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MILICIA

“Empresa de comunicação multimídia” de Juninho Varão movimentou pouco mais de R$ 6 milhões em um ano mesmo com seu pequeno capital declarado

Investigação da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou que a quadrilha do milciiano Juninho Varão usava duas empresas de fachada, sendo uma delas provedor de internet para dissimular a real origem e o destino dos recursos obtidos, a fim de lhes conferir uma aparência lícita. Segundo a apuração, Varão figurava como sócio de uma das empresas junto ao cadastro na JUCERJA. A empresa atua no setor de serviços de comunicação multimídia e, no período compreendido entre julho de 2022 e julho de 2023, movimentou o total de R$ 6.091.559,00, montante aparentemente incompatível com seu pequeno capital social registrado e faturamento declarado. O procurador da empresa foi beneficiário de uma transação bancária efetuada pela firma no valor de R$ 440.972,00, sem justificativa lícita aparente. Além disso, foram observadas transações pelas duas empresas, sendo que a segunda firma tinha como titular a esposa e a sogra do tal procurador. A segunda empresa não possui nenhum funcionário cadastrado, tem capital social modesto e apresenta como endereço, um local residencial, sem qualquer aparência de atividade empresarial. No entanto, em apenas sete meses (entre janeiro e agosto de 2023), movimentou R$ 1.172.918,00. Ainda segundo a investigação, a quadrilha de Varão ratica, em tese, diversas atividades ilícitas, tais como, exploração de serviços de gás, água e internet, comercialização de gelo, agiotagem, operação de vans, cobrança de taxas condominiais ilícitas e gestão de aterros clandestinos.

Video mostram clientes de supermercado fugindo de tiros em Rio das Pedras. ASSISTA

Clientes e funcionários do Supermarket em Rio das Pedras viveram momentos de pânico. Durante um intenso confronto entre criminosos na região, várias pessoas precisaram se esconder dentro do estabelecimento para se proteger dos disparos. Vídeos que circulam mostram o desespero e a correria no local, com todos buscando abrigo até a situação se acalmar Não há informações de feridos dentro do mercado. A orientação é para que moradores evitem a região e redobrem a atenção. Há relatos ainda não oficiais que Rio das Pedras um miliciano ligado à Tropa do Tailon da Equipe PSG teria sido baleado por bandidos ligados à Tropa do Zeus do Comando Vermelho. Foi divulgado nas redes sociais mais cedo que traficantes do CV estavam planejando dar um baque forte no Rio das Pedras. O ataque seria para tentar forçar os milicianos do RP à recuar seus soldados das regiões de Curicica (Dois Irmãos, Colônia e Vila Sapê), os milicianos do RP estão reforçando aliados de Curicica e Camorim contra o CV. Os traficantes do CV das tropas do Urso da Penha e Maromba do Lins irão partir da Gardênia Azul (Urso) e da Muzema (Maromba).

Jovem saiu da Muzema (CV) para comemorar seu aniversário e sumiu. Denúncia diz que ele foi pego por milicianos de Rio das Pedras. Amigo que estava com ele também está desaparecido

Um rapaz chamado João Ícaro saiu da comunidade da Muzema, no Itanhanga, onde mora no final do mês passado , para comemorar o seu aniversário e desapareceu. Um jovem chamado Jadson que estava com ele também sumiu. Pelas redes sociais, houve relatos de que Ícaro teria sido flagrado em Rio das pedras dando em cima de uma mulher que já namorou um miliciano. ,Ao saber que ele veio da Muzema., os milicianos a tropa do PSG teriam pegao o jovem e esquartejado, arrancando cabeça, braços e pernas, segundo a denúncia. Não há nada confirmado. A moto dele já foi encontrada jogada na pista. Outra versão que circula é que os dois saaíram da Muzema em direção à Taquara para buscar uma encomenda. Último contacto: Pararam de responder as mensagens e às ligações estão dando caixa de correio desde a madrugada. Contacto para informações: (21) 96016-6324

Mesmo com provas e confissão informal, suspeitos de milícia escapam de ação penal no RJ

