A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA investiga o desaparecimento de dois adolescentes de 17banosc moradores de São João de Meriti que sumiram após serem supostamente sequestrados por traficantes do Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na semana passada. Diligências estão em andamento para localizá-los.
O caso aconteceu na última quarta-feira, por volta das 18h.
Segundo informações obtidas pelo repórter investigativo Bruno Assunção, uma das vítimas foi identificada como Caio Santana de Oliveira. Ele e um amigo, também de 17 anos, moradores da Baixada Fluminense, teriam ido à região para visitar um conhecido. Os jovens viviam próximos a uma área controlada pelo Comando Vermelho (CV).
A principal suspeita é de que os adolescentes tenham sido mortos por criminosos por serem moradores de uma região associada à facção rival. Familiares de uma das vítimas foram até a comunidade em busca de informações e, segundo relatos obtidos pela reportagem, traficantes teriam confirmado a morte dos dois e afirmado que não havia mais corpos para serem entregues.
A família procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência.
Os dois adolescentes, ambos de 17 anos, moravam em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, mas frequentavam constantemente o Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio, onde tinham muitos amigos. A região é controlada pelo Comando Vermelho (CV), facção rival do Terceiro Comando Puro (TCP), que atua no Complexo da Pedreira. Essa ligação com o Chapadão é uma das suspeitas para a ação criminosa contra os jovens.
Os adolescentes teriam sido sequestrados por criminosos ligados ao TCP em um dos acessos ao Complexo da Pedreira. O caso aconteceu na última quarta-feira, por volta das 18h.
Segundo informações obtidas pelo repórter investigativo Bruno Assunção, uma das vítimas foi identificada como Caio Santana de Oliveira. Ele e o amigo teriam ido à região para visitar um conhecido quando foram abordados.
A principal suspeita é de que os adolescentes tenham sido mortos por criminosos após serem associados a uma área dominada pela facção rival. Familiares de uma das vítimas foram até a comunidade em busca de informações e, segundo relatos obtidos pela reportagem, traficantes teriam confirmado a morte dos dois e afirmado que não havia mais corpos para serem entregues.
A família procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência.