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MAIS UM ESCÂNDALO REVELADO: Quase 4 anos depois, Justiça tira das ruas PMs acusados de arrancar propina em euros de turista na Estrada do Joá

Quase quatro anos após um escandaloso caso de corrupção policial ocorrido na Zona Sul do Rio, a Justiça Militar decidiu afastar das ruas três policiais militares acusados de extorquir um turista estrangeiro durante uma abordagem na Estrada do Joá, em São Conrado. A decisão foi assinada pelo juiz da Auditoria da Justiça Militar que recebeu denúncia do Ministério Público contra um 2º sargento, um 3º sargento e um cabo da PM pelo crime de concussão — quando um agente público exige vantagem indevida usando o cargo. Segundo a denúncia, os PMs teriam exigido 2.500 euros de um passageiro estrangeiro após abordarem o veículo de aplicativo em que ele estava. Apesar da gravidade das acusações, a decisão que afastou os policiais da atividade operacional só ocorreu anos após o episódio, ocorrido em junho de 2023, fato que chama atenção diante da denúncia de corrupção envolvendo agentes armados em serviço. Abordagem terminou em suposta cobrança de propina em euros De acordo com o Inquérito Policial Militar, o caso aconteceu por volta das 18h50 na Estrada do Joá. A vítima estava em um carro de aplicativo quando foi abordada pela equipe policial. Segundo o Ministério Público, os agentes obrigaram o passageiro a desembarcar enquanto realizavam revista pessoal e inspeção da bagagem. Durante a abordagem, a vítima informou que carregava determinada quantia em euros. Em seguida, os policiais encontraram medicamentos na mala do passageiro. Foi nesse momento, segundo a denúncia, que os agentes passaram a afirmar que o estrangeiro seria conduzido para a delegacia. O Ministério Público afirma que o 2º sargento iniciou então uma conversa reservada com a vítima, enquanto os outros dois PMs permaneceram próximos, garantindo apoio e “superioridade numérica” durante a ação. Ainda segundo a acusação, o policial exigiu o pagamento de 2.500 euros para não levar o passageiro à delegacia. Após entregar o dinheiro, a vítima foi liberada e seguiu viagem. Justiça vê “risco inaceitável” em manter PMs nas ruas Ao receber a denúncia, a Justiça Militar entendeu que existem indícios suficientes para abertura da ação penal e classificou a conduta investigada como extremamente grave. Na decisão, o magistrado afirmou que os policiais, em tese, utilizaram o cargo e a função pública para exigir vantagem indevida da vítima. O juiz destacou ainda que a permanência dos acusados na atividade policial ostensiva representa ameaça à sociedade. “As condutas são especialmente reprováveis por terem se valido de seus cargos para exigirem quantia indevida da vítima, violando a proteção desta e constituindo risco inaceitável para a sociedade”, destacou a decisão. Diante disso, a Justiça determinou: Os três permanecerão apenas em funções administrativas até nova decisão judicial. Investigação reuniu escalas, registros e documentos internos Segundo a decisão, o Inquérito Policial Militar reuniu: A Justiça Militar entendeu que a denúncia do Ministério Público descreve de maneira individualizada a participação de cada policial no caso. Os PMs responderão pelo crime de concussão, previsto no Código Penal Militar, cuja pena pode chegar a oito anos de prisão. O processo seguirá agora para a fase de instrução criminal na Auditoria da Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro.

VERGONHOSO: Justiça liberou para indulto do Dia das Mães homem que matou o patrão e baleou um PM e ele não retornou para a prisão

Rogério Honorato Ramos é um ex-porteiro que ficou conhecido após assassinar seu chefe e balear um subtenente da Polícia Militar (proprietário da empresa de segurança em que trabalhava) em abril de 2014, na cidade do Rio de Janeiro. O crime ocorreu em um escritório em Bonsucesso. Rogério, que prestava serviço no Hospital Quinta DOr, foi chamado ao local para esclarecer sua suposta participação em um assalto à cantina da unidade de saúde. Após ser confrontado pelo supervisor Leonardo Martins da Costa, o porteiro sacou uma pistola calibre .40, matou o chefe com tiros na cabeça e na barriga, e feriu o dono da empresa com um disparo no pescoço. Após o ataque, ele fugiu. Quase cinquenta dias depois, em maio de 2014, ele foi preso em Xerém, Duque de Caxias (Baixada Fluminense), em um carro roubado na companhia de seu irmão, portando também duas bombas de fabricação caseira. O criminoso recebeu o benefício na modalidade de Visita Periódica ao Lar (VPL), referente ao Indulto dos Dia das Mães, quando teriaque voltar na quinta-feira (14/05/2026), e não voltou mais a sua unidade prisional, sendo considerado um Evadido do Sistema Penitenciário, desde então. Ele cumpria uma pena de 44 anos de reclusão, pelo crime de Homicídio Qualificado, com Pena Cumprida Até Data Atual: 13a10m20d, com Pena Remanescente a ser cumprida de 30a2m10d.

