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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

BASTIDORES INÉDITOS: Investigação revela que acusado se casou com moradora da região para monitorar de perto Marquinho Catiri um ano antes da execução e matou o segurança dele por ter flertado com sua esposa

Relatório da Justiça obtido pela reportagem aponta detalhes inéditos dos bastidores da investigação da execução do miliciano Marquinho Catiri e de seu segurança Sandrinho em 2022. Segundo o documento, o crime foi cometido “, em uma ação cuidadosamente planejada ao longo de aproximadamente um ano.A acusação sustenta que um dos envolvidos, George, alugou uma residência estrategicamente localizada em frente ao local frequentado diariamente pela vítima e, para não despertar suspeitas, casou-se com uma moça que morava na região e passou a residir na comunidade. Do imóvel, George monitorava diariamente a rotina de Catiri, inclusive mediante a utilização de equipamentos de vigilância, até o dia da emboscada. Ainda de acordo com a acusação, cerca de doze homens participaram da execução. Após os fatos, George teria confessado à companheira não apenas sua participação na morte de Catiri, como também que efetuou pessoalmente o disparo que matou Sandrinho, afirmando ter agido, neste último caso, também por vingança, em razão de um suposto flerte da vítima com a companheira. As investigações também apontam que o crime teria sido praticado mediante promessa de recompensa. George receberia R$ 1.000.000,00 pela execução e, logo após os homicídios, recebeu de José Ricardo duas transferências de R$ 10.000,00, fugindo em seguida para São Paulo, onde continuou recebendo auxílio financeiro enquanto aguardava o pagamento prometido. Conforme apurado pela Polícia Civil, a motivação dos homicídios estaria relacionada à aproximação de Marquinhos Catiri com o contraventor Bernardo Bello, que lhe teria repassado áreas de exploração da contravenção. Segundo a investigação, essa aliança teria desagradado um grupo rival ligado ao comércio ilegal de cigarros, do qual fariam parte George e José Ricardo, dando origem ao plano para a execução de Catiri e de seu segurança, Sandrinho. A investigação reuniu informações de colaboradores e de outros procedimentos policiais no sentido de que Bernardo Bello teria arrendado parte de suas áreas de atuação para Catiri, permitindo que este passasse a explorar regiões tradicionalmente vinculadas ao grupo do contraventor. Em razão desse acordo, Catiri deixou de atuar exclusivamente como liderança miliciana e passou também a exercer atividades relacionadas à exploração da contravenção nas áreas anteriormente controladas por Bernardo Bello. Ainda de acordo com a tese acusatória, essa associação alterou o equilíbrio existente entre os grupos criminosos que disputavam o controle econômico da região.A investigação também concluiu que o grupo investigado não se limitaria aos homicídios objeto da presente ação penal. A partir das quebras de sigilo telemático e da análise dos aparelhos celulares apreendidos, a Polícia Civil afirmou ter identificado indícios da existência de uma organização criminosa voltada à prática de homicídios sob encomenda, vinculada ao comércio ilegal de cigarros e à contravenção. Segundo os investigadores, exames de confronto balístico teriam apontado que os estojos de munição recolhidos no local da execução de Catiri e Sandrinho eram compatíveis com armamentos utilizados em outros homicídios investigados pela Polícia Civil, dentre eles a morte do policial militar João Joel, em Guaratiba; de Thiago, conhecido como “F6”, em Nova Iguaçu; e de Fernando Marcos, na Tijuca. Também foram mencionadas conexões com a tentativa de homicídio envolvendo Luiz Cabral e com os conflitos posteriormente deflagrados na disputa entre grupos ligados a Bernardo Bello e ao comércio ilegal de cigarros. O bicheiro Adilsinho teve a prisão decretada por conta da morte de Catiri. Ele é apontado como mandante do crime. Outro envolvido seria o ex-PM Sem Alma

Unidos à milícia, traficantes do TCP atacaram a Muzema (CV)

O Comando Vermelho intensificou nas últimas semanas a tentativa de tomar Rio das Pedras, em Jacarepaguá mas a milicia e o Terceiro Comando Puro deram o contra-ataque. Segundo o repórter Bruno Assunção, soldados do TCP do Complexo da Serrinha e da Maré, que atualmente apoiam a milícia de Rio das Pedras, tentaram retomar, na madrugada desta segunda-feira, o controle da Muzema, no Itanhangá. . A Muzema já foi dominada pela milícia, mas passou a ser controlada pelo Comando Vermelho (CV) há algum tempo. É de lá que tem partido os bondes que atacam Rio das Pedras. Moradores relataram uma madrugada de intenso tiroteio durante a tentativa de avanço na região. Até o momento, não há informações oficiais sobre presos ou ferido O barulho dos disparos e de explosões assustou moradores de condomínios da Barra da Tijuca e do Itanhangá, que afirmaram ter ouvido a troca de tiros durante a madrugada. Em Rio das Pedras, que hoje estaria dividida, o clima continua tenso. Um morador relata que criminosos passaram pela localidade da Engenheiro Souza Filho, na altura de Rio das Pedras, gritando ‘Tropa do Urso’ e fazendo referências ao Comando Vermelho. Urso é o apelido de Edgar Alves de Andrade que também é conhecido pelos apelidos de 100 mil/Doca. Integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP) do Complexo da Serrinha foram vistos reforçando a presença do grupo em Rio das Pedras, em meio às constantes disputas pelo controle territorial na Zona Oeste do Rio de Janeiro. L

Após ameaças de traficantes, Claro ficou meses impedida de atuar em comunidade do Complexo da Penha (CV)

Equipes da concessionária Claro foram proibidas por meses de entrar em regiões do Complexo da Penha no ano passado. Uma cliente chegou a entrar na Justiça contra a empresa em razão da interrupção do serviço de Internet e mudou de operadora.  Consta no Registro de Ocorrência de ID 187227194 que no dia 27.01.2025 prestadores de serviço da operadora Claro compareceram à Rua Inácio Acioli, no bairro da Penha Circular, nas proximidades da Comunidade do Sereno, no Complexo da Penha para executar reparo na rede. Contudo, conforme aquele mesmo registro de ocorrência, os técnicos foram ameaçados e expulsos por por traficantes.  Pelo menos até junho de 2025 quando o processo criminal tramitou,  a concessionária  foi impedida de prestar qualquer serviço na localidade, deixando de atender inúmeros clientes. Hoje em dia não sabemos como está a situação.. A moradora disse que, quando contratou a empresa era possível a prestação do serviço de internet banda larga na área, tanto que o serviço foi devidamente instalado e, ao que tudo indica, funcionava regularmente. Entretanto, no início do ano de 2025, a a operadora comprovou que a manutenção deste mesmo serviço na região não se fazia mais possível, dada a crescente criminalidade que assola a cidade, sobretudo as regiões Norte e Oeste  A Claro argumentou ser dificil acessar esses locais atualmente para executar reparos, necessários muitas vezes devido aos danos causados por condutas dos próprios traficantes, que vandalizam o cabeamento das operadoras, eis que interessados em prestar os serviços em troca da contraprestação pecuniária como mais uma fonte de renda para o tráfico. A Justiça concluiu que exigir da operadora o reparo do serviço, assim que acionada pela consumidora, significaria pôr em risco a integridade física e até mesmo a vida dos seus colaboradores, o que não se mostra razoável e negou a indenização por dano moral exigida pela cliente. 

