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Decisão judicial que determinou soltura de vereador preso por suspeita de ligação com o CV explicou como funcionaria o suposto acordo entre o político e a facção se ele existisse mesmo

O documento da Justiça do Rio que determinou a soltura do vereador carioca Salvino Oliveira que foi preso durante essa semana suspeito de ligação com o Comando Vermelho traz ilações sobre como funcionaria o suposto acordo entre o político e a facção para poder atuar na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. A decisão menciona um diálogo mantido entre o Corretor Gardênia Melhoria (Elder de Lima Landim, o Dom) e Edgar Alves de Andrade (o Doca) que confirma se teria havido autorização prévia, atribuída a “Doca e Pezão para que o vereador trabalhasse na comunidade ” e a , bem como para que fosse prestado “suporte” e auxílio aos “projetos deles”. Segundo o documento, tal conteúdo revela, de forma indiciária, que a atuação do parlamentar na localidade pode não se dar de maneira autônoma ou estritamente institucional, mas condicionada ao aval e à tutela da organização criminosa dominante. A expressão “dar suporte”, empregada no diálogo, assume contornos relevantes no contexto investigativo, por não se compatibilizar com a lógica do exercício regular do mandato, indicando, ao contrário, mobilização de estrutura local controlada pelo crime organizado, seja para facilitar acesso, viabilizar circulação, garantir segurança informal, intermediar contatos comunitários ou remover resistências internas, funções típicas de quem detém o controle territorial de fato. De igual modo, a referência genérica aos “projetos” do parlamentar”, quando analisada à luz do histórico já apurado, especialmente a atuação do CV na gestão informal de serviços, imóveis, taxas e circulação econômica na Gardênia Azul, sugere iniciativas cuja implementação dependeria, necessariamente, da anuência da facção, afastando a hipótese de políticas públicas universais e reforçando a de ações seletivas, territorializadas e politicamente orientadas. Nesse cenário, impõe-se a inferência da possibilidade de contrapartida: de um lado, o Comando Vermelho preservaria o domínio territorial, oferecendo apoio logístico, controle social e influência local; de outro, o agente político obteria capital eleitoral, por meio da constituição e manutenção de curral eleitoral, com direcionamento de apoio político, votos e influência comunitária, em benefício do parlamentar e de seu grupo político. Conclusão: A cronologia dos achados demonstra, portanto, que Salvino pode não ter atuado como ator periférico, mas como beneficiário potencial de um arranjo político-criminoso, no qual o exercício do mandato parlamentar revela-se condicionado à chancela da facção criminosa, com aderência a plano que conjuga interesses eleitorais e a manutenção do poder paralelo do Comando Vermelho na região da Gardênia Azul.- Para soltar o político, a Justiça alegou que não se estava neste momento se fazendo qualquer juízo de valor conclusivo sobre a investigação realizada pela polícia civil sobre a nefasta organização criminosa. Especificamente, porém, com relação ao paciente, atento exclusivamente ao que consta nos autos, o fundamento da prisão quanto ao indício do seu envolvimento naquela organização é bastante precário, havendo apenas referência a uma conversa de terceiros há mais de um ano, ficando apenas indicado o domínio das facções nas comunidades (com envolvimento direto dos demais representados), não sendo apontada concretamente a imprescindibilidade da prisão para a investigação. A prisão temporária (ou a preventiva) deve estar escorada no já apurado pela autoridade policial. Não se permite o inverso, ou seja, a prisão para permitir posterior apuração de um possível crime, salvo quando presentes indícios fortes do envolvimento do ‘indiciado”em um daqueles previstos na Lei específica. E mais. Tem que constar na decisão proferida a razão da imprescindibilidade da prisão para a investigação, não bastando simples referência ao texto legal.

Print de conversa reforça suspeita que traficantes do CV obrigam comerciantes a comprar água com eles na Gardênia Azul

Print de conversa de whatsapp exibido pelo programa Balanço Geral da TV Record mostra conversa de um traficante falando para Doca, chefão do Comando Vermelho, que um comerciante não estava comprando água com os bandidos na Gardênia Azul, em Jacarepaguá e que estava atravessando adquirindo de um caminhão direto. O suspeito pergunta a Doca o que fazer e o chefão disse para mandar Gardenal, seu braço-direito ao local para resolver a situação. Segundo relatos nas redes sociais, depois que o CV tomou a comunidade, lixos se espalhando por toda a favela, teria havido aumento de cracudos perambulando nas ruas, uso de drogas na frente das crianças, e os serviços básicos como correios, Uber, coleta de lixo, caminhões de entregas não podem entrar na localidade.

