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operação policial

Preso em SP MC que exaltou Peixão (TCP)

Policiais civis da Delegacia de Roubos de Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP), em ação conjunta com policiais civis de São Paulo, prenderam, neste domingo (15/03), um MC conhecido como Urubuzinho que promovia narcocultura e enaltecia chefes do tráfico de drogas. De acordo com os agentes, o criminoso estava foragido pelos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. Ele foi localizado no bairro de Belenzinho, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com as investigações, o bandido, que é residente no Rio de Janeiro, participou, durante o carnaval deste ano, do baile funk da “Colômbia”, na cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo. Na ocasião, ele teria estimulado traficantes fortemente armados a realizar disparos de arma de fogo, além de enaltecer o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”, líder da facção criminosa do Terceiro Comando Puro no Complexo de Israel .Após três semanas de um intenso trabalho estratégico de inteligência e monitoramento da unidade, agentes identificaram que o bandido procurado estava em um endereço da região e, em ação integrada, capturaram o criminoso. Com a prisão deste domingo, a Polícia Civil reafirma que não há glamour no crime. Por trás dessa narrativa criminosa que utiliza a música como arma, estão a violência, a coação de moradores e o recrutamento de adolescentes para atividades ilícitas. Combater a narcocultura também é enfrentar essa falsa estética do crime.

Médica morreu atingida por bala perdida em Cascadura. VIDEO

Uma mulher chamada Andrea Marins Dias,;de 61 anos, morreu após ser atingida por uma bala perdida durante uma perseguição com troca de tiros na Rua Palatinado, em Cascadura, Zona Norte do Rio. Segundo relatos de moradores, a vítima era médica e antiga moradora da região. Ela teria ido visitar a mãe e estava sozinha no carro no momento em que foi atingida. Os criminosos conseguiram fugir. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Andrea Marins Dias. Diligências estão em andamento para apurar os fatos.  O Corolla Cross que ela dirigia teria sido confundido por policiais militares com o veículo de criminosos suspeitos de praticar roubos na região. Segundo relatos, os PMs do 9º BPM, faziam patrulhamento de rotina quando foram alertados por um transeunte sobre um carro do mesmo modelo envolvido em assaltos. Com base na denúncia, os agentes iniciaram buscas e afirmam que, ao chegarem ao cruzamento das ruas Cupertino e Araruna, avistaram três veículos — um Jeep Commander, um Corolla Cross e uma motocicleta — que teriam fugido ao perceber a aproximação da viatura. De acordo com os policiais, foi dada ordem de parada, mas os veículos não obedeceram e disparos teriam sido feitos contra a guarnição, que reagiu. O carro dirigido pela idosa seguiu por diversas ruas da região em alta velocidade. A perseguição terminou na rua Palatinado, onde o veículo parou em frente ao número 38. Ao se aproximarem, os policiais encontraram Andrea Marins Dias caída no banco do motorista, com uma perfuração provocada por disparo de arma de fogo e já sem vida. Foi o.segundo caso neste fim.de semana. Ontem.uma mulher morreu alvejada por bala perdida no.ardim Catarina, em.São Gonçalo

Traficante preso em resort de luxo responde por execução brutal após vítima ser arrancada de casa por grupo armado. SAIBA MAIS

