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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Denúncia aceita: PMs são acusados de “cegar” câmeras em operação com morte em Itaboraí

Quase dois anos depois, a bomba estourou: a Auditoria da Justiça Militar aceitou a denúncia contra dois PMs acusados de manipular câmeras corporais em uma operação que terminou em morte, em Itaboraí. O caso ganha novos contornos com detalhes que levantam suspeitas graves sobre o que realmente aconteceu naquela ação. Segundo os autos, os policiais teriam sabotado as próprias câmeras para impedir o registro completo da ocorrência. O episódio aconteceu em 24 de agosto de 2024, na Rua Pedro Ferreira Pinto, no bairro Esperança, durante uma operação do 35º BPM na comunidade da Reta Velha. De acordo com a denúncia, um dos agentes simplesmente retirou a câmera do lugar e passou a apoiá-la em diferentes superfícies, além de bloquear a lente com o próprio corpo e até com a arma. O resultado: imagens comprometidas e partes cruciais da ação fora de registro. O outro PM não ficou atrás. Ele teria movimentado a câmera de forma excessiva e irregular, retirando o equipamento várias vezes da posição correta e também obstruindo a captação com a arma — um comportamento que, na prática, inviabilizou a documentação fiel da ocorrência que terminou com morte por intervenção policial. A suspeita é de que houve uma tentativa deliberada de esconder o que aconteceu durante a operação. Por isso, foi aberto um inquérito da Polícia Militar para apurar possível desobediência a normas internas que regulam o uso obrigatório das câmeras corporais. A investigação se baseou justamente no que restou das imagens e em depoimentos colhidos, que apontam indícios dos crimes atribuídos aos agentes. Os relatórios revelam diálogos e trechos que reforçam a linha de apuração. Para a Justiça Militar, há sinais claros de que os policiais agiram no exercício da função, mas violando deveres básicos do cargo, atingindo diretamente o interesse da administração pública. Os dois acusados têm a patente de 3º sargento. Agora, o caso entra em uma nova fase — e pode revelar o que ficou sem registro durante a operação.

Em embates na Zona Norte carioca, CV teria matado quatro do TCP e pego dois fuzis

Informações que circulam nas redes sociais nesta segunda-feira apontam que traficantes do Comando Vermelho teriam matado quatro rivais do Terceiro Comando Puro durante amanhã. Segundo relatos, o CV atacou a comunidade do Amarelinho em Irajá, matou dois inimigos e pegou um fuzil. Em outra ação, o TCP deu um baque msl sucedido na comunidade Faz Quem Quer, em Turiaçu, tendo foi-se integrantes mortos e um fuzil perdido.

Prisão decretada: Justiça manda caçar traficantes do CV por execução na guerra do Morro do Chaves — invasão e terror vêm à tona

A Justiça apertou o cerco e mandou prender dois traficantes do Comando Vermelho acusados de envolvimento em um homicídio ligado à guerra sangrenta que tomou conta do Morro do Chaves, em Barros Filho, na Zona Norte do Rio. Entre os alvos está o criminoso conhecido como GB. Mesmo sem revelar o nome da vítima ou a data do crime, os autos expõem um cenário de terror. A investigação aponta que a comunidade foi invadida por criminosos do CV, que passaram a ameaçar moradores e caçar possíveis integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP). A vítima teria desobedecido a ordem de deixar a área e acabou marcada para morrer. Foi rotulada como colaboradora da facção rival e executada em meio à escalada de violência. Um dos envolvidos já está preso. Ele foi flagrado com um verdadeiro arsenal de guerra: fuzis, munições e até uma granada. O avanço do CV faz parte de uma ofensiva para dominar territórios estratégicos e pressionar áreas do Complexo da Pedreira, controladas pelo TCP. Enquanto isso, moradores vivem sob medo constante. Há relatos de restrições ao direito de ir e vir e até suspensão de atividades escolares. Em fevereiro, a disputa ganhou novos contornos. Criminosos do TCP exibiram nas redes sociais vídeos e fotos da tentativa de retomada do morro, em tom de provocação. “Falaram que a gente não iria vir de novo… Olha onde a gente tá! Pesado, naquele pique”, diz um deles, mostrando um fuzil. Em seguida, o desafio: “Bota a cara pra morrer, pô. Cadê? Saíram correndo”. Em outra postagem, a ameaça é ainda mais direta: “Bota a cara pra morrer que eu tô doido pra arrastar cadáver”. As imagens mostram criminosos armados, em meio a pichações do CV, reforçando o clima de guerra aberta e o domínio do medo na região.