Mapa da guerra: veja como estaria a situação em Rio das Pedras em meio aos confrontos entre o CV e a milicia. VEJA VIDEOS DO ULTIMO CONFRONTO

Informações que circulam nas redes sociais apontam para a atual situação na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, em meio aos confrontos que ocorreram nesta semana. Segundo relatos, os milicianos ainda estariam no domínio das localidades do Amparo, Rua Velha, Rio Novo, Condominio Floresta, alem do Areal 1 e 2 e Areinha e Pinheiro, inclusive cobrando taxas. Os traficantes do Comando Vermelho estariam.l no controle da Vila Caranguejo mas a facção também estaria presente em outras áreas que serviriam de passagem para o Sertão como.a Floresta, o Pinheiro e Rio Novo e Rio das Flores sendo que nestas duas últimas estariam escondidos em casas sem se expor ou atacar milicianos por receio de entregarem os esconderijos. Foi divulgado que o CV estaria presente com.as tropas do Urso da Penha, Zeus da Muzema e a equipe Caranguejo que está sendo comandada pelo ex-miliciano Kauan, que pulou para o.CV junto de outros paramilitares. Em meio a isso, traficantes do TCP teriam exibido armas dentro de Rio das Pedras em apoio aos milicianos A madrugada foi marcada por intensos tiroteios entre criminosos do CV e do TCP em Rio das Pedras. Segundo relatos de moradores ouvidos pelo repórter Bruno Assunção, os confrontos duraram cerca de quatro horas ininterruptas, com intenso barulho de disparos, explosões e gritos ao longo da madrugada. Casa de moradores foram atingidas.

Morto em chacina no Recreio fez parte de quadrilha que aplicava golpes em bares e hospedagens de luxo

Um dos três mortos em chacina ocorrida ontem no Recreio dos Bandeirantes,  Rodrigo Basilio Lemos, chegou a ser preso ano.passado suspeito de fazer parte de  uma quadrilha especializada em golpes contra bares e hospedagens de alto padrão na capital fluminense. A trama envolveu uma uma sequência de fraudes que envolveu consumo de luxo, cartões virtuais e cancelamentos estratégicos de pagamento. Segundo as investigações da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), o grupo atuava de forma organizada e interestadual, com ramificações no Rio e em São Paulo, e mantinha um padrão de vida elevado sustentado por calotes aplicados em estabelecimentos comerciais.A investigação começou após um golpe aplicado em um bar tradicional da Zona Sul carioca. No local, os suspeitos consumiram pratos sofisticados, como lagosta e camarões, além de bebidas importadas, entre elas, whisky envelhecido por 20 anos. A conta ultrapassou R$ 10 mil. No momento do pagamento, segundo a polícia, o grupo utilizou artifícios fraudulentos para frustrar a cobrança, deixando o prejuízo para o estabelecimento. A partir desse episódio, os investigadores passaram a monitorar os passos da quadrilha e identificaram um segundo padrão de golpe, desta vez no setor de hospedagem.De acordo com a Polícia Civil, integrantes do bando  se hospedaram em um hostel no Rio e realizaram sete reservas diferentes, sempre de forma fracionada, usando cartões virtuais distintos a cada diária.A estratégia tinha objetivo de dificultar o rastreio das transações e retardar a percepção da fraude. Durante a estadia, o grupo passou a consumir refeições e bebidas no local, alegando que os valores seriam compensados posteriormente nas diárias contratadas. Mais uma vez, optaram pelos itens mais caros do cardápio.

Traficantes do CV voltaram a invadir a Casa Branca (TCP) e dizem que desta vez tomaram

Traficantes do Comando Vermelho baquearam o.Morro da Casa Branca na Tijuca e não encontraram resistência por parte dos traficantes do Terceiro Comando Puro. Alguns traficantes do Morro do Fallet (CV), em Santa Teresa participaram da ação. Lembrando que o Morro da Casa Branca é financiado por Wallace de Brito Trindade, o Lacosta da Serrinha. Segundo o repórter Bruno Assunção, vídeos divulgados nas redes sociais pelos próprios criminosos indicam que a ocupação ocorreu sem qualquer resistência por parte dos rivais do Moradores relataram que a comunidade estava praticamente abandonada no momento da ação. A mudança de domínio ocorre em meio ao aumento da tensão e das disputas entre facções criminosas em diferentes comunidades da Zona Norte do Rio de Janeiro.

