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Milicianos insatisfeitos estariam deixando Rio das Pedras e se aliando ao CV na Gardênia Azul levando armas

Segundo informações divulgadas nas redes sociais, milicianos estão deixando Rio das Pedras e se aliando a traficantes do Comando Vermelho da Gardênia Azul, em Jacarepaguá. Alguns deles teriam saído da comunidade levando fuzis e pistolas. O motivo seria insatisfação com os frentes de Rio das Pedras. Uma página no twitter publicou o depoimento de um deles, que disse que um miliciano estaria fazendo covardias e usando drogas, dizendo que vai dar tiro na cara. Ele disse que vários pediram coisas ao tal miliciano e ele não atenderia em nada. “Ele não está nem aí para ninguém”. ‘Está a maior bagunça, morador do Areal sofre com ele, doidão de droga pow” Rolas boatos que se os donos não fizerem nada a respeito dessas covardias dos frentes, os soldados vãão tentar mudar a bandeira da comunidade. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Quadrilha de Adilsinho teria ligações com o PCC. Polícia faz operacâo contra jogos de azar online

Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta quinta-feira (16/10), a “Operação Banca Suja”, uma ação de grande porte destinada a desmantelar uma estrutura criminosa sofisticada, atuante no ambiente digital e na economia paralela fluminense. A quadrilha alvo da ação é liderada pelo contraventor conhecido como Adilsinho e teria ligações com o PCC. O esquema de exploração de jogos de azar on-line, fraudes contra apostadores e lavagem de dinheiro movimentou mais de R$ 130 milhões em apenas três anos. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e outras medidas judiciais na capital, Duque de Caxias e Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A ação inclui ainda bloqueios de R$ 65 milhões em contas bancárias e de R$ 2,2 milhões em bens (oito automóveis), além de autorização para sequestro de outros bens localizados no decorrer da operação. O objetivo é desestruturar toda a base financeira do grupo.A “Operação Banca Suja” integra a política institucional de “seguir o dinheiro” (follow the money) e atacar os alicerces econômicos das organizações criminosas. A meta é interromper fluxos financeiros ilícitos, proteger consumidores de fraudes, impedir a reciclagem de capitais criminosos e recuperar ativos para o estado, atingindo diretamente o financiamento de facções e redes criminosas com base territorial na Baixada e na capital. “Empresas que operam dentro da legalidade acabam dividindo o mesmo espaço competitivo com estruturas que atuam simultaneamente na legalidade e na ilegalidade, tornando-se prejudicadas por esse desequilíbrio. Essa é uma das pegadas importantes da investigação. Ao seguir o dinheiro, atacar os fluxos financeiros e descapitalizar estruturas criminosas, a Polícia Civil vai além da repressão direta e enfraquece os alicerces econômicos que sustentam facções e redes organizadas”, afirmou o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. As apurações revelaram fortes ligações entre o grupo e estruturas criminosas de grande porte na Baixada Fluminense, em especial a chamada “máfia do cigarro”, responsável por extensas redes de contrabando, corrupção e financiamento de atividades ilícitas. Também foram identificadas ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de empresas que comercializam filtros de cigarro e recebiam transferências de pessoas jurídicas vinculadas ao núcleo principal — evidenciando um elo interestadual e nacional, em um nível de articulação raramente identificado no estado. “Operações como esta, que resultaram no bloqueio de dezenas de milhões de reais, assumem relevância especial ao se considerar que esses valores poderão ser revertidos em favor da Polícia Civil, financiando o próprio combate ao crime organizado. Ao mesmo tempo, fortalecem o estado e enfraquecem as organizações criminosas”, destacou o diretor do Departamento-Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), delegado Henrique Damasceno. De acordo com as investigações, para dissimular os valores ilícitos, o grupo utilizava empresas de fachada, transferências fracionadas e operações simuladas, espalhando as transações por diversas contas e ramos de atividade. Além dos crimes financeiros, os núcleos investigados são suspeitos de ordenar homicídios de desafetos e concorrentes, como forma de manter o controle sobre territórios e negócios ilegais, ampliando o potencial de periculosidade da organização.“Identificamos empresas que, aparentemente, atuam como de fachada, mas que movimentaram milhões de reais em um período muito curto — de seis meses a um ano — na tentativa de conferir aparência de legalidade às suas operações. Essas empresas se inserem no mercado formal, realizando transações financeiras de volume extremamente elevado e inflado por recursos provenientes de atividades criminosas, o que distorce a concorrência e prejudica o mercado legítimo”, explicou o delegado Renan Mello, da DCOC-LD. FONTE: PCERJ

