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operação policial

Morto pela polícia, traficante ‘Desenho’ era citado em processo por participar de torturas e humilhações na Vila Vintém (ADA)

O traficante Fabiano de Moura Leite, conhecido como “Desenho” e apontado como uma das principais lideranças do tráfico na Vila Vintém, em Padre Miguel, foi morto nesta semana durante uma operação policial na comunidade, na Zona Oeste do Rio. Um comparsa também morreu na ação. Ambos chegaram a ser socorridos e levados ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiram. Armas foram apreendidas. (um fuzil, duas pistolas, três granadas e seis carregadores para fuzil e pistola). A morte de Desenho ocorre em meio a um histórico de envolvimento com o comando do crime na região. De acordo com informações constantes em processos judiciais, ele já integrava, há anos, a estrutura da facção criminosa que atua na favela, exercendo papel de destaque na organização. Em um processo de 2012, que investigava a atuação de traficantes na Vila Vintém, Desenho é citado ao lado de outros integrantes do grupo acusado de práticas violentas contra moradores. Segundo os autos, vítimas relataram episódios de tortura, humilhação e ameaças, com especial incidência sobre mulheres. As ordens, ainda conforme a investigação, partiam de dentro do sistema prisional, sendo atribuídas ao então líder conhecido como “Celsinho da Vila Vintém”, apontado como responsável pelo controle dos pontos de venda de drogas na comunidade. A denúncia também descreve um cenário de intimidação sistemática, com ameaças direcionadas a testemunhas e vítimas, com o objetivo de impedir a colaboração com as autoridades. Os relatos indicam um ambiente de forte coerção, sustentado pelo uso ostensivo de armas de fogo e pela atuação organizada do grupo criminoso. Ainda segundo os documentos, a quadrilha apresentava elevado grau de periculosidade, com atuação estruturada e armamento diversificado, operando de forma semelhante a um “poder paralelo” nas áreas sob seu domínio. Além de Desenho e Celsinho, o processo menciona outros integrantes identificados por apelidos como “Perigo” (também conhecido como Piloto ou Dilico), “Velho” (ou Luquinha), “Zoio” (Mata Rindo ou Slay), Nazareno, “Pará” (ou Parasinho), Canelão e “Piolho” — este último posteriormente ligado ao Comando Vermelho. Todos foram reconhecidos por vítimas como integrantes da facção Amigos dos Amigos (ADA) e responsáveis por cumprir ordens da liderança do grupo. De acordo com as investigações, a organização exercia controle sobre diversas localidades, incluindo Vila Vintém, Curral das Éguas, Nogueira, Minha Deusa, 77 e Conjuntão. A operação que resultou na morte de Desenho integra ações das forças de segurança para conter a atuação de grupos criminosos na Zona Oeste. O caso segue sob investigação.

Membro do PCC suspeito de nove assassinatos foi preso no RJ

Agentes da 63ª DP (Japeri), em ação integrada com a Polícia Civil de São Paulo, prenderam, nesta sexta-feira (20/03), um narcotraficante integrante da facção criminosa PCC. As investigações apontaram que o criminoso exercia função de liderança, ligada à decretação de mortes de desafetos na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. Ele foi capturado no bairro de Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio, utilizando documento falso. Segundo dados de inteligência, o criminoso possui extenso histórico criminal, com registros e condenações por roubo, homicídio, porte ilegal de arma de fogo e falsidade documental. Também há registro de tentativa de fuga do sistema prisional, ocasião em que teria matado um agente penitenciário. Ele acumula passagens pelo sistema prisional paulista e era considerado foragido. De acordo com os agentes, o preso também é investigado por diversos homicídios em Paraisópolis, sendo apontado como autor de nove assassinatos na comunidade. Em depoimento, ele confirmou envolvimento com a organização criminosa e relatou participação em roubos de cargas de cigarro, caixas eletrônicos, agências bancárias e diversos homicídios praticados em nome do PCC. Na ação desta sexta-feira, após trabalho conjunto de inteligência, os agentes da distrital, em uma ação cirúrgica, localizaram o alvo em Vargem Pequena. No momento da abordagem, ele dirigia um carro de luxo e apresentou documento falso, sendo autuado em flagrante por isso. Contra ele, havia ainda quatro mandados de prisão por homicídio, roubo e latrocínio, que foram devidamente cumpridos. Entre os nove assassinatos do qual Márcio Francisco Vicheti de Oliveira, o Márcio Maracanã. é acusado, está o de Abraão Oliveira Cavalcante. Ele foi morto no dia 11 de dezembro de 2003 na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. O crime foi encomendado por um indivíduo conhecido como Paulinho Arariba, que ofereceu aos executores uma recompensa de cerca de R$ 5.000