Depoimentos revelam como Abelha perdeu prestigio no CV e quase foi morto pela facção. “Hoje só sobrou a Lapa para ele”, disse policial

Depoimento de policiais à Justiça confirmam a suspeita que já vinha sendo levantada pela mídia há tempos: a perda de prestigio do traficante Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha dentro da facção criminosa Comando Vermelho, que chegou inclusive a ser dado como morto e ameaçado de ser assassinado pela própria facção. Abelha era presidente do Conselho do CV e quando saiu da cadeia continuou o principal.responsavel pelas decisões da facção  e um dos líderes do Complexo da “O próprio Comando Vermelho defenestou  ele. Ele perdeu a participação no Conselho. Ele era chefe e líder do Conselho, porque os outros estavam presos, alguns em presídios federais, como o Marcinho VP, . Ele arrumou um problema tão grande que tiraram ele fora”, disse um policial. Segundo o agente, a perda de prestigio de Abelha teria começado após os assassinatos dos médicos na Barra da Tijuca em.outubto de 2023 .”O evento dos médicos que foram mortos lá na Zona Oeste, que ele expulsou gente de comunidade e acho que também matou, mandou matar, pelo menos assim que é noticiado, eu não vou afirmar o que ele fez, quem foram os responsáveis pelos homicídios dos médicos. Mas a partirr dai, ele perdeu a estrutura e estava quase com risco de ser morto, quase com risco real de ser morto pelo próprio Comando Vermelho, mas conseguiu se manter vivo, abrigado na Rocinha”, explicou o. policial.  Segundo o policial, Abelha tinha o controle das bocas de fumo da região de Unamar,  em Cabo Frio e até isso ele perdeu, só restando para ele o domínio da Lapa, região central carioca. “ “Ao mesmo tempo, o que falaram para mim que sobrou para ele, e isso eu fui presencialmente na D.R.E., colher informações para saber se ele de fato tinha sido desvinculado da região, o que sobrou para ele foi a boca da Lapa, para ele ter uma vida econômica ainda”, disse o agente.

Pivô de disputa em Rio das Pedras aparece em foto com principal braço de guerra do CV contra a milícia na Zona Oeste do Rio

Apontado como o pivô da recente guerra em Rio das Pedras ao pular junto a outros vários bandidos da milícia para o Comando Vermelho, Kauan de Oliveira Teles, de 26 anos, apareceu em uma foto junto ao ex-miliciano Rodney Lima de Freitas o RD, principal braço de guerra do CV na Zona Oeste carioca e líder de vários ataques contra a milícia. Recentermente, já havia circulado um vídeo em que Kauan apareceu junto a Gadernsl.e BMW, dois líderes da facção reforçando sua vinculação ao CV apesar dele ter negado em áudio. A guerra em Rio das Pedras se acirrou nas últimas semanas e tem sido marcada por sucessivos ataques do CV inclusive com o uso de drones que lançam granadas. Uma das bombas atingiu a casa de um morador mas ninguém se feriu. Os ataques do CV partem principalmente da Gardênia Azul que enfrenta sábado tenso com reação de traficantes a operação policial que deixou vários veículos sequestrados e feitos de barricadas. L

Traficante do TCP presa com o filho em Cabo Frio ameaçou picotar casal por suspeitar que morasse em favela rival. Vítimas fugiram e mulher foi baleada na orelha