Guerra entre o CV e o TCP em Costa Barros está no seu terceiro dia consecutivo

Moradores afirmaram que está no terceiro dia de confrontos entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. De acordo com os relatos, o confronto começou por volta das 16h. Algumas regiões do Complexo da Pedreira, como o Morro do Chaves e outras áreas de Barros Filho, seguem sem energia elétrica devido aos conflitos ocorridos durante a última noite. A disputa no.locaĺ ocorre entre bandidos dos complexos do Chapadão (CV) contra a Pedreira (TCP estamos esquecidos , abandonados !! Segurança , nunca tivemos !! e agora nem unidade de saúde temos mais , largados pra morrer !!toda favela tem bandido , mas também tem muitos moradores que merecem o mínimo de dignidade ! Quase todas as favelas do RJ tem uma unidade do Upa e todas tem tiroteios , tráfico e etc , a pergunta é : vão fechar todas as unidades ou só os ‘ esquecidos ‘ de costa barros que ficarão sem ? os moradores não tem culpa dessas guerras territoriais, disse uma moradora local. FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Bandidos, um do CV e outro do TCP, exibiam armas em redes sociais. Um deles foi preso

O criminoso conhecido como “Léo Bala”, apontado como um dos maiores assaltantes do estado do Rio de Janeiro, fez e publicou diversos vídeos nas redes sociais. Integrante do Terceiro Comando Puro (TCP), ele é ligado ao tráfico do Morro da Primavera, em Cavalcanti, na Zona Norte da cidade, e é conhecido por comandar e participar de roubos de carros e cargas. Durante patrulhamento na comunidade Kelsons, policiais do GAT do 16º BPM prenderam Matheus Ferreira da Silva, conhecido como “Kika”, apontado como segurança de chefe do tráfico local e que exibia armas nas redes sociais. Ele foi levado à 22ª DP após se recusar a informar seus dados. Durante a ação, os agentes apreenderam um fuzil calibre 5,56. FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Relembre detalhes da apreensão de fuzis que levou a condenação de chefe de quadrilha que é alvo de operação da PF hoje no Rio. Armas foram ilegalmente fabricadas com destino à comercialização

O chefe da quadrilha responsável pela fabricação de fuzis que eram negociados com traficantes da Rocinha e do Complexo do Alemão que é alvo de operação da Polícia Federal hoje, Silas Diniz Carvalho, foi condenado recentemente a 13 anos e seis meses de prisão por uma apreensão ocorrida em um apartamento de luxo na Barra da Tijuca em 2023 de 47 fuzis, 40 carregadores e 267 cartuchos, além de maquinário para montagem de armas de fogo, munições, bens de luxo e comprovantes de depósito; Na ocasião, não foram apresentados certificados, registros, notas ficais ou quaisquer outros documentos correspondentes que pudesse sugerir a legalidade do porte das armas ou, ainda, a tentativa de regularização. Na realidade, além de serem de uso restrito, os laudos periciais atestaram que as armas foram fraudulentamente fabricadas, circunstância que evidencia a impossibilidade de sua legalização ou uso regulamentar. “O logo e demais informações inscritos na armação da arma de fogo questionada estão fora dos padrões de gravação da fabricante indicada”, concluindo, em resposta ao segundo quesito, que: “Trata-se de armas de fogo com características distintas das produzidas pelo fabricante indicado. Sendo assim, não é possível determinar suas características originais”. Foi concluído que as armas foram ilegalmente fabricadas para serem destinadas à comercialização, não sendo crível sustentar que seriam para uso ou porte pessoal. No caso dos autos, havia indicativos da existência de uma associação criminosa organizada para a distribuição de armamento de alto poder vulnerante.Acrescente-se que a prova oral colhida em audiência demonstra que o indivíduo não identificado, que chegou à residência em automóvel, transportava, de uma única vez, dez fuzis. FONTE: TJ-RJ

