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Investigação revela que PMs do 39º BPM recebiam R$ 100 semanais via PIX em esquema de propina em Belford Roxo. CONFIRA DIÁLOGOS

A investigação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro revelou que o esquema de corrupção instalado no 39º BPM (Belford Roxo) possuía uma dinâmica fixa e organizada para distribuição da propina entre policiais militares do Setor Alfa. O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou à Justiça 11 policiais militares pela prática reiterada do crime de corrupção em Belford Roxo. Um mandado de prisão foi cumprido nesta terça-feira (12/05), com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Corregedoria da Polícia Militar, contra o cabo Michel Maia Rodrigues. O Juízo da Auditoria da Justiça Militar também determinou o afastamento das atividades e a suspensão do porte de arma de todos os denunciados. Segundo a denúncia, Michel Maia Rodrigues atuava como intermediário entre comerciantes e os PMs envolvidos no esquema, sendo responsável por recolher e redistribuir os valores pagos por empresários em troca de proteção e policiamento privilegiado. De acordo com o MPRJ, a investigação revelou que os PMs recebiam de Michel a quantia exata de R$ 100,00 (cem reais), por meio de transferências via PIX, em sextas-feiras previamente determinadas. Identificou-se, assim, um padrão de funcionamento do grupo, uma vez que todos os pagamentos eram realizados às sextas-feiras e cada policial possuía uma semana específica para receber as transferências, havendo um sistema interno de revezamento para a realização desses repasses. Em outras palavras, segundo a investigação, em troca da segurança privada proporcionada pela milícia local em favor do estabelecimento comercial, Simone, ou pessoas por ela designadas, com a anuência de seus superiores, repassava semanalmente valores a título de propina, geralmente em espécie, a Michel. Este, por sua vez, encaminhava os pagamentos aos demais policiais militares, em regra por meio de transferências via PIX, sempre às sextas-feiras, ao policial militar escalado para o serviço naquela semana. A própria divisão dos valores foi mencionada em conversas interceptadas pelos investigadores. Em diálogo com o miliciano conhecido como “Dudu”, Michel afirma que o proprietário do posto desejava que ele continuasse administrando os pagamentos: “O proprietário do estabelecimento desejaria que eu permanecesse ‘administrando’ os valores pagos a título de propina entre o posto de combustíveis e os policiais militares corruptos, mencionando, inclusive, a divisão dos valores na forma de ‘100 para vtr e 100 para mim’.” As investigações também revelaram uma relação estreita entre Michel e o gestor do posto de gasolina, identificado pelo apelido de “André Boquinha”. Segundo o MPRJ, os diálogos entre ambos começaram no dia 25 de setembro de 2021, quando Michel se identifica para Boquinha chamando-o de “Chefe”. Logo em seguida, no mesmo dia, André realiza duas ligações de áudio via WhatsApp para o policial militar. Já em 27 de setembro de 2021, após uma ligação não atendida de Boquinha, Michel encaminhou nova mensagem contendo uma imagem da fachada do posto de combustíveis. Na