CV pode ter tomado mais uma área da milícia em Jacarepaguá

Ao que tudo indica, traficantes do Comando Vermelho da Praça Seca e do bairro do Tanque teriam entrado e dominado na última quarta-feira na comunidade do Renascer, onde supostamente não teria resistência dos milicianos que anteriormente cobravam taxas na região. Uma postagem que circulou nas redes sociais diz que é para os moradores não pagarem mais taxas. Lembrando que os milicianos da Renascer estavam ajudando na guerra contra o CV na Vils Sapê, em Curicics.

Justiça aceitou denúncia contra chefões do tráfico na Pedreira (TCP) por homicídio de rival do CV

Depois de dois anos, a Justiça determinou que seja recebida denúncia do Ministério Público Estadual contra os líderes do tráfico do Complexo da Pedreira (TCP), em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, vulgos Coelho, Arafat, Raro e Cego ou Morcego pelo homicídio de um traficante rival em 2023. Uma amiga da vítima teria avisado aos familiares de sua morte e dado informações acerca da dinâmica dos fatos. Ela contou em mensagem, via facebook, que a vítima Sérgio teria entrado para o tráfico da comunidade do Mata Quatro – localizada no interior do Complexo do Chapadão e dominada pela facção criminosa Comando Vermelho – e que no retorno de seu primeiro dia de “trabalho”, o veículo, onde ele, teria sido interceptado pela facção rival Terceiro Comando Puro, quando trafegava de uma favela para outra. A vítima então teria sido capturada, juntamente com outros traficantes do Chapadão, e dias depois, seu corpo foi encontrado com marcas de tiros na entrada do Complexo da Pedreira, enquanto os demais ocupantes do veículo teriam sido baleados ou estariam desaparecidos .Tais informes vieram aos autos por meio das duas únicas testemunhas ouvidas na investigação, mãe e irmã da vítima, que, frise-se, não presenciaram o fato, tampouco souberam identificar quem seriam os traficantes envolvidos na morte da vítima. Diante do impasse no rumo da apuração, os investigadores passaram a colher informes sobre os indivíduos ligados ao tráfico naquela localidade, chegando a autoridade policial, em seu relatório final, a representar pela prisão preventiva de quatro elementos como mandantes/partícipes do homicídio tratado neste processo. Segundo a Justiça, na época, havia notória falta de elementos indiciários aptos a dar suporte à ação penal, já que, conquanto oportuno o levantamento realizado pelos agentes, tal só serviria como um reforço de eventual prova, mas não para sustentar justa causa para o oferecimento de denúncia por homicídio contra pessoas. Por conta disso, naquela ocasião, a denúncia foi rejeitada. Entretanto, em agosto do ano passado, por conta dos depoimentos da mãe e irmã da vítima dos prints de conversa do whatsapp e o Laudo de Exame de Local de Encontro de Cadáver), a Justiça aceitou o recurso do MPRJ e concordou com a denúncia. Dos suspeitos denunciados, Arafat e Raro estão presos.

MAGÉ: Homem está preso suspeito de agredir esposa na hora que ela estava amamentando. Ele a esganou deixando-a sem ar por causa de ciúmes do sobrinho

Um homem está preso desde o final de fevereiro suspeito de agredir a esposa quando esta estava amamentando o filho de um ano e sete meses em Magé. Tudo isso por causa de ciúmes do sobrinho. A vítima, jovem mãe de 20 anos, relatou ter sido agredida violentamente enquanto amamentava sua filha de 1 ano e 7 meses. O autor, alterado pelo uso de entorpecentes, desferiu socos em seu rosto, puxou seus cabelos, lançou-a ao solo e, sobretudo, praticou múltiplos episódios de esganadura, apertando seu pescoço até deixá-la sem ar, gerando dor ao engolir e dificuldade respiratória. O laudo de corpo de delito é cabal, registrando lesões corporais inteiramente compatíveis com tentativa de asfixia mecânica, expondo a vida da vítima a risco iminente. A mãe do agressor, presente no local, confirmou todos os atos de violência e relatou ter retirado a criança dos braços da vítima para impedir que também fosse atingida, fato que acentua a periculosidade do suspeito. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva.

