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MILICIA

Confira a acusação formal que existe na Justiça contra um coronel da PM suspeito de ligação com a milícia que foi nomeado para cargo no Rio

O coronel da Polícia Militar Marcelo Moreira Malheiros voltou ao centro das atenções após ser nomeado para um cargo no Porto do Rio, em meio a acusações graves que tramitam na Justiça. De acordo com denúncia apresentada no âmbito judicial e citada em decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o oficial é acusado de ter integrado uma organização paramilitar, estruturada nos moldes de milícia privada, com atuação na comunidade da Praça Seca, na Zona Oeste do Rio. Segundo a acusação, o grupo exerceria controle territorial com o objetivo de praticar crimes como extorsão, receptação, corrupção ativa e porte ilegal de armas de fogo. Ainda conforme o Ministério Público, o coronel teria solicitado e recebido vantagem indevida em razão da função pública, além de ter, supostamente, retardado ou deixado de praticar atos de ofício — como prisões em flagrante — relacionados a integrantes da milícia. A denúncia também aponta que o oficial teria determinado a realização de operações policiais com o objetivo de conter o avanço de traficantes em áreas dominadas pela milícia, o que, segundo os investigadores, acabaria favorecendo a atuação do grupo paramilitar. Outro ponto destacado na acusação é o suposto vazamento de informações sigilosas. De acordo com o processo, o coronel teria revelado ou facilitado o acesso a dados que deveriam permanecer sob sigilo, causando prejuízos à administração militar e às ações de combate ao crime na região. As investigações, ainda segundo a denúncia, se baseiam em relatórios, interceptações telefônicas e análises telemáticas autorizadas pela Justiça, que indicariam uma relação próxima entre o oficial e integrantes da milícia. Entre os nomes citados está o de Cláudio Rodrigo Monteiro, conhecido como “Ceta”, apontado como um dos envolvidos no esquema e também denunciado no mesmo processo (nº 0168043-86.2023.8.19.0001), em tramitação na Justiça do Rio. Diante dos elementos apresentados, o Ministério Público solicitou medidas cautelares contra o coronel, incluindo a suspensão do exercício da função pública, a proibição de acesso a dependências militares e a suspensão do porte de arma. Os pedidos foram acolhidos pelo juízo de primeira instância. O espaço segue aberto para manifestação da defesa do coronel Marcelo Malheiros.

PM é suspeito de vender arma argentina e droga para narcomilícia em Anchieta; deputado aparece em investigação. Outros policiais estão envolvidos

