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MILICIA

Policial baleado e suposto mliciano foi morto em Campo Grande

Um policial penal foi baleado e um suposto miliciano foi morto na Estrada do Cabuçu em Campo Grande,  próximo ao Prezunic!! O paramilitar morto se chamava Yan, vulgo Pudim. A Delwgacoa de Homicídios da Capital foi acionada mas ainda não informou a identificação das vítimas. A Secretaria de Estado de Polícia Penal (SEPPEN) informa que, na tarde desta terça-feira (24/03), houve uma ocorrência com troca de tiros envolvendo um policial penal em Campo Grande. Um homem morreu e o policial penal foi baleado. Ele está internado no Hospital Municipal Rocha Faria e seu quadro de saúde é instável. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na terça-feira (24/03), de acordo com o comando do 40ºBPM (Campo Grande), policiais da unidade foram acionados para atender ocorrência de disparos de arma de fogo na rua Itápolis, no bairro Campo Grande. No local, os agentes constataram uma vítima ferida que foi socorrida ao Hospital Municipal Rocha Faria. Ainda na mesma ação, um outro homem foi ferido  e não resistiu.Ocorrência a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). 

Extorsão em Curicica: defesa de miliciano questiona inquérito e levanta suspeitas sobre condução da investigação

A defesa do miliciano André Boto solicitou à Justiça a rejeição da denúncia e, caso o processo tenha prosseguimento, a absolvição sumária. Ele é acusado de ser o mandante de uma extorsão contra um comerciante em Curicica, ocorrida no ano passado. Os advogados apontam como suspeito o fato de a investigação ter permanecido paralisada, sem a realização de diligências para esclarecer os fatos, e, poucos dias após a revogação da prisão preventiva de Boto em outro processo, um novo inquérito ter sido instaurado. O caso teve início em 28 de março de 2025, quando um comerciante foi abordado por dois homens em uma motocicleta sem placa, ambos usando capacetes. Segundo o relato, os suspeitos exigiram o pagamento semanal de R$ 2 mil, sob ameaça de incendiar imóveis da vítima localizados na Estrada dos Bandeirantes. De acordo com a denúncia, os executores teriam afirmado que agiam por ordem de “chefes”, citando o vulgo Boto, que está preso. Ainda conforme o documento, ele teria atuado de forma dolosa na coordenação das atividades criminosas, induzindo os autores da extorsão a constranger a vítima. A defesa também questiona o fato de o registro da ocorrência ter sido feito na 16ª DP (Barra da Tijuca), embora os fatos tenham ocorrido na área da 32ª DP (Taquara). Segundo os advogados, essa inconsistência já teria gerado dúvidas, especialmente pela ausência de explicação sobre o motivo de a vítima não procurar a delegacia da área correspondente. No mesmo dia do registro, a 16ª DP determinou a remessa do caso à 32ª DP, responsável pelas diligências, o que, segundo a defesa, não foi efetivamente cumprido. Posteriormente, em 9 de abril, a 32ª DP encaminhou o caso à DRACO, sob o argumento de que havia uma investigação mais avançada, embora, ainda segundo os advogados, nenhuma diligência tenha sido realizada até então. A defesa afirma que o delegado responsável pela remessa e o policial encarregado da investigação são os mesmos que conduziram uma apuração anterior contra Boto e outros investigados em 2025. Esse processo tramita na 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá e aguarda sentença, apesar de o Ministério Público ter se manifestado pela absolvição dos acusados por insuficiência de provas. O caso envolve a alegação de que Boto teria negociado a comunidade da Vila Sapê com o traficante Celsinho, da Vila Vintém. Após o envio à DRACO, a investigação teria permanecido sem avanços até 27 de outubro, quando um novo inquérito foi instaurado. A defesa ressalta que, coincidentemente, a prisão preventiva de Boto havia sido revogada dias antes pelo juízo da 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá, após a oitiva dos policiais apontados como responsáveis por uma suposta investigação irregular. Para os advogados, não se trata de mera coincidência o fato de a investigação ter ficado paralisada por meses e, logo após a revogação da prisão, um novo inquérito ter sido aberto. Eles classificam a situação como, no mínimo, suspeita. A defesa destaca ainda que, no mesmo dia da revogação da prisão, foi juntado aos autos o termo de declaração do comerciante, prestado em 28 de março de 2025, documento que até então não constava no inquérito. A vítima também foi ouvida posteriormente na sede da DRACO. Por fim, os advogados apontam que, na data de instauração do novo inquérito, o delegado da DRACO anexou um relatório técnico que fazia referência às mesmas imputações questionadas no processo em curso na 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá. Também foi registrado um aditamento para incluir Boto como investigado, com fundamentações consideradas pela defesa como desproporcionais e sem base consistente.

