Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

escândalo

Homem que matou outro e cozinhou corpo disse que praticou crime porque sofreu violência sexual da vítima

O homem que matou Vitor Lourenço Morgado e depois cozinhou o corpo no Morro do São Carlos, no Rio, disse que cometeu o crime porque teria sofrido violência sexual da vítima por três vezes. Narra o auto de prisão em flagrante que, no dia 16 de julho de 2025, por volta das 9h, na Travessa Vítor Hugo, 457-, Bruno Guimarães matou com golpes de faca e, posteriormente, espostejou o corpo a fim de ocultá-lo. Registre-se que foram encontradas partes do corpo da vítima acondicionadas em sacolas plásticas e armazenadas no interior da geladeira. Além disso, Bruno confessou aos policiais que pegava pedaços do corpo, cozinhava, triturava no liquidificador e jogava na privada a fim de ocultá-lo. Bruno teve a prisão preventiva decretada. FONTE: TJ-,RJ

Ex-chefe de Polícia Civil do Rio voltou para a prisão devido a processo que envolve ex-delegado que vazava informações sobre investigações e negociava propina para agentes corruptos

O ex-chefe da Polícia Civil do Rio Allan Turnowski está de volta a prisão por decisão da segunda turma do Supremo Tribunal Federal. De acordo com o TJ-RJ, foi expedido mandado de prisão em desfavor de Turnowski, com prazo de validade de 12 anos. Segundo o documento, a prisão está relacionada ao caso do ex-delegado Maurício Demétrio, que foi expulso da corporação, acusado de vazar informações relevantes e sigilosas acerca de investigações, negociando, ainda, pagamento de propina para integrantes corruptos da Polícia Civil e cooptando outros integrantes para participação em esquemas ilegais. Turnowski e Demétrio, juntamente com o falecido bicheiro Fernando Iggnácio foram acusados de participar de organização criminosa que visava obter vantagens econômicas e de outras naturezas, mediante a prática de diversas infrações penais, em especial a exploração ilícita de jogos de azar, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e homicídio qualificado, entre tantos outros. Dentre os integrantes já identificados da organização criminosa há delegados de polícia que empregam a estrutura e recursos da Polícia Civil do RJ. A quadrilha mantinha contato com outras organizações criminosas independentes, notadamente a conhecida milícia de Rio das Pedras, por meio de negociatas ilegais com o falecido capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega Junto com Adriano, o grupo negociou e intermediou a celebração de acordo de pagamento sistemático e rotineiro de vantagem indevida a policiais civis ainda não identificados então lotados na DRACO (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais), para determiná-los a praticar, omitir ou retardar ato de ofício. FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima