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TRIBUNAL DA MORTE: Novas denúncias apontam execuções cruéis cometidas por integrantes da maior milícia do RJ em Itaguaí e Seropédica. Menores e motoboys estariam entre as vítimas

Novas denúncias explosivas que começaram a circular nas redes sociais jogam ainda mais luz sobre uma suposta sequência macabra de assassinatos atribuídos a milicianos que atuam em Itaguaí e Seropédica, na Baixada Fluminense. Os relatos apontam que os crimes teriam sido cometidos por integrantes ligados ao maior grupo paramilitar do Estado do Rio de Janeiro, atualmente comandado por PL. Entre as vítimas citadas nas denúncias estão dois adolescentes: Miqueias da Silva Vieira e José Miguel da Cruz Costa, ambos com apenas 16 anos. José Miguel desapareceu no dia 3 de abril de 2025, em Itaguaí, e nunca mais foi visto. Familiares vivem até hoje o drama da incerteza enquanto relatos nas redes apontam que o jovem teria sido mais uma vítima da violência imposta pelo grupo criminoso na região. Já o caso de Miqueias revoltou moradores pela crueldade. O adolescente, estudante, teria sido executado após pegar uma simples sacola de compras. O corpo já teria sido reconhecido pela família. O jovem foi visto pela última vez no dia 6 de setembro do ano passado, no bairro Califórnia, antes de desaparecer sem deixar rastros. As denúncias vão ainda mais longe e apontam para outros homicídios supostamente ligados aos paramilitares de Seropédica. Leonardo Richard e seu primo Gustavo Lira, ambos motoboys, também teriam sido mortos brutalmente. Segundo relatos que circulam nas redes e grupos da região, os dois teriam sido assassinados após se recusarem a fazer “favores” para milicianos locais. As acusações indicam ainda que os crimes em Seropédica estariam sendo comandados por um miliciano preso em Bangu 8, conhecido pelo vulgo “Bigode”, apontado como aliado direto de PL. O clima de terror e medo na região aumenta a cada nova denúncia. Moradores afirmam viver sob silêncio forçado, dominados pelo receio de represálias. Há algumas semanas, o portal já havia divulgado outro caso assustador envolvendo a suposta execução do menor João Victor Campos. Na ocasião, vieram à tona diálogos atribuídos a milicianos discutindo friamente onde o corpo da vítima seria descartado.

Ameaças, Briga por FGTS e Vídeo Desesperador: Novos Bastidores do Caso do Vigilante Desaparecido em Niterói

