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Homem foragido por desaparecimento de vigilante em Niterói já respondia por outro homicídio na cidade

Um homem apontado como envolvido no desaparecimento do vigilante Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos, em Niterói, está foragido da Justiça e já responde a outro processo por homicídio na cidade, segundo informações obtidas no Tribunal de Justiça do Rio. A ação é de 2014 e até hoje encontra-se em sigilo, portanto não é possível acessar as informações. Além dele, outras duas pessoas foram acusadas. O mesmo homem respondeu a processo em 2017 por lesão corporal leve que foi arquivado. Um outro suspeito de envolvimento no desaparecimento do vigilante foi preso ontem em Itaboraí As investigações apontaram que um vigilante, que trabalhava em um posto de segurança no Horto do Fonseca, em Niterói, foi inicialmente dado como desaparecido no dia 21 de fevereiro deste ano. Amigos e familiares passaram a procurá-lo após perceberem que o trabalhador não retornou para casa e aparentemente não teria assumido o plantão no local. Com o avanço das diligências, os agentes descobriram que a vítima de fato havia comparecido ao trabalho naquela manhã, chegando ao local em sua motocicleta e informou que havia assumido o plantão. A partir da análise de imagens de câmeras de segurança da região, os policiais identificaram movimentações suspeitas dentro das dependências do posto de serviço. As gravações indicam que dois vigilantes ligados ao local aguardavam a chegada da vítima. Em seguida, as câmeras registraram os dois homens colocando o corpo da vítima no interior de um veículo. A partir da troca de dados de inteligência, os agentes identificaram o automóvel utilizado na ação, que pertence a uma empresa de segurança privada da região. Os policiais também descobriram que a motocicleta da vítima foi abandonada em outra rua do bairro Fonseca. O trabalho investigativo da DHNSG identificou que um dos homens chegou a afirmar a terceiros que o vigilante não teria comparecido ao trabalho naquele dia, versão que posteriormente se mostrou falsa. Com base nas provas reunidas ao longo do inquérito, a autoridade policial representou pela prisão dos dois envolvidos no crime. Na ação desta sexta, um deles foi localizado e preso no bairro Aldeia da Prata, em Itaboraí. O segundo criminoso não foi encontrado durante as diligências e é considerado foragido. As investigações continuam para esclarecer a motivação do crime e localizar o corpo da vítima, que ainda não foi encontrado.

Mototaxista desapareceu em Senador Camará e teria sido morto por traficantes, diz página

Publicação da página Bango Notícias aponta que o mototaxista Lucas Braga estaria desaparecido desde o último dia 5, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Segundo a página, o rapaz ele teria sido morto por traficantes que atuam na região. Moradores relataram que o crime teria sido ordenado por um criminoso conhecido como “Sabão”, apontado como chefe do tráfico local. Ainda de acordo com a página, mais de 30 pessoas já teriam desaparecido na região

Mãe disse acreditar que filho desaparecido há quase três anos e que morava na Gardênia Azul (CV) teria sido morto por traficantes por supostamente se envolver com milicianos de Rio das Pedras

Depois de quase três anos, a Justiça abriu processo que vai julgar suspeitos do desaparecimento de um rapaz chamado Bruno, então com 24 anos, que sumiu na comunidade Rio das Pedras, em Jacarepaguá, no dia 1 de abril de 2023. Segundo os autos disponíveis, a mãe do rapaz relatou à polícia que acreditava que aconteceu algo com seu filho, porque Bruno nunca ficou sem se comunicar mais de dois dias com sua mãe. Ela conversou com a namorada do filho e ouviu que Bruno nteria sido vítima de homicídio e enterrado na localidade conhecida como “Areinha”., de acordo com o TJ-RJ. Segundo o processo, a namorada do rapaz enviou um “print” com um perfil de instagram (@cristian_cardoso97) informando que Bruno era “cria daqui” ,”fechou com os meleca da RP” “já sabe o fim”, ou seja, era morador da comunidade da Gardênia Azul, e estava envolvido com a milicia da Comunidade de Rio das Pedras. Os autos revelam que a mãe soube por boatos que Bruno foi vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado; A Justiça diz que ela recebeu uma informação de que um homem cujo vulgo é “Jota”, não gostava de Bruno e que teria sido ele quem matou seu fillo. A mãe do rapaz disse acreditar que Jota faça parte da quadrilha de traficantes da Gardênia e executou Bruno por estar envovldio com os milicianos de Rio das Pedras, local onde estava residindo há pouco tempo, cerca de três meses. Consta dos autos também que Bruno teria sido vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado. Uma testemunha que trabalhava em uma imobiliária informou que ficou sabendo do desaparecimento de Bruno através da mãe do mesmo, que mandou mensagem no domingo 02/04/2023. Ele disse que viu Bruno algumas vezes reunido com milicianos de Rio das Pedras. Na página do TJ-RJ, pelo número do processo, porém, não há dados ainda sobre os suspeitos do crime. No item autor do fato, consta como ignorado. A Polícia Civil representou pelo afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos. O fato é apurado no IP 957-00401/2023 da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