Entre milícias e tráfico: assassinato de Léo Problema aprofunda disputa na Zona Sudoeste do Rio

A morte do miliciano conhecido como Léo Problema, na região da Taquara, Zona Sudoste do Rio, continua cercada de mistério e versões conflitantes. Nas redes sociais e em parte da imprensa, circulou a informação de que o crime teria sido cometido por traficantes do Comando Vermelho (CV). No entanto, uma fonte ouvida pela reportagem aponta outra possibilidade: o assassinato pode ter sido praticado por integrantes da própria milícia ligada a ele. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com relatos que circulam nas redes, Léo Problema estaria envolvido na recente disputa armada pela Vila Sapê, em Curicica. A comunidade foi tomada por traficantes do Comando Vermelho, e desde então milicianos ligados a Betinho, com apoio de criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) e do próprio Léo Problema, estariam tentando retomar o controle da área. Nos meses anteriores, Léo Problema também participou de outras investidas na região. Ele teria contado com o apoio de milicianos das áreas do Catiri e de Santa Cruz para invadir a comunidade do 700, na Taquara, além da localidade conhecida como Dois Irmãos, em Curicica. Essas movimentações teriam provocado atritos com outro grupo miliciano que atua na região, ligado à comunidade de Rio das Pedras e ao miliciano André Boto, atualmente preso. Outra informação que circula nos bastidores do crime organizado é que Léo Problema teria sido o responsável pela morte do miliciano conhecido como Barraca, antigo chefe da região do Camorim, em Jacarepaguá. Barraca foi assassinado em janeiro deste ano, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Durante parte dessa disputa por territórios na Zona Oeste, Léo Problema manteve como aliado o miliciano Play do Jordão. Porém, com o agravamento das disputas internas entre grupos milicianos em Jacarepaguá, os dois teriam rompido. Play do Jordão teria ajudado Léo Problema em ofensivas contra o grupo dos irmãos Juvino — Damião e Nem —, que controlavam áreas da Taquara. Damião acabou assassinado posteriormente, e Léo chegou a ser apontado como um dos suspeitos pelo crime. Antes de ganhar protagonismo nas disputas da região, Léo Problema atuou como segurança do miliciano Horácio, que controlava áreas da Praça Seca e de Jacarepaguá. Horácio foi assassinado em 2023, em Búzios, e, após sua morte, Léo Problema e Play do Jordão teriam iniciado um processo de expansão territorial sobre outras milícias da região. Para isso, contaram também com o apoio de criminosos conhecidos como Acrísio e Tota, ligados à milícia da Favela Cabeça de Porco. Além das mortes de Horácio, Damião e Barraca, Léo Problema também era apontado como suspeito de envolvimento no assassinato do miliciano Cientista, morto em Jacarepaguá em 2024. Cientista teria ligação com uma milícia que atua na Baixada Fluminense. Na década passada, Léo Problema chegou a integrar a própria milícia dos irmãos Juvino. Na época, segundo investigações, ele teria participado de um homicídio e de tentativas de assassinato contra integrantes do grupo rival comandado por Orlando Curicica. Com um histórico de disputas internas, alianças rompidas e conflitos por território na Zona Oeste, a morte de Léo Problema abre novas perguntas sobre quem teria interesse em eliminá-lo — se traficantes rivais ou integrantes do próprio universo miliciano. Léo Problema acumulava sete passagens pela polícia, com registros por homicídio simples, homicídio qualificado, organização criminosa, roubo e porte ilegal de arma.

