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Quadrilha de Jiló dos Prazeres (CV) chegou a assaltar banco para conseguir dinheiro para financiar a compra de armamentos que seriam usados na retomada do Morro da Mineira (TCP)

Membros da quadrilha do traficante Jiló dos Prazeres, morto ontem em operação policial, assaltaram um banco no Centro do Rio em 2023. O objetivo era conseguir dinheiro para financiar a compra de armamentos que seriam usados em uma guerra para a retomada do Morro da Mineira, no Catumbi. Na ocasião, os bandidos restringiram a liberdade das vítimas e roubaram a quantia de R$ 130.000, valores que se encontravam inseridos em caixas eletrônicos da agência. Jiló participou de outra intensa guerra na região central do Rio em 2020 quando bandidos do CV tentaram invadir o Complexo de São Carlos. Na ocasião, ele fez a alocação de integrantes de outras comunidades para a invasão e participou ativamente do confronto. Na época, ele também ficou encarregado de receber o contingente de criminosos e armamentos provenientes de comunidades aliadas, a fim de se estabelecerem e, em seguida procederem à invasão no Complexo do São Carlos. A quadrilha de Jiló possuía um integrante, vulgo Cocão, que organizava todos os roubos de veículos, com as correspondentes clonagens, vinculadas ao Morro dos Prazeres. Jiló supervisionava essa atividade com a qual lucrava. Jiló fornecia o “território” e suporte, autorizando a utilização da estrutura criminosa instalada na comunidade dos Prazeres e Paula Ramos para que os veículos subtraídos fossem armazenados, temporiamente, até sua destinação, seja na devolução, mediante pagamento de resgate, para as vítimas, seja na adulteração de seus marcos identificadores, na modalidade vulgarmente conhecida como “clonagem de veículos”. Há alguns anos, Jiló liderou a invasão a apartamentos e o proprietário de um deles ao ser surpreendido foi conversar com as lideranças do tráfico que lhe informaram que a unidade funcional não era mais dele, mas sim daquele movimento de invasão, relatando, ainda, que a mulher do traficante “Jiló” ocuparia o melhor apartamento do prédio, determinando ao rapaz que se evadisse, pois não exerceria de forma alguma a função de zelador naquele lugar; Embora tivesse papel de destaque no tráfico há muito tempo, Jiló não era dono das bocas de fumo dos Prazeres. Ele, na verdade, era braço-direito do traficante Marcelinho dos Prazeres, morto em 2021.