DOCUMENTO DO STF REVELA SUPOSTO BRAÇO DO JOGO DO BICHO USADO PARA AMEAÇAR DESAFETOS DE EX-DONO DO BANCO MASTER. LEIA DETALHES DAS AÇÕES INTIMIDATÓRIAS

Documento do Supremo Tribunal Federal (STF) revela que um operador do jogo do bicho apontado como integrante do núcleo criminoso conhecido como “A Turma” teria atuado como responsável por ameaças presenciais e intimidações contra desafetos do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no Estado do Rio de Janeiro. Segundo a investigação, Manoel Mendes Rodrigues exerceria papel de liderança de um braço local da organização criminosa, formado por operadores do jogo do bicho, milicianos e policiais, usado para executar ações de pressão física, monitoramento e constrangimento direto de alvos considerados problemas para os interesses da família Vorcaro. A Polícia Federal afirma que Manoel funcionava como elo entre o comando central da organização e a força local empregada para intimidação presencial. O documento aponta que uma das ações mais graves atribuídas ao grupo ocorreu em Angra dos Reis, em junho de 2024. Segundo os autos, após determinação de Daniel Vorcaro, integrantes do núcleo “A Turma” teriam se deslocado até a Marina Bracuhy para ameaçar L.F.W., então comandante de uma embarcação utilizada pelo empresário. Na sequência, o grupo também teria ido até um hotel para intimidar L.G., ex-chefe de cozinha ligado ao círculo do empresário. A investigação descreve uma verdadeira operação de monitoramento contra os dois alvos. De acordo com a cronologia levantada pela Polícia Federal, Daniel Vorcaro teria encaminhado documentos pessoais de L.F.W. para Felipe Mourão, conhecido como “Sicário”, ordenando que fosse feito “levantamento de tudo” e afirmando que “teriam que ir pra cima”. O documento afirma ainda que houve determinação para levantamento de dados pessoais e familiares não apenas de L.F.W., mas também de L.G. Em resposta, Felipe Mourão teria encaminhado áudios informando que os levantamentos já estavam em andamento. Em uma das conversas citadas nos autos, integrantes do grupo discutem qual seria a ordem exata: acompanhamento, monitoramento ou abordagem direta das vítimas. Para os investigadores, os diálogos mostram que o braço carioca da organização atuava mediante ordens concretas vindas do núcleo central do esquema. Segundo o parecer do Ministério Público Federal, as próprias vítimas relataram episódios de terror envolvendo grupos armados. L.F.W. afirmou ter sido ameaçado de morte por cerca de sete homens e declarou que um dos integrantes se apresentou como “Manoel”, amigo de Daniel Vorcaro e ligado ao jogo do bicho. Já L.G. descreveu abordagem semelhante, envolvendo Felipe Mourão e outro homem identificado como “Manoel” ou “Emanuel”. Uma testemunha ligada à embarcação Solar I também relatou ter sido abordada por um grupo de seis a sete homens que procuravam por L.F.W. Para os investigadores, os relatos colocam Manoel diretamente no centro das ações presenciais de intimidação. A investigação afirma que sua atuação seria particularmente grave porque revelaria a existência de um braço territorializado da organização no Rio de Janeiro, com potencial uso de força privada ou paramilitar para atender interesses da família Vorcaro. Segundo o documento, Manoel seria responsável por disponibilizar mão de obra intimidatória e presença física no estado, funcionando como instrumento de coerção da organização criminosa. Os autos também apontam que, durante as ações em Angra dos Reis, integrantes do grupo realizaram levantamentos de dados pessoais e familiares das vítimas, monitoramentos e discussões sobre acompanhamento telefônico. Em um dos trechos citados no documento, investigadores afirmam que os integrantes chegaram a cogitar agir “na mesma língua” dos alvos, expressão interpretada pela Polícia Federal como indicativo de possível escalada de intimidação. Para a investigação, a presença de Manoel tinha justamente a função de conferir credibilidade às ameaças e causar medo nas vítimas. O STF aponta que os elementos reunidos até agora indicam que Manoel Mendes Rodrigues teria atuado como executor presencial e articulador territorial do núcleo “A Turma”, liderando um braço local da organização no Rio de Janeiro e mobilizando grupos de quatro a seis pessoas para ações de ameaça e pressão física. Segundo a investigação, ele também manteria comunicação constante com Felipe Mourão e outros integrantes do esquema, utilizando sua influência no submundo do jogo do bicho como instrumento de coerção em favor da organização investigada. O caso segue sob investigação no Supremo Tribunal Federal.

