Depois de dois anos do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de três PMs suspeitos de torturar dois homens para obter confissão sobre a localização de entorpecentes. Mas depois descontinuou a ordem de prisão de dois deles mantendo só a de um,
Os agentes agrediram as vítimas com socos e chutes e ainda os ameaças de morte.
Uma das vítimas disse que um dos PMs lhe ofereceu dinheiro, roupas e oportunidade financeira que mentisse no depoimento.
Também falou que o mesmo policial o procurou na véspera da audiência para lhe orientar como responder as perguntas.
Esse PM que tentou subornar a vítima teve mantida a prisão.