Jiló dos Prazeres foi morto pela PM. VEJA ALGUNS DOS CRIMES PRATICADOS POR ELE

O traficante Jiló, que comandava o Morro dos Prazeres, no Rio Comprido, foi morto durante operação da PMERJ essa manhã. Além dele, outros seis suspeitos também morreram na ação. Um morador também foi morto após ser feito como refém pelos bandidos, segundo a PM. Levou um tiro na cabeça. A mulher de Leandro da Silva Souza contestou a versão e disse que não foram feitos reféns, que a PM entrou atirando e abriu a porta da casa jogando uma granada. Segundo ela, não houve troca de tiros e os bandidos disseram que pretendiam se entregar. Jiló chegou a ser socorrido mas não resistiu aos ferimentos. A polícia fazia uma operação na região para combater o tráfico de drogas e o roubo de veículos. Cerca de 150 agentes , 14 viaturas e dois veículos blindados participam da ação. Tentam ser cumpridos mandados contra lideranças do Comando Vermelho;. Moradores relataram intensas trocas de tiros nas primeiras horas da manhã. Moradores fazem manifestação . Um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontim. Outros sete foram feitos de barricadas. Na operação, os PMs apreenderam dois fuzis, cinco pistolas, dois revólveres e grande quantidade de drogas. Jiló foi acusado de participar de uma tortura de um morador que teve um desentendimento com um homem, por conta de ele ter furado a lajedo do segundo andar onde a vítima mora, na tentativa de colocar uma escada e tomar o espaço, gerando uma discussão entre eles, oportunidade em que o acusado o ameaçou, inclusive de levar homens da “boca de fumo” para resolver a questão. Assim, no dia dos fatos, quando se preparava para dormir, a vítima foi surpreendida com o arrombamento do portão e da porta de madeira de sua residência, por cerca de seis homens que acompanhavam o autor, oportunidade em que, sob a mira de armas de fogo, foi submetido a todo tipo de ameaças e agressões físicas exercidas com pau e barra de ferro. As agressões somente cessaram quando vizinhos começaram a gritar dizendo que chamariam a polícia, momento em que a vítima conseguiu fugir a ação dos seus agressores. O traficante respondia processo pela morte do argentino Gaston Fernando Burlon, que ingressou por engano na Comunidade Morro do Escondidinho e foi alvo de disparos em dezembro de 2024. Jiló também respondia pela morte de Jonatan Felix Gomes ocorrida em abril de 2020. . O crime foi praticado mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista que esta foi dominada pelos traficantes, levada para a parte alta da comunidade, local onde foi executado. O crime foi praticado por motivo fútil, decorrente do fato da vítima estar desobedecendo as ordens do tráfico de drogas. Jiló foi acusado de ser o mandante. O criminoso respondia ainda a outros dois processos de homicídio datados de 2016 ambos pela morte de um turista italiano. Um amigo da vítima tentou se aproximar e foi impedido pelos traficantes que o cercaram em seguida e cutucaram suas costas com as armas, agredindo-o. Ele percebeu que o amigo havia sido atingido fatalmente por um bandido que inclusive mantinha uma pistola erguida, apontada para baixo,. A testemunha disse que achava que havia ocorrido uma colisão entre a motocicleta do amigo e o carro dos bandidos mas logo depois avistou um grupo de 10 a 12 homens portando pistolas e armas longas. sendo alguns inclusive seguravam duas pistolas em suas mãos e um tinha capuz na cabeça. Quando estava preso, Jiló dos Prazeres foi acusado de participar do assassinato de um traficante do Comando Vermelho dentro da cadeia. O bandido morto, vulgo Dourado, era o dono do tráfico na localidade de Barro Branco, em Duque de Caxias e foi assassinado por cinco detentos, entre eles Jiló, segundo investigações. A ordem para o homicídio partiu de um preso que estava na época em Bangu 1, vulgo Sombra. O crime ocorreu porque Dourado teria arrumado problemas durante um baile na comunidade Nova Campinas, no mesmo município, que resultaram nas mortes de dois criminosos Jiló também chegou a comandar a venda de drogas em casarões da Lapa conseguindo um lucro diário de R$ 10 mil. Jiló comandava a venda de drogas de um prédio abandonado próximo ao quartel central do Corpo de Bombeiros na Praça da República; Os traficantes haviam invadido o imóvel, onde implementaram uma boca de fumo, com indivíduos nas sacadas do segundo e terceiro andar armados.

Conversa vazada nas redes mostra supostos milicianos tramando um homicídio que seria de um PM que foi morto em um salão de festas em Nova Iguaçu. CONFIRA

Uma conversa que circula nas redes sociais aponta que supostos milicianos associados ao PL (paramilitar sucessor de Zinho) estariam articulando o homicídio do policial militar André Luiz Israel, conhecido como “Mineiro”, executado em um salão de festas em Nova Iguaçu há cerca de duas semanas. De acordo com os relatos, o diálogo teria ocorrido entre um integrante de um grupo paramilitar do Cesarão, em Santa Cruz, e outro do Chaperó, em Itaguaí. O policial morto era investigado por suspeita de ligação com Juninho Varão. Na ocasião do ataque, o PM reagiu e matou um dos autores do atentado. A seguir, o vídeo com a íntegra da conversa que circula nas redes sociais e que embasa os relatos. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autenticidade do material,

Educador da Prefeitura do Rio foi agredido com uma paulada na cabeça e sua colega de trabalho foi empurrada para o meio da rua e quase foi atropelada por um ônibus durante abordagem em Botafogo. Casal suspeito está preso