CV tomou quase tudo da milícia em Curicica

O. Comando Vermelho está em expansão na Curicica Segundo informações, os traficantes Doca ou Urso, Marreta, Sam, Gardenal, BMW, Tiriça, Rubinho e Tricolor de Minas Gerais se uniram para expandir territórios contra a milícia. Primeiro, a Tropa do Rubinho (CV) e a Tropa do Tricolor (CV) tomaram o Ipadu. Depois, a Tropa do Urso e a Tropa do Gardenal tomaram a Vila Sapê, Vila Aurora, Invasão (ou Pedrão), Vilas Alfabéticas e a Comunidade da Preguiça. Em três meses, a facção consolidou alguns territórios, sendo eles: Morro do Ipadu (ou Idapu); Comunidade do Lote 1000, na Taquara; Comunidade do Renascer, no Tanque; Vila Sapê, Curicica;Vila Alfabética, Curicica;Vila Aurora, Curicica;Pedrão/Invasão, Curicica;Asa Branca, Curicica. E agora já começaram a dar baques na Comunidade da Jambalaya. Os mesmos também sâo suspeitos de executar o miliciano Léo Problema, na Taquara.

Os personagens da nova aliança entre a milícia e o TCP contra o CV em Jacarepaguá

Segundo informações que circulam nas redes sociais, a milícia de Rio das Pedras teria se unido com traficantes do.Terceiro Comando Puro novamente para tentar segurar as invasões do Comando Vermelho a alguns territórios em Jacarepaguá. Lacoste/Salomão, do Complexo da Serrinha, em Madureira, estaria dando apoio às tentativas de retomada. Junto a ele, Macaquinho, ex-chefe dos Morros da Praça Seca e Cascadura. Outros nomes citados nessa aliança seriam os irmãos Tico e Teco que também comandava a milícia do Fuba e do Campinho e da Praça Seca. Outro que também teria fechado nessa aliança foi Gabriel da Silva Alves, mais conhecido como GB, chefe do tráfico em Vargem Grande e Vargem Pequena, o mesmo seria ligado ao TCP. Onde está tendo guerra Entenda a Nova Aliança entre tráfico e milícia no Estado do Rio de Janeiro (Parte 2): Novo Palmares e Fontela de Vargem Grande: Após se organizarem, começaram a realizar alguns baques. A Tropa do GB (TCP) realizou dois ataques na semana passada: um em Novo Palmares (CV), em Vargem Pequena, e outro na comunidade da Fontela (CV), em Vargem Grande. Vila Sapê, Curicica: Já a Tropa do Lacoste (TCP) não teve sucesso nas suas ações em Curicica. Macaquinho perdeu um dos seus irmãos, mais conhecido como Cherel, e seu puxador de guerra Biel/Maluquin, um dos responsáveis pelas ações no Morro do Campinho (CV), em Cascadura. Gardênia Azul, Jacarepaguá: A Tropa do Tailon (de Rio das Pedras também aproveitou e tentou entrar na comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, porém sem sucesso

MPRJ não abre investigação e arquiva denúncia de guerra na Vila Sapê, além de outras acusações sobre milícias. VEJAM O QUE ELES RECEBERAM E AS ALEGAÇÕES

Diversas denúncias encaminhadas à Ouvidoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) relatando a atuação de milícias em diferentes regiões da capital vêm sendo arquivadas sem a abertura de apuração preliminar. Segundo decisões do próprio órgão, os relatos são considerados apócrifos, sem identificação dos envolvidos ou elementos mínimos de prova que permitam a verificação dos fatos ou a instauração de investigação criminal. De acordo com o MP, a ausência de informações básicas — como a qualificação dos suspeitos e indícios concretos — inviabiliza o prosseguimento das notícias de fato, ainda que descrevam situações potencialmente graves. Entre os registros arquivados está uma denúncia de tiroteios entre traficantes e milicianos na comunidade da Vila Sapê, em Curicica, na Zona Oeste. O confronto citado, no entanto, tem sido relatado por moradores nas últimas semanas e já teria resultado em mortes, embora os envolvidos não tenham sido formalmente identificados nos relatos enviados à Ouvidoria. Outra denúncias arquivadas por não reunir elementos exigidos pela Promotori. A guerra na Vila Sapê Apesar da guerra ser ignorada pelo MP, clima é de tensão e medo na Vila Sapê. . Nem mesmo o reforço no policiamento ostensivo tem sido suficiente para conter a expansão da facção criminosa Comando Vermelho , que intensifica ataques e amplia sua presença na região. O cenário já provocou uma debandada silenciosa: muitos milicianos teriam mudado de endereço e passado a circular com outros veículos, numa tentativa de escapar de possíveis execuções. Outros, conhecidos no meio como “crias”, teriam ido além e optado por se aliar ao próprio inimigo. A ofensiva do Comando Vermelho também expõe a fragilidade de alianças até então consideradas estratégicas. Nem mesmo a aproximação entre soldados do Terceiro Comando Puro e milicianos foi capaz de frear o avanço da facção rival. A escalada da violência ficou ainda mais evidente nas últimas horas. Um homem morreu após ser baleado durante uma intensa troca de tiros na noite de quinta-feira (19), na Estrada dos Bandeirantes, na Taquara. O tiroteio começou por volta das 19h30 e mobilizou equipes de emergência. O quartel do Corpo de Bombeiros de Jacarepaguá foi acionado minutos depois, às 19h34. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram um homem já sem vida, caído ao lado de um veículo. A suspeita é de que o homem fosse um paramilitar ligado à milícia que atua na área. Um segundo miliciano, também ferido, acabou preso.

Em guerra com milícia rival na Zona Oeste e Baixada, bando de Juninho Varão sofreu desfalques significativos esta semana

O miliciano Juninho Varão sofreu muitas baixas essa semana após aliados terem sido presos e armas apreendidas. Na quarta-feira, um homem de sua confiança conhecido como Tico, liderança da comunidade Km 49, em Seropédica, foi preso..A ofensiva foi desencadeada com base em dados de inteligência que permitiram identificar e localizar um imóvel utilizado como base de apoio da milícia. No local, os agentes encontraram uma estrutura organizada para a prática criminosa, com apreensão de munições para fuzil, drones utilizados no monitoramento territorial, aparelhos celulares, anotações com referências diretas ao grupo, além de dinheiro em espécie. Hoje, policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) apreenderam seis fuzis e prenderam dois criminosos ligados a milícia de Varão em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde os agentes estouraram um ponto de armazenamento de armas do grupo. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, agentes da Draco identificaram que um endereço da região estaria sendo utilizado como “paiol de guerra” da milícia da região. Diante da descoberta, os policiais deflagraram uma ação e encontraram grande quantidade de armamento bélico. Na abordagem, além dos fuzis, foram apreendidos grande quantidade de munições, rádios comunicadores, porta-carregadores e capas de colete balístico. Três veículos roubados também foram recuperados. No paiol, dois criminosos identificados como milicianos foram capturados. Um deles foi identificado como “frente” da organização criminosa, com atuação direta na coordenação de ações armadas e logística do grupo. De acordo com as investigações, o endereço era usado como base para armazenar armas e abastecer o confronto armado na região de Itaguaí e Chaperó, sustentando as tentativas de expansão territorial da milícia. Varão está em guerra com a milícia comandada por PL, sucessor de Zinho. A disputa ocorre na Zona Oeste da capital nos bairros de Santa Cruz e Paciência e na Baixada Fluminense, nas cidades de Itaguaí, Seropédica e Nova Iguaçu. 

Como a viúva de Adriano da Nóbrega transformou o espólio do miliciano em fonte de lucro

Operação do Ministério Público do Rio de Janeiro realizada nesta quinta-feira mira suspeitos de dar continuidade aos negócios do miliciano e contraventor Adriano da Nóbrega, morto em 2020. Documentos do processo revelam detalhes de como o patrimônio do ex-chefe de milícia teria continuado sendo movimentado mesmo após sua morte. De acordo com os autos, Júlia Lotufo, viúva de Adriano, com o auxílio de um aliado conhecido como “Orelha” (já falecido), teria atuado diretamente na movimentação de bens, valores e direitos provenientes das atividades criminosas da organização chefiada pelo miliciano. O objetivo, segundo a investigação, era ocultar e dissimular a real origem e propriedade desses ativos. Ainda conforme o processo, na condição de herdeira, Júlia teria recebido bens do espólio que estavam registrados em nome de “laranjas”. Em seguida, esses patrimônios eram negociados e transferidos a terceiros, em operações que buscavam dificultar o rastreamento pelas autoridades. Os investigadores apontam que a estratégia de ocultação era contínua: os bens nunca eram formalmente transferidos para o nome da viúva, sendo negociados em nome de terceiros. Os pagamentos, segundo consta, eram realizados principalmente em dinheiro vivo ou por meio de transferências para contas de empresas, o que reforçaria a tentativa de disfarçar a origem dos recursos. O caráter dissimulatório das operações, segundo o processo, fica ainda mais evidente pelo fato de Júlia já ter conhecimento de investigações em andamento que buscavam identificar e confiscar o patrimônio de Adriano. Mesmo assim, ela teria negociado os bens de forma clandestina, “por debaixo dos panos”, apropriando-se dos valores obtidos com as vendas. A investigação também aponta a existência de um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo outras pessoas, entre elas o deputado estadual e hoje federal Juninho do Pneu. Um dos exemplos citados no processo envolve dois imóveis rurais localizados em Cachoeiras de Macacu, avaliados em cerca de R$ 3,5 milhões. Os bens, que pertenciam a Adriano, estavam registrados em nome de um “laranja” identificado como Edvaldo. Após a venda realizada pela viúva, o intermediário transferiu os imóveis para o nome do pai do deputado , apontado como o verdadeiro comprador.

