Um dos envovlidos pelo assassinato do policial civil Elber Fares, ocorrido em agosto de 2025 e que fol morto desde dezembro botava terror nos agentes que atuavam na cidade.
Vulgo Bigode, liderança do Comando Vermelho em Angra, mandava realizar o monitoramento da rotina de agentes de segurança pública.
Ele planejava atentado contra policial atuante na cidade e teria contribuído mediante o compartilhamento de fotografias da residência do agente e de informações relacionadas à sua rotina
‘Ele fazia a intimidação de agentes públicos responsáveis pela repressão à criminalidade local”, diz a investigação.
Um comparsa dele teria sido surpreendido fotografando a residência do policial Amaro, ocasião em que tentou empreender fuga ao perceber a aproximação da guarnição, sendo alcançado logo em seguida.
Ao ser abordado, o suspeito autorizou o acesso ao conteúdo de seu aparelho celular.
A partir da análise do dispositivo, foram encontradas fotografias da residência do policial, além de mensagens encaminhadas pelo líder do tráfico local, dentre elas a expressão “Viu as gat hoje?”, seguida de duas ligações, tendo o próprio criminoso esclarecido que a mensagem fazia referência à rotina e à movimentação dos agentes de segurança nas proximidades da comunidade.
Ontem, policiais civis da 166ª DP (Angra dos Reis) prenderam três criminosos envolvidos no assassinato de Elber Fares, ocorrido em agosto de 2025,
O trio foi localizado no município, após trabalho de inteligência e diligências realizadas pela unidade.
Segundo as investigações, em 31 de agosto de 2025, o policial civil foi morto por seis criminosos que armaram uma emboscada. Ele foi executado na frente do próprio filho, ao sair de uma igreja, no bairro Balneário, em Angra dos Reis.
Um dos presos, de 44 anos, é apontado como financiador do crime e responsável por fornecer suporte bélico para a execução. O segundo, de 38 anos, monitorou a vítima, auxiliou na fuga do atirador e ocultou a arma utilizada no crime em uma área de mata. O terceiro, de 43 anos, atuou como motorista e deu suporte à fuga do executor.
Outros dois envolvidos já haviam sido neutralizados pela 166ª DP. Em setembro de 2025, os agentes identificaram um homem apontado como autor dos disparos que mataram o policial.
Em fevereiro deste ano, uma liderança do tráfico na região, apontada como mandante do crime, também foi localizada.
Durante as diligências, ambos tentaram fugir e atiraram contra os policiais civis, houve confronto e ambos foram neutralizados.
As investigações continuam para localizar o sexto envolvido, apontado como recrutador e operador logístico da ação criminosa. Ele é considerado foragido