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denúncia

ADPF das favelas tem denúncias de execução e torturas na megaoperação na Penha e Alemão

O processo da ADF 635, conhecida como ADPF das favelas, traz denúncias de várias entidades da sociedade civil falando sobre a prática de execução e tortura durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. “Muitos dos corpos retirados dazona de mata têm sinais de execução, com tiros na testa e nas costas ou marcas de esfaqueamento. Alguns foram encontrados com as mãos amarradas, e um deles chegou a ser decapitado” A denúncia fala em pânico entre a população diretamente causado pela operação – “Moradores relataram situações de pânico. Enquanto a polícia atirava dos céus pelo helicóptero, em terra, agentes ateavam fogo emresidências para encurralar traficantes. Presos entre as balas e as chamas, moradores desesperados pediam ajuda. Em meio ao estresse, uma senhora infartou dentro de casa, mas teve o atendimento negado por agentes de segurança. Uma grávida ainda foi agredida por se recusar a liberar o acesso aoseu celular consequentemente, haveria “indícios muito fortes de descumprimento das medidas determinadas pela Corte (STF). Em resposta à ADPF, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) encaminharam relatórios relativos à conformidade operacional e aos resultados oficiais da Operação Contenção. No tocante à natureza da operação e ao seu planejamento, informaram que a “Operação Contenção”, ação conjunta das Polícias Militar e Civil, realizada em 28/10/2025 na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um enfrentamento ao Comando Vermelho, descrita como organização criminosa altamente estruturada, fortemente armada e com histórico deresistência violenta. O objetivo era cumprir 51 mandados de prisão e 145 mandados de busca e apreensão da 42ª Vara Criminal, além de mandados de outros estados. O efetivo total de agentes públicos foi de aproximadamente 650 agentes da Polícia Civil e 1.800 integrantes da Polícia Militar.Oarmamento empregado incluiu fuzis 5,56 mm e 7,62 mm e pistolascalibre .40. Para o apoio tático, foram empregados 32 blindados terrestres, drones e 12 veículos de demolição. O uso de helicópteros foi restrito a plataforma de observação e orientação, sem apoio aéreo aproximado de ataque. Quanto à conformidade da Operação Contenção, o Governo do Estado assegurou que a operação foi conduzida em estrita observância aos parâmetros constitucionais e às diretrizes da ADPF nº 635. Afirmou que a operação foi previamente autorizada e formalmente comunicada ao Ministério Público. Membros do GAECO/MPRJ acompanharam diretamente todas as fases operacionais, inclusive na Sala de Comando e Controle no DGPE (Departamento-Geral de Polícia Especializada) e no briefing tático. As Corregedorias-Gerais das PolíciasCivil e Militar acompanharam a ação institucionalmente. Segundo informou, foi garantido que os policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e todos os policiais militares envolvidos na ação estavam equipados com câmeras corporais (COPs). A respeito da assistência às vítimas, foram disponibilizadas 06 ambulâncias posicionadas em áreas seguras, com profissionais treinados para atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto. O socorroimediato aos feridos foi priorizado, com encaminhamento ao HospitalGetúlio Vargas.Informou que a preservação do local para perícia foi dificultada devido à área onde ocorreram os confrontos ser de mata de difícil acesso, o que comprometeu a integridade da cena. Além disso, destacou que foi amplamente noticiado que corpos foram removidos do local de confronto. Não obstante, asseverou que todos os corpos foram submetidos a exame de necropsia detalhado, registro fotográfico e busca por projéteis.Segundo as informações, a facção Comando Vermelho utiliza armamento pesado, rádios comunicadores e câmeras de vigilância para controle territorial e contenção armada. Além disso, ressaltou que os criminosos utilizam equipamentos públicos civis, como escolas e postosde saúde, como pontos fortificados de ataque e defesa contra as forças desegurança. Categoria Quantidade Detalhes RelevantesOpositoresNeutralizados(Mortos)117 A Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL) apurou que 95% possuíam vínculo comprovado com o Comando Vermelho (CV). 62 eram oriundos de outrosestados (Pará, Bahia, Amazonas, Goiás, entre outros). Vítimas Policiais 4 Além de 4 vítimas fatais, 13 agentes do Estado ficaram feridos (5 da SEPOL e 8 da SEPM). PessoasDetidas/Apreendidas(Total)99 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante. Deste total, há 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros Estados. Armas de FogoApreendidas 122 Incluindo 96 fuzis, 25 pistolas e 1 revólver.Munições e Carregadores260 carregadores e aproximadamente 5.600 munições. O armamento padronizado era 5,56 mm e 7,6. Apreensões de drogas: 12 artefatos Aproximadamente 22 kg de cocaína e 2toneladas de maconha. Asseverou que o cumprimento das ordens judiciais foi objeto dedetido planejamento operacional, aprovado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), planejamento que contemplou o mapeamento de risco e a definição de força compatível com a ameaça, em estrita observância ao protocolo de uso proporcionalda força e às normativas internas da SEPOL, sempre com acompanhamento e ciência do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Prosseguiu informando que a operação foi deflagrada em 28/10/2025, sendo acompanhada em tempo real pelas Corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e pela Coordenação do GAECO. O Promotor de Justiça responsável pela investigação esteve presente naCidade da Polícia desde as primeiras horas do dia 28/10/2025participando do briefing e acompanhando a operaçãonformou que, em diligências iniciais, o GAESP solicitou à Corregedoria da Polícia Civil providências quanto a supostas violações de direitos, e requereu à Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar e à Ouvidoria da Polícia Militar a preservação das imagens geradas pelas câmeras corporais (COPs), bem como esclarecimentos sobreo efetivo empregado.A Notícia de Fato nº 601/2025 foi distribuída à 5ª Promotoria deJustiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo do Rio de Janeiro. Destacou que, em 1/11/2025, foi instaurado o Procedimento Investigatório Criminal nº 2025.0780409, no bojo do qual diversas providências já foram realizadas, dentre as quais as oitivas do Coronel da PMRJ responsável pela execução da operação, e do Delegado Diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, além da requisição de informações edocumentos comprobatórios às Secretarias de Polícia Militar, de PolíciaCivil, bem como às Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O Procurador Geral de Justiça salientou, também, que o MPRJ promoveu diversas intervenções visando à preservação da independência técnica das perícias. Uma equipe técnico-pericial do MPRJ realizouperícia independente em conformidade com as determinações da