Justiça decretou a prisão preventiva de cinco supostos integrantes do CV suspeitos de levar rapaz ao ‘tribunal do tráfico’ no Ipase. Vítima foi torturada e morta acusada de praticar roubos, segundo a denúncia

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva dos traficantes do Comando Vermelho vulgos Chapadinho, Darlanzinho, Pânico, Tubarão ou Bradock, Rogerinho e FN, suspeito de terem levado um rapaz ao ‘tribunal do tráfico’ na comunidade do Ipase, em Vila Kosmos. Lá, a vítima foi torturada até a morte ao ser acusada de praticar roubos nos arredores da localidade, segundo o TJ-RJ. O corpo até hoje não foi encontrado,. Segundo os autos, o crime foi cometido em dia 23 de Julho de 2025. Naquela data, por volta das 12h50min, na Avenida Vicente de Carvalho, nas proximidades do nº 1235, esquina com a Rua Flamínia, altura do nº 400, no bairro de Vicente de Carvalho, Chapadinho portando arma de fogo, auxiliado por Darlanzinho e Bolinho (já falecido) abordaram a vítima Kawã Santos De Oliveira, que se encontrava na via pública, imediações da Comunidade do Ipase, em uma motocicleta Honda Titan CG 150, cor vermelha, aguardando falar com uma menina (não identificada) com quem estaria mantendo uma relação amorosa, e A denúncia diz que mediante violência e grave ameaça de morte pelo emprego de arma de fogo, os suspeitos privaram-na de sua liberdade mediante sequestro e a conduziram coercitivamente para a boca de fumo da localidade conhecida como Telhadão, situada na Rua II, esquina com a Rua Soldado Bernardino da Silva, onde funciona o denominado “Tribunal do Crime”. O sequestro foi captado pelo circuito externo de câmeras de segurança (“câmera Gabriel”), No local, a vítima foi “julgada” e “condenada” à morte. Os autos dizem que os envolvidos com vontade de matar, desferiram golpes com pedaços de madeira, pedradas e coronhadas por longo período de tempo contra Kawã O processo diz que o crime foi praticado porque os bandidos teriam recebido a informação de que a vítima supostamente estaria praticando roubos próximo da região da Comunidade do Ipase, prática esta vedada pelas normas internas estabelecidas pelo grupo criminoso. A vítima foi mantida sob a mira de arma de fogo, com mínimas chances de defesa. Ainda, imputa aos acusados a conduta de “Após eliminarem a vida da vítima, ainda no interior da Comunidade da Ipase, porém em localidade não precisada nos autos, os DENUNCIADOS, de forma livre e consciente, agindo em comunhão de ações e desígnios criminosos entre si, ocultaram o cadáver da vítima em local até os dias de hoje desconhecido.” Um dos envolvidos foi preso e prestou depoimento . Disse que no dia, 28 de janeiro de 2026, quarta-feira, por volta da 06:00 horas, estava em sua residência localizada na rua A, bloco B, aptº 202- Vila Kosmos, quando foi surpreendido por quatro policiais civis que bateram em sua porta, Disse os policiais pediram sua identificação e ao fornecê-la, foi algemado. Contou que é integrante da facção criminosa Comando Vermelho a qual domina a região de Vila Kosmos e ocupava o cargo de “vapor, vendedor de drogas da boca localizada na rua 9 Falou que o “vapor” da boca não porta arma de fogo, somente os seguranças as têm. No entanto, durante os bailes ocorridos na Vila Kosmos o declarante tinha o hábito de frequentà-las portando fuzil, pistola e rádio comunicador; Sobre a morte de Kawa, disse que o rapaz era cria de Vila Kosmos e estava roubando com frequência na área da comunidade. Segundo o depoiente, Kawã, conhecedor da “Lei do Tráfico” de não permitir roubos na região, ainda assim praticava roubos a poucos metros da “boca e utilizava-se de seu conhecimento da área para, logo em seguida ao crime, evadir-se pelas ruas mais internas, local onde havia o domínio do tráfico; No dia do crime, o suspeito ainda não estava de plantão na boca assumir o horário apenas as 20:00 horas;. Ao assumir o plantão as 20:00 horas tomou conhecimento de que os “amigos da boca” Bidu, Bolinho”, ambos já falecidos em operação policial, tomaram conhecimento de que Kawâ está numa motocicleta, a qual tinha o tanque de combustível coberto, estacionado próximo a um posto de bebida, de nome ora não lembrado ( de propriedade de um policial civil de nome Ricardo) localizado na rua Flamínia próximo ao ponto de mototáxi, por volta das 13:30min; Diante desta informação, os comparsas foram armados e de motocicleta ao encontro de da vítima. O depoiente disse que Bidu e Bolinho ordenaram Kawã sentar na moto dos traficantes e logo em seguida o conduziram para o interior da comunidade Vila Kosmos; Contou que não participou da execução de Kawã, que foi morto no turno da tarde por Bolinho e Bidu As imagens de redes sociais demonstram 3 homens portando arma de fogo, rendendo e dominando a vítima, que foi obrigada a subir em uma motocicleta. Nestas imagens, através de confronto com imagens de arquivos de Identificação Civil, foi possível identificar Chapadinho, Darlanzinho e Bolinho.Segundo outros depoimentos, os executores seriam subordinados a Pânico, Rogerinho e FN nas bocas de fumo do “Telhadão” e da “Rua 9” e teriam levado a vítima diretamente à primeira localidade, onde foi morta.