Guerra na Tijuca: CV diz que proibiu cobrança de taxas após invasão, mas domínio das comunidades segue indefinido

A guerra entre facções na Tijuca, que explodiu neste fim de semana e espalhou pânico entre moradores, continua repercutindo com força nas redes sociais, alimentando ainda mais a tensão na região. Uma página no Instagram, supostamente ligada ao Comando Vermelho, publicou um recado direto após a invasão das comunidades da Casa Branca, Chácara do Céu e Morro do Cruz. No texto, a facção afirma que estaria proibida a cobrança de taxas de comerciantes e tenta se apresentar como uma espécie de “reguladora” local: “Nossa facção CV não admite esse tipo de ato. A partir desta semana estaremos normalizando a internet e a TV a cabo para todos, a instalação será gratuita”. Enquanto isso, versões conflitantes aumentam o clima de incerteza. Há relatos de que o CV teria assumido o controle das comunidades, mas também circula a informação de que, após a chegada da Polícia Militar, os invasores recuaram e traficantes do Terceiro Comando Puro retomaram as áreas — cenário que mantém o território instável e moradores sob constante medo de novos confrontos.

Um dos maiores ladrões de carga do Rio foi achado morto com sinais de espancamento em rodovia em Caxias

Foi achado morto na manhã deste domingo na Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, Felipe Pereira dos Santos, vulgo Jack Cargas, um dos maiores ladrões de carga do Rio de Janeiro que tinha um total de 210 anotações criminais. O cadáver tinha sinais de espancamento e disparos de arma de fogo. Segundo relatos, ele teria sido morto por se relacionar com a espoa de um traficante. Jack Cargas era envolvido em um esquema criminoso sofisticado responsável por roubos de cargas e veículos, receptação qualificada e lavagem de dinheiro. As investigações da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) começaram em 2024, após registros apontarem a atuação de dois grupos criminosos ligados à facção Comando Vermelho (CV), que utilizam comunidades da Maré como base para planejar assaltos e a revenda dos produtos roubados. Investigações revelaram a existência de um “escritório” dentro da Maré, onde criminosos se reúnem para planejar os roubos e comercializar as cargas roubadas. O esquema também incluía bloqueadores de GPS e armamento pesado para garantir o sucesso das operações criminosas. O grupo realizava os roubos principalmente nas principais vias do estado, com as cargas sendo escoadas para comunidades em Duque de Caxias, no Complexo do Alemão, Manguinhos e a própria Maré. A investigação apontou que a facção utilizava empresas de fachada para lavar dinheiro, movimentando valores milionários e dificultando o rastreamento pelas autoridades. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou que o grupo movimentou mais de R$ 18 milhões entre 2022 e 2023, provenientes da venda de cargas roubadas.

Tijuca em guerra: facções se enfrentam nas redes e vídeos mostram balas traçantes no céu

A disputa entre facções criminosas que transformou a Tijuca, na Zona Norte do Rio, em cenário de guerra neste fim de semana ganhou mais um capítulo — agora escancarado nas redes sociais e acompanhado em tempo real por moradores aterrorizados. Relatos indicam que traficantes do Comando Vermelho (CV), que atuam no Morro do Borel, lançaram uma ofensiva para tentar invadir os morros do Cruz, Casa Branca e Chácara do Céu, áreas sob domínio do Terceiro Comando Puro (TCP). A região, considerada estratégica, virou alvo de uma disputa violenta por território. Nas redes, o TCP negou qualquer avanço rival e reforçando a permanência na área. “Nada mudou na Casa Branca. Só TCP na pista, doido para matar comando”, escreveu o grupo. Os integrantes do CV, no entanto, chegaram a anunciar a suposta tomada da Chácara do Céu. “TCP aqui nunca mais. Nós que tá permanecendo”, diz a postagem, em tom de provocação e afirmação de controle. A resposta do TCP veio logo depois, também pela internet, negando qualquer avanço rival e reforçando a permanência na área. “Nada mudou na Casa Branca. Só TCP na pista, doido para matar comando”, escreveu o grupo. Enquanto isso, vídeos compartilhados por moradores mostram o céu da Tijuca riscado por balas traçantes durante a madrugada, evidenciando a intensidade dos confrontos e o risco para quem vive na região. Diante da escalada da violência, equipes do BOPE foram acionadas e reforçaram o policiamento com o uso de veículo blindado, o caveirão. A presença policial tenta conter o avanço dos criminosos, mas o clima segue de tensão e medo entre os moradores.