MP se negou a passar para nossa reportagem detalhes dos depoimentos de PMs envolvidos em megaoperação na Penha e Alemão mas divulgou relatório para emissora de TV

O Ministério Público Estadual do Rio se negou a passar para a reportagem relatório com os depoimentos de policiais envolvidos na megaoperaçâo nos complexos do Alemão e da Penha. Entretanto,  enviou as informações para uma emissora de televisão. Segundo o que foi divulgado pela emissora, o documento informa que menos da metade dos policiais usavam câmeras corporais e que dois casos de mortes foram fora do padrão de confrontos A Promotoria se limitou em informar em nota que as informações requeridas pelo relator foram entregues nesta quarta-feira (12/11) e estão disponíveis no processo da ADPF. O MPRJ prestará esclarecimentos após a conclusão das investigações. Vale lembrar que o MPRJ sempre passa conteúdo de denúncias de suas operações exclusivamente para esse canal de TV e quando a reportagem vai pedir o documento, a assessoria de imprensa diz que não divulga denúncias. .FONTE: MPRJ

Morador morreu baleado durante guerra de facções em Meriti

Um morador conhecido como Tio Hélio morreu baleado durante um tiroteio entre traficantes na localidade de Trio de Ouro, em São João de Meriti, na noite de ontem. “Covardia que fizeram com meu pai, esse lugar tá ridículo, a guerra deles afeta os moradores. Ninguém faz nada, ficam assistindo a gente ser aterrorizado TODOS os dias” A área é dominada pelo Terceiro Comando Puro e vem sendo atacada constantemente por traficantes do Comando Vermelho.ç Moradores relataram que não há presença frequente da polícia no local. e quando há patrulhamento, o tráfico continua atuando inclusive praticando extorsões FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Página Ui Meriti (Facebook)

Polícia descobre esquema de fabricação artesanal de fuzis, metralhadoras e munições para posterior venda

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) realizam, nesta quinta-feira (13/11), uma operação para apurar a existência de uma estrutura voltada à fabricação artesanal e ao comércio irregular de armas de fogo, munições e acessórios bélicos. As diligências ocorrem no Rio de Janeiro e no Paraná, com o apoio da Polícia Civil paranaense. O objetivo é o cumprimento de mandados de busca e apreensão. A investigação teve início a partir da análise técnica de dados extraídos de dispositivos eletrônicos apreendidos em fase anterior da operação, submetidos à perícia digital. O conteúdo analisado revelou um expressivo volume de comunicações, trocas de arquivos e registros audiovisuais, demonstrando a existência de negociações frequentes e sistemáticas de artefatos bélicos de uso permitido e restrito, além de insumos destinados à recarga e montagem de munições. No decorrer da apuração, foi possível identificar relações estáveis de colaboração entre fabricantes, intermediários e compradores, que atuavam na produção de munições de calibres diversos e na comercialização de fuzis e metralhadoras de fabricação artesanal. As mensagens interceptadas e os registros financeiros evidenciam lucros elevados (entre 100% e 150%), bem como o uso de transportadoras privadas para o envio clandestino de armamentos, com orientações expressas sobre dissimulação do conteúdo e ocultação da identidade do remetente. Os agentes descobriram, ainda, a existência de pontos de fabricação e armazenamento, onde eram mantidos ferramentas, peças de reposição, insumos e equipamentos de recarga. Parte das armas produzidas ou adquiridas irregularmente foi distribuída a terceiros, sem controle legal. FONTE: PCERJ

Soldado do CV teria caído no ‘tribunal do tráfico’ após ter fuzil apreendido pela polícia, diz jornalista

Um soldado do Comando Vermelho foi levado ao chamado “tribunal do tráfico” nas últimas horas após perder um fuzil durante uma operação da Polícia Militar. Segundo relatos, o crim!noso, conhecido como “Kika”, chegou a ser preso, e o armamento apreendido. Horas depois, ele foi liberado da delegacia, mas o fuzil permaneceu sob custódia da polícia. Afirmaram que Kika não conseguiu repor o armamento e já era alvo de insatisfação dentro da própria facção por outros erros. Por isso, teria sido levado ao tribunal do tráf!co, realizado dentro da favela da Kelson, onde acabou “jogado fora” — expressão usada pelos crim!nosos para indicar a execuç4o de alguém. A mãe do traficante procura pelo co/rpo do filho na comunidade, mas, segundo as mesmas fontes, ele teria sido jogado na Baía de Guanabara. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Preso em Bangu 3 e com acesso a celulares, traficante do CV continua comandando o crime em Cabo Frio