DOCUMENTO DO STF REVELA SUPOSTA ESTRUTURA COM PFs, HACKERS, INTIMIDAÇÕES E PAGAMENTOS DE R$ 1 MILHÃO POR MÊS LIGADA AO EX-DONO DO BANCO MASTER

Documento do Supremo Tribunal Federal (STF) revelou detalhes explosivos sobre a suposta existência de dois grupos clandestinos ligados ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. As estruturas investigadas envolveriam policiais federais, hackers, monitoramentos ilegais, ameaças e pagamentos milionários mensais. Segundo a investigação da Polícia Federal, os núcleos eram conhecidos como “A Turma” e “Os Meninos”. Eles teriam sido criados para executar desde intimidações presenciais até invasões cibernéticas e espionagem ilegal de desafetos do empresário. O dado mais impactante apontado nos autos é que os grupos receberiam aproximadamente R$ 1 milhão por mês para manter toda a estrutura funcionando. De acordo com a representação policial, “A Turma” seria voltada para ações consideradas extremamente graves, como ameaças, coerções, levantamentos clandestinos, obtenção ilegal de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais. Já “Os Meninos” teria perfil tecnológico e atuaria em ataques hackers, invasões telemáticas, derrubada de perfis e monitoramentos telefônicos e digitais ilegais. Ambos os grupos, segundo a PF, eram gerenciados por Felipe Mourão, conhecido como “Sicário”, encontrado morto na cadeia. A investigação afirma que os dois núcleos tinham como finalidade atender ordens vindas do núcleo central da organização investigada. No caso de “A Turma”, chama atenção a participação de policiais federais. O agente Marilson Roseno da Silva é apontado como liderança operacional do grupo e responsável por coordenar ações de intimidação e obtenção clandestina de informações sigilosas. Também aparecem citados o policial federal aposentado Sebastião Monteiro Júnior e o policial federal da ativa Anderson Wander da Silva Lima, lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro. Segundo a investigação, esse braço operacional seria utilizado para acompanhar, monitorar e intimidar desafetos de Daniel Vorcaro. Outro ponto considerado central pela Polícia Federal envolve Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro. Ele é apontado como demandante dos serviços ilícitos, beneficiário das ações do grupo e operador financeiro responsável pelos pagamentos destinados à manutenção da estrutura criminosa. As conversas extraídas do celular de Marilson indicariam que Henrique continuou acionando integrantes da organização mesmo após o início ostensivo da Operação Compliance Zero. Em uma mensagem de janeiro de 2026 destacada pela investigação, Henrique afirma: “No momento em que estou é que preciso de vocês”. Para a PF, a frase seria uma referência direta à continuidade da atuação do grupo. As mensagens também revelam cobranças envolvendo cifras milionárias. Em uma conversa, Marilson pede para Henrique não deixá-lo “à deriva”, afirmando estar “segurando uma manada de búfalo” enquanto aguardava pagamentos prometidos. Henrique responde dizendo que enviaria “400” assim que recebesse recursos. Marilson rebate afirmando que o ideal seria “800k”. Segundo a PF, o valor de R$ 400 mil seria destinado mensalmente à manutenção da chamada “Turma”. Outro trecho considerado explosivo envolve uma explicação dada por Felipe Mourão sobre a divisão do dinheiro dentro da estrutura. Segundo ele, Daniel Vorcaro enviaria os valores mensais e o dinheiro seria repartido entre os integrantes dos grupos. “Ele manda o mensal e eu divido entre a turma. Os meninos mando 75 pra cada”, teria dito Mourão. A investigação afirma que “A Turma” receberia cerca de R$ 400 mil mensais, enquanto integrantes de “Os Meninos” ganhariam aproximadamente R$ 75 mil cada. Parte dos valores permaneceria com o próprio Mourão. A Polícia Federal também identificou Fabiano Zettel como possível responsável operacional pelos pagamentos do esquema. Em mensagens anexadas aos autos, integrantes reclamam que “o Fabiano não mandou este mês e a turma está perguntando”, indicando uma rotina de repasses financeiros permanentes para manter o funcionamento da organização. O documento ainda cita Manoel Mendes Rodrigues, descrito como “empresário do jogo” no Rio de Janeiro. Ele é apontado como líder de um braço local da estrutura criminosa composto por pessoas ainda não identificadas. Segundo a investigação, os elementos reunidos demonstram uma organização sofisticada, com divisão de tarefas, financiamento contínuo, uso de tecnologia avançada, participação de agentes públicos e estratégias para dificultar rastreamentos, incluindo troca constante de aparelhos telefônicos e utilização de números estrangeiros. O caso segue em investigação sob supervisão do STF. cara, nao eh para omitir nada no texto q te mandei Documento ligado ao Supremo Tribunal Federal (STF) revelou detalhes explosivos sobre a suposta existência de dois grupos clandestinos ligados ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, envolvendo policiais federais, hackers, monitoramentos ilegais, ameaças e pagamentos milionários mensais. Segundo a investigação da Polícia Federal, os núcleos eram conhecidos como “A Turma” e “Os Meninos”. Eles teriam sido criados para executar desde intimidações presenciais até invasões cibernéticas e espionagem ilegal de desafetos do empresário. O dado mais impactante apontado nos autos é que os grupos receberiam aproximadamente R$ 1 milhão por mês para manter toda a estrutura funcionando. De acordo com a representação policial, “A Turma” seria voltada para ações consideradas extremamente graves, como ameaças, intimidações presenciais, coerções, levantamentos clandestinos, obtenção ilegal de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais. Já “Os Meninos” teria perfil tecnológico e atuaria em ataques hackers, invasões telemáticas, derrubada de perfis e monitoramentos telefônicos e digitais ilegais. Segundo a autoridade policial, ambos os grupos eram gerenciados por Felipe Mourão, conhecido como “Sicário”, encontrado morto na cadeia. A investigação afirma que os dois núcleos tinham como finalidade atender ordens vindas do núcleo central da organização investigada. No caso de “A Turma”, chama atenção a participação de policiais federais. O agente Marilson Roseno da Silva é apontado como liderança operacional do grupo e responsável por coordenar ações de intimidação, levantamentos clandestinos e obtenção ilícita de informações sigilosas. Também aparecem citados o policial federal aposentado Sebastião Monteiro Júnior e o policial federal da ativa Anderson Wander da Silva Lima, lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro. Segundo a investigação, esse braço operacional seria utilizado tanto para acompanhar e monitorar desafetos de Daniel Vorcaro quanto para executar intimidações presenciais. Outro nome citado é Manoel Mendes Rodrigues, descrito no documento como “empresário do jogo” no Estado do Rio de Janeiro. Ele seria apontado como líder de um braço local da organização, composto por pessoas ainda não identificadas. Em relação ao núcleo “Os Meninos”, a Polícia Federal afirma que