A Polícia Civil reuniu uma série de elementos que indicariam o envolvimento de dois homens com a milícia que atua no Morro do Pau Branco, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Apesar disso, a Justiça rejeitou a denúncia por entender que não havia lastro probatório mínimo para o prosseguimento da ação penal pelo crime de associação criminosa. De acordo com os autos, as investigações tiveram início em 2023, quando agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) foram ao Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, após denúncia anônima informar que um miliciano identificado como Matheus havia dado entrada na unidade após um acidente de moto. No local, os policiais encontraram o suspeito, que confirmou o acidente e informou estar com um aparelho celular pertencente a um amigo, identificado como Kauan. Com autorização do próprio Matheus, os agentes acessaram o conteúdo do telefone e encontraram mensagens, fotos e vídeos que, segundo a investigação, indicariam a atuação de ambos em uma milícia armada. Em depoimento, Matheus afirmou que Kauan integrava há mais de dois anos a milícia local, participando de rondas armadas ao lado de outros integrantes, sob o comando de um homem conhecido como “Jason”. Ele também admitiu manter relação próxima com o corréu e atuação conjunta no grupo criminoso. Ainda segundo a investigação, o material extraído do celular demonstraria a inserção de Matheus na estrutura da organização, com acesso a comunicações internas. O histórico criminal dos dois também foi considerado: ambos foram presos em flagrante em ocasiões distintas ao longo de 2023 por crimes como porte ilegal de arma de fogo, roubo qualificado e participação em organização criminosa. Kauan, por sua vez, seria apontado como integrante da linha de frente da milícia, atuando em rondas ostensivas com uso de armas de fogo, incluindo pistolas e fuzis, além de veículos e disfarces como capuzes, com o objetivo de manter o controle territorial da região. Apesar dos indícios reunidos — incluindo relatos policiais, conteúdo extraído de celular e uma confissão informal —, a Justiça entendeu que as provas apresentadas não eram suficientes para justificar a abertura de ação penal pelo crime de associação à milícia. Na decisão, o magistrado destacou que as supostas confissões não foram formalizadas durante a lavratura do auto de prisão em flagrante, ocasião em que os acusados optaram por permanecer em silêncio. Também ressaltou que os policiais não presenciaram diretamente a prática dos crimes e que não há testemunhas identificadas nos autos. O juiz ainda considerou necessária a produção de provas adicionais, como a quebra de sigilo telefônico, para comprovar de forma mais robusta a eventual associação dos investigados a uma organização criminosa. Segundo a decisão, a própria existência e estrutura da milícia mencionada ainda careciam de melhor delimitação. Diante disso, a denúncia foi rejeitada em outubro, sob o entendimento de que as investigações ainda estavam em estágio inicial. A decisão foi mantida em dezembro, e os autos foram devolvidos ao Ministério Público para aprofundamento das apurações.

Escândalo na Baixada: policial civil é suspeito de fornecer arma e interferir para favorecer milícia do filho

