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Bunker do TCP em Senador Camará tinha 16 fuzis e uma ponto 30

Equipes do #14BPM localizaram um paiol do tráfico na Comunidade da Coréia, em Senador Camará. O local possuía uma passagem subterrânea para um cômodo, que funcionava como uma espécie de bunker secreto. No espaço, foram localizados dois criminosos, apontados como lideranças do crime local, e foram apreendidos uma metralhadora calibre ponto 30 – capaz de abater aeronaves e avariar veículos blindados – e outros 16 fuzis de guerra, além de farta quantidade de entorpecentes. Cinco criminosos foram presos, sendo dois deles apontados como lideranças do crime organizado local. Um sexto suspeito foi ferido em confronto e socorrido ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Além do 14º BPM (Bangu), a operação conta com a participação de equipes do Comando de Operações Especiais (COE) da Corporação e agentes da 34ª DP (Bangu), que vêm conduzindo diversos procedimentos investigativos sobre o grupo criminoso que atua na região, que é responsável por disputas territoriais armadas, assim como por diversos roubos de veículos e cargas na Zona Oeste da Capital Fluminense. A área é dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro e tem como chefe o traficante vulgo Sabão ou 31

Braço do TCP e alvo de guerra com a ADA em Campos: quem é Júnior do Beco, o traficante ligado a deputado preso pela PF

Antes de surgir nas investigações que levaram à prisão do deputado estadual Thiago Rangel, o nome de Júnior do Beco já era sinônimo de violência e domínio do tráfico no interior do Rio de Janeiro. A imprensa do Rio noticiou com destaque nesta terça-feira que Rangel, preso pela Polícia Federal na Operação Unha e Carne, teria oferecido vagas na Secretaria Estadual de Educação ao traficante — mas sem detalhar quem é, de fato, o criminoso por trás desse elo explosivo. Levantamentos mostram que Júnior do Beco já era uma figura conhecida pelas forças de segurança desde os anos 2000, especialmente em Guarus, em Campos dos Goytacazes. Entre criminosos que atuavam do Rio até o interior, ele era apontado como o maior braço do Terceiro Comando Puro (TCP) na região. Ele foi flagrado em uma conversa com um comparsa em que disseram que era preciso tomar uma providência contra a opressão da facção rival Amigos dos Amigos (ADA). Na interceptação, afirmaram que “teriam que manchar o chão de sangue” e que iriam manejar armas vindas de outras localidades dominadas pelo TCP, especialmente Tira Gosto e Portelinha, para reforçar o confronto. Policiais relataram, na época, que Juninho do Beco e seu irmão, conhecido como “Cavalinho”, bagunçavam a região. A maioria dos homicídios em áreas como Custodópolis e Baixada do Rotary era atribuída a eles, consolidando um cenário de medo constante. É esse o criminoso que, segundo decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mantinha relação íntima com o deputado Thiago Rangel. A decisão que fundamentou a prisão revela que Júnior do Beco teria recebido do parlamentar a oferta de duas vagas de trabalho como auxiliar de serviços gerais, para indicações próprias, aparentemente em órgãos públicos ligados à área de educação. Rangel foi orientado a procurar o traficante ou enviar seu número de telefone para que ele próprio entrasse em contato e definisse quem seriam as pessoas inseridas em uma planilha de contratações. Em seguida, Thiago Rangel encaminhou o contato salvo como “Junior Beco” e pediu a um conhecido que falasse com ele em seu nome, informando que possuía oito vagas de ASG (auxiliar de serviços gerais) disponíveis na educação. Dessas oito, ao menos duas seriam destinadas ao traficante, que já havia feito a solicitação. Uma das pessoas indicadas, segundo os autos, foi a própria irmã de Júnior do Beco. A Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal, tem como objetivo desarticular uma quadrilha voltada para fraudes em procedimentos de compra de materiais e contratação de serviços, incluindo obras de reforma no âmbito da Secretaria Estadual de Educação. As investigações apontam para um possível esquema de direcionamento de contratações realizadas por escolas estaduais, beneficiando empresas previamente selecionadas e ligadas ao grupo criminoso. O que emerge desse cenário é uma conexão alarmante entre crime organizado e estruturas públicas, revelando indícios de que interesses de facções podem ter ultrapassado as fronteiras do tráfico e alcançado o interior da máquina do Estado.