sequência, ocorreram duas ligações telefônicas entre os interlocutores. Pouco tempo depois, Michel enviou novas mensagens afirmando que seu interlocutor iria falar “com quem de direito” e, em seguida, comunicou: “Já tá resolvido”“Ninguém vai mais lá não” Na mesma troca de mensagens, Michel esclareceu tratar-se da “resposta da milícia”. Segundo o Ministério Público, as comunicações demonstram que Michel atuou como interlocutor junto a integrantes da milícia para interceder em favor do posto de combustíveis, reforçando sua posição de articulador da rede de proteção ilícita conferida ao estabelecimento. As mensagens também revelam que Michel prestava satisfações a Boquinha, evidenciando sua atuação como aliado da milícia local. Esse vínculo entre Michel e integrantes da milícia também foi identificado em conversas mantidas entre o policial e o indivíduo conhecido como “Dudu”, apontado como miliciano atuante na Comunidade da Igrejinha, em Belford Roxo. Nos diálogos analisados, verifica-se que “Dudu”, juntamente com outros milicianos da localidade, estaria comparecendo ao posto de combustíveis para realizar cobranças relacionadas à denominada “taxa de segurança”, situação que teria gerado reclamações por parte de Boquinha e de um homem identificado como “Samuquinha”. Em conversa travada no dia 30 de setembro de 2021, Michel relatou que entrou em contato com Dudu para orientá-lo a não comparecer mais ao posto, já que Samuquinha estaria insatisfeito com as visitas. Em mensagens de áudio trocadas entre Michel e Dudu, o PM afirma: “Fala aí, Dudu, tranquilo, mano? Boa tarde. Dudu, vou te fazer um pedido aí, pra ver se você pode me ajudar. Os amigos aí, daí de cima, da Igrejinha, tá indo lá no posto do Samuqinha, né. Pô, aquele posto lá a sociedade do Samuqinha e do Boquinha. Aí pediu né pra viatura que tá de frente do setor falar com os caras aí, entendeu, porque lá a briga é pra cima. Eles não querem nada, envolvimento com o pessoal daí de cima. Eu falei que conheço a rapaziada e ia dar um alô pra evitar qualquer problema com eles lá. Irmão, tem deputado envolvido, aí os caras têm um ego maior, entendeu? Eles não querem, melhor deixar pra lá, beleza? (…) Se tu puder fazer esse favor ai pra gente aí cara, te agradeço. (…) Esquecer aquele posto lá. (…) Ajuda a gente nessa aí. O que precisar da gente aqui estamos à disposição também.” Em outro áudio, Michel detalha a localização do estabelecimento: “Esse posto, ele é em frente ao Shopping, né, ali em frente à antiga MAP, ali próximo ali à Loja Americana.” Após receber retorno positivo do miliciano, Michel agradece: “Valeu, meu camarada. Brigado aí, Dudu. Se precisar da gente aí é só chamar, beleza, irmão? Estamos juntos aí.” Segundo a investigação, após essas mensagens, Michel repassou a Boquinha a resposta obtida junto aos milicianos: “Já tá resolvido”“Ninguém vai mais lá não” Outro elemento apontado pelo MPRJ como indicativo da confiança entre Boquinha e Michel ocorreu em 7 de junho de 2022. Na ocasião, Boquinha entrou em contato com Michel para pedir um favor inicialmente tratado por ligação via WhatsApp. Após a chamada, encaminhou ao policial uma anotação contendo dados bancários e o CPF de um homem identificado como “Arley”.