Uma investigação sigilosa realizada em 2023 apontou que um policial militar teria negociado armas e drogas com integrantes de uma narcomilícia que atuava na comunidade Az de Ouro, no bairro de Anchieta, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O caso consta em documentos analisados pela Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com as apurações, o policial, conhecido pelo apelido de Ricardinho, seria um possível fornecedor de armamentos para o grupo criminoso. Em uma das conversas interceptadas durante a investigação, ele teria oferecido a um dos líderes da quadrilha, conhecido como Lacraia, uma pistola calibre 9 milímetros de fabricação argentina pelo valor de R$ 6 mil. No diálogo, Ricardinho chegou a compartilhar a imagem da arma. Em seguida, Lacraia indicou que o policial teria intermediado a venda do armamento para um homem conhecido como Mano, apontado como chefe do tráfico na comunidade. Posteriormente, em novas mensagens, Ricardinho teria reclamado com Lacraia que ainda não havia recebido o pagamento pela arma negociada. As investigações também indicam que o policial teria tratado da venda de uma carga de 140 quilos de maconha com um interlocutor. Outro policial militar, conhecido como Léo, também aparece nas apurações como alguém que mantinha contato com integrantes do grupo. Relação com político da Baixada A investigação cita ainda um deputado estadual que, na época dos fatos, exercia mandato como vereador em Nilópolis. Segundo os investigadores, ele mantinha relação próxima com Lacraia, a ponto de ambos se tratarem pelo apelido de “xará”, por terem o mesmo nome. Mensagens analisadas pela investigação mostram Lacraia enviando ao político dados pessoais e currículos de determinadas pessoas. Em algumas respostas, o parlamentar demonstrava concordância, o que levou os investigadores a suspeitar que o criminoso estaria solicitando indicações para nomeações. Além disso, Lacraia também mantinha contato com um assessor do deputado. Segundo os investigadores, o assessor preferia tratar de determinados assuntos por meio de ligações no WhatsApp, evitando conversas por mensagens escritas. As mensagens analisadas também indicariam a proximidade do criminoso com o meio político. O parlamentar citado nas investigações já foi condenado anteriormente a 11 anos, 11 meses e 15 dias de prisão por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico. Conversas revelam influência de policiais Em uma das conversas interceptadas entre Lacraia e o policial militar Léo, o criminoso afirmou que estava em “Nilo, no vereador”, em referência a Nilópolis. Em outra mensagem, Lacraia chegou a chamar o político de “patrão” e afirmou que o telefone que estava utilizando seria o “bom”, o que, segundo os investigadores, pode indicar a existência de outro aparelho usado para tratar de assuntos ilícitos. Os diálogos também sugerem que o policial Léo possuía influência na região onde Lacraia residia e entre grupos criminosos. Em uma das conversas, é citado que um homem identificado apenas como Rodrigo estaria usando o nome do policial para intimidar outras pessoas. No mesmo diálogo, Lacraia afirmou que, caso tivesse “problemas na rua”, pediria ajuda a Léo, o que, segundo os investigadores, demonstra a proximidade entre os dois. Conversas mencionam políticos da Baixada Outras mensagens analisadas pela investigação também citam a relação de Lacraia e de um homem identificado como Samyr com a política da Baixada Fluminense. Em uma conversa, um interlocutor conhecido como Marreta mencionou uma obra avaliada em R$ 77 milhões e reclamou que políticos locais não teriam repassado dinheiro ou cargos ao traficante Samyr. Ele solicitava a intervenção de Lacraia para resolver o problema. Em resposta, Lacraia afirmou que teria levado a demanda aos políticos e que um compromisso anteriormente assumido seria cumprido: a construção de um salão, piscina e quitinetes. Ele também pediu que os envolvidos deixassem de solicitar dinheiro ou cargos. Na sequência da conversa, Marreta afirmou discordar da situação e disse que o prefeito teria mandado um recado a Samyr, por meio do então vereador citado na investigação, afirmando que não poderia interferir na obra. As investigações sobre a atuação do grupo criminoso e seus possíveis vínculos com agentes públicos seguem sob análise da Justiça Uma outra situação mostra que diálogos que comprovariam o vínculo criminoso estável e permanente de Ricardinho e outro policial chamado Raphael e de outros policiais ainda não identificados com a quardilha, sendo recuperadas mensagens datadas de 10.11.2025 em que eles planejam lucrar 20 mil reais com um roubo de carga de guaraná, cujo valor total da mercadoria equivaleria a 170 mil reais, mas o produto seria vendido a um dono de depósito pelo valor de 100 mil reais. Raphael passou a Ricardinho  a localização exata do veículo que teria a carga roubada. Vejamos: RAPHAEL:” Aquela última rua, Marcos de Macedo. Última rua. Vira pra direita, lá no final daquela rua lá. Lá dá saída lá pro Gogó, sei lá. Pro Gogó não, outra parada, esqueci agora o nome. Vou te mandar aí onde está o carro “. Através de diálogos de Ricardinho com Costa se verificou que este apreende armas de fogo em incursões policiais e deixa de apresentá-las à Delegacia de Polícia, entregando-as, de forma rotineira e habitual, a Ricardinho . Aliás, as mensagens demonstram que a dupla utiliza os armários da P2 do 41º BPM para acautelar as armas desviadas nas ocorrências. Em determinado trecho da conversa, Ricardinho chega a reclamar de ter sido apreendida e desviada apenas uma arma de fogo em uma ocorrência realizada. Por fim, convém frisar que a troca de mensagens entre Ricardinho e Costaq confirmou não apenas os desvios de armamentos, mas também que Costa foi acionado pelo primeiro para participar da empreitada criminosa planejada pelo denunciado Raphael haja vista que Ricardo encaminhou para Costa , no dia 11.11.2025, a localização do veículo que seria objeto do roubo de carga e que estaria situado na”barreira”. Tais mensagens não deixam dúvidas, portanto, que os três PMs se associaram para praticar uma série de delitos de peculato desvio, tráfico de drogas, receptação, entre outros.

CV pode ter tomado mais uma área da milícia em Jacarepaguá

Ao que tudo indica, traficantes do Comando Vermelho da Praça Seca e do bairro do Tanque teriam entrado e dominado na última quarta-feira na comunidade do Renascer, onde supostamente não teria resistência dos milicianos que anteriormente cobravam taxas na região. Uma postagem que circulou nas redes sociais diz que é para os moradores não pagarem mais taxas. Lembrando que os milicianos da Renascer estavam ajudando na guerra contra o CV na Vils Sapê, em Curicics.

PM morto em Nova Iguaçu seria ligado à milícia de Juninho Varão e pode ter sido alvo de grupo rival

Informações que circulam nas redes sociais apontam que o policial militar assassinado no fim de semana passado em um salão de festas no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, seria conhecido pelo apelido de “Mineiro”. Sua execução poe ode estar ligada à disputa entre grupos paramilitares que atuam na Baixada Fluminense. De acordo com publicações que vêm sendo compartilhadas, ele teria ligação com a milícia comandada por Juninho Varão e seria apontado como um dos responsáveis pela atuação do grupo em diferentes áreas do município. Entre os bairros citados estariam Miguel Couto, Figueira, Vila de Cava, Santa Rita, Corumbá, Tinguá, Marambaia, Luiz de Lemos e Posse. As mesmas informações divulgadas nas redes também afirmam que Mineiro já teria sido citado em investigações relacionadas a homicídios na região. Esses casos estariam sendo apurados pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Outro episódio que vem sendo associado ao nome do policial ocorreu no mês passado, quando um grupo armado supostamente ligado a ele teria promovido um ataque a tiros em um bar no bairro Cerâmica, também em Nova Iguaçu. A ação deixou seis mortos e vários feridos, aumentando a tensão na região. Inicialmente, surgiram relatos de que a morte de Mineiro estaria relacionada a conflitos internos dentro da própria quadrilha de Juninho Varão. No entanto, novas versões começaram a circular indicando que o policial pode ter sido executado por paramilitares de Itaguaí ligados a PL, outro grupo que disputa áreas de atuação na Baixada Fluminense. Ainda segundo essas informações, Juninho Varão teria invadido nesta semana o bairro do Chaperó, em Itaguaí, território associado ao grupo rival. Durante a incursão, um miliciano acabou morto, o que pode ter intensificado ainda mais o confronto entre as organizações criminosas. As circunstâncias do assassinato do policial e as possíveis conexões com disputas entre milícias seguem sob investigação.

Entre milícias e tráfico: assassinato de Léo Problema aprofunda disputa na Zona Sudoeste do Rio

