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Mulher morreu baleada em tiroteio no Morro do Andaraí (CV)

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Daiana dos Santos Gonzaga, de 37 anos. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. Segundo relatos, ela morreu em um tiroteio ocorrido na última noite no Morro do Andarai, na Zona Norte do Rio. De acordo com que foi publicado nas redes sociais, Daiana estava em frente à quadra da Flor da Mina quando tudo aconteceu. Foram muitos tiros e a praça estava lotada. A comunidade do Andaraí está em choque. Traficantes do Andarai, comunidade dominada pelo Conando Vermelho está em guerra há muito tempo contra criminosos do Morro do Cruz, área controlada pelo Terceiro Comando Puro.

BOPE estaria operando em comunidades da Zona Oeste e Baixada por conta de guerra entre milicianos

A Polícia Militar não confirma pois não responde a emails e ligações, mas circula relatos nas redes sociais de que agentes do BOPE (Batalhão de Operaçoes Especiais). estão desde ontem nas comunidades de Manguariba, em Paciência, e Jesuítas, em Santa Cruz, que têm sido palco este fim de semana de uma guerra entre milicianos rivais. De acordo com o que foi publicado nas redes, as duas localidades eram dominadas pela milícia do PL (sucessor de Zinho) e teriam sido invadidas e tomadas pelo grupo de Juninho Varão. Há inclusive circulando vídeos mostrando a suposta presença dos agentes do BOPE em uma destas loalidadea e também no Cabuçu, em Nova Iguaçu, reduto de Varão. A página Milícia RJ News do X informou que o grupo de PL tentou reaver Jesuítas durante a madrugada e teria ocorrido um tiroteio por volta das 4h30.

Em briga de trânsito em plena Zona Sul carioca, motorista de aplicativo levou cinco facadas de um soco inglês que vira canivete. Golpes foram em regiões vitais do corpo mas ele sobreviveu. Autor foi preso. LEIA DETALHES

O Tribunal de Justiça do Rio descreveu os detalhes de uma briga de trânsito ocorrida na última semana em plena Zona Sul carioca que terminou com um motorista de aplicativo levando cinco facadas. O autor das agressões foi preso. O processo informa que o fato ocorreu na terça-feira quando PMs foram até a Rua Faro próximo da Rua Jardim Botânico averiguar briga de trânsito seguida de lesão corporal; Chegando ao local, os agentes flagraram o autor das facadas e populares haviam chamado o Corpo de Bombeiros. Pelo que foi relatado bem como um vídeo disponibilizado por uma moradora, ocorreu uma briga de trânsito entre um motoqueiro e um motorista de aplicativo; Num certo momento o motorista do carro, ora vítima de cinco facadas, desceu do veículo e partiu para agredir o homem o qual conduzia uma moto. Acabou golpeado e foi socorrido ao Hospital Miguel Couto. pelo Corpo de Bombeiros. Os PMs foram até o hospital e conseguiram falar com a vítima, que estava lúcida e conversando, e após um tempo subiu para fazer uma cirurgia; Segundo relato médico, as facadas realizadas através de um soco inglês que vira canivete, foram 4 na barriga e uma no peito. De acordo com os autos, a vítima, que estava em seu carro, e o autor teriam iniciado discussão decorrente de questões do trânsito. Nesse momento, conforme foi possível averiguar pelo vídeo disponibilizado por testemunha, a vítima teria saído de seu carro e o custodiado a agrediu, não sendo possível identificar se no primeiro momento tratou-se de uma facada ou apenas um soco. O autor, então, teria tentado arrancar com a moto e foi impedido pela vítima que o segurou. O motoqueiro, então, teria passado a proferir golpes contra o abdômen e peito da vítima. De acordo com o relatado pela médica responsável pelo atendimento da vítima, a vítima sofreu cinco golpes com objeto perfurocortante, sendo quatro na região abdominal e uma na região torácica, ou seja, áreas vitais para o corpo humano nas quais lesões implicam em alto risco à integridade física. A vítima necessitou de intervenção cirúrgica de urgência. Conforme consta no registro de ocorrência e no auto de apreensão, foi encontrado com o autor um soco inglês que vira canivete. O autor teve a prisão preventiva decretada.