Preso nesta semana em um resort de luxo à beira-mar na Costa Verde fluminense, o traficante Matheus Eduardo Tentempo, conhecido como “Dourado”, ainda responde por um homicídio ocorrido em 2018 que nunca chegou a julgamento. De acordo com a denúncia do Ministério Público, a vítima, Patrick, foi retirada à força de dentro de casa por um grupo armado e executada a tiros. O crime ocorreu por volta das 2h da madrugada, quando seis homens, usando toucas ninjas, roupas camufladas e portando fuzil, pistolas e granadas, foram até a residência da vítima. Os criminosos se passaram por policiais e bateram à porta exigindo que Patrick abrisse. Assim que ele abriu uma pequena fresta, o grupo invadiu o local, tomou seu telefone celular e o arrastou para fora da casa. Em seguida, efetuaram diversos disparos contra a vítima, que morreu pouco depois. Segundo a investigação, os suspeitos utilizaram uma estrutura logística que incluía carros, motos, rádios transmissores e o apoio de outros homens oriundos de comunidades do Rio de Janeiro, ainda não identificados. Após o homicídio, parte do grupo ainda teria realizado um “arrastão” na região, roubando passageiros de ônibus e motoristas que passavam pela localidade. Uma testemunha relatou que o crime teria sido motivado pela morte de um homem chamado Nicolas. Segundo ela, seis pessoas participaram da ação e três delas foram responsáveis por arrastar Patrick para fora da residência. A testemunha contou ainda que Patrick utilizou seu celular para acender a lanterna e verificar quem o chamava na madrugada. Nesse momento, os criminosos entraram na casa, arrancaram o telefone de suas mãos e o levaram para fora. O depoente disse ter visto homens armados com fuzis e pistolas. O pai da vítima afirmou ter ouvido o filho implorar por sua vida. Segundo ele, Patrick foi atingido por um disparo de fuzil na testa. O homem relatou que os criminosos perguntavam quem havia matado um homem chamado Ruan e que seu filho chegou a chamar alguns dos agressores pelos apelidos “Dourado” e “Loiro”, afirmando que os conhecia. Ainda de acordo com o relato, Patrick foi torturado antes de ser morto. O pai contou que ouviu o filho negar envolvimento na morte de Ruan enquanto era agredido. Ele também afirmou ter visto seis agressores no local, alguns armados com fuzis e outros com pistolas, além de granadas presas à cintura. O homem disse ainda que foi alvo de disparos efetuados por dois dos criminosos, identificados pelos apelidos “Zoio” e “Dourado”, mas não foi atingido. Outro depoimento importante foi o de um motorista de táxi. Ele relatou que havia sido chamado para uma corrida no bairro Atílio Marotti quando foi rendido por três homens armados, alguns com o rosto coberto. Um deles portava um fuzil e os demais pistolas. Segundo o taxista, os suspeitos disseram que “o problema não era com ele” e ordenaram que deixasse o local. Na delegacia, ele reconheceu um dos envolvidos, identificado como Luan. O motorista também ouviu integrantes do grupo afirmarem que estavam na região para vingar a morte de um companheiro. Policiais que atenderam a ocorrência relataram ter encontrado o corpo da vítima e recolhido projéteis de arma de fogo no local. Um carregador de fuzil ainda municiado também foi encontrado próximo ao corpo. Outra testemunha contou que naquela madrugada ouviu barulho e, ao sair para verificar, viu Lorran e Matheus, o “Dourado”, deixando a casa de seu pai armados com fuzil, pistola e granadas. Segundo ele, havia cerca de sete pessoas na ação, sendo três dentro da residência e outras do lado de fora, fechando o acesso à rua. O grupo utilizava dois carros, um Prisma branco e um Corolla. O depoente afirmou que seu pai chegou a ser abordado por “Dourado”, que estava com uma pistola em punho. Segundo o relato, os criminosos procuravam por um homem conhecido como “Lerdinho”, suspeito de ter matado Ruan. A testemunha acredita que Patrick acabou sendo executado por ser amigo de Lerdinho e estar frequentemente em sua companhia. Ela também afirmou ter visto o suspeito conhecido como “Zoio” e ouvido integrantes do grupo chamarem outro envolvido, identificado como Daniel, apelidado de “Nori”. Informações repassadas por moradores indicavam ainda que um homem chamado Jean seria o líder do grupo e teria ordenado a morte de Patrick. Durante interrogatório, alguns dos acusados negaram participação no crime. Lorran negou as acusações. Daniel, conhecido como Nori, admitiu envolvimento com o tráfico, mas disse não ter relação com o homicídio. Luan, que afirmou integrar o Comando Vermelho, também negou participação. Já Carlos Eduardo afirmou não ter participado da execução e disse apenas ter levado um homem do Rio de Janeiro até Petrópolis. Parte dos envolvidos no crime foi pronunciada pela Justiça e deverá responder a júri popular, mas a data do julgamento ainda não foi marcada. Na década passada, Dourado já havia sido apontado pela polícia como suspeito de comandar um esquema de tráfico de drogas em Petrópolis a partir do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A base da organização na Região Serrana seria o Morro do Neilor, enquanto o traficante permanecia na comunidade do Parque União. Segundo investigações da época, o esquema era considerado altamente lucrativo e operava de forma constante na região.