Ameaças de demissão, conflitos envolvendo direitos trabalhistas e até cobranças relacionadas a um antigo acidente com carro da empresa estão entre as possíveis motivações apontadas por testemunhas para o desaparecimento do vigilante Maximiliano Pina Julio, em Niterói. O caso ganhou contornos ainda mais assustadores após a vítima aparecer ensanguentada em uma chamada de vídeo para a namorada, afirmando ter sido baleada pelo próprio patrão momentos antes de desaparecer sem deixar rastros. A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público e decretou a prisão preventiva de Bruno Cordeiro Gomes de Souza e Marcelo São Paio de Figueiredo, investigados por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, Maximiliano vivia um ambiente de tensão no trabalho meses antes do desaparecimento. Um dos relatos aponta que ele vinha sofrendo pressão após ter batido um carro da empresa cerca de dois anos atrás. Ainda segundo o depoimento, Marcelo, apontado como fiscal do contrato da empresa de segurança, estaria ameaçando demiti-lo e utilizar parte do FGTS da vítima para cobrir os prejuízos do veículo. Outra testemunha relatou que existiam conflitos relacionados à supressão de direitos trabalhistas dos funcionários quando os serviços ainda eram prestados por outra empresa ligada ao mesmo grupo. Segundo o depoimento, o clima interno era marcado por desentendimentos e ordens consideradas abusivas. As suspeitas cresceram ainda mais após a revelação de uma conversa considerada extremamente perturbadora pelos investigadores. Na manhã de 21 de fevereiro de 2026, por volta das 7h05, a namorada de Maximiliano recebeu uma chamada de vídeo pelo WhatsApp. Segundo o relato prestado à polícia, o vigilante aparecia caído no chão, coberto de sangue e gritando por socorro. Durante os 57 segundos da ligação, ele repetia várias vezes que havia sido baleado pelo próprio patrão, identificado como Marcelo. A testemunha afirmou que Maximiliano tentava se levantar apoiado em uma mesa enquanto segurava o celular. Havia sangue na camisa, nas mãos e também espalhado pelo chão ao redor dele. A ligação caiu abruptamente e, desde então, ele nunca mais foi visto. Desesperada, a namorada foi até o local onde o vigilante trabalhava, na unidade da PESAGRO, no Horto do Fonseca, em Niterói. Lá, descobriu que Maximiliano sequer havia assumido o plantão naquele dia. A motocicleta usada por ele também não estava mais no estacionamento da empresa. Policiais militares e bombeiros realizaram buscas na área, mas não encontraram vestígios aparentes de sangue, sinais de luta corporal ou qualquer pista concreta do paradeiro da vítima. As investigações avançaram após análise de imagens de câmeras de segurança obtidas pela Delegacia de Homicídios. Segundo os autos, as gravações mostrariam um dos acusados circulando pela área pouco antes do desaparecimento. Em outro momento, um homem apontado como sendo Maximiliano aparece chegando de motocicleta ao local de trabalho. Pouco depois, as câmeras registrariam a moto da vítima sendo levada e escondida em outro endereço. Outro trecho das imagens mostra dois homens carregando um objeto não identificado para dentro de um veículo preto ligado à empresa investigada. Uma testemunha também afirmou que, dias após o desaparecimento, encontrou a sala de segurança do local completamente diferente do habitual. Segundo o relato, móveis haviam sido reposicionados, havia marcas recentes de cimento no chão e um forte cheiro de produto no ambiente, indicando uma possível limpeza ou alteração às pressas. Para o Ministério Público, os depoimentos, as imagens e o comportamento dos investigados formam um conjunto robusto de indícios sobre a prática dos crimes. Na decisão que decretou as prisões preventivas, a Justiça destacou a gravidade concreta do caso, o risco de intimidação de testemunhas e a necessidade de preservar a instrução criminal. Apesar das prisões decretadas, o paradeiro do corpo de Maximiliano continua desconhecido, aumentando ainda mais o mistério e a repercussão de um caso que mistura desaparecimento, denúncias graves e uma ligação de vídeo que pode ter registrado os últimos momentos da vítima.

“Resolve e joga em Seropédica”: Conversa vazada mostra milicianos discutindo destino de corpo de adolescente que teria sido morto pelo grupo. ASSISTA

Uma conversa vazada nas redes sociais trouxe à tona detalhes assustadores sobre o desaparecimento do adolescente João Victor Campos, de apenas 16 anos, e levantou suspeitas de que o jovem possa ter sido executado por criminosos ligados à milícia que atua entre Seropédica, Itaguaí e a Zona Oeste do Rio. Além dos diálogos atribuídos aos milicianos, um vídeo que circula nas redes sociais também estaria sendo apontado como uma possível gravação do do corpo do adolescente em meio a um matagal. Até o momento, porém, não há confirmação oficial sobre a autenticidade das imagens nem sobre o paradeiro de João Victor No vídeo, um homem diz: “Ai Peoa, Pegou a visão, arrombado ta aí ficou fudido”. Nas mensagens vazadas, o miliciano Pepa, de Itaguaí, conversa com Sassá, do Cesarão, ambos apontados como integrantes ligados ao grupo de PL, atualmente associado à milícia do Zinho. Durante o diálogo, eles comentam que o miliciano Bigode — ex-chefe da milícia de Seropédica e atualmente preso em Bangu 8 — teria perguntado sobre o adolescente, que, segundo informações divulgadas em grupos da região, teria sido sequestrado pela quadrilha. O trecho mais chocante da conversa acontece quando os criminosos discutem onde o corpo do jovem poderia ser desovado. Eles citam as regiões do Jesuítas, em Santa Cruz, e Seropédica. Em seguida, Sassá teria determinado: “resolve e joga em Seropédica mesmo”. A foto de João Victor passou a circular nas redes sociais acompanhada de mensagens de despedida e forte comoção. Em uma das publicações, aparece a frase:“Eu te dei tantos conselhos, queria tanto que você estivesse me escutado. Meu coração fica apertado de saber.” O caso aumentou ainda mais o clima de medo na Baixada Fluminense, principalmente diante das informações de que integrantes ligados a PL e Bigode estariam articulando ataques contra comunidades de Seropédica atualmente dominadas pelo grupo de Juninho Varão. A possibilidade de uma nova guerra entre milicianos e traficantes deixou moradores em alerta máximo. Bigode é apontado como o antigo chefe da milícia de Seropédica, grupo que mantinha aliança com o Terceiro Comando Puro (TCP). A quadrilha é investigada por diversos crimes violentos, incluindo o confronto que terminou com a morte do universitário Bernardo Paraíso e deixou duas crianças feridas. A tensão na região aumentou ainda mais após a execução de Gustavo, ex-miliciano que teria abandonado o crime para trabalhar como mototaxista. Ele foi morto na noite da última sexta-feira, na região do Km 54, no Salão Raposa. Os principais suspeitos do ataque seriam Reinaldo, GL e Peppa. GL, morador de Chaperó e apontado como integrante ligado diretamente ao GAT de Gordão/Bigode, estaria enviando áudios com ameaças contra rivais e moradores da região. Veja aqui a conversa:

Depois de mais de dois anos de buscas, mãe desiste de buscar corpo do filho que teria sido assassinado e queimado por bandidos em Itaguaí e tenta na Justiça declaração de morte presumida

Uma mulher que há quase três anos procura pelo filho desaparecido em Itaguaí desistiu das buscas e tenta obter junto a Justiça a morte presumida do rapaz para poder ter acesso ao pouco que ele deixou no banco e encerrar de forma digna a triste história. Daniel Mateus Conceição Andrade desapareceu na noite do dia 02/12/2023. A autora diligenciou junto a hospitais, necrotérios e demais locais frequentados pelo ausente, não obtendo êxito em localizá-lo. Tais fatos foram informados à 50a Delegacia Policial, tendo sido lavrada a ocorrência nº 050-05256/2023. Mais especificamente, no dia 02 de dezembro de 2023 , Daneil conheceu um indivíduo não identificado em seu ambiente de trabalho. Na mesma data, por volta das 21h , ambos saíram da residência da família em uma motocicleta com destino a um evento festivo (“baile funk”) realizado na Praça Estrela do Céu , , no município de Itaguaí/RJ. Após a saída, po o rapaz não retornou ao lar e não estabeleceu qualquer contato posterior, o que gerou imediata preocupação nos familiares, dada a ausência de histórico de desaparecimentos ou condutas desabonadoras. Diante do quadro, no dia 03 de dezembro de 2023 , sua mãe compareceu à delegacia de polícia local para formalizar o Registro de Ocorrência. Ao chegar à unidade policial,ella foi abordada por uma mulher que se identificou como irmã do rapaz que acompanhava sf. Na ocasião, a senhora tentou dissuadir a mãe de Daniel de registrar o fato, orientando-a a “não dar parte” e afirmou que ambos os jovens teriam sido capturados por criminosos e levados para uma localidade conhecida como “Sem Terra” , onde teriam sido executados e seus corpos incinerados. Desde então, a mãe permaneceu sem qualquer notícia sobre o paradeiro de seu filho ou informações oficiais sobre o andamento das investigações. O silêncio das autoridades e a falta de localização do corpo mantiveram a família em um estado de angústia permanente, restando patente a necessidade de intervenção judicial para a elucidação do ocorrido. Outrossim, de acordo com as declarações de testemunhas anexadas, é patente a morte de Daniel  Segundo a Justiça,  a declaração de morte presumida é a única medida cabível à autora e sua família a fim de fazer prova da morte do ente querido, possibilitando que seja lavrado o óbito e que se possa, enfim, ultrapassar o luto pela tão triste perda.  Destarte, apesar de Daniel ter deixado bens, é necessária a demonstração de seu falecimento também para poder acessar contas em banco e pequenos valores que o mesmo deixou depositados, a fim de que possam ser levantados por Alvará Judicial, sem necessidade de inventário, vez que as quantias são ínfimas, porquanto a família é muito humilde. Diante de tais exigências, não resta à autora alternativa senão requerer a prestação jurisdicional, com a finalidade de obter o registro de óbito de seu filho.

Cinco mortos: Justiça decreta prisão por ‘tribunal do tráfico’ do CV em São Gonçalo com corpos incendiados em retaliação a arrastão”

A Justiça do Rio decretou, no último dia 25 de março, a prisão preventiva de cinco traficantes ligados ao Comando Vermelho — conhecidos pelos vulgos Du Pente, Cabeça, Ben Ben, Pretinha e Jimmy — apontados em investigações como responsáveis por uma sequência de execuções brutais que deixou ao menos cinco homens mortos e desaparecidos na Região Metropolitana. De acordo com os autos, os corpos das vítimas ainda não foram localizados e teriam sido incendiados numa tentativa de ocultação dos crimes. As investigações indicam que as mortes teriam sido uma retaliação direta do tráfico após as vítimas participarem de um arrastão na rodovia RJ-104, em São Gonçalo — ação que, segundo apurado, não teria sido autorizada pela facção criminosa que domina a região. O caso é investigado no inquérito nº 951-00424/2025, conduzido pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-NSG), que apura o desaparecimento e as mortes de Davi Mendonça Schinke, João Pedro Ramos Freitas, Thalis da Silva Ferreira Moura e Kaio Luiz da Silva Oliveira, entre os dias 14 e 18 de outubro de 2025, nas comunidades Nova Grécia e Palmeira, áreas sob domínio do Comando Vermelho. Segundo os autos, tudo começou com uma denúncia anônima feita ao Disque-Denúncia, indicando que o corpo de Davi Mendonça estaria na localidade conhecida como “Pedra do Urubu”, na Comunidade da Palmeira, após ter sido executado por traficantes. Com o avanço das investigações, foi constatado que Davi estava desaparecido desde o dia 16 de outubro. Em depoimento, os pais afirmaram que o filho teria sido morto por integrantes do Comando Vermelho como forma de punição pelos roubos ocorridos na RJ-104, nas proximidades da Comunidade Nova Grécia. A apuração revelou ainda o desaparecimento de outros três homens — João Pedro, Thalis e Kaio — que, segundo os autos, também teriam participado do arrastão ocorrido no dia 13 de outubro, sem autorização da liderança do tráfico local. Como resposta, as vítimas teriam sido sequestradas por criminosos da facção. Parte delas teria sido levada para um ponto conhecido como “Campanário”, no alto da Comunidade Nova Grécia. Já Davi e Kaio teriam sido levados para a Comunidade da Palmeira, em Niterói, onde, segundo as investigações, foram executados. Testemunhas afirmaram que as mortes teriam sido ordenadas pelo traficante conhecido como “Cabeça”, identificado, segundo informações do Portal de Segurança do Estado, como alguém com 46 anotações criminais. Ainda conforme os relatos, a execução teria sido realizada pelo traficante “Du Pente”, apontado como “frente” do tráfico na Comunidade da Palmeira. Ele foi reconhecido por testemunhas por meio de mosaico fotográfico. As investigações também indicam que “Ben Ben” e “Pretinha” — esta última apontada como ex-liderança da Comunidade Nova Grécia — teriam participado diretamente da ação, auxiliando na identificação das vítimas e, em um dos casos, mantendo uma delas amarrada até a chegada dos executores. Uma testemunha identificada como Dayana também reconheceu “Ben Ben” e “Pretinha” em procedimento policial. Já o traficante conhecido como “Jimmy” foi apontado como o responsável pelo tráfico na Comunidade Nova Grécia, área onde parte das vítimas desapareceu. Na decisão, a Justiça destacou que os autos revelam uma atuação “extremamente violenta, organizada e reiterada”, com execução de múltiplas vítimas em um contexto de domínio territorial armado, além da tentativa de ocultação de cadáveres por meio de incêndio. Segundo o entendimento judicial, a liberdade dos acusados representaria risco à ordem pública, diante da gravidade dos fatos, da repercussão social e da periculosidade dos investigados. A decisão também aponta que a soltura poderia intimidar testemunhas e comprometer o andamento do processo. O clima de medo, inclusive, já aparece no próprio processo. De acordo com os autos, uma das testemunhas afirmou estar com receio de prestar informações mais detalhadas por viver em área dominada pelo mesmo grupo criminoso, chegando a omitir parte do que sabia por medo de represálias. O caso expõe, segundo a própria investigação, um cenário de violência extrema, com execuções, desaparecimentos e possíveis queimas de corpos, em meio ao controle rígido imposto pelo tráfico sobre territórios da Região Metropolitana do Rio.