Deputado preso ontem pela PF foi acusado de saquear cofres de empresa pública de habitação de Campos (RJ)

Preso ontem pela Polícia Federal suspeito de fraudes na Secretaria Estadual de Educação, o deputado estadual Thiago Rangel comandava também um esquema a um esquema de lavagem de dinheiro, por meio da inserção dos recursos desviados, numa rede de postos de combustíveis administrada pelo próprio parlamentar que contava com a participação de “laranjas” próximos, Segundo a Polícia Federal, Rangel também responde a processo acusado de saquear os cofres da Empresa Pública de Habitação do Município de Campos dos Goytacazes, durante os anos de 2021 e 2022, período em que exerceu influência política junto à Prefeitura de Campos dos Goytacazes, indicando para a direção da empresa pública o seu “braço direito”, Fábio Porbauix . Naquela época, o então vereador Thiago Rangel era aliado do prefeito, Wladimir Garotinho e oposição ao vereador Marquinho Bacellar, irmão de Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj. Na direção da empresa, Fábio iabilizou a manipulação de diversos procedimentos de aquisição de bens e serviços, a maioria por meio do expediente da dispensa de licitação, direcionando os contratos para empresas fechadas com a organização criminosa. Na verdade, emprestadas para a organização criminosa, que assumia a execução do serviço parcialmente entregue e desviava os recursos públicos oriundos do pagamento dos contratos, para contas de terceiros (laranjas) ou deempresas em nome de terceiros (Rede de Postos de Combustíveis de Rangel A Polícia Federal aponta, também, que na referida investigação denominada “Operação Postos de Mídias”, revelaram-se elementos suficientes do surgimento de novo esquema criminoso, no âmbito do Governo do Rio de Janeiro, em virtude de o antes vereador Thiago Rangel tornou-se Deputado Estadual pelo estado do Riopassando exercer influência política no estado, possivelmente com o ex-Deputado Estadual Rodrigo Bacellar, que seria o verdadeiro responsável pelo esquema criminoso, do qualRangel aderiu e passou a gerir parte dele. O esquema consistiria no direcionamento de obras dereformas em Escolas Públicas Estaduais do Norte Fluminense – região de influência política tanto de Bacellar como de Rangel – para empresas pré-ajustadas com os integrantes da Organização Criminosa, viabilizando o posterior repasse de recursos públicos desviado para os membros da quadrilha. Acredita-se que o esquema criminoso seja mais amplo e tenha sido estruturado em todo o Estado do Rio de Janeiro, com base no apoio político dado a Bacellar. Entretanto, no bojo da Operação Postos de Mídias, apenas parte do esquema fora revelado, sendo a presente peça limitada, dessa forma, à Diretoria Regional Noroeste, da Secretria de Educação. VIOLÊNCIA A investigação chama atenção para diálogos entre Rangel e Fabio que tramam ataques violentos contra F.A.R que fazia críticas a atuação de Thiago como vereador. Rangel disse que “vou dar jeito nele”, e pede a Fábio para descobrir o endereço de Felipe. Mais adiante, envia mensagem dizendo que vai mandar “uma surpresa” para ele, bem como que “depois de 12 tiros no portão o recado está dado”. Em outro diálogo, datado de 02/01/2022, Thiago e Fábio arquitetaram um ataque a pessoa não identificada. Vê-se que a conversa se iniciou com oencaminhamento de imagem por Rabgek que, apagada, não foi passível de recuperação. Entretanto, as mensagens trocadas deixam clara a intenção violenta dosinterlocutores. FÁBIO – 21:58:40h: Vai se enforcar sozinho!FÁBIO – 21:58:50h: Ta chegando a hora dele!FÁBIO – 21:58:59h: Temos que ter sabedoria!THIAGO RANGEL – 21:59:43h: “bati palma para ele aqui,botei a mãozinha batendo palma, para o filho da putaestressar logo”FÁBIO – 22:00:01h: “posso falar para você? Não valea pena não. Vale a pena não, a gente tem que arrancar acabeça dele sem dar direito para ele, entendeu? De pensarno que aconteceu. Vale a pena não, deixa ele. Vamoscortar, vai ser igual Lorena, entendeu?THIAGO RANGEL – 22:00:47h: Safado!FÁBIO – 22:01:07h: Isso ai!FÁBIO – 22:01:07h: Rapaz…FÁBIO – 22:01:07h: Ele vai arrumar uma merda paraele mesmo se fuder!FÁBIO – 22:01:07h: Vai por mimTHIAGO RANGEL – 22:01:44h: Vamos avaliar omelhor momento e tirar.FÁBIO – 22:01:45h: E já sei comoFÁBIO – 22:01:56h: “Rapaz, eu já sei como que agente vai resolver o problema. Ele vai para a EMABH de carro, só que ele vai por dentro porque ele não temhabilitação e ele não pode dirigir por fora. Vamos esquematizar, entendeu? Um bote. Ninguém vai matar ele, vai fazer nada. Ele vai tomar um bote, tá? E esse bote omoleque vai bater na cara dele, vai dar tiro no carro dele, o caralho. Ele vai querer parar de ir, aí você vai dizer para ele, rapaz agora tem como não. Eu quis deixar você em casa e você não quis, agora não tem como não. E aí ele vai ter que pedir para sair”FÁBIO – 22:03:15h: “Ele vai ter que abandonar o emprego, entendeu? Não vai ser a gente que vai mandar ele embora não”THIAGO RANGEL – 22:03:35h: Vamos resolver isso logo!THIAGO RANGEL – 22:03:48h: Estou sem paciência com esse merda!FÁBIO – 22:04:13h: “Você já num falou para ele ficar em casa? Ele não quis. Ele não quis. Ele vai tomar um varada dessa e vai ficar com medo de ir. Nessa de ele ficar com medo, ele vai querer pedir a você para ficar em casa. Não, agora tem como não, eu tentei deixar você em casa, você não quis, agora você tem que ir.”THIAGO RANGEL – 22:05:20h: “Beleza, vamos arquitetar, orquestrar tudo aí. Porque esse cara aí, tá impossível de suportar ele, e eu não vou procurar ele nãocara, barbearia, procurar caralho nenhum, vou arrebentar esse filho da puta”.

Bomba na PM: três policiais podem ser expulsos após duas acusações explosivas — roubo de iPhones e cobrança de R$ 15 mil para liberar ônibus