Veja as notas oficiais da PMERJ sobre o andamento das investigações das mortes de médica e de morador e traficantes no Morro dos Prazeres (CV). Vários policiais afastados

Saiba agora como estão as investigações no âmbito da PMERJ de dois crimes que estão causando muita polêmica no Rio: a morte da médica Andrea Marins no último fim de semana em Cascadura durante uma abordagem policial que perseguia suspeitos em Cascadura e de oito pessoas no Morro dos Prazeres entre eles um morador.  * Prazeres*  A Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, o comando do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) determinou a transferência imediata de quatro policiais da unidade, com retirada do serviço operacional e inclusão em atividades administrativas, não realizando policiamento nas ruas durante o período de apuração. A medida foi tomada após análise preliminar das ações realizadas na Comunidade dos Prazeres, na Região Central do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (18/03), quando foram identificadas atividades relacionadas ao mau uso das câmeras operacionais portáteis, de uso individual, por parte dos policiais. O afastamento busca assegurar a apuração rigorosa e transparente dos fatos, em conformidade com as normativas que regulamentam a utilização dos equipamentos.  No âmbito da Secretaria de Estado de Polícia Militar as investigações seguem a cargo da Corregedoria da Corporação. *Cascadura*  A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com as análises preliminares dos setores técnicos da Corporação, foi identificado que as baterias das câmeras corporais utilizadas pela equipe estavam descarregadas no momento da ocorrência. Todos esses fatos seguem sob apuração integral da área correcional da SEPM. Vale ressaltar que na Corporação existem normas rígidas que determinam que os policiais, ao perceberem que há qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras, devem regressar à unidade de origem para substituição dos equipamentos. Os policiais seguem afastados dos serviços nas ruas.

Em guerra com milícia rival na Zona Oeste e Baixada, bando de Juninho Varão sofreu desfalques significativos esta semana

O miliciano Juninho Varão sofreu muitas baixas essa semana após aliados terem sido presos e armas apreendidas. Na quarta-feira, um homem de sua confiança conhecido como Tico, liderança da comunidade Km 49, em Seropédica, foi preso..A ofensiva foi desencadeada com base em dados de inteligência que permitiram identificar e localizar um imóvel utilizado como base de apoio da milícia. No local, os agentes encontraram uma estrutura organizada para a prática criminosa, com apreensão de munições para fuzil, drones utilizados no monitoramento territorial, aparelhos celulares, anotações com referências diretas ao grupo, além de dinheiro em espécie. Hoje, policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) apreenderam seis fuzis e prenderam dois criminosos ligados a milícia de Varão em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde os agentes estouraram um ponto de armazenamento de armas do grupo. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, agentes da Draco identificaram que um endereço da região estaria sendo utilizado como “paiol de guerra” da milícia da região. Diante da descoberta, os policiais deflagraram uma ação e encontraram grande quantidade de armamento bélico. Na abordagem, além dos fuzis, foram apreendidos grande quantidade de munições, rádios comunicadores, porta-carregadores e capas de colete balístico. Três veículos roubados também foram recuperados. No paiol, dois criminosos identificados como milicianos foram capturados. Um deles foi identificado como “frente” da organização criminosa, com atuação direta na coordenação de ações armadas e logística do grupo. De acordo com as investigações, o endereço era usado como base para armazenar armas e abastecer o confronto armado na região de Itaguaí e Chaperó, sustentando as tentativas de expansão territorial da milícia. Varão está em guerra com a milícia comandada por PL, sucessor de Zinho. A disputa ocorre na Zona Oeste da capital nos bairros de Santa Cruz e Paciência e na Baixada Fluminense, nas cidades de Itaguaí, Seropédica e Nova Iguaçu. 