Dois mortos, dois baleados e cinco fuzis apreendidos no Morro do Chaves que tem sido palco de guerra entre o CV e o TCP

Ação de monitoramento e inteligência do 41° BPM. resultou na apreensão de 05 fuzis, 03 granadas e 02 pistolas, na Comunidade do Chaves, em Barros Filho, na madrugada de hoje.Durante a ação, houve confronto. Quatro criminosos foram feridos, socorridos, sendo que dois não resistiram aos ferimentos. Além disso, outros seis criminosos foram presos na ocorrência. O Morro tem sido palco de guerra entre o.Comandk Vermelho e o Terceiro Comando Puro

Traficantes do Dendê (TCP) teriam se vingado do ataque sofrido do CV mais cedo, apontam redes

Circula agora de noite nas redes sociais que traficantes do Morro do Dendê (TCP) teriam supostamente revidardo o ataque sofrido na manhã de hoje por rivais do Morro do Barbante (CV). Segundo a publicacao, eles tambem teriam matado um.rivakl. Uma imagem que seria a da cena do crime foi postada na internet com.mensafem ao traficante Doca chefdo do CV e que a ação teria sido paea vingar Hugo, nome do comparsa que teria sido morto pelo.CV segundo o.que foi divulgado.mais cedo.

Depois de quase três anos, Justiça decretou prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos em sequestro com eles. Autos apontam que um dos acusados após cometer o crime teria dito. “Agora estou satisfeito que bebi sangue”

Depois de quase três anos, a Justiça decretou esse mês a prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos com eles em um sequestro em 2023, em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio. De acordo com os autos disponíveis, a testemunha N.S;B disse em depoimento em sede policial (id. 82) afirma que:” …foi vitima de um sequestro no dia 14/05/2023 juntamente com outras pessoas. O crime foi nvestigado posteriormente pela Delegacia Anti-Sequestro; O processo diz que ela contou que,durante o período que esteve em poder dos sequestradores, houve uma desavença entre ele. Com isso, os criminosos algemaram e amordaçaram os outros sequestradores chamados Luís André e Bismark, Os autos apontam que dois foram jogados no banheiro da casa e começaram a tortura los com com vários objetos além de chutes e socos; Eles assaram horas sendo torturados, e a declarante assistindo a tudo; No final da tarde, a vítima viu Bismark e Luís André sendo levados para fora da casa todos bem machucados e com os rostos bem desfigurados.Segundo o relato da testemunha que consta no processo, um dos sequestradores disse aos gritos ao mesmo tempo que chutava os comparsas. “Hoje, eu vou beber sangue”. Os agressores levaram Luiz André e Bismark para outro local e deixaram um sequestrador tomando conta das vitimas. Que passado uma hora aproximadamente voltaram os agressores sem os dois comparsas que apanharam, Um deles falou para outro comparsa que era para ele lavar o veículo, pois estava todo sujo de sangue; A testemunha, segundo os autos, ouviu um sequestrador dizer: “Agora estou satisfeito que bebi sangue”. Após isso, a declarante não viu mais Bismark ou Luís André. Após o pagamento de resgate, as vítimas do sequestro foram liberadas. Um dos acusados que teve a prisão decretada disse, segundo os autos, que suspeitava que Bismark poderia ter subtraído alguma quantia de uma das vítimas do sequestro e a orientou a verificar seus aplicativos bancários; … Disse que ele e um outro comparsa ficaram indignados com a situação e decidiram que Bismark e Luís André seriam mortos, consta nos autos. Contou que os dois foram algemados e levados para um mangue, em Duque de Caxias. No local, eles foram mortos a tiros de revólver calibre 38, segundo seu depoimento que consta no processo. Falou ainda que ele e o comparsa ficaram com os telefones e os pertences dos mortos Consta nos autos que outra testemunha afirmou que os agressores consideraram Luiz André e Bismark como traidores e que eles foram algemados e amordaçados com fitas nas bocas e colocados no banheiro,. Passado um tempo, ela disse acreditar que mataram esses dois homens. Segundo ela, os próprios bandidos diziam que mataram. Contou ainda ter visto um vídeo em que um deles aparentava estar morto; Chegou a ouvir gritos. Falou ainda que os criminosos nesse instante, já estavam com o dinheiro, transferido para uma conta PIX e TED de contas enviadas pelos criminosos; … Os mandados de prisão contra os suspeitos têm prazo de cumprimento até o dia 02.02.2046.

