Policiais responsáveis pela prisão do ex-policial civil Rafael Pulgão afirmaram que, após terem dado ordem de parada ao condutor do veículo no qual o criminoso se encontrava, tal ordem não foi obedecida, ensejando perseguição policial em via pública, havendo, inclusive, relato dos policiais de que outro indivíduo, que seria PM, e estaria com Pulgão no veículo referido, teria se utilizado de uma arma de fogo para tentar disparar contra a guarnição policial, em que pese não haver, nos autos, auto de apreensão de tal arma de fogo.
Os autos não informaram o que aconteceu com esse suposto policial.
Uma mulher que estaria no veículo em que Pulgão foi capturado, e que teria se declarado namorada dele , afirmou que o ex-policial e o suposto PM teriam conversado sobre a abordagem policial, mas que “Rafael disse que não pararia e que aceleraria”
Ela disse ainda que o PM colocou uma arma de fogo para fora e disse que apontaria para o veículo que estava mandado que parasse”.
Segundo os auto, Pulgão estaria, supostamente, associado a outros indivíduos para o fim de “tomar o controle da Comunidade do Catiri”, pois teria, supostamente, “passado a integrar a facção narcoterrorista do ‘Comando Vermelho
Pulgão teve a prisão preventiva decretada mas, em razão de sua situação de saúde do custodiado, foi determinado o seu encaminhamento para atendimento médico, em até 24 horas de seu ingresso na unidade prisional, em que permanecerá acautelado, sem prejuízo da disponibilização da medicação necessária, a critério do médico responsável
Segundo relatos, Pulgão estava na conexão direta com o Doca da Penha e alguns milicianos de Campo Grande que eram ligados ao pessoal do Catiri, essa ligação era para assumir os transportes alternativos mas o miliciano Montanha não quis passar os transportes de Bangu. O outro plano também era matar o PL ou Jorjão, um dos responsáveis pela milícia de Santa Cruz e Paciência.
FONTE: TJRJ e Milícia RJ News (Twitter)