VIOLÊNCIA POLICIAL NA TIJUCA: Justiça age após quase um ano: PMs têm função pública suspensa por tapa, tiro em jovem por discussão banal e mentira na delegacia para incriminar vítima

Quase um ano depois do episódio, a resposta veio — e com peso: a Auditoria da Justiça Militar decidiu suspender a função pública de dois policiais militares envolvidos em um caso de extrema violência na Tijuca, na Zona Norte do Rio. O caso envolve um jovem que estava de bicicleta, levou um tapa no rosto e acabou baleado por um dos agentes durante uma discussão. Os policiais também são acusados de mentir na delegacia, ao afirmarem que a vítima teria oferecido resistência — o que, segundo as investigações, não aconteceu. Segundo os autos, no dia 09 de junho de 2025, por volta das 08h50min, na Avenida Maracanã, um dos PMs deu um tapa no rosto de G.S.F e, em seguida, efetuou um disparo de arma de fogo que atingiu a região inguinal da vítima. Por conta disso, o rapaz ficou afastado de suas ocupações habituais por mais de 30 dias. Na ocasião, o policial militar estava em patrulhamento de rotina quando, com a motocicleta da PMERJ, acessou a calçada da via, passando ao lado da vítima, que trafegava de bicicleta no local. Diante do protesto do rapaz em razão da manobra realizada pelo militar, o PM decidiu abordá-lo. Após uma discussão, desferiu um tapa no rosto da vítima e, logo em seguida, efetuou o disparo que resultou na lesão grave. Mas o caso não parou na violência da abordagem. No mesmo dia 09 de junho de 2025, entre 17h05min e 17h09min, no interior da 19ª DP, localizada na Rua General Espírito Santo Cardoso, os dois policiais militares, com o objetivo de assegurar a impunidade do crime de lesão grave, teriam, segundo a investigação, abusado do poder ao provocar a instauração de inquérito policial contra a própria vítima. Eles imputaram a G.S.F o crime de resistência, mesmo sabendo que ele era inocente. Após acionarem o Corpo de Bombeiros, que conduziu o rapaz ao Hospital Municipal Souza Aguiar para atendimento médico, os agentes se dirigiram à delegacia, onde relataram falsamente à autoridade policial que a vítima teria resistido às ordens emanadas, dando origem ao inquérito nº 019-06115/2025. A apuração aponta que essa versão foi forjada. Com a decisão da Justiça, os PMs envolvidos estão com a função pública suspensa e, até a sentença definitiva ou eventual decisão em contrário, não podem exercer atividade policial. Um caso que começa com um tapa, evolui para um tiro e termina sob a suspeita de uma tentativa de transformar a vítima em acusada — agora com a resposta da Justiça Militar.

Denúncia aceita: PMs são acusados de “cegar” câmeras em operação com morte em Itaboraí

