Além de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, Adelmo da Silva Guerini, policial militar morto ontem na comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, fez parte também de uma quadrilha voltada para extorquir comerciantes e criminosos na Baixada Fluminense e matar e torturar traficantes que não pagavam propina ao grupo, obtendo supostamente vantagem indevida por meio de crimes e em razão da função pública
Adelmo e outros PMs usavam um grupo de Whatsapp por meio do qual eram trocadas mensagens a respeito dos crimes praticados e planejados por eles, expressas menções a informantes, a vantagens ilícitas obtidas, a futuras diligências, inclusive, no que tange à execução de pessoas. Tudo conforme exposto no relatório da investigação.
O nome do grupo era ‘Os expresão, nome, no mínimo, sugestiva aos interesses financeiros visados pelos participantes.
O bando atuiava perante o GAT do 24º BPM (Queimados) quanto perante a P2 do 21º BPM (São João de Meriti), formavam organização criminosa voltada para prática de delitos, mormente com objetivo de obtenção de vantagens indevidas.
Ainda, ficou evidente o risco de reiteração nas práticas delitivas, porque parte dos integrantes, mantiveram a conduta criminosa “a pós a mudança de Batalhão, inclusive, com a iniciação de outros contatos e manutenção de antigo para mapear as oportunidade da nova localidade –
FONTE: TJ-RJ