Investigações divulgadas pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) apontam que um policial civil lotado na Delegacia de Paracambi é suspeito de atuar em favor de uma milícia que operava em Queimados, na Baixada Fluminense, da qual seu próprio filho faria parte. O miliciano foi preso no ano passado. De acordo com os autos, o agente era frequentemente procurado por integrantes do grupo para resolver “problemas” em delegacias. Em um dos episódios citados, após a prisão em flagrante do chefe da quadrilha, conhecido como “João da Jacutinga”, o policial teria sido acionado para “desenrolar” a situação, com o objetivo de interceder e impedir ou dificultar a formalização do auto de prisão. A investigação também revelou que uma das armas apreendidas com os milicianos — uma espingarda calibre 12 — estava registrada em nome do policial civil, o que reforça as suspeitas de vínculo com a organização criminosa. Segundo o processo, tanto o agente quanto seu filho já haviam sido citados em denúncias anônimas encaminhadas ao Disque-Denúncia como integrantes da milícia de Queimados. Embora esse tipo de informação, isoladamente, não constitua prova, a Justiça destaca que os relatos convergem com outros elementos reunidos ao longo da apuração. Entre esses elementos estão mensagens trocadas entre pai e filho, que indicariam compartilhamento de informações sobre a atuação do grupo, além de discussões sobre reportagens que os mencionavam como integrantes da milícia. Os diálogos também demonstrariam preocupação com ameaças vindas de outros membros da organização, o que, segundo a análise judicial, aponta para uma relação que vai além do vínculo familiar, indicando alinhamento de interesses. Para a Justiça, há indícios de que o policial civil teria utilizado sua função pública em benefício da milícia, tanto ao supostamente fornecer armamento de sua propriedade quanto ao tentar interferir em procedimentos policiais para favorecer comparsas. As investigações apontam ainda que a milícia atuante em Queimados era estruturada de forma hierarquizada e voltada à prática de extorsões contra comerciantes e mototaxistas da região. O grupo utilizava como fachada a empresa “Mibius Segurança Privada” e realizava cobranças de “taxas” por meio de transferências via PIX, a partir de linhas telefônicas vinculadas à suposta empresa.

EXCLUSIVO: Traição e guerra: miliciano negociou Catiri com o Comando Vermelho e explodiu disputa sangrenta em Bangu. Há briga também com o TCP

Uma investigação da Polícia Civil aponta que a disputa pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu, foi intensificada após a negociação da área por um miliciano com o traficante conhecido como Doca, apontado como integrante do Comando Vermelho. O caso é apurado no inquérito nº 034-02388/2025, instaurado na 34ª DP (Bangu), que investiga a investida da facção para expansão territorial nas comunidades do Catiri e da Carobinha, em Campo Grande, além dos confrontos com grupos milicianos historicamente atuantes na região. De acordo com a investigação, o Catiri era tradicionalmente dominado pela milícia liderada por “Marquinho Catiri”, morto em 2022. Durante sua atuação, ele concentrava o controle de diversos serviços ilícitos, como TV a cabo clandestina, internet, exploração do solo urbano, fornecimento de gás, entre outros. No setor de transporte alternativo, teria imposto a exploração de vans e kombis a um operador conhecido como “Gordinho”, mediante pagamento mensal. Após a morte de Marquinho, o controle da região teria sido assumido por “Montanha”, que manteve os acordos previamente estabelecidos. Posteriormente, surge no cenário o criminoso conhecido como “Pirulito”, descrito como homem de confiança do antigo líder, que, após deixar o sistema prisional, teria tomado o controle do Catiri ao romper com Montanha. A disputa entre os dois pelo domínio territorial levou Montanha a buscar alianças com outras lideranças milicianas, sem sucesso. Segundo informações de inteligência, nesse contexto, Pirulito teria negociado a região com Doca, liderança do Comando Vermelho oriunda do Complexo da Penha, com apoio de outro criminoso conhecido como “Pezão”. O relatório final da investigação indica ainda que antigos aliados de Montanha — entre eles Gordinho, Pirulito e um ex-policial civil conhecido como “Pulgão” — romperam com a milícia e passaram a atuar em conjunto com o Comando Vermelho, sob a liderança de Doca, com o objetivo de retomar e monopolizar o transporte alternativo no Catiri. A disputa pelo território foi marcada por episódios de violência. Um dos casos citados é o homicídio de Anderson da Cunha Figueiredo, ocorrido no estacionamento do Bangu Shopping. Segundo o relatório, ele seria ligado à milícia e sua morte estaria relacionada à tentativa de assumir o controle do transporte de vans, contrariando interesses de Gordinho. Atualmente, Montanha e outro apontado como líder da milícia local, conhecido como “Gaspar”, tiveram pedido de prisão temporária à Justiça. Há um processo que tramita sob sigilo por organização criminosa. Pirulito também figura entre os alvos das investigações. Gaspar chegou a ser preso no ano passado, mas acabou sendo solto e posteriormente absolvido. Na ocasião, policiais apreenderam um fuzil dentro de um veículo, porém não foi possível comprovar judicialmente que ele estava no carro, já que teria fugido junto com um comparsa ao perceber a chegada dos agentes. Nas redes sociais, circularam recentemente informações — ainda não confirmadas oficialmente — de que, a mando de Montanha, Gaspar teria executado três pessoas no Catiri, conhecidas como “Canudo”, “Bibi” e “TH”, sob a acusação de desvio de dinheiro da organização criminosa. Também houve boatos sobre a suposta morte de Gaspar, o que não foi confirmado. A região do Catiri vive há anos um cenário de conflitos armados entre milicianos e o Comando Vermelho. Mais recentemente, segundo relatos, também houve rompimento com traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP), que anteriormente mantinham aliança com o grupo paramilitar. Ainda de acordo com informações divulgadas em redes sociais, um traficante conhecido como “Sabão”, ligado ao TCP, teria exigido que Gaspar deixasse comunidades como Coreia e Rebú, alegando insatisfação com sua gestão no Catiri. Há também relatos de que Gaspar estaria escondido na Vila Aliança, de onde continuaria a dar ordens. Após as mortes das três pessoas mencionadas, publicações indicam que um grupo formado por milicianos e traficantes da Vila Aliança teria ido até o Catiri e entrado em confronto armado com aliados de Montanha, na localidade conhecida como Chico Mendes. O motivo seria a discordância em relação às execuções, diante da falta de certeza sobre as acusações que teriam motivado os crimes. A investigação segue em andamento e busca esclarecer a dinâmica das alianças, rupturas e episódios de violência ligados à disputa pelo controle territorial e econômico na região.