Mesmo preso no presídio de Bangu 3, o traficante que tem os vulgos de Bigode, Tubarão e Waguinho controla controla o comércio ilegal de entorpecentes no bairro Manoel Correa (Favela do Lixo) sob a marca do Comando Vermelho. Ele delega o controle do empreendimento extramuros ao seu subordinado que tem os vulgos de Maestro e Uando que coordena a distribuição da droga para o abastecimento da comunidade em Cabo Frio, e assume as funções do Bigode junto ao Conselho do CV de forma ampla na Região dos Lagos. Ele também delega a administração imediata da Favela do Lixo ao gerente B da Glock (GL) que articula o comércio local diretamente subordinado ao Maestro que se esconde na Rocinha na Zona sul do Rio de Janeiro. Dentre as atribuições de B da Glock lhe cabe contratar os gerentes de preço, vapores e soldados assim como articulando a própria mãe, Tia do Tráfico, quem lhe presta auxílio guardando armas e entorpecentes em sua residência e homiziando narcotraficantes locais, favorecendo-lhes a fuga, se necessário; aproveitando em benefício da organização a aparente idoneidade objetiva de uma casa habitada por uma senhora. Bigode financia a compra de armamento de grosso calibre para domínio do território ocupado por sua narcofacção. Em tempo presente, a busca e apreensão em presídio realizada em maio de 2024 certifica que o traficante permanece tendo acesso ao telefone celular no presídio. Ao passo que os desenhos de Bigode estampados nos entorpecentes apreendidos no dia 26/04/2025, assim como o desenho do Bigode na bandoleira do fuzil apreendido comprovam que o próprio continua exercendo o pleno domínio do fato de dentro do cárcere. As canções coligidas no aplicativo de músicas SounCloud, por seu turno, comprovam por músicas recentes de 2025 2 que a hierarquia do Comando Vermelho se mantém com o “Zero Um” preso em Bangu, As músicas também são capazes de comprovar que os ataques recentes contra as facções rivais são coordenados pelo próprio Bigode e o Maestro, especificando ainda os bairros atacados: Valão, Tangará, Cajueiro e Jacaré. FONTE: TJ-RJ

Suposta mandante de homicídio de mulher para ficar com a filha dela tinha fixação na criança e exigia que ela a chamasse de mãe

Leia agora informações a respeito de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, suposta mandante do assassinato de Laís Oliveira Gomes Pereira, ocorrido na semana passada, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Tudo isso com base em relatos de testemunhas.  Gabrielle mandou executar o crime para ficar com a filha da vítima, tinha fixação pela criança. Ela exigia que a menina a chamasse de mãe. Gabrielle chegou a ameaçar Laís  por meio de mensagens nas redes sociais, há muito tempo. Laís, no entanto, nunca mencionou estar sendo seguida, ameaçada ou observada recentemente. Não demonstrava medo.  Mas a única pessoa com quem teve desavença foi Gabrielle.  A suspeita, no entanto, falou que não faz ideia do que aconteceu com Laís nem da motivação nem de quem seria o autor;  Gabrielle foi mencionada por testemunhas como muito controladora e queria tomar conta de tudo;  A suspeita  sempre queria a atenção da vítima, ligava e quando não era atendida mandava várias mensagens ficando de mal; A investigada fazia favores mas sempre deixava a entender que era ela que estava no controle da situação. Ela era possessiva com a menina e sempre queria mostrar que pode dar mais a garota do que a vítima;. Laís ficava incomodada mas não dizia nada pois queria paz;  Sempre que a criança faltava a escola por qualquer motivo, quando estava com a vítima Gabrielle arrumava confusão com a vítima. Gabrielle chegou a ser proibida de pegar a menina na escola pela escola, após fazer uma confusão por não terem deixado a garota sair mais cedo sem a autorização do pai ou da mãe;  Depois que começou a se envolver com o primeiro marido de Laís, Gabrielle arrumou muita confusão com a vítima, em 2022, tendo ameaçado ir no curso da vítima e bater nela (…)”. A vida de Laís virou um inferno.  FONTE: TJ-RJ