Quatro jovens desapareceram em Vargem Pequena

Quatro jovens desapareceram em Vargem Pequena . Eles moram no Magarça e estariam trabalhando na comunidade do Fontela há um mês. O.Magarça, em Guaratiba, é area da milicia enquanto que a Fontela, em Vargem, é dominada pelo Comando Vermelho. Familiares relatam sofrimento diante da falta de informações e pedem às autoridades respostas sobre o paradeiro dos filhos. Mães afirmaram que, mesmo diante da dor, desejam ao menos a oportunidade de se despedir e realizar o sepultamento para poderem viver o luto.

Segurança de parque de Niterói fez vídeo para namorada dizendo que foi baleado, ela o viu ensanguentado nas imagens e depois ele não fez mais contato e está desaparecido

O desaparecimento do segurança Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos, tem mobilizado amigos e familiares na Região Metropolitana do Rio. Segundo relato de um amigo, que preferiu não se identificar, Maximiliano saiu de casa, em Inoã, Maricá, na manhã de sábado (21), para trabalhar no Horto do Fonseca, na Zona Norte de Niterói, onde fazia plantões de 12h, e nunca mais foi visto..De acordo com o amigo, por volta das 7h05, Maximiliano teria feito uma chamada de vídeo para a namorada dizendo que estava no trabalho e que havia sido baleado. Na ligação, ele aparecia ensanguentado, ainda conforme a denúncia. Desesperada, a mulher teria acionado a polícia e seguido para o Horto, mas ele não foi encontrado no local..“Ele ligou pra namorada pedindo socorro, fazendo chamada de vídeo e dizendo que estava no trabalho e que tinha sido baleado. A namorada dele viu ele ensanguentado na chamada. E ele dizia que estava no trabalho”, afirma o amigo..A Polícia Civil investiga o caso, ainda cercado por mistérios.

Um dos corpos achados em cemitério clandestino no Catiri já foi identificado e tem mais dois desaparecidos no local

A reportagem teve acesso aos nomes de pessoas que constam como desaparecidas na comunidade do Catiri, em Bangu. Uma delas já foi encontrada. Na última quarta-feira (11/02), um cemitério clandestino foi localizado na região do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio, após um minucioso trabalho de investigação e inteligência conduzido pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local  usado para ocultação de cadáveres .Durante as buscas, nesta quarta, dois corpos foram encontrados . Eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização dos exames periciais. O nome de um.deles ja foi. confirmado A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Lembrando que a foto que divulgamos é de uma pessoa que ainda consta como desaparecida e não do que já foi identificado. Os desaparecidos no Catiri são FABRYCIO BARBOSA RAMOS – 01/04/2024 NATAN DE OLIVEIRA DA SILVA – 19/09/2025 LEONARDO DE SOUZA MENDONÇA – 05/02/2026 -desaparecido que teve o corpo encontrado na quarta-feira segundo laudo necropapiloscopico do IIFP As circunstâncias dos desaparecimentos ainda não foram divulgadas porque.as investigações estão em andamento e a policia quer avançar e conseguir prisões pela justiça.