Quase dois anos depois, a bomba estourou: a Auditoria da Justiça Militar aceitou a denúncia contra dois PMs acusados de manipular câmeras corporais em uma operação que terminou em morte, em Itaboraí. O caso ganha novos contornos com detalhes que levantam suspeitas graves sobre o que realmente aconteceu naquela ação. Segundo os autos, os policiais teriam sabotado as próprias câmeras para impedir o registro completo da ocorrência. O episódio aconteceu em 24 de agosto de 2024, na Rua Pedro Ferreira Pinto, no bairro Esperança, durante uma operação do 35º BPM na comunidade da Reta Velha. De acordo com a denúncia, um dos agentes simplesmente retirou a câmera do lugar e passou a apoiá-la em diferentes superfícies, além de bloquear a lente com o próprio corpo e até com a arma. O resultado: imagens comprometidas e partes cruciais da ação fora de registro. O outro PM não ficou atrás. Ele teria movimentado a câmera de forma excessiva e irregular, retirando o equipamento várias vezes da posição correta e também obstruindo a captação com a arma — um comportamento que, na prática, inviabilizou a documentação fiel da ocorrência que terminou com morte por intervenção policial. A suspeita é de que houve uma tentativa deliberada de esconder o que aconteceu durante a operação. Por isso, foi aberto um inquérito da Polícia Militar para apurar possível desobediência a normas internas que regulam o uso obrigatório das câmeras corporais. A investigação se baseou justamente no que restou das imagens e em depoimentos colhidos, que apontam indícios dos crimes atribuídos aos agentes. Os relatórios revelam diálogos e trechos que reforçam a linha de apuração. Para a Justiça Militar, há sinais claros de que os policiais agiram no exercício da função, mas violando deveres básicos do cargo, atingindo diretamente o interesse da administração pública. Os dois acusados têm a patente de 3º sargento. Agora, o caso entra em uma nova fase — e pode revelar o que ficou sem registro durante a operação.

Guerra na Tijuca: CV diz que proibiu cobrança de taxas após invasão, mas domínio das comunidades segue indefinido

A guerra entre facções na Tijuca, que explodiu neste fim de semana e espalhou pânico entre moradores, continua repercutindo com força nas redes sociais, alimentando ainda mais a tensão na região. Uma página no Instagram, supostamente ligada ao Comando Vermelho, publicou um recado direto após a invasão das comunidades da Casa Branca, Chácara do Céu e Morro do Cruz. No texto, a facção afirma que estaria proibida a cobrança de taxas de comerciantes e tenta se apresentar como uma espécie de “reguladora” local: “Nossa facção CV não admite esse tipo de ato. A partir desta semana estaremos normalizando a internet e a TV a cabo para todos, a instalação será gratuita”. Enquanto isso, versões conflitantes aumentam o clima de incerteza. Há relatos de que o CV teria assumido o controle das comunidades, mas também circula a informação de que, após a chegada da Polícia Militar, os invasores recuaram e traficantes do Terceiro Comando Puro retomaram as áreas — cenário que mantém o território instável e moradores sob constante medo de novos confrontos.

Um dos maiores ladrões de carga do Rio foi achado morto com sinais de espancamento em rodovia em Caxias

Foi achado morto na manhã deste domingo na Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, Felipe Pereira dos Santos, vulgo Jack Cargas, um dos maiores ladrões de carga do Rio de Janeiro que tinha um total de 210 anotações criminais. O cadáver tinha sinais de espancamento e disparos de arma de fogo. Segundo relatos, ele teria sido morto por se relacionar com a espoa de um traficante. Jack Cargas era envolvido em um esquema criminoso sofisticado responsável por roubos de cargas e veículos, receptação qualificada e lavagem de dinheiro. As investigações da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) começaram em 2024, após registros apontarem a atuação de dois grupos criminosos ligados à facção Comando Vermelho (CV), que utilizam comunidades da Maré como base para planejar assaltos e a revenda dos produtos roubados. Investigações revelaram a existência de um “escritório” dentro da Maré, onde criminosos se reúnem para planejar os roubos e comercializar as cargas roubadas. O esquema também incluía bloqueadores de GPS e armamento pesado para garantir o sucesso das operações criminosas. O grupo realizava os roubos principalmente nas principais vias do estado, com as cargas sendo escoadas para comunidades em Duque de Caxias, no Complexo do Alemão, Manguinhos e a própria Maré. A investigação apontou que a facção utilizava empresas de fachada para lavar dinheiro, movimentando valores milionários e dificultando o rastreamento pelas autoridades. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou que o grupo movimentou mais de R$ 18 milhões entre 2022 e 2023, provenientes da venda de cargas roubadas.