Rapazes que fugiam de assalto entraram no Complexo de Israel (TCP), foram sequestrados e torturados e quase acabaram “picotados” em tribunal do tráfico comandado por irmão de Peixão. Bandidos desistiram de matá-los por achar que “ia dar m..”

A Justiça decretou no últmo sábado (9) a prisão preventiva de 12 traficantes do Complexo de Israel, entre eles de Sardinha, irmão do chefão local, Peixão.Eles são acusados de espancar dois rapazes que ingressaram na favela para fugir de uma tentativa de assalto. Os traficantes chegaram a dizer era para ‘picotar eles” mas depois desistiram “achando que ia dar merda”. Os autos revelam momentos dramáticos vivido pelas vítimas. Segundo os autos, no dia 09 de janeiro de 2026, os rapazes transitavam de motocicleta pela região da Penha/Parada de Lucas, quando, diante de uma tentativa de assalto, ingressaram na Comunidade Cidade Alta, tida como área estratégica do Complexo de Israel, sendo palco frequente de ações armadas contra forças de segurança e de imposição de uma ordem paralela, sustentada pelo tráfico de drogas. De acordo, com os depoimentos colhidos em sede policial, as vítimas, ao adentrarem a comunidade, teriam sido perseguidas por diversos integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro os quais, em superioridade numérica e fortemente armados, teriam efetuado disparos de arma de fogo em via pública, o que resultou, inclusive, no óbito de Jandir da Nóbrega Amorim, senhora de 70 anos que acabou alvejada Após buscarem abrigo em uma residência local, as vítimas relatam terem sido cercadas por inúmeros integrantes da citada facção, os quais as teriam capturado e as submetido a uma sequência de ameaças, agressões e atos tortura, que só cessaram após o início de uma operação policial de resgate.Um dos rapazes foi capaz não só de reconhecer os denunciados em sede policial, mas também de detalhar e individualizar a conduta de cada um deles: Lulão ou Lulinha, Sardinha ou Aldo Sem Perna, Quinho, Farinha, Di Bebê, Paulo Henrique, Ninho, Amarelo, Titânio, Gordinho, Carroceiro e Allan. O jovem se recorda que assim que buscou abrigo numa casa da comunidade, juntamente com o amigo, pediu ajuda pelo 190, logo em seguida, notou que a casa foi cercada por criminosos e fato contínuo, eles entraram na casa e começaram a bater neles. Disse que Lulão e Farinha o agrediram com socos no rosto e nas costas, Di Beb~e e Pauo Henrique o agrediram com a coronhas de armas;Falou que depois dessa sessão de espancamento foi retirado da casa e foi obrigado a entrar dentro de um veículo preto tipo SUV, onde estavam Quinho, Ninho, Titânio e Gordinho que a todo momento agrediram o depoente, com socos e golpes de coronha das armas e diziam “Agora você vai morrer no resort Playboy”. Ele soube que seu amigo entrou em outro carro. Chegando no resort foi levado a presença de Sardinha disse: “O qye está fazendo aqui: Onde você foi se meter. Agora você vai morrer”. Logo teve início uma nova etapa de espancamentos, onde os criminosos que estavam no carro com o depoente, reiniciaram a violência com chutes, socos e golpes de armas, ainda com a ajuda de Carroceiro e Allan.que estavam no Resort, também agrediram o depoente com socos e chutes e ameaças de morte, gritando: “Vamos picotar vocês”. Em dado momento, Amarelo se aproximou, recebeu uma ligação, respondeu OK e ordenou para os demais: “Não vamos matar eles. Se não vai dar merda, dá mais umas porradas e vamos levar eles”. O rapaz esclareceu que foi possível ver o rosto dos criminosos pois todos estavam com rosto descoberto, também estava sempre bem próximo deles e a todo momento era golpeado por um ou outro; Disse saber que a localidade onde estava faz parte da Comunidade Cidade Alta, localidade dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro, tendo como seu líder, o traficante conhecido como Peixão. A outra vítima deu as mesmas delcarações sobre o episódio. Não há nos autos, no entanto, como eles conseguiram deixar a favela. ]Vale mencionar que, de acordo com as investigações, o local conhecido como “resort”, mencionado reiteradamente pelas vítimas, é tido popularmente como um ponto de reunião e execução de ordens da facção, sendo utilizado para sessões de tortura e julgamentos informais, sob comando das lideranças do TCP, Foram expedidos mandados de prisão, com prazo de 20 (vinte) anos aos suspeitos.

MACAÉ: Espancado por suposto caso com mulher de bandido, homem fugiu desesperado e cheio de sangue para cabine da PM e escapou de execução

A Justiça do Rio recebeu denúncia do Ministério Público e decretou a prisão preventiva de integrantes de um grupo acusado de participar de uma brutal tentativa de execução ocorrida no bairro Aeroporto, em Macaé. Segundo as investigações, a vítima, identificada apenas pelas iniciais R.H., só escapou da morte após conseguir fugir correndo e buscar ajuda em uma cabine da Polícia Militar. De acordo com os autos, o crime teria sido motivado por ciúmes e teria como pano de fundo a suposta relação da vítima com a companheira de um criminoso conhecido pelo vulgo de “Sucesso”, apontado como líder do grupo investigado. vítima foi cercada por cerca de dez homens armados O caso aconteceu na noite de 12 de fevereiro de 2026, por volta das 21h. Conforme a denúncia, R.H. estava saindo de uma academia quando foi surpreendido por aproximadamente dez homens. Segundo o relato da vítima, o grupo estava armado com pedaços de madeira e pelo menos um dos criminosos portava pistola. As investigações apontam que os agressores começaram a espancar violentamente a vítima ainda na rua. Em meio às agressões, os criminosos tentaram colocar R.H. à força dentro de um Ford Focus preto, que seria usado para levá-lo ao local onde ocorreria a execução. chamada de vídeo teria autorizado execução Um dos trechos mais dramáticos da investigação envolve uma suposta chamada de vídeo realizada durante o ataque. Segundo o depoimento da vítima, um adolescente conhecido como “BH”, apontado como homem de confiança de “Sucesso”, teria colocado o celular diante do rosto de R.H. para que outro integrante do grupo, conhecido pelos vulgos “PH” e “Petrusco”, autorizasse a execução em tempo real. Ainda conforme os autos, após a autorização, os criminosos intensificaram as agressões e tentaram concluir o sequestro da vítima. fuga desesperada salvou a vida da vítima O homicídio só não teria sido consumado porque, mesmo ferido, R.H. conseguiu escapar dos agressores. A vítima correu em direção a uma cabine da Polícia Militar e acabou sendo socorrida, sendo posteriormente levada para uma UPA da região. Segundo a denúncia, todos os envolvidos teriam participado diretamente das agressões, usando pedaços de madeira para espancar a vítima. Justiça aponta risco às testemunhas e decreta prisão Na decisão, o juiz destacou que há “sólidos e robustos elementos” indicando a materialidade do crime e os indícios de autoria. O magistrado também ressaltou que a prisão preventiva era necessária para garantir a ordem pública e proteger testemunhas e a própria vítima, que ainda serão ouvidas judicialmente. Foram decretadas as prisões preventivas dos acusados identificados pelos vulgos: Outros integrantes do grupo também tiveram mandados expedidos pela Justiça. Os mandados de prisão possuem validade até maio de 2046 e foram cadastrados no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). denúncia foi oficialmente recebida pela Justiça Ao receber a denúncia, a Justiça entendeu que o Ministério Público apresentou elementos suficientes para abertura da ação penal. Os acusados agora serão citados para apresentar defesa por escrito no processo que apura tentativa de homicídio qualificado.

Traição e morte: homem acusado de ser X9 teria sido atraído para emboscada montada por traficantes e suposto policial na Gardênia Azul (CV)

Um relatório da Justiça do Rio aponta que um suposto policial, que não foi indicado se seria civil e militar, estaria envolvido em um homicídio cometido pela quadrilha do traficante BMW, que comanda a Gardênia Azul, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio. De acordo com o documento, no dia 28 de agosto do ano passado, por volta das 20h30min, o traficante Alex estaria em companhia do suposto policial, realizando o planejamento da captura e execução da vítima Wagner”, Sobre BMW, ele foi expressamente apontado por uma das testemunhas como o autor do fato. Ele e Cabecinha são citados nas conversas de Whatsapp entre a vítima e o policial, o que, em tese, teria dado ensejo à ação de capturar e executar a vítima, em retaliação, por ser classificado como “X-9”. BMW e Cabecinhateriam, segundo consta dos autos, ofendido a integridade física da vítima Wagner, provocando as lesões corporais que o levaram à morte. Após isso, os acusados teriam ocultado o cadáver da vítima, em local incerto e não conhecido. Segundo consta, os acusados teriam desconfiado de que a vítima estaria fornecendo informações à polícia, daí teriam simulado interesse na compra de um relógio seu, com o objetivo de atraí-la até as proximidades da região conhecida como “Guaravita”, onde teria sido abordada, colocada em um veículo e levada até o local onde teria sido executada. BMW e Cabecinha estão com a prisão preventiva decretada.

PM teve a prisão decretada acusado de ameaçar matar funcionário de bar em Niterói que se recusou a lhe dar comida de graça. Detalhe: policial estava fardado na hora

