A Justica decidiu em 2024 que Oldenir de Almeida Filho iria a juri popular acusado de provocar a morte de um funcionário dos Correios durante um acidente de trânsito por supostamente dirigir embriagado A informação consta no.processo 0016652-20.2022.8.19.0066 do TJ-RJ.
Oldenir foi preso ontem suspeito de matar o padrasto a tiros e balear a própria irmã no ultimo fim.de semana, em Niterói.
Consta da denúncia: “No dia 27 de dezembro de 2022, por volta das 09h30min, na Rodovia RJ 127, altura do bairro Gonzalez, o denunciado na condução do veículo Fiat Toro , cor branca assumindo o risco de produzir o resultado morte, eis que dirigia o veículo sob efeito de álcool, em alta velocidade e sem a devida habilitação para condução de automóveis,
Ele colidiu com a motocicleta Honda NXR 160, pilotada por vítima Laércio da Silva Ribas. Em decorrência da batida, a vítima Laércio da Silva Ribas sofreu lesões que foram a causa única de sua morre
. Logo após causar o acidente que culminou na morte de Laércio Ribas, Oldenir deixou de prestar imediato socorro à vítima.
Por fim, após fugir do local do acidente e seguir em direção ao Rio de Janeiro, na Rua Capitão Júlio Vieira, bairro Centro, em frente ao DPO da cidade, o denunciado, de forma livre e consciente, trazia consigo, para consumo pessoal, 4,4 g (quatro gramas e quatro decigramas) da substância entorpecente Cannabis sativa L. (maconha), acondicionados em 01 (um) pequeno invólucro plástico e em 1 (um) cigarro artesanal,
Após a colisão pela traseira da motocicleta, a vítima foi arremessada, caindo próximo a uma borracharia,
Comunicados do acidente e da fuga sem prestar auxílio à vítima, policiais militares lograram êxito em abordar o denunciado próximo ao DPO da cidade, oportunidade em que apreenderam maconha no interior do aram sua prisão.
Conduzido à Delegacia Policial, foi o denunciado submetido à exame de alcoolemia, oportunidade em que foi constatado que conduzia o veículo Fiat Toro embriagado.
Por tais razões, foi o denunciado preso em flagrante.
Um.PM que participou da ocorrência disse que ouviu Oldenir falando que tinha dinheiro para pagar o dano ao veículo da vítima a quem ele chamava de “motoboy” que tinha esbarrado em seu carro.
Com a voz de prisão pelo homicídio, o acusado se alterou e tentou fugir da delegacia.
O depoente se dirigiu ao local do crime, após sair da delegacia, oportunidade em que apurou que o réu, conduzindo o veículo em alta velocidade, atingiu a moto conduzida pela vítima pelas costas, saindo do local sem prestar socorro.
Uma testemunha narrou quev viu a vítima, transitando no sentido centro da cidade, quando foi atingida pelo veículo Toro, conduzido por Oldenir , de forma violenta.
A vítima foi arremessada e caiu próxima ao acusado, tendo o condutor do veículo atropelador “ameaçado dar uma parada”, acelerando, em seguida, mesmo diante dos acenos do depoente.
Laércio ltinha 2 filhos e netos e tinha a fama de ser o carteiro mais responsável da empresa, na direção do veículo e nos cuidados com a manutenção da moto.
Oldenir afirmou que sofria desde a sua adolescência, com distúrbios psiquiátricos e psicológicos que fazem com que sua vida “seja vivida de maneira artificial sob a dependência de medicamentos muito fortes que o deixam fora da realidade”.
Assevera que no “dia do acontecimento, estava sob efeito de remédios e isso, em nenhum momento, foi levado em consideração pelo simples fato de alegarem, erroneamente, que o mesmo estava alcoolizado e drogado”.
Sustenta que ele não conduzia o veículo em excesso de velocidade e que estava dopado de substância medicamentosa que faz uso há anos. Assevera que o réu teria sido vítima de espancamento na Delegacia de Polícia Civil, sendo vítima de agressões severas, fato que teria sido ignorado pelo Juízo.