Igor Oliveira de Carvalho trocou de facção, pulando do Terceiro Comando Puro para o Comando Vermelho mas ficou com uma arma da antiga facção.
Igor recebeu uma ligação lhe ordenando que entregasse a arma.
Assim que Igor saiu de casa para fazer a devolução, foi alvejado com disparos de arma de fogo, vindo à óbito.
O crime foi cometido em 9 de março de 2025 na cidade de Porto Real, no interior do RJ.
A polícia pediu a prisão preventiva de dois suspeitos do crime mas a Justiça negou.
“Entende o Juizo que não restam evidenciados indícios mínimos de autoria delitiva a fim de embasar o acolhimento do pleito de decretação da prisão preventiva dos investigados, visto que não há nenhum outro elemento que corrobore os depoimentos prestados em sede policial e as imagens de câmeras de segurança mostram apenas um indivíduo disparando contra a vítima. Não obstante os investigados possuírem outras anotações criminais,tal fato, por si só, não configura motivo suficiente para decretação da restrição cautelar de liberdade, eis que carente de maiores elementos de prova a fim de se verificar mais a fundo a dinâmica dos fatos aqui apurados e angariar claros indícios de autoria da prática criminosa “, dizem os autos.