O PM morto hoje na comunidade do Asa Branca, em Jacarepaguá, Adelmo da Silva Guerini, fez parte de uma milícia que agiu no local entre 2017 e 2020.
A quadrilha praticava os delitos de exploração e comercialização de sinais clandestinos de televisão a cabo, venda de cigarros ilegais, exploração ilícita de pontos de mototáxi, com cobrança de taxas de extorsão aos mototaxistas e corrupção de agentes públicos, dentre outros.
A organização criminosa empregava armas de fogo em sua atuação, bem como contou com o concurso de funcionários pú-blicos, mais especificamente policiais militares, que se aproveitam desta condição para as práticas criminosas do bando.
O bando espalhou sua atuação criminosa através da imposição do medo e subjugando moradores/comerciantes da área da comunidade Asa Branca Branca, com o claro objetivo de obter vantagens econômicas a partir de um vasto cartel de atividades criminosas.
Dois sargentos da PM, entre eles Adelmo, eram os líderes do grupo mas eram subordinados a um homem conhecido como Fabi.
Adelmo controlava uma das atividades de maior rentabilidade praticada pela quadrilha, qual seja, a exploração e comercialização de sinais clandestinos de TV a cabo, popularmente conhecida como “Gatonet”, dividindo entre sos lucros dela advindo com um outro PM.
FONTE: TJ-RJ