“Bora fdp, bora, arrombado, atravessa e dá a chave”, investigação revela traficantes dando ordem para fechar via em retaliação à megaoperação na Penha e no Alemão

Investigação revela ordem de traficantes para obsturir ruas no Rio após a Operação Contenção nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro do ano passado quando mais de 120 pessoas morreram. O fato ocorreu na Rua Uberaba, altura do nº 50, no bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio, No local dos fatos, o motorista de ônibus da empresa Autoviação Tijuca, foi cercado pelos criminosos e pelo menor infrator, além de cinco indivíduos não identificados, que estavam em quatro motocicletas, ordenando de forma violenta que o motorista atravessasse o coletivo na via e entregasse as chaves, proferindo as seguintes palavras: “Bora, filho da puta, bora, arrombado, atravesa e dá a chave”. Os criminosos bateram nas janelas do ônibus e tentarem quebrar o para-brisa, com o claro intuito de intimidar o motorista e impedir o tráfego na via.Os bandidos e seus comparsas apresentavam um comportamento violento e obstruíram completamente a passagem da via e impedido o funcionamento do ônibus, gerando ainda pânico e tensão no local. No mesmo momento, policiais militares que estavam de serviço operacional foram acionados via rádio para atender a uma ocorrência de desordem e obstrução de via pública e chegaram ao local e efetuaram a prisão dos denunciados e apreenderam o menor Os presos declararam aos policiais militares, que traficantes da comunidade da Borda do Mato, dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, ordenaram que fosse realizada a obstrução da via para gerar um caos e clima de terror na cidade do Rio de Janeiro. Por conta da retaliação dos traficantes à operação, a Polícia Civil formulou pedido de autorização de transferência do traficante My Thor te para uma unidade prisional federal, Segndo o relatório, em resposta ao atuar da po lícia foram praticados por componentes da súcia uma série de atos de retaliação, por deliberação dacúpula da facção criminosa, da qual o agravante é membro. Os bandidos deran ordebs para fechamento de comércio e vias, incêndio em coletivos, dentre outras medidas levando pânico para a população A capacidade de articulação da facção foi rápida e potente, impedindo a população de exercer li vremente o direito à liberdade.

Quadrilha de Jiló dos Prazeres (CV) chegou a assaltar banco para conseguir dinheiro para financiar a compra de armamentos que seriam usados na retomada do Morro da Mineira (TCP)

Membros da quadrilha do traficante Jiló dos Prazeres, morto ontem em operação policial, assaltaram um banco no Centro do Rio em 2023. O objetivo era conseguir dinheiro para financiar a compra de armamentos que seriam usados em uma guerra para a retomada do Morro da Mineira, no Catumbi. Na ocasião, os bandidos restringiram a liberdade das vítimas e roubaram a quantia de R$ 130.000, valores que se encontravam inseridos em caixas eletrônicos da agência. Jiló participou de outra intensa guerra na região central do Rio em 2020 quando bandidos do CV tentaram invadir o Complexo de São Carlos. Na ocasião, ele fez a alocação de integrantes de outras comunidades para a invasão e participou ativamente do confronto. Na época, ele também ficou encarregado de receber o contingente de criminosos e armamentos provenientes de comunidades aliadas, a fim de se estabelecerem e, em seguida procederem à invasão no Complexo do São Carlos. A quadrilha de Jiló possuía um integrante, vulgo Cocão, que organizava todos os roubos de veículos, com as correspondentes clonagens, vinculadas ao Morro dos Prazeres. Jiló supervisionava essa atividade com a qual lucrava. Jiló fornecia o “território” e suporte, autorizando a utilização da estrutura criminosa instalada na comunidade dos Prazeres e Paula Ramos para que os veículos subtraídos fossem armazenados, temporiamente, até sua destinação, seja na devolução, mediante pagamento de resgate, para as vítimas, seja na adulteração de seus marcos identificadores, na modalidade vulgarmente conhecida como “clonagem de veículos”. Há alguns anos, Jiló liderou a invasão a apartamentos e o proprietário de um deles ao ser surpreendido foi conversar com as lideranças do tráfico que lhe informaram que a unidade funcional não era mais dele, mas sim daquele movimento de invasão, relatando, ainda, que a mulher do traficante “Jiló” ocuparia o melhor apartamento do prédio, determinando ao rapaz que se evadisse, pois não exerceria de forma alguma a função de zelador naquele lugar; Embora tivesse papel de destaque no tráfico há muito tempo, Jiló não era dono das bocas de fumo dos Prazeres. Ele, na verdade, era braço-direito do traficante Marcelinho dos Prazeres, morto em 2021.