Líder da milícia de Rio das Pedras tem mais dois homicídios nas costas

Um dos líderes da milícia de Rio das Pedras, o bandido conhecido como Gerlan, que está preso,  é suspeito de mais dois homicídios que viraram processos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em um deles, Gerlan foi acusado da morte de Guilherme Mota Ribeiro. Conforme apurado, o criminoso convocou mototaxistas da localidade da Araticum para uma reunião no local conhecido como “campo do Sertão”, ocasião em que impôs, de forma autoritária, a obrigatoriedade do pagamento de taxas à organização criminosa por ele liderada.  Ao término da reunião, Gerlan determinou que a vítima, a qual exerceria a função de coletar dinheiro de mototaxistas, mas para traficantes de drogas, se dirigisse à Estrada do Sertão, na curva do “S”, onde, segundo os elementos constantes dos autos, executou pessoalmente Guilherme.  O exame de corpo de delito de Necropsia concluiu que “a causa da morte foi por lesão polivisceral, mecanismo de morte, evento terminal, provocado pela ação vulnerante de instrumento que penetrou e transfixou o crânio (face), tronco e membros”.  Os autos dão conta de que Gerlan teria gravado um vídeo, divulgado por ele mesmo, no qual se vangloria do homicídio, afirmando que a vítima “ficou de exemplo”, o que demonstra a intenção de intimidar a comunidade local e consolidar o domínio territorial da milícia.  O outro caso que tramita na Justiça é o assassinato de Pedro Henrique dos Santos Pires, morto em 25 de maio de 2023. Pelo menos quatro homens em três motocicletas participarem do homicídio. Gerlan foi flagrado desembarcando de uma motocicleta de baixa cilindrada, de cor branca, tipo scooter, empunhando uma arma de fogo que parece ser pistola na mão e vai na direção na vítima executá-la, empreendendo fuga neste mesmo veículo em seguida. Cinco meses antes do crime, a vítima e Gerlan tiveram um desentendimento,  ocasião em que o miliciano desferiu um “soco” na boca da vítima, causando-lhe ferimento em razão do aparelho que ele usava. Os dois eram colegas em Rio das Pedras  se afastando após essa discussão. A vítima trabalhava como entregador “freelancer” do Ifood e iria começar um curso de barbeiro, sem qualquer envolvimento com crimes, nunca tendo sido preso, sem notícia de outras brigas ou ameaças além das informadas. FONTE: TJ-RJ

Mãe denunciou e filho foi preso suspeito de matar mulher em Sepetiba

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (10), o homem apontado como autor dos disparos que mataram Laís Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. A própria mãe o denunciou. Uma mulher seria a mandante e pagou R$ 20 mil aos autores pelo crime. Segundo as investigações, Davi de Souza Malto teria agido com Erick Santos, que dirigia a moto utilizada no crime. Santos, que se entregou na Delegacia de Homicídios, já estava preso. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Davi foi identificado por meio de imagens de câmeras de segurança e acabou localizado após denúncia da própria mãe, Kelly da Silva Souza. Ela contou aos policiais que reconheceu o filho nas imagens divulgadas pela imprensa e que “não imaginava que Davi fosse capaz de cometer um crime como este.” Agentes realizam diligências para identificar o mandante e a motivação do homicídio. FONTE: PCERJ

Bandido que comanda o PCC no Sul da Bahia e que chegou a ser preso no Paraguai vivia em residência de luxo no Rio de Janeiro

A maior liderança do PCC no Sul da Bahia, o traficante Abraãozinho vivia em residência de alto luxo no Rio de Janeiro. Ele se utilizava de um homem chamado Gabriel como um auxiliar de comando, lhe repassando orientações, que são retransmitidas aos demais integrantes como se Gabriel fosse o líder. Abraãozinho oreintava Gabriel em diversas questões financeiras e inclusive quanto à possibilidade de ocultação de dados dos aparelhos celulares apreendidos, tendo ainda orientado a transferir bens para terceiros, Há informação de que foi encontrada conversa entre Gabriel e Abraãozinho a respeito de um sequestro por ele realizado juntamente com outro indivíduo identificado por”fogo”, tendo matado a vítima posteriormente. Abraãozinho chegou a se encontrar com Gabriel no Rio de Janeiro. Ele chegou a ser preso no Paraguai em 2017, em Ciudad del Este. Sua base de atuação era as cidades de Teixeira de Freitas, Nova Viçosa, Mucuri, Posto da Mata e Itabatã. FONTE: Site jurídico Jusbrasil

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