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de um casal acusado de agredir educadores da Secretaria Municipal de Assistência Social durante uma abordagem a um menor em situação de rua, na Praia de Botafogo, Zona Sul da cidade. De acordo com o auto de prisão em flagrante, o caso ocorreu na manhã do dia 3 de março de 2026, por volta das 10h40. Os servidores realizavam atendimento a um adolescente quando foram abordados por um homem e uma mulher, que se identificaram como pais do menor. Segundo o registro, ao serem informados sobre a impossibilidade de manter o jovem naquela condição, os dois reagiram com agressividade. O homem teria ameaçado os agentes com um pedaço de madeira e atingido um dos educadores com uma paulada na cabeça, causando ferimentos. Ainda conforme o documento, a mulher empurrou uma educadora para o meio da via, colocando-a em risco de ser atropelada por um ônibus, além de ter subtraído o celular da vítima — aparelho que foi posteriormente recuperado. Diante da situação, foi necessário acionar apoio. Equipes de segurança e agentes da operação Rio Ordem intervieram na ocorrência e conduziram o casal à delegacia. Os profissionais da assistência social ficaram feridos. O menor foi entregue a um homem que se apresentou como tio.

Dívida, tortura e execução: Justiça manda prender traficantes do CV por morte brutal em Angra

A Justiça decretou a prisão temporária de traficantes ligados ao Comando Vermelho, conhecidos pelos apelidos “DN” ou “Frango”, “GL” e “Indinho” ou “Lacoste”, suspeitos de envolvimento em um homicídio ocorrido em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio. De acordo com as investigações, Henrique dos Santos Souza foi vítima de homicídio qualificado por motivo torpe, com emprego de tortura e de recurso que dificultou qualquer possibilidade de defesa, além de ter tido o corpo ocultado após o crime. Os fatos teriam ocorrido em uma comunidade dominada pela facção criminosa. O caso foi registrado inicialmente como desaparecimento no dia 28 de fevereiro de 2026, após a mãe da vítima procurar a polícia. Segundo o relato, Henrique teria uma dívida relacionada ao tráfico de drogas e foi chamado até sua residência por um dos suspeitos, sendo posteriormente levado para a comunidade por “GL”, supostamente a mando de “Frango”. Durante as investigações, outros integrantes do Comando Vermelho ouvidos pela polícia apontaram os mesmos suspeitos como autores do crime. Informações colhidas com moradores da região também indicaram a participação de um terceiro envolvido, conhecido como “Indinho” ou “Lacoste”. Ainda segundo os autos, uma possível motivação para o crime seria de natureza pessoal: a vítima teria se relacionado com a ex-namorada de “Indinho”, o que pode ter contribuído para o desfecho violento. Após diligências e coleta de depoimentos, o corpo de Henrique foi localizado no dia 7 de março de 2026. A identificação oficial ocorreu dois dias depois, em 9 de março, após a conclusão do laudo de perícia necropapiloscópica. O caso foi registrado sob o número 166-01183/2026, e tramita na Justiça sob o processo nº 0801517-85.2026.8.19.0003.

Médica morreu atingida por bala perdida em Cascadura. VIDEO

Uma mulher chamada Andrea Marins Dias,;de 61 anos, morreu após ser atingida por uma bala perdida durante uma perseguição com troca de tiros na Rua Palatinado, em Cascadura, Zona Norte do Rio. Segundo relatos de moradores, a vítima era médica e antiga moradora da região. Ela teria ido visitar a mãe e estava sozinha no carro no momento em que foi atingida. Os criminosos conseguiram fugir. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Andrea Marins Dias. Diligências estão em andamento para apurar os fatos.  O Corolla Cross que ela dirigia teria sido confundido por policiais militares com o veículo de criminosos suspeitos de praticar roubos na região. Segundo relatos, os PMs do 9º BPM, faziam patrulhamento de rotina quando foram alertados por um transeunte sobre um carro do mesmo modelo envolvido em assaltos. Com base na denúncia, os agentes iniciaram buscas e afirmam que, ao chegarem ao cruzamento das ruas Cupertino e Araruna, avistaram três veículos — um Jeep Commander, um Corolla Cross e uma motocicleta — que teriam fugido ao perceber a aproximação da viatura. De acordo com os policiais, foi dada ordem de parada, mas os veículos não obedeceram e disparos teriam sido feitos contra a guarnição, que reagiu. O carro dirigido pela idosa seguiu por diversas ruas da região em alta velocidade. A perseguição terminou na rua Palatinado, onde o veículo parou em frente ao número 38. Ao se aproximarem, os policiais encontraram Andrea Marins Dias caída no banco do motorista, com uma perfuração provocada por disparo de arma de fogo e já sem vida. Foi o.segundo caso neste fim.de semana. Ontem.uma mulher morreu alvejada por bala perdida no.ardim Catarina, em.São Gonçalo