Tijuca em guerra: facções se enfrentam nas redes e vídeos mostram balas traçantes no céu

A disputa entre facções criminosas que transformou a Tijuca, na Zona Norte do Rio, em cenário de guerra neste fim de semana ganhou mais um capítulo — agora escancarado nas redes sociais e acompanhado em tempo real por moradores aterrorizados. Relatos indicam que traficantes do Comando Vermelho (CV), que atuam no Morro do Borel, lançaram uma ofensiva para tentar invadir os morros do Cruz, Casa Branca e Chácara do Céu, áreas sob domínio do Terceiro Comando Puro (TCP). A região, considerada estratégica, virou alvo de uma disputa violenta por território. Nas redes, o TCP negou qualquer avanço rival e reforçando a permanência na área. “Nada mudou na Casa Branca. Só TCP na pista, doido para matar comando”, escreveu o grupo. Os integrantes do CV, no entanto, chegaram a anunciar a suposta tomada da Chácara do Céu. “TCP aqui nunca mais. Nós que tá permanecendo”, diz a postagem, em tom de provocação e afirmação de controle. A resposta do TCP veio logo depois, também pela internet, negando qualquer avanço rival e reforçando a permanência na área. “Nada mudou na Casa Branca. Só TCP na pista, doido para matar comando”, escreveu o grupo. Enquanto isso, vídeos compartilhados por moradores mostram o céu da Tijuca riscado por balas traçantes durante a madrugada, evidenciando a intensidade dos confrontos e o risco para quem vive na região. Diante da escalada da violência, equipes do BOPE foram acionadas e reforçaram o policiamento com o uso de veículo blindado, o caveirão. A presença policial tenta conter o avanço dos criminosos, mas o clima segue de tensão e medo entre os moradores.

Moradores ficaram em pânico com mais uma madrugada de tiroteio na Tijuca. “Foi um horror, fiquei desesperada”. VIDEO

. Tiro que nao acabava mais. Estamos entregues. Cidade maravilhosa pra quem?? . Muito tiro!! Guerra! Assustador!! muitos tiros ainda !!! pesado é no cruz atrás do meu prédio acordei com o barulho só pela misericórdia divina, é muito tiro,né preocupo com as pessoas que estão saindo para trabalhar e aquelas que estão chegando. E os que podem ter suas casas atingidas…foi um terror a noite e início da manhã.. Foi um horror eu fiquei desesperada porque não sabia da onde estava vindo os tiros .Parecia Guerra. Foi uma noite infernal. Tijuca voltando aos velhos tempos. Escutamos muito e infelizmente acabaram com a paz que reinava !!!!! Essas foram algumas reações nas redes sociais dos moradores da Tijuca que passaram por momentos de pânico durante a madrugada em um intenso tiroteio no bairro. Segundo relatos, teria ocorrido um ataque de traficantes do Morro do Borel, dominado pelo Comando Vermelho, ao Morro do Cruz, área do Terceiro Comando Puro;Há vários meses vem ocorrendo confrontos na região mas nas últimas semanas, houve uma parada. O CV vem há tempos tentando tomar o Cruz e por vezes também ataca os morros da Casa Branca e Chácara do Céu, que também são dominados pelo TCP.

Chefão do CV, Gardenal foi chamado para matar entregador que foi pego por traficantes e que seria morto por suspeitarem que ele era aliado de facção rival. Vítima fugiu e em meio a tiros se agarrou em um carro desesperada para pedir ajuda sendo arrastada

