecido Pipito assumiu o comando da milícia de Zinho, houve um período de instabilidade e o Comando Vermelho aproveitou para retomar algumas áreas de domínio.


Ao receber ainformação de que haveria uma investida na Carobinha, em Campo Grande, na passou-se a investigar tanto os traficantes que iriam retomar o poder sobre a comunidade quanto os milicianos da região; que conseguiu com essa investigação informações sobre dois veículos utilizados em deslocamentos da milícia; que esses veículos eram usados também pela milícia para deslocamento de homens e reforços para determinada região;que houve algumas tentativas de interceptação desses veículos sem sucesso até o dia que, com auxílio da PRF e do 27° Batalhão de Santa Cruz, logrou interceptar o comboio e apreender os materiais que estão nos autos; que a Polícia Civil agiu em viaturas descaracterizadas, posicionados em locais indicados pela PRF para que não fossem descobertos por olheiros; que a PRF, estando em viaturas ostensivas, foi quem ficou responsável pela abordagem.


Segundo ele, a milícia do Zinho cobra taxa, exerce o monopólio na venda de serviços e produtos; que, diferente de outras milícias, o grupo criminoso de Zinho tem, como atividade não tolerada, o tráfico de drogas, apesar de alguns de seus integrantes responderem por tráfico de entorpecentes.


O delegado afirmou que havia a monitoração tanto dos milicianos quanto dos traficantes com intenção de impum grande confronto na localidade; que as informações são obtidas por compartilhamento de agências de inteligência; que informações sobre a movimentação miliciana em questão estava, inclusive, em redes sociais de pessoas da região.


O policial falou que um dos emvlvidos, Driel, exercia a função de liderança, detinha a confiança do Zinho e era o responsável pela administração miliciana de uma comunidade na região de Paciência; que os outros integram o Grupo de Ações Táticas da milícia (GAT), imitando a estrutura da Polícia Militar, são os combatentes que possuem os melhoresarmamentos, responsáveis por fazer a segurança em territórios já integrados pelo grupo criminoso e tomada de territórios de grupos criminosos rivais


Ela disse que a milícia que a milícia em questão, do Zinho e do Pipito, não firma nenhum pacto com o tráfico; que o lucro da milícia em questão vem da exploração de serviços, venda da gás, taxa para circulação de transporte alternativo; que as informações analisadas.


Uma policial afirmou que possuía informações de dois veículos utilizados pelos criminosos e que estariam em deslocamento para uma disputa territorial entre a milícia e o Comando Vermelho na localidade da Vila Kennedy; que contou com o auxílio da PRF por questões logísticas de deslocamento e possível perda da oportunidade de confirmação das informações;


Falou que Driel era uma das sub-lideranças da milícia e responsável por uma regiãohabitacional de Paciência; que os criminosos presos integravam os grupos de ação tática da milícia e são responsáveis pela segurança dos territórios já tomados e pela tomada de novas localidades em disputas territoriais; que a milicia atua tanto na cobrança de “gato net”, quanto na cobrança de taxa de segurança da região e domina determinada região; que as milícias começaram com policiais desviados de suas funções combatendo o crime.


Um outro policial falou que todos os denunciados confessaram, em sede de interrogatório em Juízo, que pertenciam ao grupo criminoso armado liderado por Luis Antônio da Silva Braga, vulgo “Zinho”, liderança que teria sido sucedida por Rui Paulo Gonçalves Estevão, vulgo “Pipito”. Admitiram, ainda, que atuavam na “segurança” dos locais determinados pela organização criminosa,sendo integrantes do grupo de ações táticas conhecido como “GAT da milícia, que recebiam remuneração semanal ou mensal por isso, além de terem esclarecido há quanto tempo se dedicavam às atividades no grupo.