Justiça negou pedido do MP e manteve função pública de PMs do BOPE denunciados por morte de inocente no Catete. Agentes só foram afastados das ruas mas continuam trabalhando internamente

A Justiça do Rio aceitou a denúncia contra dois PMs do BOPE suspeitos da morte de Herus Guimarães Mendes da Conceição, de 23 anos no Morro do Santo Amaro, no Catete, em junho do ano passado, mas negou a suspensão integral da função pública dos agentes, Segundos os autos, se imputa aos PMs conduta gravíssima, em verdadeira subversão da ordem social, já que a conduta teria partido de quem tinha a obrigação de proteger a vida humana. Tais circunstâncias, além de causar intranquilidade do seio da sociedade, podem provocar temor no ânimo de testemunhas, caso se permita que os réus sigam exercendo normalmente sua função. No entanto, a Corte argumentou que tendo em conta que o fato se deu durante uma operação policial, entendeu que o pedido de suspensão integral da função pública dos denunciados se afigura demasiado, já que o simples afastamento deles de sua atividade-fim, juntamente com as outras medidas pleiteadas, são suficiente para garantir o salutar distanciamento entre os réus e as testemunhas do fato, além de fornecer à sociedade a resposta necessária, neste momento do processo. A Justiçã determinou as seguintes medidas cautelares contra os PMs. I – Suspensão das atividades de policiamento externo, devendo ficar os réus adstritos a atividades administrativas.II – Comparecimento bimestral ao juízo, para informar e justificar suas atividades, mantendo sempre atualizados endereço, telefone e outros meios de contato.III – Proibição de acessar ou frequentar outras unidades militares, que não aquela para a qual forem designados para exercerem suas funções.IV – Proibição de manter contato, seja por qual meio for – pessoalmente, por telefone, mensagens, redes sociais etc. – com as testemunhas do processo ou com familiares da vítima, mantendo-se deles afastados a, pelo menos, 300 metros.V – Proibição de se ausentarem da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, por período superior a 10 dias, sem prévia autorização do juízo. Intimem-se os réus para cumprimento das medidas. O crime ocorreu durante operação policial realizada em 07 de junho de 2025, no Morro Santo Amaro, no bairro do Catete, Zona Sul do Rio.Segundo a denúncia do GAESP/MPRJ, o 1º sargento Daniel efetuou os disparos que causaram a morte da vítima. As imagens das câmeras operacionais portáteis demonstram que a vítima Herus não esboçou qualquer atitude agressiva e tentou se afastar para se proteger, estando de costas no momento em que foi atingido. Já o 1º tenente Felippe Carlos, comandante da equipe ALFA do BOPE, foi denunciado por omissão penalmente relevante, pois decidiu manter a operação mesmo após receber informações de que havia uma festa junina em andamento, com grande número de moradores, incluindo crianças, na Rua Luiz Onofre Alves. O GAESP/MPRJ afirma que o tenente descumpriu seu dever de cuidado e expôs a população a risco grave. Os dois policiais responderão por homicídio qualificado por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A denúncia também destaca que o Inquérito Policial concluiu, pela existência de legítima defesa putativa por parte do 1º sargento Daniel, porém essa interpretação não encontra respaldo em nenhuma prova técnica produzida. Segundo o GAESP/MPRJ, as análises de imagens, os laudos periciais e os próprios depoimentos colhidos demonstram que não houve qualquer gesto da vítima que indicasse agressão ou ameaça. O MPRJ ressalta que o IP desconsiderou elementos objetivos da investigação e que a tese de legítima defesa putativa não se sustenta diante do conjunto probatório reunido. Pedido de suspensão da função pública O GAESP/MPRJ requereu ao Juízo a aplicação de medidas cautelares, incluindo a suspensão integral do exercício da função policial militar dos dois denunciados. O Ministério Público também solicitou restrição de contato com testemunhas, comparecimento periódico em juízo, proibição de acesso a unidades militares e limitação de deslocamento. Segundo os promotores, a continuidade dos denunciados no serviço ativo pode comprometer a regularidade da instrução criminal. A denúncia aponta, inclusive, tentativa de manipulação de imagens de câmera por um dos policiais, o que reforça a necessidade das medidas cautelares.

Quatro fuzis apreendidos pela PM em Caxias

Policiais do GAT do 15° BPM prenderam três criminosos e apreenderam quatro fuzis neste domingo (15/03), no acesso à Comunidade do Dique. A equipe realizava patrulhamento na Av. Presidente Kennedy com a Rua Lauro Sodré, em Duque de Caxias, quando interceptou o grupo. Os suspeitos foram detidos e o material apreendido encaminhado para a delegacia da região.