PM é suspeito de vender arma argentina e droga para narcomilícia em Anchieta; deputado aparece em investigação. Outros policiais estão envolvidos

Uma investigação sigilosa realizada em 2023 apontou que um policial militar teria negociado armas e drogas com integrantes de uma narcomilícia que atuava na comunidade Az de Ouro, no bairro de Anchieta, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O caso consta em documentos analisados pela Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com as apurações, o policial, conhecido pelo apelido de Ricardinho, seria um possível fornecedor de armamentos para o grupo criminoso. Em uma das conversas interceptadas durante a investigação, ele teria oferecido a um dos líderes da quadrilha, conhecido como Lacraia, uma pistola calibre 9 milímetros de fabricação argentina pelo valor de R$ 6 mil. No diálogo, Ricardinho chegou a compartilhar a imagem da arma. Em seguida, Lacraia indicou que o policial teria intermediado a venda do armamento para um homem conhecido como Mano, apontado como chefe do tráfico na comunidade. Posteriormente, em novas mensagens, Ricardinho teria reclamado com Lacraia que ainda não havia recebido o pagamento pela arma negociada. As investigações também indicam que o policial teria tratado da venda de uma carga de 140 quilos de maconha com um interlocutor. Outro policial militar, conhecido como Léo, também aparece nas apurações como alguém que mantinha contato com integrantes do grupo. Relação com político da Baixada A investigação cita ainda um deputado estadual que, na época dos fatos, exercia mandato como vereador em Nilópolis. Segundo os investigadores, ele mantinha relação próxima com Lacraia, a ponto de ambos se tratarem pelo apelido de “xará”, por terem o mesmo nome. Mensagens analisadas pela investigação mostram Lacraia enviando ao político dados pessoais e currículos de determinadas pessoas. Em algumas respostas, o parlamentar demonstrava concordância, o que levou os investigadores a suspeitar que o criminoso estaria solicitando indicações para nomeações. Além disso, Lacraia também mantinha contato com um assessor do deputado. Segundo os investigadores, o assessor preferia tratar de determinados assuntos por meio de ligações no WhatsApp, evitando conversas por mensagens escritas. As mensagens analisadas também indicariam a proximidade do criminoso com o meio político. O parlamentar citado nas investigações já foi condenado anteriormente a 11 anos, 11 meses e 15 dias de prisão por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico. Conversas revelam influência de policiais Em uma das conversas interceptadas entre Lacraia e o policial militar Léo, o criminoso afirmou que estava em “Nilo, no vereador”, em referência a Nilópolis. Em outra mensagem, Lacraia chegou a chamar o político de “patrão” e afirmou que o telefone que estava utilizando seria o “bom”, o que, segundo os investigadores, pode indicar a existência de outro aparelho usado para tratar de assuntos ilícitos. Os diálogos também sugerem que o policial Léo possuía influência na região onde Lacraia residia e entre grupos criminosos. Em uma das conversas, é citado que um homem identificado apenas