Guerra entre milicianos e o CV volta a aterrorizar Jacarepaguá. VIDEO

A guerra entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos voltou a aterrorizar Jacarepaguá nas primeiras ĥoras do dia. Houve confronto armado na Estrada dos Bandeirantes, em Curicica. . .Dois traficantes foram baleados e levados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, sendo que um deles veio a óbito Outros três conseguiram fugir. A polícia recuperou um carro roubado durante o incidente. Após confronto, traficantes procuraram refúgio na CDD (CV) O intenso confronto assustou moradores da comunidade Vila Sapê. Entre 4h e 5h, tiros foram ouvidos de forma contínua, provocando pânico na região. Relatos indicam que o tiroteio começou ainda durante a madrugada e rapidamente se intensificou, obrigando moradores a se abrigarem dentro de casa. Disparos chegaram a atingir o Atacadão, que fica nas proximidades, e um carro foi completamente metralhado próximo à comunidade. No vídeo foi possível ouvir rajadas de tiros, além de gritos e correria. Até uo momento, não há confirmação oficial sobre feridos ou prisões, e a origem do confronto ainda é desconhecida. O clima na região segue tenso.

Homem processa redes sociais após páginas publicarem que ele era miliciano e informante da polícia

Um homem ajuizou ação contra as redes sociais X e Instagram, alegando que publicações feitas em páginas dessas plataformas divulgaram informações falsas e ofensivas a seu respeito, atribuindo-lhe apelidos e envolvimento em atividades criminosas. Segundo ele, o conteúdo teria afetado diretamente sua honra, reputação e dignidade. De acordo com o processo, postagens publicadas nos dias 18 de setembro de 2025, 5 de outubro de 2025, 25 de janeiro de 2026 e 29 de janeiro de 2026 passaram a vinculá-lo, de forma indevida, à participação em milícia armada, à suposta atuação na área financeira desse grupo e ainda à condição de informante da Polícia Civil, conhecido como “X-9”, inclusive com menção à Delegacia de Repressão ao Crime Organizado. As publicações também afirmariam que o autor teria participado de operações policiais, circulado em viaturas oficiais e atuado em conjunto com agentes públicos — alegações que, segundo a ação, são totalmente inverídicas e incompatíveis com a inexistência de qualquer vínculo dele com órgãos estatais. Ainda conforme o processo, os conteúdos utilizaram a imagem do autor e dados de seu documento de identificação, alcançando dezenas de milhares de visualizações, em uma tentativa de associá-lo à alcunha “Cesinha”, à integração em milícia armada e à participação em atividades criminosas. O lesado alega que a postagem foi amplamente disseminada, com número alto de visualizações e interações, o que afeta sua imagem pessoal e profissional, além de colocar sua segurança em risco. Ele já tinha buscado o Poder Judiciário em razão dessa mesma narrativa difamatória. Nos autos do processo nº 0828247-34.2025.8.19.0209, tramitado no Juizado Especial Cível, entendeu-se pela pertinência do pedido Autoral. Nos termos do projeto de sentença homologado pelo Juízo, dentre outras medidas se decidiu por condenar a parte Ré a retirar as postagens publicadas pelo usuário que digam respeito ao Autor, no prazo de 10 dias úteis, sob pena de multa […]. Apesar desse pronunciamento judicial, os ataques não cessaram. Ao contrário: foram intensificados, ampliados e replicados, agora com imputações ainda mais graves e violentas, em múltiplas plataformas.

Conversa vazada nas redes mostra supostos milicianos tramando um homicídio que seria de um PM que foi morto em um salão de festas em Nova Iguaçu. CONFIRA

Uma conversa que circula nas redes sociais aponta que supostos milicianos associados ao PL (paramilitar sucessor de Zinho) estariam articulando o homicídio do policial militar André Luiz Israel, conhecido como “Mineiro”, executado em um salão de festas em Nova Iguaçu há cerca de duas semanas. De acordo com os relatos, o diálogo teria ocorrido entre um integrante de um grupo paramilitar do Cesarão, em Santa Cruz, e outro do Chaperó, em Itaguaí. O policial morto era investigado por suspeita de ligação com Juninho Varão. Na ocasião do ataque, o PM reagiu e matou um dos autores do atentado. A seguir, o vídeo com a íntegra da conversa que circula nas redes sociais e que embasa os relatos. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autenticidade do material,

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