CAXIAS: Levaram de casa, julgaram no ‘tribunal do tráfico’ e fizeram sumir: Justiça manda prender grupo após quase 3 anos”

Quase três anos após o desaparecimento de duas vítimas levadas à força de dentro de casa, a Justiça decretou a prisão preventiva de quatro suspeitos apontados como integrantes da quadrilha do traficante conhecido como “Flamengo”. Eles são investigados pelo sequestro, homicídio e ocultação dos corpos de Maurício Gaspar Mello de Sousa e Ademir Martins dos Santos, no condomínio Rotonda, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Entre os acusados, está uma mulher. Segundo os autos, no dia 9 de julho de 2023, os investigados teriam invadido a residência das vítimas e as retirado sob grave ameaça, com o uso de armas de fogo. Em seguida, Maurício e Ademir teriam sido levados para uma área dominada por organização criminosa, onde, conforme a investigação, foram submetidos a um chamado “tribunal do crime”, executados e tiveram os corpos ocultados — que até hoje não foram localizados. A decisão judicial destaca a existência de indícios considerados consistentes de autoria, baseados em reconhecimentos formais, depoimentos de testemunhas diretas e indiretas, além da descrição detalhada do modo de atuação da organização criminosa na região. O decreto de prisão também se fundamenta no risco concreto à ordem pública, diante da gravidade dos fatos e da atuação do grupo. Os autos ainda apontam um cenário de intimidação contínua na localidade. Testemunhas — moradores e ex-moradores — relataram ameaças, expulsões forçadas e um ambiente de coação sistemática, atribuído à atuação da organização criminosa que domina a região. Embora seja apontado como chefe do tráfico local, o criminoso conhecido como “Flamengo” não figura como réu neste processo específico. Denúncias sobre a atuação do grupo no condomínio Rotonda vêm sendo feitas há anos. A página “Reage Jaqueira”, na rede social X — a mesma que revelou anteriormente a suposta imposição de compra de farinha a comerciantes, tema que chegou a ser abordado pela TV Globo — também relata a existência de um sistema de exploração de moradores na região. De acordo com essas publicações, integrantes do grupo criminoso exerceriam controle direto sobre a rotina dos residentes, com cobrança de taxas, interferência na administração dos prédios sem processo eletivo e apropriação de valores relacionados ao fornecimento de gás. Uma das acusadas no processo, inclusive, é apontada como tendo assumido a função de síndica sem eleição. As investigações seguem em andamento. Os acusados responderão ao processo com garantia do contraditório e da ampla defesa.

Jovem foi sequestrado em Paracambi e está desaparecido desde quarta-feira

Um jovem identificado como Kaik Alberto, de 18 anos, foi sequestrado na última quarta-feira (8), no bairro BNH, em Paracambi. Segundo informações de familiares, Kaik havia saído de casa para jogar bola quando foi surpreendido por um veículo Fiat Argo branco, ocupado por quatro homens. Os suspeitos teriam abordado o jovem e o colocado à força dentro do carro. Desde então, Kaik não foi mais visto e não há informações sobre seu paradeiro. O caso tem gerado grande preocupação e mobilizado familiares e amigos, que seguem em busca de qualquer pista que possa levar ao jovem. O pai de Kaik tem percorrido a região tentando obter informações, mas até o momento, sem sucesso. A família faz um apelo à população: qualquer informação que possa ajudar a localizar Kaik Alberto pode ser repassada pelo telefone 📞 (21) 96674-9452. O desaparecimento segue cercado de mistério e aumenta a angústia de todos que aguardam por notícias.

Rapaz está sumido desde o dia 18 depois de falar com a mãe que havia chegado em Rio das Pedras (milicia)

A familia de um rapaz chamado Josimar esta pedindo ajuda na internet para encontrâ-lo. Ele está desaparecido desde omdia 18 de março d depois que fez contato com a mãe dizendo que havia chegado na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, área da milícia. Há relatos que carecem de confirmação que ele teria sido executado por não pagar taxa exigida pelos paramilitares.