Expansão do Comando Vermelho: como ‘Doca’ comandou a tomada de dezenas de favelas da milícia e do TCP no Rio”. VEJA LISTA

Assim que se consolidou como o principal líder do Comando Vermelho em liberdade, o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, deu início a uma estratégia de expansão territorial da facção que resultou na tomada de dezenas de comunidades dominadas por milicianos e pelo Terceiro Comando Puro (TCP) nos últimos anos no estado do Rio de Janeiro. A reportagem reuniu informações divulgadas ao longo do tempo pela imprensa, além de dados citados em investigações da polícia, do Ministério Público e da Justiça. Entre as primeiras comunidades conquistadas nessa ofensiva estão os morros do Dezoito, Saçu e Caixa D’Água, localizados entre Água Santa, Quintino e Piedade, na Zona Norte do Rio. Essas áreas eram controladas por milicianos e, em determinado período, chegaram a ficar sob domínio do TCP. O grupo liderado por Doca também assumiu o controle do Conjunto Habitacional do Quitungo, em Brás de Pina, tradicional reduto de milicianos. Avanço em Jacarepaguá e Praça Seca No início da década, a chamada Tropa do Urso — como é conhecida a ala do Comando Vermelho ligada a Doca — passou a concentrar sua ofensiva em comunidades de Jacarepaguá e da região da Praça Seca. Nesse período, o grupo conquistou as comunidades da Covanca, Chacrinha, Barão e Bateau Mouche, todas anteriormente dominadas por grupos paramilitares. Posteriormente, também passou a controlar Jordão, Santa Maria e Teixeiras. Conquistas na Zona Norte e Baixada O Comando Vermelho também tomou do TCP duas comunidades em Anchieta, conhecidas como Az de Ouro e Tatão. Na Baixada Fluminense, o grupo ampliou sua presença ao conquistar áreas antes dominadas por milicianos em Nova Iguaçu, como o Grão Pará e o Conjunto da Marinha, além da comunidade do Danon, que estava sob controle do TCP. Ainda na Zona Norte do Rio, o CV tomou da milícia a localidade do Amorim, em Manguinhos. Ofensiva na Zona Oeste Anos depois, a facção iniciou uma ofensiva para ampliar sua presença na Zona Oeste e região de Jacarepaguá. Nessa etapa, o grupo passou a controlar áreas como Gardênia Azul, Muzema, Tijuquinha, Sítio Pai João, Morro do Banco, Cesar Maia, Fontela, Coroado e Palmares, comunidades que, em sua maioria, eram consideradas redutos da milícia. Mais recentemente, o CV também tomou do TCP os morros dos Macacos, Fubá e Campinho, todos na Zona Norte da capital. Outras áreas que passaram ao controle da facção incluem o Gogó da Ema, em Belford Roxo, e a comunidade conhecida como 700, na Taquara, que era dominada por milicianos. A Vila Sapê, em Curicica, apontada como reduto da milícia, foi uma das comunidades mais recentes a ser tomada pela organização criminosa. Tentativas de novas invasões Ao mesmo tempo em que consolidava o controle sobre diversas áreas, a Tropa do Urso também tentou — ou ainda tenta — avançar sobre outras comunidades dominadas por milicianos. Entre os locais que já foram alvo de investidas estão Catiri, em Bangu, Carobinha, em Campo Grande, Barbante, em Inhoaíba, Antares, em Santa Cruz, e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. A facção também tentou ocupar o Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, Goveua, em Paciência e áreaseem Guaratiba e Pedra de Guaratiba. Já contra o Terceiro Comando Puro, o Comando Vermelho tenta avançar sobre o Morro do Chaves, em Barros Filho, e a Malvina, em Irajá. Além disso, as duas facções seguem envolvidas em confrontos em áreas estratégicas como os complexos da Pedreira e de São Carlos, além de morros da Tijuca, como Cruz e Chácara do Céu, o Morro do Dendê e o Trio de Ouro, em São João de Meriti. A facção ainda mira recuperar os territórios perdidos para o TCP em Niterói, onde os tiroteios têm sido constantes. Com extensa ficha criminal, Doca segue sendo investigado e aparece em mais de 329 investigações desde 2003, sendo considerado atualmente um dos criminosos mais procurados do Brasil. Evadido do sistema carcerário, ele é investigado por mais de 100 homicídios, incluindo execuções de crianças e desaparecimentos de moradores. Em outubro de 2023, Doca foi apontado como o mandante da execução de três médicos e da tentativa de homicídio de uma quarta vítima na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. As vítimas participavam de um congresso de medicina e foram confundidas com milicianos de Rio das Pedras. Contra ele há mais de 20 mandados de prisão expedidos em seu nome pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), segundo dados do site do Conselho Nacional de Justiça.

