Anos atrás, o traficante Matuê, morto em confronto com a polícia hoje na Praça Seca, atuava no Morro do 18, em Água Santa, e já era naquela época considerado homem de guerra da facção Comando Vermelho atuando muito na conquista de novos territórios.
Em uma destas conquistas, Matuê acabou ganhando uma “promoção”, ficando como frente do Morro da Barão, na Praça Seca.
A região da Praça Seca tinha um dono: era o traficante Paulo Muleta, que teria caído no ‘tribunal do tráfico’ do Comando Vermelho há alguns anos.
Muleta, no entanto, não geria os negócios: ele arrendava a região para outros traficantes, ou seja, cobrava um valor para que a comunidade fosse explorada com o tráfico de drogas, sendo assim expandindo seus domínios;
Entre as lideranças que arrendavam a área estavam Doca, Abelha e Pedro Bala, que deixaram pessoas de sua confiança como “frentes” gerenciando atividades criminosas ali desenvolvidas;
Na comunidade da Barão o “frente atual” é o bandido de vulgo “Tiriça” e na comunidade do Bateau Mouche os “frentes” são os traficantes de vulgo “Sussê” ou “Sussé” e “DVD”.
FONTE: TJ-RJ e Polícia Civil do RJ