Jovem saiu da Muzema (CV) para comemorar seu aniversário e sumiu. Denúncia diz que ele foi pego por milicianos de Rio das Pedras. Amigo que estava com ele também está desaparecido

Um rapaz chamado João Ícaro saiu da comunidade da Muzema, no Itanhanga, onde mora no final do mês passado , para comemorar o seu aniversário e desapareceu. Um jovem chamado Jadson que estava com ele também sumiu. Pelas redes sociais, houve relatos de que Ícaro teria sido flagrado em Rio das pedras dando em cima de uma mulher que já namorou um miliciano. ,Ao saber que ele veio da Muzema., os milicianos a tropa do PSG teriam pegao o jovem e esquartejado, arrancando cabeça, braços e pernas, segundo a denúncia. Não há nada confirmado. A moto dele já foi encontrada jogada na pista. Outra versão que circula é que os dois saaíram da Muzema em direção à Taquara para buscar uma encomenda. Último contacto: Pararam de responder as mensagens e às ligações estão dando caixa de correio desde a madrugada. Contacto para informações: (21) 96016-6324

Depois de quatro anos, Justiça decretou prisão preventiva do traficante Belão do Quitungo (CV) acusado de matar um homem que estava cometendo furtos e que havia perdido uma arma do crime

Preso desde o ano passado, o traficante Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, que era frente do Conjunto Habitacional do Quitungo, em Brás de Pina, teve mais uma prisão preventiva decretada por um homicídio cometido em 2022. A vítima foi Jorge Luiz Marquez Xavier Júnior, então com 25 anos. O corpo até hoje não apareceu e suspeita-se que tenha sido queimado. Jorge foi acusado de extraviar uma arma do tráfico sendo obrigado a trabalhar para os crimnosos para pagar dívida e depois começou a cometer furtos na região, contrariando os bandidos. O sumiço de Jorge ocorreu em março daquele ano. Uma testemunha contou que um amigo de Jorge era envolvido com o Comando Vermelho; e durante essa guerra de facções criminosas, o tal amigo estava fugindo, pulou o muro da casa da testemunha, e pediu que Jorge escondesse uma arma de fogo e foi embora; Jorge escondeu a arma de fogo em uma moita próxima à residência; Dois dias depois, ele foi buscar a arma e não a encontrou;. Ele acreditava que garis da Comlurb encontraram e levaram a arma O amigo depos voltou para buscar a arma e Jorge contou que perdeu a arma. O tal amigo contou para o comando do tráfico; Quem estava chefiando tráfico na comunidade do Quitungo e na Caixa d`Água, era o Belão. Jorge procurou o traficante que exigiu que lhe pagasse com a vida, ou seja, que trabalhasse para o tráfico de drogas, em troca da arma de fogo que perdeu; Jorge trabalhou para o tráfico, mas não portava arma de fogo; Ele xercia a função de olheiro, ou seja, informava quando a milícia invadia a comunidade;Jorge era usuário de crack, e portanto usava entorpecentes para ficar acordado. Ele exerceu essa função por um mês, quando fugiu por medo. Ficou pelas ruas próximas às estações do BRT, Pastor José Santos, Guaporé e Praça do Carmo; Certo dia, ocorreu um incêndio em uma loja na região. Após o incêndio, Jorge entrou nessa loja, furtou material para vender no ferro velho, e usar droga; O tráfico ficou sabendo que Jorge estava furtando na região. Jorge soube, e no dia 07 de março de 2022, foi até ” Belão” para novamente negociar para sua sobrevivência, pois temia que algo pudesse lhe acontecer. Antes de ir, Jorge contou a testemunha o que pretendia fazer, e que se não voltasse era para procurar pelo mesmo, na Comunidade do Cruzeiro. A partir daí, ele não foi mais visto. Um poppular desejou a mãe de Jorge os pêsames. Ela não entendeu nada e a pessoa disse :” Ué, seu irmão, não morreu?”;Todas ficaram nervosas; Q No dia 12 de março de 2022, a família foi procurar por Jorge nas ruas e ficou sabendo por um usuário de drogas que Jorge foi pego por Belão, colocado em um veículo e conduzido até o alto da comunidade da Caixa D´Água para ser executado e queimado. Também foi ouvido que Jorge foi “pego”, colocado em um veículo, executado e queimado, por outros usuários de drogas que conviviam com ele. O usuário pediu para a testemunha procurar um indivíduo conhecido como Magrinho para para confirmar mas não consegiu encontrá-lo. A testemunha foi falar diretamente com Belão ” Belão; No dia, ele estava mexendo no ceullar e nem olhou. A declarante disse acreditar que foi “Belão” quem executou diretamente Jorge porque ele não manda fazer, ele mesmo quem executa sua vítimas; Uma outra testemunha disse que tem receio de que a investigação prossiga, por residir em Comunidade, bem como sua família.

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