como Rodrigo estaria usando o nome do policial para intimidar outras pessoas. No mesmo diálogo, Lacraia afirmou que, caso tivesse “problemas na rua”, pediria ajuda a Léo, o que, segundo os investigadores, demonstra a proximidade entre os dois. Conversas mencionam políticos da Baixada Outras mensagens analisadas pela investigação também citam a relação de Lacraia e de um homem identificado como Samyr com a política da Baixada Fluminense. Em uma conversa, um interlocutor conhecido como Marreta mencionou uma obra avaliada em R$ 77 milhões e reclamou que políticos locais não teriam repassado dinheiro ou cargos ao traficante Samyr. Ele solicitava a intervenção de Lacraia para resolver o problema. Em resposta, Lacraia afirmou que teria levado a demanda aos políticos e que um compromisso anteriormente assumido seria cumprido: a construção de um salão, piscina e quitinetes. Ele também pediu que os envolvidos deixassem de solicitar dinheiro ou cargos. Na sequência da conversa, Marreta afirmou discordar da situação e disse que o prefeito teria mandado um recado a Samyr, por meio do então vereador citado na investigação, afirmando que não poderia interferir na obra. As investigações sobre a atuação do grupo criminoso e seus possíveis vínculos com agentes públicos seguem sob análise da Justiça Uma outra situação mostra que diálogos que comprovariam o vínculo criminoso estável e permanente de Ricardinho e outro policial chamado Raphael e de outros policiais ainda não identificados com a quardilha, sendo recuperadas mensagens datadas de 10.11.2025 em que eles planejam lucrar 20 mil reais com um roubo de carga de guaraná, cujo valor total da mercadoria equivaleria a 170 mil reais, mas o produto seria vendido a um dono de depósito pelo valor de 100 mil reais. Raphael passou a Ricardinho  a localização exata do veículo que teria a carga roubada. Vejamos: RAPHAEL:” Aquela última rua, Marcos de Macedo. Última rua. Vira pra direita, lá no final daquela rua lá. Lá dá saída lá pro Gogó, sei lá. Pro Gogó não, outra parada, esqueci agora o nome. Vou te mandar aí onde está o carro “. Através de diálogos de Ricardinho com Costa se verificou que este apreende armas de fogo em incursões policiais e deixa de apresentá-las à Delegacia de Polícia, entregando-as, de forma rotineira e habitual, a Ricardinho . Aliás, as mensagens demonstram que a dupla utiliza os armários da P2 do 41º BPM para acautelar as armas desviadas nas ocorrências. Em determinado trecho da conversa, Ricardinho chega a reclamar de ter sido apreendida e desviada apenas uma arma de fogo em uma ocorrência realizada. Por fim, convém frisar que a troca de mensagens entre Ricardinho e Costaq confirmou não apenas os desvios de armamentos, mas também que Costa foi acionado pelo primeiro para participar da empreitada criminosa planejada pelo denunciado Raphael haja vista que Ricardo encaminhou para Costa , no dia 11.11.2025, a localização do veículo que seria objeto do roubo de carga e que estaria situado na”barreira”. Tais mensagens não deixam dúvidas, portanto, que os três PMs se associaram para praticar uma série de delitos de peculato desvio, tráfico de drogas, receptação, entre outros.