Um policial militar está com a prisão preventiva decretada suspeito de ameaçar matar o funcionário de um bar porque ele se recusou a dar a ele de graça um caldo de mocotó. Detalhe: ele estava de serviço na hora do fato. O caso ocorreu no último dia 20 de abril em um estabelecimento no bairro de Santa Rosa, em Niterói. Segundo os autos, na ocasião, o PM estava de serviço quando em companhia de um colega de farda foi até o boteco No interior do bar, o policial exigiu que o atendente lhe fornecesse um caldo de mocotó sem que fosse cobrado o valor da refeição, sendo o pedido negado pela vítima. Diante da negativa, o agente se exaltou, dizendo que queria o caldo de mocotó de graça, momento em que deu um tapa na mão da vítima e disse: “eu sou policial! Quer que eu te prenda agora?”, e, posteriormente, afirmou que iria recolher as mesas do bar e que mataria a vítima. Ao observar os fatos, o responsável pelo estabelecimento, realizou a entrega do caldo de mocotó ao PM. Segundo o juízo da Auditoria Militar, a conduta investigada – extorsão de civis, revela, em tese, gravíssima violação aos deveres funcionais militares e potencial afronta aos princípios da legalidade e da moralidade, o que configura risco concreto à ordem pública militar. Com efeito, a manutenção do investigado em liberdade representa risco concreto à instrução criminal, uma vez que poderá interferir com provas testemunhais essenciais à elucidação dos fatos,

Um dos homens que estava no carro em que empresário foi morto por PMs na Pavuna já tinha sido preso com radinho e revelou na ocasião que era informante do TCP

Um dos três rapazes que estavam com o empresário Daniel Patrício Souza de Oliveira no momento em que ele foi morto por PMs na Pavuna, em abril deste ano, já havia sido preso anteriormente na própria comunidade e chegou a afirmar aos policiais que atuava como informante da facção Terceiro Comando Puro (TCP). O caso aconteceu em 2022. Segundo os autos obtidos pela reportagem, policiais militares faziam patrulhamento na região quando desconfiaram do suspeito, que pilotava uma motocicleta em atitude considerada suspeita. Os agentes deram ordem de parada e realizaram uma revista pessoal. Durante a abordagem, os PMs encontraram com ele um radiotransmissor — equipamento frequentemente utilizado por criminosos para monitorar movimentações policiais — além de uma pequena quantidade de cocaína, acondicionada em uma embalagem plástica. Na ocasião, o rapaz alegou que a droga seria para consumo próprio e afirmou que estaria colaborando como informante do TCP. Ainda de acordo com os documentos da Justiça, ele acabou condenado a nove meses de prisão. A sentença destacou que o acusado já possuía outras passagens pela polícia, incluindo um processo criminal em andamento e uma condenação definitiva por roubo majorado. O nome do rapaz voltou a aparecer em outro episódio no ano passado. Ele foi encontrado ao lado de outros dois homens em uma barraca localizada em área dominada pelo TCP, onde houve apreensão de cocaína. Apesar disso, acabou absolvido no processo. A revelação ganha peso porque o homem estava no carro com Daniel Patrício no momento da ação policial que terminou com a morte do empresário e gerou enorme repercussão. O caso segue cercado de questionamentos e investigações. Até o momento, porém, não há qualquer informação oficial que relacione o histórico do ocupante do veículo ao assassinato do empresário. As circunstâncias da ação policial continuam sendo apuradas. Os PMs envolvidos no caso foram denunciados ao Tribunal do Júri por homicídio doloso.

“Resolve e joga em Seropédica”: Conversa vazada mostra milicianos discutindo destino de corpo de adolescente que teria sido morto pelo grupo. ASSISTA