Veja que instrumentos PMs usaram para arrombar casas e estabelecimentos comerciais durante megaoperação nos complexos do Alemão e Penha. Eles chegaram a roubar lata de refrigerante, cobertor e consumir produtos de geladeiras

Por meio do processo que tramita na Auditoria da Justiça Mililtar descrevemos agora o caso dos PMs que foram denunciados pelo Ministério Público Estadual do Rio pelos crimes de obstrução de câmeras corporais e invasões ilegais a residências e estabelecimentos comerciais sem autorização judicial ou consentimento, praticados no dia 28 de outubro de 2025, durante a Operação Contenção, nas comunidades do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro. Um dos PMs foi acusado de entrar em estabelecimento comercial na Vila Cruzeiro não aberto ao público e contra a vontade de quem de direito e mediante arrombamento. Outros PMs entraram na casa de um morador que usava tornozeleira eletrônica contra a vontade dele.. Teve PM também que tentou entrar em casa alheia usando uma chave micha mas não conseguiu fazer abrir a porta do imóvel. PMs entraram eum uma casa acessando o terraço do imóvel cujos fundos dão visão para a área de mata da comunidade. Os policiais transitaram pelo interior do imóvel, consumiram produtos que se encontravam na geladeira e fizeram uso de seus sanitários. Teve PM que entrou em casa alheia e subtraiu uma lata de refrigerante. Outros PMs após entrarem em uma casa vasculharam o imóvel e retiraram de seu interior um cobertor, dentro do qual havia um saco de lixo preto cujo conteúdo não identificado foi dividido entre eles. A denúncia diz que PMs também usaram uma faca de lâmina de fina espessura para entrar em uma casa. Em mais um relato, o arrobamento foi feito com o uso de um facão para abrir o portão de entrada, Teve uma situação em que um PM, Antes de tentar arrombar o portão da residência, o bateu no portão branco, inquirindo se havia alguém na casa e, mediante a ausência de resposta, passou a efetuar manobras para ingressar no imóvel.

Apesar de a polícia do Rio ter dito que o CV se uniu ao PCC e haveria pacto de não agressão, facções brigam em todas as regiões do país

A Policia Civil do Rio de Janeiro voltou a afirmar hoje que o Comando Vermelho firmou uma aliança com ol Primeiro Comando da Capital mas relatos em redes sociais, imprensa de outros estados e tribunais de justiça apontam que as duas facções permanecem em conflito em várias partes do país. O tal pacto de não agressão dito por policiais do RJ não existiria na prática Segundo o canal Astrolg1 – Submundo Criminal no Telegram, a cidade de Cáceres, no Mato Grosso, vem sendo palco de disputa entre os dois grupos,. De acordo com a publicação, nos três primeiros meses do ano, 21 mortes teriam sido registradas – poucas deles em ações policiais. Algumas ocorrências foram de pessoas baleadas ou resgatadas do ‘tribunal do crime’. O PCC chegou a divulgar um comunicado afirmando que investiria na cidade em 2026. Outros municípios do estado próximas da fronteira com a Bolívia também registraram aumento nos homicídios, entre elas Pontes e Lacerda. Uma reportagem desta semana do jornal O Estado de São Paulo revelou a existência de uma guerra em Rio Claro envolvendo o PCC e o CV, encabeçado pela célula do narco Bode. Segundo a matéria, haveria um bate-volta de integrantes do CV que vão até São Paulo, executam rivais e retornam para o Rio. De acordo com a justiçça, no Ceará, foram regisrados atentados na cidade de Boa Viagem em razão da disputa entre os dois grupos. Em Paraupebas (Goiás), duas pessoas foram mortas e outras três feridas em uma ação criminosa motivada por rivalidade entre facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), bem como por retaliação ao homicídio ocorrido no dia anterior em bairro conhecido como reduto do “CV”. Em Coari, no Amazonas, a Justiça afirmou que a cidade vive intensa disputa entre organizações criminosas rivais, notadamente facções como o Comando Vermelho (CV), Primeiro Comando da Capital (PCC) além da prática reiterada de pirataria fluvial, com conflitos armados pelo domínio de rotas e mercados do tráfico de drogas, cenário que tem resultado em diversos homicídios motivados por vendetas, retaliações e disputas territoriais. Em Alagoas, entre as cidades de Barra de São Miguel/AL e São Miguel dos Campos/AL, dois jovens foram assassinados, Os homicídios foram ordenados por um traficante vulgo Chupeta”, uma das lideranças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na região. A motivação decorreu da suspeita de que as vítimas mantinham vínculos com o Comando Vermelho (CV), facção rival com forte presença no município de Marechal Deodoro/AL, local de origem de ambas. No Paraná, uma investigação descobriu a intenção de traficantes do Comando Vermelho de tomar do PCC os pontos de tráfico de drogas do município de Almirante Tamandaré. No Acre, houve escimento do CV nos últimos anos, ocasionando o domínio territorial de áreas que outrora se encontravam sob o domínio dos rivais PCC, B13 e IFARA. Como consequência desse domínio, muitos faccionados “rasgaram a camisa” – gravação de vídeo onde o integrante informa a saída da Orcrim para entrar em outra ou para seguir uma religião – para entrar no comando vermelho. Esse embate entre as facções elevou nos últimos anos os índices criminais a patamares nunca antes visto no estado, causando insegurança e até mesmo pânico na sociedade. A divulgação dada pela imprensa aos “salves” – comunicado feito pela facção que visa atingir determinado público -, tem ajudado a propagar e aumentar a insegurança sentida pela população. Recentemente o CV divulgou através do aplicativo de troca de mensagens Whatsapp , um “salve” dando um prazo de 07 dias para que familiares de faccionados rivais se retirassem de áreas sob o seu domínio. Ontem, a polícia do Rio divulgou trechos de um estatuto do Comando Vermelho dizendo que, em fevereiro de 2025, a facção tinha colocado fim a esta guerra com o PCC e reafzia uma nova aliança de paz, justiça, liberdade e franternidade. Isso não perdurou.