A morte do miliciano conhecido como Léo Problema, na região da Taquara, Zona Sudoste do Rio, continua cercada de mistério e versões conflitantes. Nas redes sociais e em parte da imprensa, circulou a informação de que o crime teria sido cometido por traficantes do Comando Vermelho (CV). No entanto, uma fonte ouvida pela reportagem aponta outra possibilidade: o assassinato pode ter sido praticado por integrantes da própria milícia ligada a ele. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com relatos que circulam nas redes, Léo Problema estaria envolvido na recente disputa armada pela Vila Sapê, em Curicica. A comunidade foi tomada por traficantes do Comando Vermelho, e desde então milicianos ligados a Betinho, com apoio de criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) e do próprio Léo Problema, estariam tentando retomar o controle da área. Nos meses anteriores, Léo Problema também participou de outras investidas na região. Ele teria contado com o apoio de milicianos das áreas do Catiri e de Santa Cruz para invadir a comunidade do 700, na Taquara, além da localidade conhecida como Dois Irmãos, em Curicica. Essas movimentações teriam provocado atritos com outro grupo miliciano que atua na região, ligado à comunidade de Rio das Pedras e ao miliciano André Boto, atualmente preso. Outra informação que circula nos bastidores do crime organizado é que Léo Problema teria sido o responsável pela morte do miliciano conhecido como Barraca, antigo chefe da região do Camorim, em Jacarepaguá. Barraca foi assassinado em janeiro deste ano, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Durante parte dessa disputa por territórios na Zona Oeste, Léo Problema manteve como aliado o miliciano Play do Jordão. Porém, com o agravamento das disputas internas entre grupos milicianos em Jacarepaguá, os dois teriam rompido. Play do Jordão teria ajudado Léo Problema em ofensivas contra o grupo dos irmãos Juvino — Damião e Nem —, que controlavam áreas da Taquara. Damião acabou assassinado posteriormente, e Léo chegou a ser apontado como um dos suspeitos pelo crime. Antes de ganhar protagonismo nas disputas da região, Léo Problema atuou como segurança do miliciano Horácio, que controlava áreas da Praça Seca e de Jacarepaguá. Horácio foi assassinado em 2023, em Búzios, e, após sua morte, Léo Problema e Play do Jordão teriam iniciado um processo de expansão territorial sobre outras milícias da região. Para isso, contaram também com o apoio de criminosos conhecidos como Acrísio e Tota, ligados à milícia da Favela Cabeça de Porco. Além das mortes de Horácio, Damião e Barraca, Léo Problema também era apontado como suspeito de envolvimento no assassinato do miliciano Cientista, morto em Jacarepaguá em 2024. Cientista teria ligação com uma milícia que atua na Baixada Fluminense. Na década passada, Léo Problema chegou a integrar a própria milícia dos irmãos Juvino. Na época, segundo investigações, ele teria participado de um homicídio e de tentativas de assassinato contra integrantes do grupo rival comandado por Orlando Curicica. Com um histórico de disputas internas, alianças rompidas e conflitos por território na Zona Oeste, a morte de Léo Problema abre novas perguntas sobre quem teria interesse em eliminá-lo — se traficantes rivais ou integrantes do próprio universo miliciano. Léo Problema acumulava sete passagens pela polícia, com registros por homicídio simples, homicídio qualificado, organização criminosa, roubo e porte ilegal de arma.

Expansão do Comando Vermelho: como ‘Doca’ comandou a tomada de dezenas de favelas da milícia e do TCP no Rio”. VEJA LISTA