Jovem foi morta por asfixia na Baixada. Ex-namorado é suspeito

Uma jovem de 21 anos foi encontrada morta com sinais de asfixia no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (01). A família de Samara Santos de Oliveira apontou o ex-namorado dela como responsável pelo crime. O caso é investigado pela DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense). Os pais da vítima relataram que o acusado viu a jovem chegar em casa com um novo namorado. Quando o rapaz foi embora, ela foi abordada pelo ex e levada para um hotel em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os parentes não têm detalhes sobre as circunstâncias em que Samara acompanhou o criminoso. O que se sabe é que ele deixou a jovem sem vida na casa dos próprios pais. A vítima chegou a ser levada para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da região. A mãe de Samara contou que a filha havia terminado o relacionamento, no ano passado, por conta de agressões. A jovem sempre foi aconselhada a não retomar o namoro com o acusado. O corpo de Samara será enterrado no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na zona oeste do Rio, neste sábado (2).

Moradores ficaram em pânico com mais uma madrugada de tiroteio na Tijuca. “Foi um horror, fiquei desesperada”. VIDEO

. Tiro que nao acabava mais. Estamos entregues. Cidade maravilhosa pra quem?? . Muito tiro!! Guerra! Assustador!! muitos tiros ainda !!! pesado é no cruz atrás do meu prédio acordei com o barulho só pela misericórdia divina, é muito tiro,né preocupo com as pessoas que estão saindo para trabalhar e aquelas que estão chegando. E os que podem ter suas casas atingidas…foi um terror a noite e início da manhã.. Foi um horror eu fiquei desesperada porque não sabia da onde estava vindo os tiros .Parecia Guerra. Foi uma noite infernal. Tijuca voltando aos velhos tempos. Escutamos muito e infelizmente acabaram com a paz que reinava !!!!! Essas foram algumas reações nas redes sociais dos moradores da Tijuca que passaram por momentos de pânico durante a madrugada em um intenso tiroteio no bairro. Segundo relatos, teria ocorrido um ataque de traficantes do Morro do Borel, dominado pelo Comando Vermelho, ao Morro do Cruz, área do Terceiro Comando Puro;Há vários meses vem ocorrendo confrontos na região mas nas últimas semanas, houve uma parada. O CV vem há tempos tentando tomar o Cruz e por vezes também ataca os morros da Casa Branca e Chácara do Céu, que também são dominados pelo TCP.

Oruam recebeu dinheiro dos traficantes Doca e Pezão para viagens e festas, diz MP

Filho do traficsnte Marcinho VP, chefe máxima do Comando Vermelhio, o rapprr Oruam recebeu dinheiro de traficantes como Doca e Pezão para despesas pessoais, viagens, festas e investimento A informação consta em denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) contra VP, o cantor , sua mãe, Marcia Gama Nepomuceno, e outras nove pessoas por crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A Polícia Civil realizou uma operação na quarta-feira (29/04) para cumprir mandados de prisão e busca e apreensão contra os denunciados.A 3ª Promotoria de Investigação Penal Especializada descreve a atuação do grupo no “branqueamento” de dinheiro proveniente do tráfico de drogas em comunidades cariocas. Também demonstra que Marcinho VP ainda exerce relevante influência hierárquica na facção criminosa Comando Vermelho, coordenando recursos financeiros e estratégias para a expansão da organização criminosa, mesmo estando preso há mais de 20 anos. De acordo com a denúncia, a gestora financeira do grupo é Marcia Nepomuceno. As investigações apontam que ela recebia regularmente dinheiro em espécie de outros traficantes do Comando Vermelho, entre eles Edgar Alves de Andrade, o Doca; Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha; e Luciano Martiniano, vulgo Pezão. Para ocultar o patrimônio, ainda segundo a denúncia, Marcia Nepomuceno adquiriu e administrava estabelecimentos comerciais, imóveis e fazendas. .A denúncia estruturou a organização criminosa em quatro núcleos: o de liderança encarcerada (Marcinho VP), que exerce controle direto sobre a movimentação de recursos e decisões estratégicas; o núcleo familiar (Marcia, Oruam e Lucas Nepomuceno), responsável por intermediar a execução das ordens e a gestão de ativos; o núcleo de suporte operacional (Carlos Alexandre Martins da Silva, Luiz Paulo Silva de Souza, vulgo Magrão, e Jeferson Lima Assis), que presta suporte à lavagem de dinheiro e atua como “testa de ferro” para a dissimulação patrimonial; e o núcleo de liderança operacional (Doca, Abelha, Pezão, Eduardo Fernandes de Oliveira, vulgo 2D, e Ederson José Gonçalves Leite, o Sam), atuante nas comunidades na execução das práticas criminosas, entre elas o tráfico de drogas, sendo seus integrantes responsáveis por receber valores dessas atividades e repassar parte deles ao núcleo familiar.

