Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

Atentado contra bicheiro foi coisa de organização criminosa de alta periculosidade ligada ao jogo do bicho, diz Justiça. Mandante ainda não foi apontado

Ainda não se tem o mandante, mas para a Justiça, o modus operandi usado no atentado contra o contraventor Vinicius Drummond em julho noa Barra da Tijuca denota envolvimento de organização criminosa de alta periculosidade, ligada à contravenção do jogo do bicho, cujos integrantes são conhecidos pelo uso de ameaça e violência para se desfazerem de provas e intimidarem testemunhas. Por certo, a existência de notória disputa territorial por pontos de contravenção se mostra como cenário incontroverso, conforme amplamente divulgado na imprensa e demonstrado pelos documentos juntados aos autos, que correlacionam a vítima à cúpula do jogo do bicho. Segundo a Justiça, a disputa, que já vitimou diversas pessoas envolvidas ou não na contravenção, incute na sociedade temor e incerteza quanto à intervenção do poder público em solucionar a situação de extrema violência que aterroriza a população. Ademais, salta aos olhos a audácia dos envolvidos ao, em plena luz do dia de uma sexta-feira, efetuar diversos disparos de arma de fogo de alto calibre em uma das principais vias da cidade, colocando em efetivo risco os cidadãos que por lá transitavam, a denotar evidente desprezo pela vida alheia e pelo próprio aparato estatal. O risco de reiteração delitiva também se mostra presente, exsurgindo do próprio modus operandi e circunstâncias do delito como também das anotações criminais dos indiciados, além do fundado indício de um dos investigados ser ligado a grupo criminoso voltado à prática de crimes gravíssimos, notadamente homicídios e extorsões. Há possibilidade de relação dos investigados com a guerra desencadeada no Rio de Janeiro para tomada de pontos de contravenção, razão pela qual a ausência de efetiva resposta estatal funcionaria como “aval” para continuidade dos homicídios. A investigação prévia se mostrou robusta, em que pese ainda não acabada, logrando êxito em detalhar a dinâmica criminosa e as conduta de um dos investigados não só na manhã e na tarde do dia do crime (11/07/2025) como também nos dias anteriores, em que os indiciados planejaram cuidadosamente o crime, levantando a rotina da vítima e identificando as janelas de oportunidade espacial e temporal para a execução FONTE: TJ-RJ

Bandidos do CV do Mato Grosso pagariam R$ 80 mil mensais para se esconder em favelas do Rio

Uma investigação do Ministério Público de Mato Grosso revela que chefes da facção Comando Vermelho no estado estariam pagando até R$ 80 mil por mês para se esconder em favelas do Rio de Janeiro, como Rocinha, Vidigal, Penha e Complexo do Alemão. O valor seria pago em parte em dinheiro e em parte em fuzis, para garantir proteção e abrigo em áreas dominadas pelo tráfico, segundo o GAECO. De acordo com os investigadores, essas lideranças comandam o tráfico em Mato Grosso à distância, mesmo enquanto estão abrigadas no Rio. Lideranças do CV-MT foragidas: Jonas Souza Garcia Júnior, o Batman; Angélica Silva Saraiva de Sá, a Angeliquinha; e Jéssica Leal da Silva, a Arlequina. FONTE: MP-MT

Miliciano que abandonou o grupo de Zinho, foi considerado traidor e se aliou a oponentes na Baixada Fluminense poderá retornar para a quadrilha, diz relatório da Justiça. Guerras e disputas internas provocaram cerca de 100 mortes