Milicianos de Rio das Pedras estariam na Serrinha (TCP) para planejar ataque ao Fubá e Campinho, ambos CV

A reportagem recebeu informação de que milicianos dr Rio das Pedras, em Jacarepaguá, estariam escondidos no Complexo da Serrinha, em Madureira O objetivo, segundo relatos, seria preparar uma investida para retomar os morros do Fubá e do Campinho que estão dominados pelo Comandk Vermelho desde o ano passado. Quem estaria de frente neste bonde seria o miliciano Macaquinho que já comandou essas comunidades mas as vendeu para o Terceiro Comando Puro. Depois que foi solto, ele se refugiou em Rio das Pedras assim como outros ex-integrantes da milícia do Fubá e do Campinho Para se capitalizar e financiar o ataque, os bandidos da Serrinha estão fomentando os roubos na região. Circula também a informação que os raficantes da Serrinha (TCP).estariam prometendo descontar nos morros do Faz Quem Quer e Jorge Turco, ambos ,CV, o baque que tomaram da facção rival no Para Pedro na madrugada de hoje que resultou em quatro mortes .A qualquer momento pode estourar uma guerra na região.

Biel do Feijão (CV) e comparsas foram denunciados por morte de homem e tortura de amigo acusados por eles de pertencer à milícia

O Ministério Público Estadual denunciou traficantes do Comando Vermelho vulgos Biel do Feijão (preso recentemente), Wandgol, Nego e Negueba por um homicídio cometido em 30 de janeiro de 2026, por volta de 14:20h, no bairro Paraíso, em São Gonçalo. O crime foi praticado por motivo torpe , isto é, por retaliação à suposta atuação da vítima em atividade de milícia em área dominada pelo tráfico de drogas controlado pelo CV. O crime ainda foi praticado em condições que resultaram perigo comum , na medida em que realizado em pleno dia e em via pública, onde várias pessoas potencialmente transitam. A vítima Carlos Alberto foi perseguida em plena via pública, logo após ser abordada em um posto de gasolina situado próximo ao local dos fatos, sendo alcançada de forma súbita e alvejada por disparos de arma de fogo J.M.C.C que estava junto de Carlos Alberto, foi sequestrado sofrendo o golpe conhecido como “mata-leão”, impedindo qualquer tentativa de socorro ou interferência em favor de amigo. Biel do Feijão eficazmente para o crime, na medida em que exercia posição de liderança na associação criminosa instalada na localidade e, nesta condição, os crimes interligados à atuação da referida malta dependiam de seu comando, autorização e anuência, sendo ele o responsável por ditar as regras a serem cumpridas por seus subalternos. J.M.C.C foi torturado no afã de obter informações sobre sua atuação em atividade de milícia , com emprego de violência, consistente em chutes e socos, além de grave ameaça, exercida com emprego de arma de fogo e afirmações de que ceifariam sua vida, causando-lhe sofrimento físico e mental. J foi conduzido à força para o interior daComunidade do Feijão, onde passou a ser constrangido mediante emprego de violência física e grave ameaça, com a finalidade de coagi-la a fornecer informações aos denunciados acerca de sua suposta participação, bem como de Carlos Alberto na atividade típica de milícia que estaria sendo instalada na localidade. Não foi revelado nos autos como ele conseguiu escapar da morte.

Mesmo sem antecedentes, candidata é barrada na PM por companheiro ser investigado por milícia

A Justiça do Rio de Janeiro deu provimento a recurso do Governo do Estado e reformou decisão que havia permitido a continuidade de uma candidata no concurso para soldado da Polícia Militar (PMERJ), mesmo após sua reprovação na fase de investigação social e documental. A candidata havia sido considerada inapta nessa etapa em razão de informações relacionadas ao seu companheiro, um policial penal apontado como suspeito de envolvimento com milícia. Ele foi preso em 1º de dezembro de 2022 por agentes da 66ª DP (Piabetá), durante a Operação Residente, em cumprimento a mandado expedido pela Vara Criminal de Inhomirim, em Magé, sob acusação de falsificação de documento público. Segundo registros da investigação, o policial penal também foi citado em ocorrência que apura crimes de roubo a residências e extorsão (RO nº 066-02101/2022), além de suspeita de participação em organização criminosa de natureza paramilitar que atuaria em Piabetá, na Baixada Fluminense, com práticas de intimidação e violência contra moradores. A denúncia aponta ainda que o caso teve ampla repercussão na imprensa e que a candidata possuía cadastro como visitante no sistema penitenciário, onde constava como companheira do investigado. De acordo com a Diretoria de Recrutamento e Seleção de Pessoal da PMERJ, a candidata informou em seu Formulário de Informações Confidenciais (FIC) a prisão do companheiro ocorrida em 2018, mas teria omitido dados relevantes sobre a prisão mais recente, em 2022. A omissão foi considerada determinante para a reprovação na etapa de exame social, que avalia a conduta moral e a idoneidade dos candidatos. Apesar de ter sido aprovada nas demais fases do concurso — incluindo provas objetiva e discursiva, teste físico, exames de saúde, avaliação psicológica e toxicológica —, a candidata não avançou em razão do resultado negativo na investigação social. A defesa sustentou que o companheiro foi absolvido, por falta de provas, em processo anterior (autos nº 0266880-55.2018.8.19.0001), com trânsito em julgado em julho de 2020. Argumentou também que o inquérito relacionado aos fatos de 2022 foi posteriormente arquivado a pedido do Ministério Público. Os advogados destacaram ainda que não há qualquer registro de infração penal ou conduta desabonadora atribuída à candidata, defendendo que não seria razoável sua exclusão do certame por fatos imputados a terceiros. Mesmo assim, ao analisar o recurso, a Justiça entendeu pela validade da eliminação na fase de investigação social, acolhendo os argumentos do Estado e restabelecendo a reprovação da candidata no concurso da PMERJ. A decisão da Justiça contra a candidata só ioforma a cassação da liminar que a beneficiou, não tem outras explicações.

Zeus e RD convocam rivais para pularem para o CV

Segundo postagens que circulam nas redes sociaisc, integrantes ligados à Tropa do Zeus (CV), da comunidadec da Muzema, no Itanhangá, e membros ligados à Equipe RD (CV), e até mesmo o próprio perfil do RD, estão postando cartazes onde dizem que o “muro está baixo” e que estão aceitando qualquer um que quiser pular para suas equipes.

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