  A traficante que foi presa ontem com o filho suspeita de comandar o crime na comunidade Buraco do Boi, em Cabo Frio, ameaçou picotar duas pessoas abordadas por ela no ano passado em um estacionamento na cidade. A criminosa questionou as vítimas se elas moravam na Favela do Luxo, dominada por uma facção rival. Os alvos fugiram mas tiveram o carro atingido por tiros e uma mulher acabou atingida na orelha. A investigação demonstrou que os fatos se iniciaram no estacionamento no Centro, região adjacente à comunidade conhecida comuraco do Boi, dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro. Naquela manhã, as vítimas trabalhavam no estacionamento quando foram abordadas pela traficante  responsável pelo controle do tráfico de drogas local, acompanhada de diversos indivíduos armados, dentre eles Cocão. Os bandidos forçaram as vítimas  a se identificarem, indagando-lhes seus endereços e afirmando que verificariam se seriam moradores de área dominada pelo comando vermelho, facção riva. Diante da suspeita de que o casal residia na comunidade do Lixo, área sob o domínio do Comando Vermelho, os investigados proferiram ameaças explícitas de morte, afirmando que, se confirmada a vinculação territorial rival, ‘não sairiam vivos dali’, e que seriam ‘picotados’, tendo os suspeitos fotografado as vítimas. As vitimas pediram para serem retirados imediatamente do local pelo proprietário do estacionamento, que conduziu o casal em seu automóvel. Poucos minutos após deixarem o local, já na rotatória da Avenida Adolfo Beranger Júnior, o veículo foi surpreendido por disparo de arma de fogo que atingiu o vidro traseiro direito e feriu a moça na orelha esquerda . As vítimas dirigiram-se imediatamente à Delegacia, onde registraram o fato e foram encaminhadas para atendimento médico e posterior exame de corpo de delito no IML, que confirmou a lesão produzida por projétil de arma de fogo. Durante o procedimento, as vítimas reconheceram a mulher e Cocão.como o indivíduo que também proferiu ameaças diretas e participou da perseguição e identificação do casal O vigia do estacionamento, confirmou que o casal ficou apavorado logo após a abordagem , deixando o local minutos antes do disparo, e que o automóvel do dono etornou com evidente dano decorrente de arma de fogo  A operação de ontem Policiais civis da 126ª DP (Cabo Frio) desmontaram uma central de monitoramento do tráfico, nesta quarta-feira (25/06), e prenderam mãe e filho apontados como lideranças da facção criminosa Terceiro Comando Puro em Cabo Frio.. A ação aconteceu no Buraco do Boi, no mesmo município, na Região dos Lagos. Após intenso trabalho de investigação da unidade, os agentes identificaram que um endereço da região estava sendo utilizado como ponto estratégico e operacional da facção criminosa Terceiro Comando Puro. Os agentes deflagraram uma operação na localidade e, durante a abordagem, as equipes localizaram uma central de monitoramento clandestina do tráfico. Os policiais flagraram um sofisticado sistema de monitoramento da facção composto por diversas câmeras distribuídas nas entradas, saídas e becos da localidade, permitindo o acompanhamento em tempo real da movimentação das forças de segurança. Ainda durante as diligências, os policiais localizaram uma narcotraficante envolvida em tentativas de homicídios praticadas durante a disputa territorial entre facções criminosas na localidade. Contra ela, foi cumprido um mandado de prisão. Também foi capturado o filho dela, um criminoso apontado como uma das principais lideranças operacionais do TCP na região. As investigações apontam que ambos exerciam funções de comando da facção em Cabo Frio, sendo responsáveis pela gestão do tráfico de drogas, coordenação de criminosos armados e pela determinação de ações violentas destinadas à manutenção do domínio territorial. Ao serem flagrados, a mulher tentou fugir pulando do terraço para o imóvel do vizinho e sofreu lesão no pé. Ela foi socorrida pelos agentes e, posteriormente, conduzida à 126ª DP.No imóvel, agentes apreenderam grande quantidade deventorpecentes já embalados para comercialização. Ao todo, foram arrecadados 1870 buchas de maconha, 23 tabletes de maconha e 9 unidades de crack. Além disso, os policiais localizaram duas pistolas, aparelhos celulares, rádios comunicadores, bases de comunicação, cadernos de anotações do tráfico, dinheiro em espécie, material utilizado para endolação de drogas e diversas embalagens com a identificação da facção criminosa. Conforme apurado, o imóvel também  funcionava como base operacional da organização criminosa, sendo utilizado para armazenamento de armas e drogas e gerenciamento das atividades ilícitas, além do monitoramento permanente da atuação das forças de segurança na região.