Jiló dos Prazeres foi morto pela PM. VEJA ALGUNS DOS CRIMES PRATICADOS POR ELE

O traficante Jiló, que comandava o Morro dos Prazeres, no Rio Comprido, foi morto durante operação da PMERJ essa manhã. Além dele, outros seis suspeitos também morreram na ação. Um morador também foi morto após ser feito como refém pelos bandidos, segundo a PM. Levou um tiro na cabeça. A mulher de Leandro da Silva Souza contestou a versão e disse que não foram feitos reféns, que a PM entrou atirando e abriu a porta da casa jogando uma granada. Segundo ela, não houve troca de tiros e os bandidos disseram que pretendiam se entregar. Jiló chegou a ser socorrido mas não resistiu aos ferimentos. A polícia fazia uma operação na região para combater o tráfico de drogas e o roubo de veículos. Cerca de 150 agentes , 14 viaturas e dois veículos blindados participam da ação. Tentam ser cumpridos mandados contra lideranças do Comando Vermelho;. Moradores relataram intensas trocas de tiros nas primeiras horas da manhã. Moradores fazem manifestação . Um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontim. Outros sete foram feitos de barricadas. Na operação, os PMs apreenderam dois fuzis, cinco pistolas, dois revólveres e grande quantidade de drogas. Jiló foi acusado de participar de uma tortura de um morador que teve um desentendimento com um homem, por conta de ele ter furado a lajedo do segundo andar onde a vítima mora, na tentativa de colocar uma escada e tomar o espaço, gerando uma discussão entre eles, oportunidade em que o acusado o ameaçou, inclusive de levar homens da “boca de fumo” para resolver a questão. Assim, no dia dos fatos, quando se preparava para dormir, a vítima foi surpreendida com o arrombamento do portão e da porta de madeira de sua residência, por cerca de seis homens que acompanhavam o autor, oportunidade em que, sob a mira de armas de fogo, foi submetido a todo tipo de ameaças e agressões físicas exercidas com pau e barra de ferro. As agressões somente cessaram quando vizinhos começaram a gritar dizendo que chamariam a polícia, momento em que a vítima conseguiu fugir a ação dos seus agressores. O traficante respondia processo pela morte do argentino Gaston Fernando Burlon, que ingressou por engano na Comunidade Morro do Escondidinho e foi alvo de disparos em dezembro de 2024. Jiló também respondia pela morte de Jonatan Felix Gomes ocorrida em abril de 2020. . O crime foi praticado mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista que esta foi dominada pelos traficantes, levada para a parte alta da comunidade, local onde foi executado. O crime foi praticado por motivo fútil, decorrente do fato da vítima estar desobedecendo as ordens do tráfico de drogas. Jiló foi acusado de ser o mandante. O criminoso respondia ainda a outros dois processos de homicídio datados de 2016 ambos pela morte de um turista italiano. Um amigo da vítima tentou se aproximar e foi impedido pelos traficantes que o cercaram em seguida e cutucaram suas costas com as armas, agredindo-o. Ele percebeu que o amigo havia sido atingido fatalmente por um bandido que inclusive mantinha uma pistola erguida, apontada para baixo,. A testemunha disse que achava que havia ocorrido uma colisão entre a motocicleta do amigo e o carro dos bandidos mas logo depois avistou um grupo de 10 a 12 homens portando pistolas e armas longas. sendo alguns inclusive seguravam duas pistolas em suas mãos e um tinha capuz na cabeça. Quando estava preso, Jiló dos Prazeres foi acusado de participar do assassinato de um traficante do Comando Vermelho dentro da cadeia. O bandido morto, vulgo Dourado, era o dono do tráfico na localidade de Barro Branco, em Duque de Caxias e foi assassinado por cinco detentos, entre eles Jiló, segundo investigações. A ordem para o homicídio partiu de um preso que estava na época em Bangu 1, vulgo Sombra. O crime ocorreu porque Dourado teria arrumado problemas durante um baile na comunidade Nova Campinas, no mesmo município, que resultaram nas mortes de dois criminosos Jiló também chegou a comandar a venda de drogas em casarões da Lapa conseguindo um lucro diário de R$ 10 mil. Jiló comandava a venda de drogas de um prédio abandonado próximo ao quartel central do Corpo de Bombeiros na Praça da República; Os traficantes haviam invadido o imóvel, onde implementaram uma boca de fumo, com indivíduos nas sacadas do segundo e terceiro andar armados.