Traficante preso em resort de luxo responde por execução brutal após vítima ser arrancada de casa por grupo armado. SAIBA MAIS

Preso nesta semana em um resort de luxo à beira-mar na Costa Verde fluminense, o traficante Matheus Eduardo Tentempo, conhecido como “Dourado”, ainda responde por um homicídio ocorrido em 2018 que nunca chegou a julgamento. De acordo com a denúncia do Ministério Público, a vítima, Patrick, foi retirada à força de dentro de casa por um grupo armado e executada a tiros. O crime ocorreu por volta das 2h da madrugada, quando seis homens, usando toucas ninjas, roupas camufladas e portando fuzil, pistolas e granadas, foram até a residência da vítima. Os criminosos se passaram por policiais e bateram à porta exigindo que Patrick abrisse. Assim que ele abriu uma pequena fresta, o grupo invadiu o local, tomou seu telefone celular e o arrastou para fora da casa. Em seguida, efetuaram diversos disparos contra a vítima, que morreu pouco depois. Segundo a investigação, os suspeitos utilizaram uma estrutura logística que incluía carros, motos, rádios transmissores e o apoio de outros homens oriundos de comunidades do Rio de Janeiro, ainda não identificados. Após o homicídio, parte do grupo ainda teria realizado um “arrastão” na região, roubando passageiros de ônibus e motoristas que passavam pela localidade. Uma testemunha relatou que o crime teria sido motivado pela morte de um homem chamado Nicolas. Segundo ela, seis pessoas participaram da ação e três delas foram responsáveis por arrastar Patrick para fora da residência. A testemunha contou ainda que Patrick utilizou seu celular para acender a lanterna e verificar quem o chamava na madrugada. Nesse momento, os criminosos entraram na casa, arrancaram o telefone de suas mãos e o levaram para fora. O depoente disse ter visto homens armados com fuzis e pistolas. O pai da vítima afirmou ter ouvido o filho implorar por sua vida. Segundo ele, Patrick foi atingido por um disparo de fuzil na testa. O homem relatou que os criminosos perguntavam quem havia matado um homem chamado Ruan e que seu filho chegou a chamar alguns dos agressores pelos apelidos “Dourado” e “Loiro”, afirmando que os conhecia. Ainda de acordo com o relato, Patrick foi torturado antes de ser morto. O pai contou que ouviu o filho negar envolvimento na morte de Ruan enquanto era agredido. Ele também afirmou ter visto seis agressores no local, alguns armados com fuzis e outros com pistolas, além de granadas presas à cintura. O homem disse ainda que foi alvo de disparos efetuados por dois dos criminosos, identificados pelos apelidos “Zoio” e “Dourado”, mas não foi atingido. Outro depoimento importante foi o de um motorista de táxi. Ele relatou que havia sido chamado para uma corrida no bairro Atílio Marotti quando foi rendido por três homens armados, alguns com o rosto coberto. Um deles portava um fuzil e os demais pistolas. Segundo o taxista, os suspeitos disseram que “o problema não era com ele” e ordenaram que deixasse o local. Na delegacia, ele reconheceu um dos envolvidos, identificado como Luan. O motorista também ouviu integrantes do grupo afirmarem que estavam na região para vingar a morte de um companheiro. Policiais que atenderam a ocorrência relataram ter encontrado o corpo da vítima e recolhido projéteis de arma de fogo no local. Um carregador de fuzil ainda municiado também foi encontrado próximo ao corpo. Outra testemunha contou que naquela madrugada ouviu barulho e, ao sair para verificar, viu Lorran e Matheus, o “Dourado”, deixando a casa de seu pai armados com fuzil, pistola e granadas. Segundo ele, havia cerca de sete pessoas na ação, sendo três dentro da residência e outras do lado de fora, fechando o acesso à rua. O grupo utilizava dois carros, um Prisma branco e um Corolla. O depoente afirmou que seu pai chegou a ser abordado por “Dourado”, que estava com uma pistola em punho. Segundo o relato, os criminosos procuravam por um homem conhecido como “Lerdinho”, suspeito de ter matado Ruan. A testemunha acredita que Patrick acabou sendo executado por ser amigo de Lerdinho e estar frequentemente em sua companhia. Ela também afirmou ter visto o suspeito conhecido como “Zoio” e ouvido integrantes do grupo chamarem outro envolvido, identificado como Daniel, apelidado de “Nori”. Informações repassadas por moradores indicavam ainda que um homem chamado Jean seria o líder do grupo e teria ordenado a morte de Patrick. Durante interrogatório, alguns dos acusados negaram participação no crime. Lorran negou as acusações. Daniel, conhecido como Nori, admitiu envolvimento com o tráfico, mas disse não ter relação com o homicídio. Luan, que afirmou integrar o Comando Vermelho, também negou participação. Já Carlos Eduardo afirmou não ter participado da execução e disse apenas ter levado um homem do Rio de Janeiro até Petrópolis. Parte dos envolvidos no crime foi pronunciada pela Justiça e deverá responder a júri popular, mas a data do julgamento ainda não foi marcada. Na década passada, Dourado já havia sido apontado pela polícia como suspeito de comandar um esquema de tráfico de drogas em Petrópolis a partir do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A base da organização na Região Serrana seria o Morro do Neilor, enquanto o traficante permanecia na comunidade do Parque União. Segundo investigações da época, o esquema era considerado altamente lucrativo e operava de forma constante na região.