Adolescente que teria participado de morte de turista que entrou por engano em favela disse que foi levado ao ‘tribunal do tráfico’ na Penha (CV) e foi salvo por Doca

O adolescente que participou da cena que levou a morte da turista  Diely da Silva Maia, de 34 anos,   que estava em um veículo de aplicativo que foi atingido por tiros disparados por traficantes do Comando Vermelho ao entrar por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena em dezembro de 2024 contou em depoimento na Justiça que foi levado ao ‘tribunal do tráfico’  no Complexo da Penha no.mesmo dia do crime é foi salvo pelo chefão da facção; Edgar Alves de Andrade, o Doca O menor disse que naquela noite se dirigiu até a Penha de Uber para “desenrolar” sua situação. Chegando no local ele fez uma ligação de vídeo com o teaficante Pinduca , que mandou ele aguardar em uma casa enquanto era submetido ao tribunal do tráfico. Ele participou apenas por vídeo de uma parte do julgamento, enquanto era mantido na casa guardada por outros traficantes que não sabe dizer quem são. Disse não viu os líderes da facção presencialmente. Falou que os chefes os líderes, o qual acredita ser Pinduca e Gardenal pediram a sua morte. No entanto,  o declarante só não foi morto pois Doca não permitiu e recebeu uma ligação de voz de dizendo que estava liberado.  Contou que ão sabe dizer se os outros integrantes como Pinduca  que estavam na boca  foram para o tribunal do tráfico, acredita que simA pistola que o menor usava no dia do crime ficou com os traficantes da Penha. Depois, ele saiu da Penha e se dirigiu até a Cidade de Deus  onde passou a virada do ano. No dia 02/01/2025 retornou até a comunidade do Fontela  onde  foi localizado por policiais civis  sendo apreendido. O menor disse que  ficava na comunidade armado com uma pistola 9mm da marca Bersa. Segundo ele,,não havia mais fuzil na favela. Disse  que havia  ordem para os carros entrarem com a luz do salão acesa, pisca alerta ligado e vidros abaixados na comunidade  dada pela cúpula da facção, Doca e Pinduca, sendo que este último controlava a Fontela direto da Penhan.. Tais ordens estavam em vigor desde que a comunidade passou a ser controlada pelo CV. Segundo ele, a ordem foi reforçada nos últimos 2 meses pois a facção temia invasão por parte do TCP, que poderiam vir da comunidade do  Pombo Sem Asa , Cansl e Beira Rio. O adolescente disse que a ordem não fosse cumprida era para mandar o carro parar e caso não parasse a ordem era para abrir fogo. No dia 28/12/2024 estava na boca de fumo desde 14h e sairia 2:00 do dia seguinte. Por volta 21:00 ou 21:30 o declarante viu o carro Peugeot prata vindo em alta velocidade na direção da boca de fumo. Então seu comparsa  VT deu um primeiro disparo para o alto, e como o carro acelerou ele atirou na lateral do carro. Depois que o carro passou pela boca de fumo, o menor disparou no vidro traseiro do automóvel e correu atrás do veiculo. Mostradas imagens das câmeras de segurança, o declarante se reconhece como sendo o homem que aparece nas gravações. Enquanto corria atrás do carro ouviu mais disparos de arma de fogo. Disee acreditar que esses disparos tenham sido efetuados por VT e Paraiba Logo após o ocorrido os moradores falaram que a turista foi baleada. A Justiça decidiu que dois suspeitos de serem os autores do crime vulgos Paraiba e Meio Quilo vão a juri popular. Doca também é réu mas em processo desmembrado. 

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