Investigações revelam que o traficante vulgo Parazin é apontado como o chefe de uma celula de roubadores e receptadores de veículos de traficantes do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio, além de realizar a “clonagem” de veículos, ou seja, a adulteraçao dos sinais identificadores.
A atividade de roubo de veículos visa o lucro com a comercializaçao dos mesmos, resgate do seguro e suas peças,
Para atingir esse fim, Parazin e Gadernal, apontado como o ‘general’ de Doca se valem de uma rede de pessoas que os assessora, fornecendo suas contas bancárias para dar liquidez ao crime.
São pessoas que dentro de um contexto de divisao de tarefas são fundamentais para a estrutura criminosa, pois sem elas os criminosos nao obtem o objetivo principal
Durante a investigação, foram citadas várias chaves Pix enviadas por Gadernal em nomes de terceiros a Parazin para que ele depositasse o dinheiro referente a venda de veículos roubados. Parazin chegou a enviar fotos de 15 carros roubados em uma semana para o chefe.
Gadernal também enviou chaves para o criminoso vulgo Gordo.
Há valores de R$ 5.000, R$ 6.000 e até R$ 10.000. As vezes, Gadernal exigia dinheiro na mão.
O repasse dos recursos demonstra que os roubadores e receptadores estão associados a facção criminosa, sendo tais recursos pagos a título de permissao e proteçao do Comando Vermelho, que por vezes ainda fornece os armamentos.
Alguns veículos são destinados para uso de lideranças do Complexo da Penha. Em uma conversa, Gadernal determinou que um dos veículos fosse levado para o traficante Pedro Bala,.