Bandido mantém roubos de carga na região da Pedreira (TCP) e vai de contra lideranças da área que cogitaram pegá-lo

Douglas Oliveira dos Santos, conhecido como “Pudim”, de 33 anos, é apontado como chefe de uma quadrilha de roubo de cargas e uma das principais lideranças do tráfico no Morro da Quitanda, no Complexo da Pedreira, em Costa Barros. Ele teria assumido o controle após a prisão de “TH” e estaria gerando insatisfação entre outros chefes do TCP por manter os roubos de carga na região, mesmo após a determinação para suspender as ações e evitar novas operações policiais. Há relatos que algumas lideranças chegaram a cogitar “jogá-lo fora” — expressão usada para indicar a execução de alguém. Considerado de alta periculosidade e com diversas passagens pelo sistema prisional, “Pudim” está em liberdade desde junho de 2023 e possui mandado de prisão preventiva por roubo qualificado. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Traficantes do TCP mandaram moradores fazer protesto contra reforço de policiamento em Costa Barros

Criminosos ligados ao TCP determinaram que moradores faccionados realizassem ataques e manifestações contra o reforço do policiamento em Costa Barros. A manifestação pelo fechamento da UPA, que até então seguia de forma pacífica, foi tumultuada logo após a ordem da facção. Em vídeo divulgado pelo jornalista Bruno Assunção nas redes sociais, um homem contou que foi sequestrado por dois bandidos na UPA de Costa Barros em 30 de setembro quando fazia medicação. E teve que provar aos criminosos que nâo era traficante e sim trabalhador e acabou sendo liberado. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

PM expulsa policial suspeito de envolvimento com milícia em Nilópolis

A Polícia Militar expulsou de seus quadros um policial conhecido como Azul acusado de integrar uma milícia qie extorquia comerciantes e um determinado morador da cidade de Nilópolis. A investigação iniciou a partir dos depoimentos de uma vítima, a qual já esgotada de todos os meios que possuía para realizar pagamentos à milícia, chegando a supostamente possuir um débito de taxa de segurança no valor de aproximadamente R$ 30.000,00 (trinta mil reais) e ter bens levados pelos criminosos, denunciou o esquema. Azul tinha como uma de suas funções a realização de cobranças, sendo que foi ele quem pegou o veículo da vítima, dizendo que iria quitar a suposta dívida, e que o veículo seria devolvido somente após o pagamento total da suposta dívida. O PM já havia sido condenado a uma sanção de 04 (quatro) anos e 06 (seis) meses de reclusão pela prática do delito de extorsão.Sua defesa alegou que ele não cometeu crime nenhum. De acordo com o depoimento da vítima, Azul teria lhe exigido pagamento de valores como “taxa de segurança” e, em razão do não pagamento, em certa ocasião o PMN compareceu à sua residência e se apropriou de seu veículo, fato este presenciado pela sua mãe. Um outro PM também investigado foi considerado capaz de permanecer na corporação. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PM põe em conselho de disciplina que poderá expulsar sargento suspeito de receber propinas de traficantes de Petrópolis