Um processo do Tribunal de Justiça do Rio revela o desespero que passou um entregador que foi abordado por traficantes do Comando Vermelho em Brás de Pina que acharam que ele era aliado a uma facção rival, pretendiam matá-lo, chamaram um dos chefes para isso e o rapaz conseguiu fugir mediante a tiros, chegando a ser arrastado por um motorista de um veículo a quem pediu ajuda. Na parte da manhã do dia 20 de fevereiro de 2023, na Rua Suruí, na Comunidade do Quitungo, os bandidos, com a intenção de matar, efetuaram diversos disparos de armas de fogo (fuzis e pistolas) na direção de B.A.M O crime não se consumou pois a vítima, rendida, conseguiu fugir correndo, quando aqueles disparam na sua direção, mas erraram por imprecisão dos tirosOs bandidos pretendiam matá-lo por suspeitar de que ela integrava uma facção rival, bem como pelo emprego de arma de fogo de uso restrito (fuzil AK47, calibre 762), Os criminosos ainda roubaram a moto e o celular do rapaz. A vítima estava trafegando com seu veículo pela Rua Suruí (que” corta “a Comunidade do Quitungo e Guaporé), realizando uma entrega para a empresa na qual trabalha, quando, ao passar por uma” boca de fumo “existente no percurso, teria sido abordada por três traficantes (todos fortemente armados) que determinaram que ela descesse da motocicleta e lhes entregasse seu aparelho telefônico. Os criminosos passaram a vasculhar o conteúdo do celular da vítima – que, a essa altura, encontrava-se sentada na beira da calçada, sob a mira de um fuzil – quando chegaram à conclusão de que ela seria aliada à facção criminosa rival, ao que, com um rádio transmissor, comunicaram-se com outros integrantes da organização criminosa determinando:”se liga, manda um carro pra cá e chama o”Gadernal” (um dos chefes do CV), que ele que gosta disso!”Todavia, antes que os demais traficantes chegassem ao local, a vítima – que afirma ter certeza de que seria executada. Aproveitando-se de um momento de distração de seus algozes, pôs-se em fuga desenfreada e, mesmo em meio aos inúmeros disparos de arma de fogo desferidos pelos criminosos em sua direção, logrou ingressar na Estrada do Quitungo, oportunidade em que se lançou na direção de um dos veículos que por lá trafegava, segurando-se na janela deste, sendo arrastado por algum tempo, até que o motorista parasse o veículo, possibilitando à vítima buscar socorro junto a policiais militares que se encontravam nas imediações. B chegou a dizer. “Eles apontaram arma para mim apontaram a arma para mim e falaram queiriam lhe matar”. Um dos acusados chegou a ser levado a júri popular mas acabou sendo absolvido apesar dele ter sido reconhecido pela vítima como um dos participantes do crime mas a sentença n não explicou o motivo. O processo foi arquivado. Um policial afirmou que o tráfico na região estava expandindo seus domínios, ruas que antigamente eram ruas normalmente transitáveis, hoje estavam compostas por barricadas, com contenção armadas com fuzis e pistolas, boca de fumo. Segundo o agente, eventualmente pessoas que eles desconfiassem, nutrissem qualquer desconfiança, que fossem informantes da polícia ou tivessem parentes na polícia, ou até mesmo que essas pessoas entrassem erradas e eles confundissem com algum desafeto deles, rotineiramente abordavam, roubavam os pertences, e não raro aconteciam situações em que pessoas inclusive desapareciam e depois descobriam que essas pessoas haviam sido executadas;

Jovem foi morto por traficantes do TCP em Costa Barros após ser parado em falsa blitz e ser confundido com olheiro de facção rival

Um jovem de 21 anos foi morto após ser abordado durante uma falsa blitz realizada por criminosos ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP), em Costa Barros, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com informações obtidas pela reportagem, o crime teria ocorrido na última segunda-feira, quando homens armados, apontados como seguranças de Thiago Henrique Muniz dos Santos, conhecido pelos apelidos “Cego” ou “Morcego”, montaram uma barreira irregular na região. Durante a ação, o jovem identificado como Lucas Monteiro Alves Carneiro foi abordado e levado para o interior da comunidade do Bairro 13, área sob forte influência do grupo criminoso. Segundo relatos preliminares, Lucas teria sido executado após o traficante suspeitar que ele fosse “olheiro” do Complexo do Chapadão, território dominado por uma facção rival. Fontes ouvidas pela reportagem indicam ainda que a atuação de “Cego” tem gerado insatisfação entre integrantes da própria organização criminosa, devido à frequência de ações violentas que vêm chamando a atenção para a região. As informações sâo do jornalista Bruno Assunção

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