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Mulher que levou 34 facadas na Praça Seca só não foi morta porque traficantes intercederam

Os autos do processo contra acusadas de dar mais de 30 facadas em Hayannah de Almeida Vieira revelaram que a vítima só não foi morta porque a autora dos golpoes, Andrea Camilli Bezerra dos Santos interrompeu as agressões com a chegada dos integrantes do tráfico na Favela Bateau Mouche, na Praça Seca. Andrea foi amante do marido da vítima (um traficante já falecido). Ela foi presa assim como a ex-sogra de Hayannah, Jaqueline Alves Vasconcellos, que acusa a vítima da morte do filho. Uma das testemunhas diss ter presnciado Jaqueline segurando a vítima, enquanto Andrea desferia sucessivos golpes de faca. A declarante acrescentou que, ao perceber a aproximação de terceiros, Jaqueline passou a simular que tentava separar a agressão, circunstância que evidencia tentativa de ocultação de sua efetiva participação. Disse ainda que Andrea continuou agredindo a vítima e ameaçou de morte aqueles que tentavam socorrê-la, somente interrompendo as agressões após a chegada de integrantes do tráfico local. Outra testemunha afirmou que encontrou Hayannah gravemente ferida, perdendo grande quantidade de sangue, e visualizou Andrea portando faca ensanguentada, enquanto debochava da situação, chegando a questionar os presentes sobre o que iriam fazer contra ela. Uma terceira testemunha declarou que encontrou a vítima gravemente lesionada, visualizando Andrea Camilli portando faca com sangue na mão e demonstrando absoluto desprezo pela situação. Os autos informaram que os fatos ocorreram na madrugada do dia 31/05/2026, com o crime sendo noticiado na manhã do mesmo dia. As autoras residem na mesma comunidade onde a vítima habita, permanecendo esta internada em estado grave no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em situação de vulnerabilidade, Segundo consta dos autos, na madrugada do dia 31/05/2026, por volta das 04h30, ao retornar para sua residência localizada na comunidade Bateau Mouche, Praça Seca, a vítima foi emboscada por Jaqueline e Andrea , amante do falecido marido de Hayannah. A motivação do crime, conforme apurado, foi o relacionamento extraconjugal mantido por Andrea com o marido da vítima, já falecido.A dinâmica delitiva, conforme reconstruída a partir das provas colhidas, é a seguinte: Jaqueline imobilizou a vítima, segurando-a pelo corpo, enquanto Andrea desferiu sucessivos golpes de faca contra Hayannah. A vítima sofreu trinta e quatro perfurações distribuídas por diversas regiões do corpo, incluindo extremidades, dorso, face e região cervical esquerda, com perfuração do platisma supra-clavicular esquerdo, sendo necessária a realização de toracostomia fechada com drenagem torácica. Andrea e Jaqueline estão com as prisões preventivas decretadas.

Confira a versão oficial do caso do tio que esfaqueou o sobrinho em um apartamento em Copacabana. Autor teve prisão preventiva decretada mas continua internado

Documentos oficiais obtidos pela reportagem revelam detalhes inéditos do caso que chocou Copacabana na última semana: a Justiça decretou a prisão preventiva de Anísio José Bueno, acusado de esfaquear o próprio sobrinho, manter duas mulheres sob ameaça dentro de um apartamento e mobilizar uma operação de negociação da Polícia Civil para conter a situação. De acordo com os autos, por volta das 13h40 do dia 10 de abril de 2026, policiais civis da 12ª DP (Copacabana), que trafegavam pela Rua Barata Ribeiro, na altura do número 363, foram alertados por gritos de socorro. Populares informaram que um homem havia esfaqueado o sobrinho e se recolhido ao apartamento 901. Diante da situação de flagrante, os agentes ingressaram no prédio com autorização do porteiro e seguiram até o imóvel. Ao chegarem ao local, encontraram duas mulheres sob restrição imposta pelo acusado. Parte da equipe se posicionou para evitar fuga, enquanto outro grupo iniciou procedimento de gerenciamento de crise, com negociação técnica e não confrontativa, visando preservar a integridade das vítimas, dos policiais e do próprio agressor. Após as tratativas, as mulheres foram liberadas sem ferimentos adicionais. Segundo relatos colhidos no local, Anísio teria tentado atingir uma das vítimas, sendo impedido pelo sobrinho, Vitor Hugo, que acabou ferido por um golpe de faca na região abdominal. Ainda conforme os autos, o próprio autor teria se autolesionado com a mesma arma branca. Com a liberação das reféns, as negociações prosseguiram até a rendição do acusado, que entregou a faca utilizada no crime, posteriormente apreendida. As vítimas receberam atendimento imediato no local, com apoio do Corpo de Bombeiros (CBMERJ), até a remoção de Vitor Hugo para atendimento hospitalar. Encerradas as primeiras providências, Anísio foi encaminhado sob escolta ao Hospital Municipal Miguel Couto. Já as vítimas e o material apreendido foram levados à 12ª DP para apreciação da autoridade policial. Posteriormente, o acusado foi conduzido à delegacia, onde foi autuado em flagrante. A Justiça já determinou sua prisão preventiva, e o caso deverá ter novos desdobramentos após a alta hospitalar do investigado.

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