Assim que se consolidou como o principal líder do Comando Vermelho em liberdade, o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, deu início a uma estratégia de expansão territorial da facção que resultou na tomada de dezenas de comunidades dominadas por milicianos e pelo Terceiro Comando Puro (TCP) nos últimos anos no estado do Rio de Janeiro. A reportagem reuniu informações divulgadas ao longo do tempo pela imprensa, além de dados citados em investigações da polícia, do Ministério Público e da Justiça. Entre as primeiras comunidades conquistadas nessa ofensiva estão os morros do Dezoito, Saçu e Caixa D’Água, localizados entre Água Santa, Quintino e Piedade, na Zona Norte do Rio. Essas áreas eram controladas por milicianos e, em determinado período, chegaram a ficar sob domínio do TCP. O grupo liderado por Doca também assumiu o controle do Conjunto Habitacional do Quitungo, em Brás de Pina, tradicional reduto de milicianos. Avanço em Jacarepaguá e Praça Seca No início da década, a chamada Tropa do Urso — como é conhecida a ala do Comando Vermelho ligada a Doca — passou a concentrar sua ofensiva em comunidades de Jacarepaguá e da região da Praça Seca. Nesse período, o grupo conquistou as comunidades da Covanca, Chacrinha, Barão e Bateau Mouche, todas anteriormente dominadas por grupos paramilitares. Posteriormente, também passou a controlar Jordão, Santa Maria e Teixeiras. Conquistas na Zona Norte e Baixada O Comando Vermelho também tomou do TCP duas comunidades em Anchieta, conhecidas como Az de Ouro e Tatão. Na Baixada Fluminense, o grupo ampliou sua presença ao conquistar áreas antes dominadas por milicianos em Nova Iguaçu, como o Grão Pará e o Conjunto da Marinha, além da comunidade do Danon, que estava sob controle do TCP. Ainda na Zona Norte do Rio, o CV tomou da milícia a localidade do Amorim, em Manguinhos. Ofensiva na Zona Oeste Anos depois, a facção iniciou uma ofensiva para ampliar sua presença na Zona Oeste e região de Jacarepaguá. Nessa etapa, o grupo passou a controlar áreas como Gardênia Azul, Muzema, Tijuquinha, Sítio Pai João, Morro do Banco, Cesar Maia, Fontela, Coroado e Palmares, comunidades que, em sua maioria, eram consideradas redutos da milícia. Mais recentemente, o CV também tomou do TCP os morros dos Macacos, Fubá e Campinho, todos na Zona Norte da capital. Outras áreas que passaram ao controle da facção incluem o Gogó da Ema, em Belford Roxo, e a comunidade conhecida como 700, na Taquara, que era dominada por milicianos. A Vila Sapê, em Curicica, apontada como reduto da milícia, foi uma das comunidades mais recentes a ser tomada pela organização criminosa. Tentativas de novas invasões Ao mesmo tempo em que consolidava o controle sobre diversas áreas, a Tropa do Urso também tentou — ou ainda tenta — avançar sobre outras comunidades dominadas por milicianos. Entre os locais que já foram alvo de investidas estão Catiri, em Bangu, Carobinha, em Campo Grande, Barbante, em Inhoaíba, Antares, em Santa Cruz, e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. A facção também tentou ocupar o Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, Goveua, em Paciência e áreaseem Guaratiba e Pedra de Guaratiba. Já contra o Terceiro Comando Puro, o Comando Vermelho tenta avançar sobre o Morro do Chaves, em Barros Filho, e a Malvina, em Irajá. Além disso, as duas facções seguem envolvidas em confrontos em áreas estratégicas como os complexos da Pedreira e de São Carlos, além de morros da Tijuca, como Cruz e Chácara do Céu, o Morro do Dendê e o Trio de Ouro, em São João de Meriti. A facção ainda mira recuperar os territórios perdidos para o TCP em Niterói, onde os tiroteios têm sido constantes. Com extensa ficha criminal, Doca segue sendo investigado e aparece em mais de 329 investigações desde 2003, sendo considerado atualmente um dos criminosos mais procurados do Brasil. Evadido do sistema carcerário, ele é investigado por mais de 100 homicídios, incluindo execuções de crianças e desaparecimentos de moradores. Em outubro de 2023, Doca foi apontado como o mandante da execução de três médicos e da tentativa de homicídio de uma quarta vítima na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. As vítimas participavam de um congresso de medicina e foram confundidas com milicianos de Rio das Pedras. Contra ele há mais de 20 mandados de prisão expedidos em seu nome pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), segundo dados do site do Conselho Nacional de Justiça.

Traficantes do CV jogaram granadas em Rio das Pedras (milicia) e feriram dois. LINK PARA VIDEO

Terroristas do Comando vermelho, lançaram duas granadas na localidade do Areal, no Rio das Pedras, na noite da ultima terca-feira. . Pelo menos duas pessoas foram feridas com os estilhaços da granadas. Acesse o link e assista o vídeo https://x.com/i/status/2031756281376047277

Miliciano pivô de guerra em Jacarepaguá foi executado

Apontado como pivô de uma guerra entre milicianos em Jacarepaguá nos primeiros meses do ano, o criminoso conhecido como Léo Problema foi assassinado na noite de hoje na Estrada dos Bandeirantes, na Taquara Informações preliminares apontam que Léo Problema foi pego quando se preparava para sair ao encontro de outros milicianos para uma suposta reuniâo. Relatos nâo oficiais apontam que ele foi executado por traficantes do CV. Um homem que estava com.ele foi ferido. Segundo policiais, houve troca de tiros no local, dois foram baleados. Um.deles chegou a sair do veículo depois e correu para o posto e foi socorrido A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de quarta-feira (11/3), policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá), durante patrulhamento pela Estrada dos Bandeirantes, na Taquara, localizaram um homem ferido por disparos de arma de fogo nas proximidades de um posto de combustíveis.Durante buscas nas imediações, os policiai encontraram, cerca de 400 metros à frente, um veículo com diversas marcas de tiros. No interior do automóvel havia um homem em óbito.O homem ferido foi socorrido ao Hospital Municipal Lourenço Jorge.Ocorrência em andamento na DH. Foi o terceiro assassinato na Taquara em um curto intervalo de tempo. Poucas horas atrás, dois homens também foram executados com tiros de fuzil na Estrada do Meringuava após tiroteio. Segundo relatos, ambos eram milicianos e estavam realizando cobranças no comércio da região. Em relação ao caso da Estrada da Meringuava, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de dois homens, ainda não identificados. Diligências estão em andamento para apurar os fatos .Quanto à ocorrência na Estrada dos Bandeirantes, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apura as circunstâncias da morte de um homem, ainda não identificado. Na ação criminosa, um outro homem ficou ferido e foi socorrido a uma unidade de saúde. Agentes realizam diligências para identificar a autoria do crime. Quem.é Léo Problema Segundo informações que circularam na Internet após tomar todas as áreas dos irmãos Juvino na Taquara, Léo Problema se juntou a milicianos do Catiri e Santa Cruz para tomar comunidades em Curicica. Em janeiro, ele liderou uma invasão a comunidade do 700 na Taquara que terminou em intenso tiroteio. Milicianos em fuga invadiram a pista da Transolimpica e fizeram uma família de refém.