Investigações antigas relatadas em tribunais revelam posição de destaque de cunhado de Fernandinho Beira-Mar no tráfico há muito tempo. Ele foi preso ontem em Pernambuco

Preso ontem em Pernambuco, o cunhado do traficante Fernandinho Beira-Mar, Marinílson Carneiro da Silva, foi apontado em investigação da Polícia Federal de anos atrás como integrante de uma quadrilha que era liderada pelo filho de Beira-Mar e atuava no tráfico de drogas e armas, de acordo com informações do Superior Tribunal de Justiça. Segundo o STJ, o bando adquiria o material em países vizinhos, fazia a negociação do transporte, pagamento e venda dos ilícitos aqui no BrasilMarinilson, segundo a investigação relatada no STJ, era o responsável por adquirir a droga na região da fronteira e diretamente nos países vizinhos, empreeendendo viagens com o fim de garantir a circulação das drogas pelo território nacional e auxílio de mulas para a concretização da entrega dos bens ilícitos. Segundo o TJ-RJ, em outra investigação, que resultou em denúncia pelo Ministério Públikco de Nova Friburgo, Marinilson foi apontado como integrante de uma quadrilha que atuava a partir do fornecimento do entorpecente através da rede marginal criada e comandada por Luiz Fernando da Costa, o alcunhado Fernandinho Beira-Mar¿. Na estrutura da associação, Marinilson administrava os negócios da empresa Fricargo, encarregada de fazer o transporte do entorpecente até Friburgo para abastecer os pontos de venda instalados, bem como em outros municípios, segundo o TJ-RJ. Os autos do TJ-RJ apontaram que fazia parte do bando o traficante Chapolin que estruturava a quadrilha nos locais em que ela se instalava, o fazendo valendo-se de outros integrantes da associação baseados na cidade de Duque de Caxias, de onde vinham nos apelidadosBondes¿ trazendo o entorpecente, armas e quadrilheiros com o fim de dominar pontos de venda de quadrilhas rivais ou de assegurar a continuidade do próprio negócio¿. Chapolin ficou conhecido ao ser flagrado em uma escuta telefônica encomendando um míssil Stinger, usado por grupos terroristas como a Al Qaeda. De acordo com a denúncia, no desempenho de sua atividade, Chapolin comandou umbonde¿ que chegou a esta cidade, em agosto de 1999, com o fim de dominar o tráfico de entorpecentes no Morro da Pedra, Alto de Olaria, onde aconteceram intensas trocas de tiros inicialmente com quadrilha rival lá instalada e, posteriormente, uma vez ocupado o morro, com a própria Policia Militar, sendo certo que desses incidentes resultaram em prisões. Marinilson foi apontado também em outra investigação como fornecedor de grande quantidade d drogas para traficantes venderem em João Pessoa, na Paraíba.

Moradores relataram tiros em Vicente de Carvalho. Seria uma suposta invasão do TCP ao Morro do Juramento (CV)

“Evitem Vicente de Carvalho TCP invadiu o Juramento muito tiro evitem a região”; Essa foi a mensagem divulgada na rede social agora de noiteMoradores repercutiram “Do largo do bicão deu pra ouvir as rajadas!! Muito cuidado quem estiver pela região,” “Foi muito tiro mesmo,armas pesadas” A reportagem conversou com um morador que disse que ouviu dizer que haveria mortos na guerra, todos do Comando Vermelho, mas essa informação não é oficial. Segundo relatos, a invasão partiu mais uma vez de traficantes do Complexo da Serrinha que tiveram a suposta ajuda de bandidos do Complexo de São Carlos, no Estácio. Há a informação ainda que circulou nas redes que homens ligados ao traficante Bamba do Para-Pedro também teriam participado da guerra. Oa traficantes do TCP tentaram avançar na comunidade e os bandidos do Complexo da Penha, presentes no Juramento, tentaram eveitar. As redes sociais também relatam guerra no Morro do Chaves, em Barros Filho, com informações extra-oficiais de dois mortos pelo lado do TCP.

Denúncia do MPF ao STF explica como delegados da Polícia Civil do RJ obstruíam investigações de homicídios, inclusive o de Marielle, cometidos por bicheiros, políticos e milicianos

A reportagem teve acesso ao documento da denúncia do Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal contra os delegados Rivaldo Barbosa e Genilton Lages por atos de obstrução de investigação sobre crimes praticados por meio de organização criminosa principalmente em relação aos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cometidos em março de 2018. Segundo o documento, a associação funcionava essencialmente por possuir e manter controle, direto ou indireto, sobre as investigações relacionadas aos crimes de homicídio praticados no Estado por milicianos ou por contraventores, no contexto de disputas por domínio territorial ou pelo gerenciamento de determinados segmentos de mercado ilícito, tais como a exploração de jogos ilegais. Eles cometiam as irregularidades da seguinte forma a)desaparecimento ou destruição de autos físicos e documentos;b) avocação de inquéritos policiais que se encontravam em poder de delegados que não haviam aderido ao modelo de funcionamento da associação criminosa;c) ocultação de provas;d) ausência de preservação dos elementos probatórios que poderiam viabilizar o esclarecimento do crime e de sua autoria, para que os vestígios desaparecessem com o decurso do tempo;e) utilização de testemunhos falsos;f) incriminação de terceiros sabidamente inocentes;f) realização de diligências inócuas, que geravam volume grande de informações, embaraçando o regular andamento das investigações. Segundo os autos, dirigida por Rivaldo Barbosa de Araújo Junior, a associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existente no Rio de Janeiro, caracterizado pela existência de grupos de pistoleiros, que matavam sob encomenda, e por disputas territoriais entre milicianos e criminosos organizados, com relevantes consequências patrimoniais Diante de um “mercado de homicídios”, a deliberada ineficiência da Divisão de Homicídios foi precificada pela associação, que assegurava impunidade tanto aos mandantes quanto aos executores materiais de crimes contra a vida, revela o documento do MPF. São diversos os elementos dos autos que dão conta de que os codenunciados exigiam desses agrupamentos ilícitos vantagens indevidas, para deixar de investigar crimes ou para obstruir investigações em andamento. de acordo com a denúncia. O resultado dessa associação entre criminosos habitualmente dedicados à prática de homicídios e os denunciados, para lhes garantir impunidade, foi o crescimento significativo de homicídios não esclarecidos na cidade do Rio de Janeiro, de modo similar ao que ocorreu no “Caso Marielle, aponta o relatório do MPF, Com carreira sólida na Polícia Civil e ostentando a posição da mais elevada hierarquia na Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa se associou a Giniton Lages, a Marco Antonio de Barros Pinto, bem como a outros policiais, com a finalidade de obstruir ativamente as investigações que envolviam homicídios praticados por criminosos organizados, milicianos e contraventores no Estado, bem como para sabotar as investigações por conduta omissiva imprópria, segundo a denúncia, Essa associação passou a representar o que o colaborador Ronnie Lessa chamou de modelo estrutural de corrupção na Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, aponta o relatório do MPF. Criminosos associados à exploração de jogos de azar e às milícias efetuavam pagamentos mensais à Polícia para que os seus homicídios não fossem adequadamente investigados, revela o documento do MPF. Rivaldo era o líder do esquema com a implementação da unificação das Delegacias de Homicídios, Rivaldo Barbosa, na condição de Diretor da Divisão de Homicídios, foi erigido a um patamar de destaque na estrutura da PCERJ. Entretanto, o poder advindo do cargo o alçou a responsável pelo balcão de negócios homicidas instalado na Divisão, uma vez queseria o responsável por coordenar a investigação de toda Região Metropolitana do Rio de Janeiro” Se apurou acerca do modo como os denunciados agiam para obstruir as investigações dos homicídios submetidos à