Decisão judicial que determinou soltura de vereador preso por suspeita de ligação com o CV explicou como funcionaria o suposto acordo entre o político e a facção se ele existisse mesmo

O documento da Justiça do Rio que determinou a soltura do vereador carioca Salvino Oliveira que foi preso durante essa semana suspeito de ligação com o Comando Vermelho traz ilações sobre como funcionaria o suposto acordo entre o político e a facção para poder atuar na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. A decisão menciona um diálogo mantido entre o Corretor Gardênia Melhoria (Elder de Lima Landim, o Dom) e Edgar Alves de Andrade (o Doca) que confirma se teria havido autorização prévia, atribuída a “Doca e Pezão para que o vereador trabalhasse na comunidade ” e a , bem como para que fosse prestado “suporte” e auxílio aos “projetos deles”. Segundo o documento, tal conteúdo revela, de forma indiciária, que a atuação do parlamentar na localidade pode não se dar de maneira autônoma ou estritamente institucional, mas condicionada ao aval e à tutela da organização criminosa dominante. A expressão “dar suporte”, empregada no diálogo, assume contornos relevantes no contexto investigativo, por não se compatibilizar com a lógica do exercício regular do mandato, indicando, ao contrário, mobilização de estrutura local controlada pelo crime organizado, seja para facilitar acesso, viabilizar circulação, garantir segurança informal, intermediar contatos comunitários ou remover resistências internas, funções típicas de quem detém o controle territorial de fato. De igual modo, a referência genérica aos “projetos” do parlamentar”, quando analisada à luz do histórico já apurado, especialmente a atuação do CV na gestão informal de serviços, imóveis, taxas e circulação econômica na Gardênia Azul, sugere iniciativas cuja implementação dependeria, necessariamente, da anuência da facção, afastando a hipótese de políticas públicas universais e reforçando a de ações seletivas, territorializadas e politicamente orientadas. Nesse cenário, impõe-se a inferência da possibilidade de contrapartida: de um lado, o Comando Vermelho preservaria o domínio territorial, oferecendo apoio logístico, controle social e influência local; de outro, o agente político obteria capital eleitoral, por meio da constituição e manutenção de curral eleitoral, com direcionamento de apoio político, votos e influência comunitária, em benefício do parlamentar e de seu grupo político. Conclusão: A cronologia dos achados demonstra, portanto, que Salvino pode não ter atuado como ator periférico, mas como beneficiário potencial de um arranjo político-criminoso, no qual o exercício do mandato parlamentar revela-se condicionado à chancela da facção criminosa, com aderência a plano que conjuga interesses eleitorais e a manutenção do poder paralelo do Comando Vermelho na região da Gardênia Azul.- Para soltar o político, a Justiça alegou que não se estava neste momento se fazendo qualquer juízo de valor conclusivo sobre a investigação realizada pela polícia civil sobre a nefasta organização criminosa. Especificamente, porém, com relação ao paciente, atento exclusivamente ao que consta nos autos, o fundamento da prisão quanto ao indício do seu envolvimento naquela organização é bastante precário, havendo apenas referência a uma conversa de terceiros há mais de um ano, ficando apenas indicado o domínio das facções nas comunidades (com envolvimento direto dos demais representados), não sendo apontada concretamente a imprescindibilidade da prisão para a investigação. A prisão temporária (ou a preventiva) deve estar escorada no já apurado pela autoridade policial. Não se permite o inverso, ou seja, a prisão para permitir posterior apuração de um possível crime, salvo quando presentes indícios fortes do envolvimento do ‘indiciado”em um daqueles previstos na Lei específica. E mais. Tem que constar na decisão proferida a razão da imprescindibilidade da prisão para a investigação, não bastando simples referência ao texto legal.

Polícia prendeu chefe do CV em Petrópolis em resort de luxo à beira mar na Costa Verde

Policiais civis da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) prenderam, neste sábado (14/03), um criminoso de alta periculosidade apontado como chefe do tráfico de drogas de Petrópolis, na Região Serrana. De acordo com as investigações, o bandido é ligado a facção criminosa Comando Vermelho e está envolvido diretamente com o planejamento de um ataque contra policiais civis. Ele foi capturado em um resort de Luxo localizado à beira mar, na Região da Costa Verde, no Rio de Janeiro. A corporação não divulgou o nome do criminoso. Ainda conforme apurado, o narcoterrorista comandava o tráfico de drogas em algumas comunidades de Petrópolis e era responsável por enviar a carga de entorpecentes aos locais. Ele residia na comunidade do Parque União, no Complexo da Maré, junto a outras lideranças do Comando Vermelho, onde teria acesso a esses materiais ilícitos. Além disso, o homem é identificado como um dos criminosos que planejou um atentado contra policiais civis da 105ª DP (Petrópolis). Segundo os agentes, ele estava foragido há mais de nove e possui oito anotações criminais pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídio qualificado Em trabalhos de inteligência e monitoramento de possíveis rotas e endereços vinculados ao criminoso, o bandido foi localizado e, contra ele, foram cumpridos quatro mandados de prisão em aberto.