Uma conversa vazada nas redes sociais trouxe à tona detalhes assustadores sobre o desaparecimento do adolescente João Victor Campos, de apenas 16 anos, e levantou suspeitas de que o jovem possa ter sido executado por criminosos ligados à milícia que atua entre Seropédica, Itaguaí e a Zona Oeste do Rio. Além dos diálogos atribuídos aos milicianos, um vídeo que circula nas redes sociais também estaria sendo apontado como uma possível gravação do do corpo do adolescente em meio a um matagal. Até o momento, porém, não há confirmação oficial sobre a autenticidade das imagens nem sobre o paradeiro de João Victor No vídeo, um homem diz: “Ai Peoa, Pegou a visão, arrombado ta aí ficou fudido”. Nas mensagens vazadas, o miliciano Pepa, de Itaguaí, conversa com Sassá, do Cesarão, ambos apontados como integrantes ligados ao grupo de PL, atualmente associado à milícia do Zinho. Durante o diálogo, eles comentam que o miliciano Bigode — ex-chefe da milícia de Seropédica e atualmente preso em Bangu 8 — teria perguntado sobre o adolescente, que, segundo informações divulgadas em grupos da região, teria sido sequestrado pela quadrilha. O trecho mais chocante da conversa acontece quando os criminosos discutem onde o corpo do jovem poderia ser desovado. Eles citam as regiões do Jesuítas, em Santa Cruz, e Seropédica. Em seguida, Sassá teria determinado: “resolve e joga em Seropédica mesmo”. A foto de João Victor passou a circular nas redes sociais acompanhada de mensagens de despedida e forte comoção. Em uma das publicações, aparece a frase:“Eu te dei tantos conselhos, queria tanto que você estivesse me escutado. Meu coração fica apertado de saber.” O caso aumentou ainda mais o clima de medo na Baixada Fluminense, principalmente diante das informações de que integrantes ligados a PL e Bigode estariam articulando ataques contra comunidades de Seropédica atualmente dominadas pelo grupo de Juninho Varão. A possibilidade de uma nova guerra entre milicianos e traficantes deixou moradores em alerta máximo. Bigode é apontado como o antigo chefe da milícia de Seropédica, grupo que mantinha aliança com o Terceiro Comando Puro (TCP). A quadrilha é investigada por diversos crimes violentos, incluindo o confronto que terminou com a morte do universitário Bernardo Paraíso e deixou duas crianças feridas. A tensão na região aumentou ainda mais após a execução de Gustavo, ex-miliciano que teria abandonado o crime para trabalhar como mototaxista. Ele foi morto na noite da última sexta-feira, na região do Km 54, no Salão Raposa. Os principais suspeitos do ataque seriam Reinaldo, GL e Peppa. GL, morador de Chaperó e apontado como integrante ligado diretamente ao GAT de Gordão/Bigode, estaria enviando áudios com ameaças contra rivais e moradores da região. Veja aqui a conversa:

NOVA IGUAÇU: Rapaz foi morto por traficantes do CV porque postou em rede social foto com time de futebol da milícia. Desesperada, mãe foi at´pe a boca de fumo pedir notícias do filho