Divisão da qual faziam parte, foi tornar prática comum o desaparecimento de autos físicos de inquéritos policiais e documentos que lhes interessassem, a avocação de procedimentos em poder de delegados que não participavam do grupo, e a omissão na preservação dos elementos probatórios necessários ao esclarecimento dos crimes. Outra linha de atuação se operava por meio da utilização de testemunhos falsos, pela incriminação de terceiros sabidamente inocentes e pela realização de diligências inócuas, Tome-se como primeiro exemplo o homicídio de Marcos “Falcon”. Marcos Vieira de Souza, conhecido como Marcos Falcon, era Policial Militar com atuação na região de Osvaldo Cruz. Obteve notoriedade por atuar como miliciano e justiceiro na região. Valendo-se de sua influência crescente, tornou-se Presidente da Escola de Samba Portela. Anunciou sua candidatura ao cargo de vereador no Município do Rio de Janeiro, mas foi executado. A investigação coube ao Delegado Brenno Carnevale, que não aderiu ao modelo de obstrução de investigações estruturado pela associação criminosa. Notando que Carnevale atuaria com eficiência e, provavelmente, chegaria aos mandantes e executores do crime, Rivaldo Barbosa interferiu diretamente no trabalho do policial, determinando que nenhuma providência fosse tomada sem que fosse direta e pessoalmente informado. Não satisfeito, Rivaldo e seus comparsas promoveram o extravio dos autos em que se apurava o crime, mesmo destino que foi dado a arquivos correlatos à investigação do homicídio praticado contra Geraldo Pereira, igualmenteligado a milícias e a organizações criminosas dedicadas à exploração de jogos ilegais. Em seu depoimento, o delegado Brenno Carnevale revelou que procedimentos investigatórios distribuídos à sua presidência desapareciam, assim como provas e elementos de convicção. Relatou, ainda, que o excesso de exigências burocráticas inviabilizava a realização de diligências importantes. Disse, mais especificamente, que durante as investigações para apurar a morte de André Serralho e após direcioná-las a um grupo de milicianos, se deu conta de que os autos haviam sido extraviados, sempre sob o absoluto controle da associação criminosa denunciada Os episódios não se encerram aí. Ao investigar o homicídio de Haylton Scafura, filho de José Caruzzo Scafura, o “Piruinha”, um dos líderes da antiga “cúpula do jogo do bicho”, Carnevale foi surpreendido por uma decisão proferida pelo titular da Delegacia da Capital, Fabio Cardoso, subordinado a Rivaldo Barbosa, quelhe retirou, sem nenhuma justificativa, a atribuição para o caso. Carnevale identificou que o homicídio de Marcos Falcon apresentava características de execução muito similares aos crimes anteriormente praticados contra Pereira e André Serralho, homicídios que ocorreram anteriormente à sua

Um dos corpos achados em cemitério clandestino no Catiri já foi identificado e tem mais dois desaparecidos no local

A reportagem teve acesso aos nomes de pessoas que constam como desaparecidas na comunidade do Catiri, em Bangu. Uma delas já foi encontrada. Na última quarta-feira (11/02), um cemitério clandestino foi localizado na região do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio, após um minucioso trabalho de investigação e inteligência conduzido pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local  usado para ocultação de cadáveres .Durante as buscas, nesta quarta, dois corpos foram encontrados . Eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização dos exames periciais. O nome de um.deles ja foi. confirmado A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Lembrando que a foto que divulgamos é de uma pessoa que ainda consta como desaparecida e não do que já foi identificado. Os desaparecidos no Catiri são FABRYCIO BARBOSA RAMOS – 01/04/2024 NATAN DE OLIVEIRA DA SILVA – 19/09/2025 LEONARDO DE SOUZA MENDONÇA – 05/02/2026 -desaparecido que teve o corpo encontrado na quarta-feira segundo laudo necropapiloscopico do IIFP As circunstâncias dos desaparecimentos ainda não foram divulgadas porque.as investigações estão em andamento e a policia quer avançar e conseguir prisões pela justiça.

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