Miliciano pivô de guerra em Jacarepaguá foi executado

Apontado como pivô de uma guerra entre milicianos em Jacarepaguá nos primeiros meses do ano, o criminoso conhecido como Léo Problema foi assassinado na noite de hoje na Estrada dos Bandeirantes, na Taquara Informações preliminares apontam que Léo Problema foi pego quando se preparava para sair ao encontro de outros milicianos para uma suposta reuniâo. Relatos nâo oficiais apontam que ele foi executado por traficantes do CV. Um homem que estava com.ele foi ferido. Segundo policiais, houve troca de tiros no local, dois foram baleados. Um.deles chegou a sair do veículo depois e correu para o posto e foi socorrido A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de quarta-feira (11/3), policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá), durante patrulhamento pela Estrada dos Bandeirantes, na Taquara, localizaram um homem ferido por disparos de arma de fogo nas proximidades de um posto de combustíveis.Durante buscas nas imediações, os policiai encontraram, cerca de 400 metros à frente, um veículo com diversas marcas de tiros. No interior do automóvel havia um homem em óbito.O homem ferido foi socorrido ao Hospital Municipal Lourenço Jorge.Ocorrência em andamento na DH. Foi o terceiro assassinato na Taquara em um curto intervalo de tempo. Poucas horas atrás, dois homens também foram executados com tiros de fuzil na Estrada do Meringuava após tiroteio. Segundo relatos, ambos eram milicianos e estavam realizando cobranças no comércio da região. Em relação ao caso da Estrada da Meringuava, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de dois homens, ainda não identificados. Diligências estão em andamento para apurar os fatos .Quanto à ocorrência na Estrada dos Bandeirantes, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apura as circunstâncias da morte de um homem, ainda não identificado. Na ação criminosa, um outro homem ficou ferido e foi socorrido a uma unidade de saúde. Agentes realizam diligências para identificar a autoria do crime. Quem.é Léo Problema Segundo informações que circularam na Internet após tomar todas as áreas dos irmãos Juvino na Taquara, Léo Problema se juntou a milicianos do Catiri e Santa Cruz para tomar comunidades em Curicica. Em janeiro, ele liderou uma invasão a comunidade do 700 na Taquara que terminou em intenso tiroteio. Milicianos em fuga invadiram a pista da Transolimpica e fizeram uma família de refém.

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