Veja o papel de cada um na milícia


ALEXANDRO DOS ANJOS GARCIA: “… que ia ganhar R$ 200,00 (duzentos) reais e uma cesta básica; que já participou 6 (seis) ou 7 (sete) vezes de serviços como esse; … que não costumava a realizar outras funções, como cobrança; que só costumava fazer o “serviço de patrulhamento” nas áreas de Paciência, Santa Cruz; que o intuito desses patrulhamentos era fazer a segurança da área; que não levava o armamento nem o colete para casa; que, após o serviço, entregava os equipamentos para o Buiu, recebia o dinheiro e ia para casa …”;


DRIEL AZEVEDO DE ARAÚJO: “…que já serviu ao quartel, onde aprendeu a atirar; que trabalhava em uma ótica e sofreu um atentado contra sua vida, que conseguiu fugir e sem escolha começou a integrar a milícia; que estava envolvido com milícia por volta de 1 (um) ano; …”;


JEAN ARRUDA DA SILVA: “…que integrava a milícia há 3 (três) meses; que tinha como papel fazer a segurança… que o armamento apreendido junto com ele, era devolvido ao final do serviço;…”;


JEFFERSON FERREIRA DE OLIVEIRA: “…que recebia R$ 500,00 (quinhentos reais) pelo serviço; …que já integrava a parte da segurança por uns 9 (nove) meses; que era a primeira vez que realizava esse tipo de deslocamento; que durante os 9 (nove) meses ficava rodando a comunidade de moto fazendo a segurança;”
JHONATA FARIAS DE ARAÚJO: “…que integra a milícia privada conforme a denúncia havia 1 (um) ano; que sua posição é de segurança e realizava rondas ostensivas pela comunidade”;


LEANDRO DE OLIVEIRA SILVA: “…que o papel do interrogando na organização criminosa era o de soldado, recebendo ordens e cumprindo, trabalhando na parte da segurança; que recebia por volta de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) a R$ 2.000,00 (dois mil reais), e integrava o grupo por volta de 1 (um) ano e 6 (seis) meses”;
LUCAS SOUZA DE RAMOS: “… que faz parte da milícia desde dezembro de 2023; … que trabalha na segurança da organização criminosa


LUCAS MARTINS VENÂNCIO: “…que não tinha um papel específico mas fazia a segurança; que integra a milícia há aproximadamente 2 (dois) anos;… que recebia um valor a mais por conhecer a localidade nesse tipo de serviço; que recebia por serviço o valor de R$ 500 (quinteos reais) ou R$600 (seiscentos reais)”;


MARCOS AURÉLIO SOARES SANTOS DE CARVALHO: “…que receberia por volta de R$ 500 (quinhentos reais) pelo trabalho e que recebia por trabalho; que já havia feito o trabalho por volta de 5 (cinco) vezes; … que integrava a milícia por volta de 3 (três) a 4(quatro) meses”;


MARCOS PAULO DIAS MORENO: “…que trabalha por serviço para a milícia, em um papel parecido como o de soldado ou segurança;.. que já trabalhava nessa função por volta de 2 (dois) anos”;


MARCOS VINÍCIUS DA SILVA RAIMUNDO: “…que integra a milícia há 1 (um) ano e 3 (três) meses;; que recebia R$ 250,00 por serviço; que a função era a de patrulhar, como um segurança, para evitar assaltos e roubos; que não realizava cobranças”;


MÁRIO LÚCIO DE SOUZA CRUZ: “…que integrava a milícia desde 2016; …que recebia por quinzena R$ 500,00 (quinhentos reais); que realizava o papel de soldado, prestava segurança, se deslocava para onde era ordenado mas que não realizava cobranças; que responde pelo apelido de “Monstrinho”;


MARLON DA CRUZ CHAVES: “… que integra a milícia por volta de 5 (cinco) meses”;


MAURÍCIO PAIVA DA COSTA JÚNIOR: “…que na época dos fatos integrava a milícia, tendo ingressado no início de 2024; que integrava o GAT da milícia, tendo como funções a segurança dos locais dominado


A sentença traz relatos de que um relatório da PF trouxe conversas sobre “bondes”,armamentos de grosso calibre, “olheiros” para evitar embates com a polícia, cobrança de valores de estabelecimentos comerciais, homicídios, ameaças, extorsões, comercialização de motocicletas e veículos receptados/furtados/roubados, dentre outras condutas delituosas praticadas pelo grupo. Inclusive, há fotografias em que os acusados aparecem portando fuzis, pistolas e com roupas de operações táticas.

FONTE: Justiça Federal do Rio de Janeiro

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