PM leva a conselho de disciplina que pode expulsar PM suspeito de envolvimento com milícia em Belford Roxo

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode levar a expulsão de seus quadros, de um terceiro sargento conhecido como Professor Gilmar. Segundo o boletim interno da PMERJ, ele é suspeito de quando servia no 39o BPM de envolvimento na milícia liderada por Cabeça de Ouro. que atuava nos Bairro Wona, Lote XV e Vale das Pedras, no Município de Belford Roxo/RJ, e no Bairro Pantanal, localizado em Duque de Caxias/RJ. De acordo com o documento, cabia a ele o repasse das informações de caráter sigiloso sobre os dias, horários e locais de operações policiais, bem como providenciar suportes aos demais partícipes da organização criminosa, osquais tinham a incumbência de praticar extorsões, torturas e execuções contra comerciantes e mototaxistas que atuavam nas áreas de domínio do grupo. “verifica-se que os atos praticados pelo PM revelam atitudes incompatíveis com a condição de policial militar”, diz o boletim. A corporação considera o envolvimento de integrantes do órgão em organização criminosa, milícia ou grupo de extermínio transgressão de disciplina de natureza grave.

Traficantes do TCP e milicianos se uniram para retomar comunidade de Curicica que está com o CV, diz Justiça

A Justiça informou que traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, e milicianos da comunidade Renasecer, em Jacarepaguá, trocaram tiros com PMs na semana passada quando pretendiam atacar a Vila Sapê, em Curicica, tomada pelo Comando Vermelho. No tiroteio, dois bandidos morreram, entre eles Michel Ferreira Menezes, irmão do conhecido miliciano Macaquinho, que comandava os morros do Fuba e do Campinho, e Gabriel Oliveira Patrick Costa, integrante do tráfico na Serrinha. Segundo a denúncia, no dia 06/03/2026, sexta-feira, por volta das 09h20min, PMs foram avistar uma denuncia de guerra entre facções na Comunidade da Vila Sape, Curicica – RJ. A sala de operações informou que os meliantes estavam em dois Fiat Argo. Haviam cerca de 20 crimonosos armados com fuzis e pistolas.Os PMs deram ordem de parada aos dois veículos, o qual não foi obedecida. Houve perseguição momento que ocupantes de um dos carros efetuaram disparos contra a equipe, que revidou. Os bandidos continuaram a atirar. Um dos carros colidiu com o meio-fio, momento em que a guarnição desembarcou e conseguiu fazer o cerco na Avenida Adalto Botelho, esquina com Rua da Creche, Curicica ¿ RJ. Haviam cinco suspeitos no carro que ao serem abordados os meliantes dosseram: “Perdemos, perdemos meu chefe”. Com os criminosos, foram apreendidos uma pistola, quatro fuzis, além de radiotransmissores, carregadores e telefones celulares. Juntos, os PMs envolvidos na ocorrência efetuaram 76 disparos de fuzil. A guarnição não portava câmera corporal, tendo em vista que havia solenidade no batalhão e a guarnição aguardava a solenidade no pátio, até que chegou a informação de prioridade, momento em que saíram em apoio de forma emergencial. “os presos, em tese, integravam grupo numeroso de indivíduos armados que se deslocavam em veículos pela região da Comunidade da Vila Sapé, local marcado por disputa territorial entre facções criminosas, com o propósito de participar de confronto armado”, dizem autos.

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