Mulher que teria sido sequestrada em São Gonçalo e está desaparecida desde outubro teve mandado de prisão expedido na última sexta-feira

A Justiça expediu mandado de prisão na última sextá-feira (6) para Érika Abrantes Ribeiro, de 36 anos pelo crime de roubo e resistência que foi condenada a 16 anos. Detalhe: a mulher encontra-se desaparecida desde o dia 19 de outubro do ano passado. Mãe de três filhos, operadora de caixa e moradora da comunidade do Galão, em São Gonçalo, ela teria sido sequestrada na frente de amigas na comunidade da Brahma, de acordo com que foi publicado na imprensa local. Segundo a publicação, Erika teria sido abordada, puxada pelos cabelos e braços e levada à força por homens desconhecidos enquanto conversava com amigas em um campo de futebol na comunidade da Brahma, no bairro Porto Velho. O registro do desaparecimento foi feito na 73ª Delegacia de Polícia (Neves). A imprensa local divulgou que a Polícia Civil investiga se o caso possa estar ligado às disputas territoriais entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho (CV) em áreas conflagradas de São Gonçalo. Segundo apuração, a comunidade da Brahma estaria sob controle de milicianos, enquanto a área conhecida como Galão seria dominada por traficantes ligados ao CV, gerando um ambiente de tensão e conflito entre facções. O celular dela não atende e permanece desligado. A imprensa divulgou que Erika não costumava desaparecer. Um morador relatou que Erika teria sido vista no fim do mesmo dia saindo de um imóvel acompanhada de um homem que aparentava ser policial militar, com a jovem possivelmente algemada. Esta versão não é oficial,. Erika respondia a outros processos por roubo. A família afirma desconhecer qualquer conflito recente que pudesse motivar o desaparecimento. Um parente relembrou, no entanto, que ela chegou a ser capturada por criminosos e baleada nas mãos, de acordo com publicação O crime que levou o mandado de prisão para Erika foi cometido em 2019, Na ocasiáo, houve diversos crimes de roubo (foram 7 vítimas identificadas) .Narraram as vítimas que os custodiados, juntamente com outros indivíduos, mediante emprego de arma de fogo, exigiram seus pertences como veículo, telefones celulares, carteiras e máquina de cartão. Após abordagem policial, o veículo em que estavam os custodiados empreendeu fuga. Na fuga, de dentro do veículo, foram efetuados disparos de arma de fogo na direção da guarnição que os perseguia.

Polícia prendeu suspeito de envolvimento no desaparecimento de cinco moradores em comunidade de São Gonçalo. Corpos de dois já foram localizados carbonizados

A Polícia Ciivl continua investigando o desaparecimento de cinco moradores da comunidade da Nova Grêcia, em São Gonçalo, ocorrido em outubro do ano passado. Dois deles já foram encontrados carbonizados na Palmeira, no Fonseca, em Niterói Na última quinta´feira, foi preso Jimmy Lenon Machado Xavier, suspeito de envolvimento no caso. Jimmy é apontado como gerente do tráfico na região e teria participação direta no chamado “tribunal do tráfico”. Ele foi localizado em Maria Paula, São Gonçalo, e encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Circula nas redes que motoboy teria sido morto por traficantes em Nova Iguaçu que o obrigaram a se despedir da mulher (leia suposta mensagem dele)

Circula nas redes sociais que carece de confirmaçâo oficial a informação que traficantes da comunidade Buraco do Boi (TCP), em Nova Iguaçu teriam supostamente executado um motoboy que teria ido fazer uma entrega no.local. Segundo um print de uma conversa que foi divulgada, antes de o rapaz ser supostamente morto, os traficantes teriam lhe obrigardo a se despedir de sua mulher. Leia a postagem divulgada no Instagram O Maximino, saiu pra trabalhar ontem e não voltou mais. Ele trabalha de entregador por uma farmácia de manipulação. Essa foi a última comunicação dele com a esposa, mãe da filha dele. Fomos na delegacia, fomos atrás do patrão pra saber aonde foi a última entrega. Não sabemos o que houve. Estamos todos compartilhando fazendo o que podemos, mas não sabemos por quem foi pego. Como ele diz: Adeus vão me mat4r tchau. Rua Luiz de Camões, na Posse, Nova Iguaçú, Buraco do boi. Esse endereço foi a última entrega que ele fez. Depois disso mandou uma mensagem falando que deixaram ele se comunicar e que iam mat4r ele. Por favor nos ajudem😭😭😭😭😭. Pedimos a Deus. Não conseguimos dormir. A filha dele não para de chamar ele. Maitê tem 2 aninhos.” A comunidade do Buraco do Boi é controlada pela Tropa do Peixão do Complexo de Israel (TCP).

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