A Polícia Militar decidiu submeter três policiais ao Conselho de Disciplina, procedimento que pode resultar na expulsão dos agentes da corporação, após o surgimento de duas acusações graves envolvendo abordagens a ônibus de turismo no Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense. De acordo com os autos, o primeiro caso remonta a março do ano passado, quando os policiais, então em serviço no DPO de Jardim Primavera, abordaram um ônibus que transportava mercadorias adquiridas em São Paulo com destino a Campos dos Goytacazes. Segundo as investigações, após revista no veículo, os agentes teriam alegado a ausência de notas fiscais para justificar a apreensão dos produtos. No entanto, conforme a acusação, parte da carga não foi devidamente registrada, incluindo 11 aparelhos celulares da marca iPhone, que teriam sido subtraídos pelos policiais. Ainda de acordo com o procedimento, há relatos de que os passageiros foram colocados em condição de impossibilidade de reação durante a ação, o que agrava a natureza das acusações. Durante as diligências posteriores, materiais foram localizados na posse de um dos investigados. Os itens foram apreendidos e permanecem custodiados na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), devidamente lacrados, aguardando destinação conforme decisão judicial. Segunda acusação: cobrança em dinheiro para liberação de ônibus Os mesmos policiais também são alvo de uma segunda acusação, relacionada a um episódio ocorrido em 17 de novembro de 2025, também no Arco Metropolitano, na altura de Saracuruna, em Duque de Caxias. De acordo com o relato das vítimas, o grupo viajava em um ônibus de excursão quando foi abordado por uma viatura policial. Durante a fiscalização, os agentes teriam realizado uma revista no bagageiro, com relatos de danos a mercadorias transportadas. Ainda segundo os denunciantes, ao constatarem a ausência de notas fiscais, os policiais teriam exigido o pagamento de R$ 15 mil em espécie para liberar o veículo e permitir a continuidade da viagem. Processo pode levar à expulsão As duas ocorrências passaram a ser analisadas conjuntamente no âmbito administrativo, e a instauração do Conselho de Disciplina indica que a corporação identificou indícios considerados relevantes para a abertura do procedimento. O processo não implica culpa automática, e os policiais terão direito à ampla defesa e ao contraditório. Ao final, o colegiado poderá recomendar sanções que vão desde advertências até a exclusão definitiva dos quadros da Polícia Militar. O caso segue em apuração.

PM parte para expulsão de agentes suspeitos de atuar na segurança do bicheiro Rogério Andrade

A Polícia Militar do Rio de Janeiro decidiu submeter ao Conselho de Disciplina — instância que pode resultar na expulsão da corporação — o subtenente inativo Machado e o sargento reformado Carneiro, apontados em investigação por suposto envolvimento com a estrutura de segurança do bicheiro Rogério Andrade. A medida ocorre no contexto de uma apuração que resultou na denúncia de diversos policiais militares da ativa, ex-policiais e outros agentes ligados ao esquema de proteção do contraventor. Segundo os elementos reunidos no inquérito, a segurança pessoal de Rogério Andrade operava com estrutura estável, organizada e hierarquizada. O grupo seria integrado por diversos agentes subordinados ao ex-subtenente Pinheiro, apontado como responsável direto pela segurança pessoal, e ao sargento reformado Araújo, indicado como chefe-geral do esquema. Durante as investigações, foi apreendida uma planilha que detalha a dimensão da estrutura: ao todo, 36 integrantes compunham o núcleo de segurança, com custo mensal estimado em R$ 207.600,00. Os vencimentos pagos aos policiais variavam entre R$ 5.600,00 e R$ 7.600,00, o que, de acordo com a apuração, evidencia a continuidade e a estabilidade da atuação do grupo armado. Outro ponto relevante destacado nos autos foi o afastamento do sigilo de dados telemáticos do aparelho celular apreendido com o ex-cabo Nelsinho. A análise revelou intensa atividade no grupo de WhatsApp denominado “Vampiros”, formado por integrantes da segurança do turno da noite. O grupo contava com 14 participantes e registrou 14.456 mensagens trocadas entre 30 de outubro de 2019 e 10 de maio de 2022. As conversas tratavam de escalas, pagamentos, orientações operacionais e informes internos relacionados à prestação de serviços ao bicheiro e a seus familiares. No caso do subtenente Machado, as investigações indicam que ele não apenas integrava o núcleo de segurança da organização criminosa, como também ocupava posição de destaque, sendo apontado como um dos líderes da equipe e integrante da cúpula do aparato de proteção. Em relação ao sargento reformado Carneiro, a denúncia aponta que ele mantinha vínculo direto com o ex-cabo Nelsinho, figurando nominalmente em listas de seguranças pessoais da organização e em diversas escalas de serviço compartilhadas no grupo “Vampiros” entre os dias 5 de fevereiro de 2020 e 5 de maio de 2022. Ainda segundo a acusação, foi imputado a Carneiro o crime de corrupção ativa, por supostamente atuar, em diversas ocasiões, em conjunto com o bicheiro na oferta e promessa de vantagens indevidas a policiais militares. O objetivo, de acordo com a denúncia, seria obter informações sigilosas, retardar ou omitir atos funcionais e favorecer os interesses da organização criminosa diante de grupos rivais. O Ministério Público ressalta que os acusados detinham elevado grau de confiança dentro da estrutura, integrando os níveis mais altos do esquema de segurança montado para assegurar o pleno funcionamento das atividades ilícitas atribuídas à quadrilha. A instauração do Conselho de Disciplina não representa, por si só, condenação, mas pode culminar na exclusão definitiva dos envolvidos dos quadros da Polícia Militar, caso as acusações sejam confirmadas ao longo do processo administrativo.