A Justiça do Rio decretou em abril a prisão de mais dois envolvidos no assassinato de um rapaz em setembro de 2025 no bairro de Austin, em Nova Iguaçu. O rapaz foi morto porque publicou em rede social foto usando o uniforme de um time de futebol considerado rival (da milícia) pelos autores do crime, que são ligados ao Comando Vermelho. O asassinato teve contornos ainda mais dramáticos porque a mãe da vítima foi até a boca de fumo para saber da notícia do filho;Um outro suspeito, vulgo Buzico, já teve a prisão decretada em fevereiro. Narra a denúncia que “entre os dias 21 de setembro de 2025 – quando a vítima foi retirada de sua residência situada na Rua Bilu, nº 03, Bairro Vila Guimarães, Austin, Nova Iguaçu/RJ – e o dia 24 de setembro de 2025, data em que seu corpo foi localizado na Estrada do Tinguazinho, s/n, Tinguazinho, Nova Iguaçu, os criminosos efetuaram disparos de arma de fogo contra a vítima Matheus Ribeiro dos Santos, que veio a óbito; O crime foi cometido por motivo torpe, consistente na imposição violenta de domínio territorial pela facção criminosa Comando Vermelho tendo a vítima sido executada em razão da publicação, em rede social, de fotografia na qual vestia uniforme de time de futebol cujos integrantes teriam suposto vínculo com uma organização criminosa rival daquela integrada pelos autores O homicídio foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, a qual foi retirada de sua residência pelos denunciados e por seus comparsas, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, e conduzida, sob coação, para o interior de área dominada pelo grupo armado, onde foi executada com múltiplos disparos de arma de fogo após permanecer sob o domínio dos acusados, sem qualquer possibilidade de reação ou fuga, em ambiente integralmente controlado pelos criminosos.” A mãe de Matheus foi chamada no dia 21 de setembro por dois amigos do seu filho para avisar que Buzico teria levado Matheus.Ela disse que Buzico é morador da região, e que o conhece desde que ele” nasceu; Que o filho e o bandido já tiveram problemas em um jogo de futebol no campo do zenit, em Austin. Desde então “Buzico” vinha ameaçando Matheus. A mae ao correr até a esquina de sua rua ainda conseguiu ver três motos em uma moto estava um indivíduo não identificado pilotando e Buzico na garupa e Matheus no meio. Viu ainda mais outros dois indivíduos um em cada moto, sendo uma delas a do filho. Ela não conseguiu alcançar as motos por estar a pé e foi até a comunidade São Simão, sabendo que “Buzico” é integrante do tráfico desta comunidade, dominada pela facção criminosa “comando vermelho”; Ao chegar na favela, um traficante falou para a declarante ir na “boca do flamengo onde ela viu Buzico. Ele veio em sua direção com uma moto, modelo honda PCX e arma em punho; Buzico” ficou rodeando a declarante com a moto e ela perguntando onde estava seu filho; O bandido respondeu que não tinha pego Matheus.A mãe retrucou. “Você pegou o meu filho, que eu vi”; “Buzico” respondeu “Foi eu que matei ele?”, “Pode me empurrar mais um homicídio, o do “Nando” foi eu que matei mesmo, (Fazendo referência ao homicídio do procedimento 861-00979/2024) mas pode ir lá e depois aguenta as consequências” e subiu a rampa; A mãe perguntou quem era o responsável e um dos indivíduos se identificou; Que a declarante pediu para que entregassem o seu filho e o traficante disse que ia ver o que poderia fazer, e pegou uma moto e subiu a ladeira; Quando o traficante saiu já era 02hrs da manhã e voltou depois de uma hora e meia falando para a declarante ir embora que o filho dela estava morto:A mulher pediu para que pelo menos entregassem o corpo de Matheus e o traficante Que o informou que não poderia fazer mais nada e que já tinha falado de mais;. A mãe do rapaz morto foi para casa por volta das 05hrs30min. No entanto, mpaciente com a situação foi novamente à comunidade São Simão.Ao chegar na boca, haviam dez pessoas e a cunhada dela que a acompahava perguntou a um traficante sobre Matheus e o bandido respondeu que não queria saber e que não para envolver o nome dele; A mãe recebeu uma ligação anônima que informou a declarante que não era só “Buzico” que estaria envolvido na morte de seu filho e que um traficante chamado Matheus também estaria e que a motivação seria que a vítima teria postado uma foto em que estaria usando uniforme de um time de várzea da região em que alguns integrantes do time seriam milicianos. A moto que Matheus usava era de trabalho e pertencia ao patrão dele, que disse que, no dia do fato, pelo aplicativo da seguradora da moto, constava que a localização do veículo estaria na comunidade São Simão; A tia de Matheus falou que implorou a um traficante para que entregasse o sobrinho. “Por favor Matheusn é meu sobrinho, me ajuda”. O bandido respopndeu. “Sai de perto de mim, não fala meu nome aqui não”.Perguntada o que sabia do homicídio, respondeu que pelo fato da declarante ter um comércio na região, todos comentam que Buzico e um traficante chamado Matheus e seriam os autores do homicídio em tela. Falou inclusive que Buzico já teria ameaçado o sobrinho de morte anteriormente; Sobre a motivação, a declarante respondeu que seria pelo fato de Matheys ter tirado fotografia com um time de futebol que possuem milicianos que jogam nesse time. O patrão de Matneus afirmou que Buzico e comparsa estavam “tacando” terror na comunidade e que a vítima era trabalhador e não possuía envolvimento com a milícia; Contou inclusive que quatro dias antes do homicídio, Matheus lhe relatou que Buzico teria ido até ele e perguntou se o mesmo estava na “mancada” e mandou o mesmo abrir o olho;

Milhões em espécie, notas frias e lavagem de dinheiro: o esquema do braço-direito de Adilsinho