Chefão do CV, Gardenal foi chamado para matar entregador que foi pego por traficantes e que seria morto por suspeitarem que ele era aliado de facção rival. Vítima fugiu e em meio a tiros se agarrou em um carro desesperada para pedir ajuda sendo arrastada

Um processo do Tribunal de Justiça do Rio revela o desespero que passou um entregador que foi abordado por traficantes do Comando Vermelho em Brás de Pina que acharam que ele era aliado a uma facção rival, pretendiam matá-lo, chamaram um dos chefes para isso e o rapaz conseguiu fugir mediante a tiros, chegando a ser arrastado por um motorista de um veículo a quem pediu ajuda. Na parte da manhã do dia 20 de fevereiro de 2023, na Rua Suruí, na Comunidade do Quitungo, os bandidos, com a intenção de matar, efetuaram diversos disparos de armas de fogo (fuzis e pistolas) na direção de B.A.M O crime não se consumou pois a vítima, rendida, conseguiu fugir correndo, quando aqueles disparam na sua direção, mas erraram por imprecisão dos tirosOs bandidos pretendiam matá-lo por suspeitar de que ela integrava uma facção rival, bem como pelo emprego de arma de fogo de uso restrito (fuzil AK47, calibre 762), Os criminosos ainda roubaram a moto e o celular do rapaz. A vítima estava trafegando com seu veículo pela Rua Suruí (que” corta “a Comunidade do Quitungo e Guaporé), realizando uma entrega para a empresa na qual trabalha, quando, ao passar por uma” boca de fumo “existente no percurso, teria sido abordada por três traficantes (todos fortemente armados) que determinaram que ela descesse da motocicleta e lhes entregasse seu aparelho telefônico. Os criminosos passaram a vasculhar o conteúdo do celular da vítima – que, a essa altura, encontrava-se sentada na beira da calçada, sob a mira de um fuzil – quando chegaram à conclusão de que ela seria aliada à facção criminosa rival, ao que, com um rádio transmissor, comunicaram-se com outros integrantes da organização criminosa determinando:”se liga, manda um carro pra cá e chama o”Gadernal” (um dos chefes do CV), que ele que gosta disso!”Todavia, antes que os demais traficantes chegassem ao local, a vítima – que afirma ter certeza de que seria executada. Aproveitando-se de um momento de distração de seus algozes, pôs-se em fuga desenfreada e, mesmo em meio aos inúmeros disparos de arma de fogo desferidos pelos criminosos em sua direção, logrou ingressar na Estrada do Quitungo, oportunidade em que se lançou na direção de um dos veículos que por lá trafegava, segurando-se na janela deste, sendo arrastado por algum tempo, até que o motorista parasse o veículo, possibilitando à vítima buscar socorro junto a policiais militares que se encontravam nas imediações. B chegou a dizer. “Eles apontaram arma para mim apontaram a arma para mim e falaram queiriam lhe matar”. Um dos acusados chegou a ser levado a júri popular mas acabou sendo absolvido apesar dele ter sido reconhecido pela vítima como um dos participantes do crime mas a sentença n não explicou o motivo. O processo foi arquivado. Um policial afirmou que o tráfico na região estava expandindo seus domínios, ruas que antigamente eram ruas normalmente transitáveis, hoje estavam compostas por barricadas, com contenção armadas com fuzis e pistolas, boca de fumo. Segundo o agente, eventualmente pessoas que eles desconfiassem, nutrissem qualquer desconfiança, que fossem informantes da polícia ou tivessem parentes na polícia, ou até mesmo que essas pessoas entrassem erradas e eles confundissem com algum desafeto deles, rotineiramente abordavam, roubavam os pertences, e não raro aconteciam situações em que pessoas inclusive desapareciam e depois descobriam que essas pessoas haviam sido executadas;

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