Escândalo na Baixada: policial civil é suspeito de fornecer arma e interferir para favorecer milícia do filho

Investigações divulgadas pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) apontam que um policial civil lotado na Delegacia de Paracambi é suspeito de atuar em favor de uma milícia que operava em Queimados, na Baixada Fluminense, da qual seu próprio filho faria parte. O miliciano foi preso no ano passado. De acordo com os autos, o agente era frequentemente procurado por integrantes do grupo para resolver “problemas” em delegacias. Em um dos episódios citados, após a prisão em flagrante do chefe da quadrilha, conhecido como “João da Jacutinga”, o policial teria sido acionado para “desenrolar” a situação, com o objetivo de interceder e impedir ou dificultar a formalização do auto de prisão. A investigação também revelou que uma das armas apreendidas com os milicianos — uma espingarda calibre 12 — estava registrada em nome do policial civil, o que reforça as suspeitas de vínculo com a organização criminosa. Segundo o processo, tanto o agente quanto seu filho já haviam sido citados em denúncias anônimas encaminhadas ao Disque-Denúncia como integrantes da milícia de Queimados. Embora esse tipo de informação, isoladamente, não constitua prova, a Justiça destaca que os relatos convergem com outros elementos reunidos ao longo da apuração. Entre esses elementos estão mensagens trocadas entre pai e filho, que indicariam compartilhamento de informações sobre a atuação do grupo, além de discussões sobre reportagens que os mencionavam como integrantes da milícia. Os diálogos também demonstrariam preocupação com ameaças vindas de outros membros da organização, o que, segundo a análise judicial, aponta para uma relação que vai além do vínculo familiar, indicando alinhamento de interesses. Para a Justiça, há indícios de que o policial civil teria utilizado sua função pública em benefício da milícia, tanto ao supostamente fornecer armamento de sua propriedade quanto ao tentar interferir em procedimentos policiais para favorecer comparsas. As investigações apontam ainda que a milícia atuante em Queimados era estruturada de forma hierarquizada e voltada à prática de extorsões contra comerciantes e mototaxistas da região. O grupo utilizava como fachada a empresa “Mibius Segurança Privada” e realizava cobranças de “taxas” por meio de transferências via PIX, a partir de linhas telefônicas vinculadas à suposta empresa.

Justiça mandou soltar vereador preso suspeito de negociar com CV e polícia divulga nota dizendo que ele recebeu valores atípicos