Preso este ano, o contraventor Adilsinho voltou a ser destaque na mídia carioca com a decisão da Justiça de mantê-lo em uma penitenciária federal longe do Estado do Rio de Janeiro. Nossa reportagem foi atrás de novas informações sobre o bicheiro para não ficar na mesmice do factual e descobriu junto à Justiça uma peça-chave no funcionamento dos negócios do criminoso. O suspeito trata-se de um homem conhecido como Verdini, apontado como braço-direito de Adilsinho; Empregado da empresa de Adilsinho e sócio dele em um clube na Barra da Tijuca, Verdini chegou a movimentar cerca de R$ 5,5 milhões entre 2015 e 2024, valores em espécie incompatíveis com seus rendimentos. Ele fez isso como forma de dissimular a origem do dinheiro. Ele chegou a realizar quatro depósitos no valor de R$ 5,5 milhões, tudo em espécie, sem qualquer identifficação de origem sendo que, deste total, R4 4,8 milhões eram destinados à firma de Adilsinho. O suspeito, junto de outras pessoas, ainda fez transações de câmbio para uma mulher que vivia nos Estados Unidos, o que pode configurar evasão de divisa Segundo a investigação, Verdini comandaria a elaboração de notas falsas em favor de Adilsinho, a quem se referia como ‘presidente”; Diálogos captados pela polícia mostraram ele indicando endereço e nome de quem deveriam ser emitidas as notas. A polícia ainda identificou diversas transferências para a conta dele, muitas delas feitas pela empresa de Adilsinho no total de R$ 127 mil. Verdini era ainda o responsável pela gestão financeira e administrativa de Adilsinho e da própria organização criminosa. Foram encontrados em sua nuvem vinculada à sua conta de email, por exemplo, planilhas de fluxo financeiro por pontos de vendas de cigarros, além de uma planilha de controle de gastos pessoais da filha e da esposa do cotnraventor., bem como a declaração do imposto de renda de Adilsinho. Com ele, foram achadas ainda 500 planilhas que revelaram o fluxo de caixa da quadrilha e as movimentações com proventos econômicos do escoamento da produção de cigarros, documentando a entrada e saída de bens do estoque da matriz e de cada uma das filiais A investigação revelou que Adilsinoh passou a emitir notas fiscais falsas de compra e venda de cigarros por três de suas empresas a pessoas físicas geralmente integrantes da máfia sem capacidade financeira e com inúmeros antecedentes criminais de delitos violentos de modo a encobrir a fabricação e comercialização clandetina de cigarros de modo a dissimular a origem e a movimentação dos valores auferidos com os crimes cometidos. Verdini teve a prisão decretada em 18 de fevereiro do ano passado pelos crimes de organização criminosa e lavagem de capitais. GRUPO DE EXTERMÍNIO Um outro relatório obtido pela reportagem, haveria um grupo de extermínio que contaria com a participação de PMs do 15º Batalhão (Duque de Caxias) que atenderia aos interesses da quadrilha de Adilsinho, que é chamado também de ‘patrão’, ‘zero um’ ou ‘homem’. Adilsinho explora a comercialização ilegal de cigarros e jogos de azar.

Testemunha detona: CV da Penha manda em Belford Roxo e banca ataques na cidade

No ano passado estourou uma guerra na comunidade Gogó da Ema, em Belfors Roxo,. O traficante vulgo Ésquilo deu um golpe no criminoso vulgo Lacoste e trouxe o Comndo Vermelho para a Favela. Foram semanas de tiroteios com o Terceiro Comando Puro tentando retomar o controle.  Uma testemunha ouvida pela Justiça fez uma declaração reveladora. Segundo ela, o Bonde do Ésquilo que hoje está. no Gogó é submisso ao tráfico de drogas do Complexo da  Penha, De acordo com o declarante, os traficantes prestam satisfações para o chefe da organização criminosa do Comando Vermelho, Edgar Alves de Andrade, vulgo “Doca ou Urso. A testemunha ainda disse que os ataques em Belford Roxo partem do traficante BlBochecha Rosa”, frente da comunidade do Corte 8, em Duque de Caxias; E falou ainda quem apoiava financeiramente os ataques em  em Belford Roxo, disse que eram os frentes do Complexo da Penha. Doca, Bochecha e Ésquilo foram denunciados por um homicídio resultante desta guerra. A Justica acatou a denúncia em abril mas não decretou a prisão dos suspeitos. A Corte deteminou diligências requeridas pelo Ministério Público Estadual e requisitou laudos periciais pendentes,

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