Homem foragido por desaparecimento de vigilante em Niterói já respondia por outro homicídio na cidade

Um homem apontado como envolvido no desaparecimento do vigilante Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos, em Niterói, está foragido da Justiça e já responde a outro processo por homicídio na cidade, segundo informações obtidas no Tribunal de Justiça do Rio. A ação é de 2014 e até hoje encontra-se em sigilo, portanto não é possível acessar as informações. Além dele, outras duas pessoas foram acusadas. O mesmo homem respondeu a processo em 2017 por lesão corporal leve que foi arquivado. Um outro suspeito de envolvimento no desaparecimento do vigilante foi preso ontem em Itaboraí As investigações apontaram que um vigilante, que trabalhava em um posto de segurança no Horto do Fonseca, em Niterói, foi inicialmente dado como desaparecido no dia 21 de fevereiro deste ano. Amigos e familiares passaram a procurá-lo após perceberem que o trabalhador não retornou para casa e aparentemente não teria assumido o plantão no local. Com o avanço das diligências, os agentes descobriram que a vítima de fato havia comparecido ao trabalho naquela manhã, chegando ao local em sua motocicleta e informou que havia assumido o plantão. A partir da análise de imagens de câmeras de segurança da região, os policiais identificaram movimentações suspeitas dentro das dependências do posto de serviço. As gravações indicam que dois vigilantes ligados ao local aguardavam a chegada da vítima. Em seguida, as câmeras registraram os dois homens colocando o corpo da vítima no interior de um veículo. A partir da troca de dados de inteligência, os agentes identificaram o automóvel utilizado na ação, que pertence a uma empresa de segurança privada da região. Os policiais também descobriram que a motocicleta da vítima foi abandonada em outra rua do bairro Fonseca. O trabalho investigativo da DHNSG identificou que um dos homens chegou a afirmar a terceiros que o vigilante não teria comparecido ao trabalho naquele dia, versão que posteriormente se mostrou falsa. Com base nas provas reunidas ao longo do inquérito, a autoridade policial representou pela prisão dos dois envolvidos no crime. Na ação desta sexta, um deles foi localizado e preso no bairro Aldeia da Prata, em Itaboraí. O segundo criminoso não foi encontrado durante as diligências e é considerado foragido. As investigações continuam para esclarecer a motivação do crime e localizar o corpo da vítima, que ainda não foi encontrado.

MAGÉ: Homem está preso suspeito de agredir esposa na hora que ela estava amamentando. Ele a esganou deixando-a sem ar por causa de ciúmes do sobrinho

Um homem está preso desde o final de fevereiro suspeito de agredir a esposa quando esta estava amamentando o filho de um ano e sete meses em Magé. Tudo isso por causa de ciúmes do sobrinho. A vítima, jovem mãe de 20 anos, relatou ter sido agredida violentamente enquanto amamentava sua filha de 1 ano e 7 meses. O autor, alterado pelo uso de entorpecentes, desferiu socos em seu rosto, puxou seus cabelos, lançou-a ao solo e, sobretudo, praticou múltiplos episódios de esganadura, apertando seu pescoço até deixá-la sem ar, gerando dor ao engolir e dificuldade respiratória. O laudo de corpo de delito é cabal, registrando lesões corporais inteiramente compatíveis com tentativa de asfixia mecânica, expondo a vida da vítima a risco iminente. A mãe do agressor, presente no local, confirmou todos os atos de violência e relatou ter retirado a criança dos braços da vítima para impedir que também fosse atingida, fato que acentua a periculosidade do suspeito. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva.

Chefe do CV na Praça Seca foi morto pela PM

Uma operação da Polícia Militar na comunidade Bateau Mouche, na Praça Seca , terminou com a morte de Hudson de Vasconcellos, conhecido como HN, apontado como chefe do Comando Vermelho na região. Nas redes sociais, vídeos mostraram o momento em que policiais do 18º BPM carregavam um corpo enrolado em um lençol enquanto moradores protestavam contra a ação. Após a confirmação de que HN estava baleado, o clima ficou ainda mais tenso e um veículo blindado da corporação precisou ser acionado. Durante a operação, suspeitos ligados ao tráfico fecharam a pista do BRT na altura da estação Ipase e sequestraram um ônibus próximo a outra parada, numa tentativa de desviar a atenção dos policiais, segundo a PM. Após uma intensa troca de tiros, os agentes recuperaram uma carga roubada e prenderam cinco suspeitos apontados como integrantes da organização criminosa. Um sexto homem foi baleado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Com o grupo, os policiais apreenderam um fuzil, pistolas e grande quantidade de drogas. A ocorrência foi registrada na delegacia da região.

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