A Justica andou soltar o vereador carioca Salvino Oliveira Barbosa preso por suspeita de envolvimento com o Comando Vermelho Em meio a isso, a Polícia Civil divulgou uma nota justificando a prisão do político O Departamento-Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD) informa que a investigação teve início no ano de 2024 e apura atividades ilícitas relacionadas a empresas de exploração de internet localizadas no Complexo da Penha, identificadas como sob o controle de fato de EDGAR ALVES DE ANDRADE, vulgo DOCA. No curso dessas apurações, a análise de dados telemáticos revelou a existência de diálogos entre DOCA e o “síndico do GARDÊNIA” vinculado ao Comando Vermelho. Tais diálogos envolvem diretamente o INVESTIGADO, bem como outros alvos da operação, como LANDERSON LUCAS DOS SANTOS, e passaram a constituir elementos relevantes da investigação.  Em paralelo, a investigação sigilosa de natureza financeira baseada, entre outros elementos de inteligência, na análise das movimentações do INVESTIGADO, trouxe informações expressivas: foram identificadas transações atípicas e/ou suspeitas no segundo semestre de 2024, nas quais o INVESTIGADO é beneficiário de valores provenientes de empresa de informática sediada no Complexo da Maré, região controlada pelo Comando Vermelho. Sem qualquer justificativa lícita e aparente que explique a relação comercial entre o INVESTIGADO e a pessoa jurídica. Além disso, os dados levantados revelaram que, em apenas quatro meses, o lINVESTIGADO recebeu créditos suspeitos e/ou atípicos que ultrapassam R$ 100.000,00, incluindo onze depósitos em dinheiro vivo. Os dados de inteligência foram comunicados por Relatório de Inteligência Financeira solicitado no curso da investigação.  As investigações financeiras não se limitaram ao próprio INVESTIGADO. Dados de inteligência também apontaram para movimentações suspeitas realizadas por pessoas jurídicas que têm como sócio o principal assessor do INVESTIGADO. A esposa desse assessor, por sua vez, foi identificada como possível epicentro de uma estrutura complexa voltada para a lavagem de dinheiro. Essa estrutura demonstra sofisticação e volume considerável: em sete meses, foram realizados mais de 20 saques em espécie de sua conta pessoal, que totalizaram R$ 2.490.000,00 – uma média de R$100.000,00 por saque –, muitos ocorrendo em dias consecutivos.  Além disso, uma das empresas em nome da esposa do assessor movimentou mais de R$35.000.000,00 em pouco mais de dois anos, valores completamente incompatíveis com o faturamento declarado de aproximadamente R$2.000.000,00. Desse montante recebido, foram identificados R$300.000,00 oriundos de uma fintech investigada por ligação com o PCC, fortalecendo o mote da investigação em curso.  Há ainda fortes indícios de que o grupo tenta burlar os mecanismos de controle e fiscalização, uma vez que foram registrados quatro saques no valor de R$ 49.999,99 cada — valor imediatamente inferior ao limite de R$ 50.000,00 que obriga as instituições financeiras a realizar comunicação compulsória aos órgãos competentes.  Em pouco mais de dois anos, a movimentação total identificada apenas nas contas pessoais da sua esposa do assessor do INVESTIGADO superou R$ 3.000.000,00, valor absolutamente incompatível com a renda declarada. O assessor do INVESTIGADO, por sua vez, é sócio de empresa que recebeu R$ 390.000,00 em duas transferências sem motivação lícita aparente e enviou mais de R$ 1.000.000,00 para outra empresa sem justificativa comercial identificável. Esse mesmo assessor figura como sócio-diretor de uma pessoa jurídica cujo sócio presidente é filho do traficante Elias Maluco, falecido líder do Comando Vermelho e responsável pelo assassinato do jornalista Tim Lopes. O conjunto de elementos colhidos até o momento apontam que o INVESTIGADO, além dos elementos que recaem sobre si, possui vinculação direta com