Bandidos que balearam PMs na Taquara iam comemorar aniversário de chefão do tráfico. Quatro foram feridos e presos

Segundo informações da Polícia Militar, os traficantes que balearam dois PMs ontem na Taquara se deslocavam em direção à comunidade da Santa Maria para festejar o aniversário do criminoso vulgo Pretão, que comanda a vizinha favela do Teixeiras. O Serviço Reservado do 18º BPM recebeu a informação deste deslocamento e foi atrás dos bandidos, que estavam em um carro e cinco motos, havendo então a troca de tiros. Um criminoso morreu e um fuzil foi apreendido. Os dois PMs feridos tinham sido promovidos recentemente após participarem da operação que resultou na morte do traficante Cachulé, que comandava o Morro do Barbante, na Ilha do Governador. Um deles continua internado em estado grave mas estável. Quatro suspeitos de participarem do tiroteio foram baleados e procuraram socorro na UPA de Magalhães Bastos, onde foram presos e transferidos para outros hospitais onde estão sob custódia.

Bandidos do CV atacaram a milícia em Santa Cruz, foram interceptados pela PRF na Avenida Brasil e fugiram para dentro de comunidade dominada pelo TCP

Bandidos do Comando Vermelho que pretendiam atacar a comunidade do Rodo, em Santa Cruz, dominada pela milícia, foram interceptados por policiais rodoviários federais na Avenida Brasil, na altura da Penha. Dois deles saíram do carro e começaram a atirar nos agentes. Eles acabaram fugindo e entrando em uma comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro, a Cinco Bocas. Um terceiro elemento acabou preso. Ele portava uma pistola, com carregadores e munições. O suspeito preso que vestia um uniforme semelhante ao da polícia contou que era da comunidade do Rodo mas foi expulso da milícia e decidiu organizar um ataque à localidade. E confirmou que seria da Tropa do Urso, braço do CV comandado pelo traficante Doca.Inclusive o carro em que os bandidos estavam tinha perfurações à bala que não eram do confrronto com os patrulheiros. A PRF informou que não foi possível entrar na Cinco Bocas para prender os outros criminosos mas está fazendo buscas em hospitais da região para ver se eles teriam sido feridos ou internados.

Operação policial em Niterói tem dois mortos e quatro fuzis apreendidos

Uma operação policial no Complexo do Fonseca, em Niterói, resultou na apreensão de quatro fuzis calibre 5,56, uma pistola calibre .45 e na morte de dois indivíduos após um confronto com a polícia. A ação foi motivada por denúncias sobre traficantes armados exibindo armamento pesado e efetuando disparos, colocando a população em risco. Cinco suspeitos foram detidos e encaminhados à delegacia, onde a ocorrência segue em andamento para investigação Um dos presos é o traficante Nem Rato do CV.

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