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que poderá levar a expulsão de seus quadros, de um policial militar preso recentemente por suposto envolvimento com traficantes de Petrópolis. Segundo investigações, desde meados de agosto de 2023, o sargento PM mantinhatinha contato quase que diário com o traficante Macumbinha por meio de colóquios travados através do aplicativo WhatsApp e repassava informações estratégicas e sigilosas a traficantes em troca de pagamentos semanais que eram realizados na conta corrente de uma terceira pessoa. O envolvimento do PM com a associação fica claro também em diálogos envolvendoMacumbinha e outros interlocutores. Nas conversas, é possível ver que entre 16Jun2024 e 20Jul2024, foram feitas cinco transferências no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) cada em nome de uma mulher para um homem, todas referentes à contraprestação paga por um criminoso pelas informações recebidas repassadas pelo sargento. Além de Macumbinha, foram identificados outros traficantes que se beneficiavam das informações e efetuavam os pagamentos de propina.As conversas mostraram que o policial militar em questão trabalhava fornecendo informações sobre a rotina policial e desviando denúncias, a fim de assegurar que áreas controladas por determinados chefes do tráfico de drogas na cidade de Petrópolis não fossem atingidas por ações policiais, recebendo em contrapartida pagamentos semanais de propinas. O PM operava fornecendo dados sobre as atividades policiais e ocultando denúncias com o intuito de garantir que regiões sob o controle de certos líderes do tráfico dedrogas não fossem alvos de intervenções policiais, recebendo, em troca, pagamento regulares. O PM tinha ciência em razão do cargo e que deveria ter permanecido em segredo, em prejuízo da administração militar, na medida em que, após colocação de um GPS em uma viatura da Polícia Militar, passou a monitorar sua posição e informá-la a Macumbinha e outros traficantes a ele associados. As mídias encaminhadas pelo sargento a Macumbinha demonstram que es-te atuava como seu informante, pois colaborava com o criminoso acerca da posição dos demais policiais militares e das operações realizadas. Além disso, informa ter ―apagado‖ denúncias em desfavor de traficantes para beneficiar a horda criminosa. E ainda, Macumbinha encaminhava os ―prints‖ das conversas com o PMa diversos contatos, inclusive Felipinho, traficante que divide com ele a liderança naslocalidades de Secretário e Nogueira, e que realizava pagamentos ao policial em comento por meio de con-tas de terceiros, sendo informado expressamente pelo sargento os alvos atuais da Polícia Militar, a posição dos policiais e eventuais informantes. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Traficante Corinthians, chefão do TCP na Baixada, comanda um esquema de roubo a motoristas de aplicativo e recebe metade do dinheiro do que é arrecadado. SAIBA COMO FUNCIONA

O traficante Corinthians que comanda o Barro Três, em Duque de Caxias, dominado pelo Terceiro Comando Puro, recebe metade do que uma quadrilha fatura com o roubo de veículos de aplicativo na região. Ele tem um gerente que providencia os roubos, vulgo Mano ou Kikito. Os bandidos chamam os motoristas de aplciativo para o beco do Esquilo ou Travessa Nilton Campos, onde o motorista é abordado, tem suas contas bancárias esvaziadas e em seguida o carro é levado para o corte na comunidade do Barro 3. Os criminosos Robert, Marcos, Jefferson, Neguinho, Wallace, Guilherme, MT, Vitinho, Babu são responsáveis por abordar as vítimas. Elas são abordadas e obrigadas a colocar a senha no celular até a conta bancária ser esvaziada. Que a vítima que se nega a dar a senha ou não se lembra, é agredida até o telefone celular ser desbloqueado. como sendo um dos que aborda as vítimas. Os criminosos prestam contas a Nikito, que posteriormente o dinheiro ser repassado a Corinthians. Em média são feitos uns vinte roubos desse modo por semana. Os horários que os suspeitos chamam os motoristas pelo aplicativo são aleatórios O vulgo MT é quem vai levar as armas de fogo para quadrilha e quem faz o recolhe do dinheiro. Algumas mulheres chamam os motoristas através dos aplicativos uber e 99 táxi para Travessa Ceará nº 10, Travessa Milton Campos nº 10 e Estrada Francisco Netto 115 todos localizadas na Comunidade Parque São José. FONTE: Polícia Civil do RJ

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