personagens relevantes desta estrutura sofisticada possivelmente voltada para a lavagem de dinheiro, mantendo como seu assessor uma figura de destaque na estrutura criminosa investigada.Diante desse robusto conjunto de elementos, o pedido de prisão temporária teve como objetivo a necessidade imediata de preservar as provas já colhidas e de permitir a continuidade da coleta de novos elementos probatórios, tendo em vista o fundado receio de que o INVESTIGADO, em liberdade, possa interferir nas apurações e destruir evidências relevantes. O segundo motivo diz respeito à decisão técnica adotada pelos responsáveis pela investigação de não incluir na representação todos os dados financeiros levantados até o momento. Essa opção se deveu à necessidade de preservar informações relativas a pessoas comunicadas que não têm relação direta com o objeto central da investigação, bem como à importância de garantir que tais dados sejam submetidos a uma apuração técnica criteriosa pela delegacia responsável.Importa registrar, por fim, que os dados telemáticos foram considerados pelos investigadores como suficientes, por si sós, para fundamentar o pedido de prisão temporária. Contudo, eles não representam a totalidade dos elementos que compõem o quadro de indícios contra o INVESTIGADO. O conjunto da inteligência financeira produzida — especialmente os Relatórios de Inteligência Financeira elaborados pelo COAF, que reuniram e sistematizaram as provas técnicas descritas acima — forma um cenário coerente e consistente de envolvimento do INVESTIGADO em atividades ilícitas de grande complexidade, o que torna a medida cautelar requerida não apenas justificada, mas necessária. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro reforça o seu caráter como instituição de Estado, o seu compromisso com a manutenção do sigilo das investigações e com a preservação dos dados de investigados e relacionados em inquéritos em andamento.

PM que comandou roubos em casa no Complexo do Alemão (CV) foi preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva do cabo da Polícia Militar Leandro Silva Pereira dos Santos, acusado pelos crimes de violação de domicílio, roubo qualificado, constrangimento ilegal e dano simples. Segundo a investigação, os ilícitos foram cometidos durante uma operação policial realizada em janeiro deste ano, na comunidade do Complexo do Alemão, em Ramos, na Zona Norte da capital.  A denúncia relata que Leandro e policiais militares ainda não identificados entraram de maneira clandestina em uma residência do Complexo do Alemão, em 15 de janeiro de 2025, por volta das 05h20, durante uma operação policial que estava sendo realizada no local, constrangendo os moradores e impedindo que deixassem o local.  Ainda segundo o documento protocolado junto à Auditoria da Justiça Militar, o policial destruiu uma câmera de monitoramento instalada na residência, roubou camisas, perfumes, uma luva tática e ainda impediu um dos moradores de filmar a ação. As imagens gravadas pela câmera operacional portátil acoplada à farda de Leandro confirmam os ilícitos.  Leandro foi denunciado por roubo qualificado, que prevê pena de prisão de quatro a 15 anos, podendo ser aumentada em até um terço se a violência ou ameaça é exercida por mais de duas pessoas, com emprego de arma de fogo, e restringindo a liberdade da vítima; violação de domicílio de forma qualificada, que tem pena prevista de detenção de seis meses a dois anos, podendo ser aumentada em um terço por ter sido cometida por militar em serviço; constrangimento ilegal, que prevê pena de detenção de até um ano, podendo ser aumentada em duas vezes pelo fato de o crime ter sido praticado por mais de três pessoas, com emprego de arma de fogo e com abuso de autoridade; e dano simples, que prevê pena de detenção de até seis meses. FONTE: MPRJ

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