Justiça negou pedido do MP e manteve função pública de PMs do BOPE denunciados por morte de inocente no Catete. Agentes só foram afastados das ruas mas continuam trabalhando internamente

A Justiça do Rio aceitou a denúncia contra dois PMs do BOPE suspeitos da morte de Herus Guimarães Mendes da Conceição, de 23 anos no Morro do Santo Amaro, no Catete, em junho do ano passado, mas negou a suspensão integral da função pública dos agentes, Segundos os autos, se imputa aos PMs conduta gravíssima, em verdadeira subversão da ordem social, já que a conduta teria partido de quem tinha a obrigação de proteger a vida humana. Tais circunstâncias, além de causar intranquilidade do seio da sociedade, podem provocar temor no ânimo de testemunhas, caso se permita que os réus sigam exercendo normalmente sua função. No entanto, a Corte argumentou que tendo em conta que o fato se deu durante uma operação policial, entendeu que o pedido de suspensão integral da função pública dos denunciados se afigura demasiado, já que o simples afastamento deles de sua atividade-fim, juntamente com as outras medidas pleiteadas, são suficiente para garantir o salutar distanciamento entre os réus e as testemunhas do fato, além de fornecer à sociedade a resposta necessária, neste momento do processo. A Justiçã determinou as seguintes medidas cautelares contra os PMs. I – Suspensão das atividades de policiamento externo, devendo ficar os réus adstritos a atividades administrativas.II – Comparecimento bimestral ao juízo, para informar e justificar suas atividades, mantendo sempre atualizados endereço, telefone e outros meios de contato.III – Proibição de acessar ou frequentar outras unidades militares, que não aquela para a qual forem designados para exercerem suas funções.IV – Proibição de manter contato, seja por qual meio for – pessoalmente, por telefone, mensagens, redes sociais etc. – com as testemunhas do processo ou com familiares da vítima, mantendo-se deles afastados a, pelo menos, 300 metros.V – Proibição de se ausentarem da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, por período superior a 10 dias, sem prévia autorização do juízo. Intimem-se os réus para cumprimento das medidas. O crime ocorreu durante operação policial realizada em 07 de junho de 2025, no Morro Santo Amaro, no bairro do Catete, Zona Sul do Rio.Segundo a denúncia do GAESP/MPRJ, o 1º sargento Daniel efetuou os disparos que causaram a morte da vítima. As imagens das câmeras operacionais portáteis demonstram que a vítima Herus não esboçou qualquer atitude agressiva e tentou se afastar para se proteger, estando de costas no momento em que foi atingido. Já o 1º tenente Felippe Carlos, comandante da equipe ALFA do BOPE, foi denunciado por omissão penalmente relevante, pois decidiu manter a operação mesmo após receber informações de que havia uma festa junina em andamento, com grande número de moradores, incluindo crianças, na Rua Luiz Onofre Alves. O GAESP/MPRJ afirma que o tenente descumpriu seu dever de cuidado e expôs a população a risco grave. Os dois policiais responderão por homicídio qualificado por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A denúncia também destaca que o Inquérito Policial concluiu, pela existência de legítima defesa putativa por parte do 1º sargento Daniel, porém essa interpretação não encontra respaldo em nenhuma prova técnica produzida. Segundo o GAESP/MPRJ, as análises de imagens, os laudos periciais e os próprios depoimentos colhidos demonstram que não houve qualquer gesto da vítima que indicasse agressão ou ameaça. O MPRJ ressalta que o IP desconsiderou elementos objetivos da investigação e que a tese de legítima defesa putativa não se sustenta diante do conjunto probatório reunido. Pedido de suspensão da função pública O GAESP/MPRJ requereu ao Juízo a aplicação de medidas cautelares, incluindo a suspensão integral do exercício da função policial militar dos dois denunciados. O Ministério Público também solicitou restrição de contato com testemunhas, comparecimento periódico em juízo, proibição de acesso a unidades militares e limitação de deslocamento. Segundo os promotores, a continuidade dos denunciados no serviço ativo pode comprometer a regularidade da instrução criminal. A denúncia aponta, inclusive, tentativa de manipulação de imagens de câmera por um dos policiais, o que reforça a necessidade das medidas cautelares.

Quatro fuzis apreendidos pela PM em Caxias

Policiais do GAT do 15° BPM prenderam três criminosos e apreenderam quatro fuzis neste domingo (15/03), no acesso à Comunidade do Dique. A equipe realizava patrulhamento na Av. Presidente Kennedy com a Rua Lauro Sodré, em Duque de Caxias, quando interceptou o grupo. Os suspeitos foram detidos e o material apreendido encaminhado para a delegacia da região.

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