Preso em 2022 em São Paulo, o miliciano Latrell, que era um dos principais nomes da milícia de Zinho mas foi considerado traidor e acabou abandonado a quadrilha poderá voltar a compô-la devido a sua proximiddade com Naval, um dos novos chefes do grupo, segundo um relatório da Justiça. Latrell depois que foi preso solicitou ficar na cadeia que abrigava milicianos da Baixada Fluminense tendo se aliado ao grupo de Tandera, que é rival ao de Zinho. Latrell se encontraria diretamente vinculado aos confrontos armados que as milícias travaram. Foi listada uma série de homicidios em estillo de execução e tendo como motivação principal a disputa de territórios ou divergências pessoais. Podem ser mencionados ao menos 100 homicídios em razão de disputas territorias ou internas na milícia. O criminoso cuidada de todas as atividades da milícia desde as mais corriqueiras às mais sofisticadas. Ele decidiu sair da milícia do Zinho em 2022 por não concordar com a forma como determinadas dinâmicas criminosas se deram. Uma delas seria a que Zinho teria adotado em relação aos rivais de ataques a familiares dos mesmos, promovendo expulsão das localidades de moradia, apropriando-se de bens (móveis e imóveis) e até decretando mortes, o que não foi bem visto por Latrell e outros integrantes da milícia Por conta disso, Latrell abandonou a quadrilha sem contudo promover oposição direta a Zinho alegando suposta lealdade à Família Braga.Devido a tais fatos, foi considerado traidor razão pela qual foi se refugir em São Paulo onde acabou preso. Na época, foi pedido para que ele não ficasse alocado em galeria do sistema penitenciário destinadas aqueles que pertencessem à milícia de Zinho e sim para os que se declaravam apoio à milícia da Baixada, que fazia oposição a Zinho. FONTE: TJ-RJ

Milicianos voltaram a entrar em conflito em Jacarepaguá

Segundo relatos à reportagem, os paramilitares de Rio das Pedras teriam matado dois milicianos da Taquara, um deles de vuigo Coringa. Isso ocorreu porque a milícia da Taquara teria se aliado aos paramilitares do Catiri, em Bangu, e também aos de Santa Cruz, que são rivais de Rio das Pedras. A milícia de Rio das Pedras teria se juntado ao grupo do Boto e do Capitão América, que domina a comunidade Dois Irmãos, em Curicica, que estava em guerra recente com o Comando Vermelho. A milícia da Taquara que era dominada por Nem da Malvina teria perdido todas as suas áreas para Play do Jordão e Léo Problema. FONTE: Página Milícia RJ News (Twitter)

Contabilidade divulgada por jornalista mostra quanto moradores e comerciantes pagam para traficantes do Quitungo (CV)

Quitungo, em Brás de Pina, que mostra os valores que os traficantes receberiam de comerciantes e moradores locais. Ferros velhos, por exemplo, teriam que pagar de R$ 1.000 a R$ 1.500. Quitinetes – R$ 400 a R$ 600. Barbeiro – R$ 400 Bar – R$ 500 Casas – R$ 400 a R$ 1.000 Apartamentos – R$ 300 a R$ 400 A área é dominada pelo Comando Vermelho e sofre influência direta do Complexo da Penha. Na semana passada, durante a megaoperação, foi preso Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, que era o frente do Quitungo. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Miliciano de Rio das Pedras foi até Petrópolis matar um motorista de aplicativo a mando do grupo paramilitar

Um miliciano de Rio das Pedras vulgo Sem Alma foi até Petrópolis cometer um homicídio contra um motorista de aplicativo Yuri Zumba Borges da Silva, no dia 01 de novembro de 2024, na localidade conhecida como Torres do Morin, Estrada do Castelinho. E ele cometeu o crime a mando dos milicianos Um dia antes, a vítima Yuri teria saído de casa, por volta das 00:h30, afirmando que iria trabalhar e, após esse dia, não retornou para casa, sendo encontrada morta, alvejada por vários projéteis de arma de fogo. Após o início das investigações, se verificou que o suspeito do crime, oriundo do Rio de Janeiro e com envolvimento com a milícia de Rio das Pedras, esteve no local dos fatos, conforme narrado pela testemunha L.D.S.C, proprietário do bar localizado próximo ao local onde foi encontrado o corpo da vítima. O acusado teria solicitado uma corrida, por meio do aplicativo Uber, para o bairro da Freguesia, na cidade do Rio de Janeiro. O motorista confirmou ter levado o investigado até a cidade do Rio de Janeiro e que, após uma abordagem policial, ele teria sido preso em flagrante por estar portando uma arma de fogo de uso restrito, calibre 9mm, mesmo calibre do projétil retirado do corpo da vítima Yuri. Os indícios de autoria são fortes, na medida em que os elementos informativos colhidoS apontam o miliciano como autor do crime cometido em face da vítima Yuri, sobretudo pelas declarações do, motorista de aplicativo que transportou o investigado da cidade de Petrópolis até a cidade do Rio de Janeiro, sendo certo que ele teria buscado o indiciado nas proximidades do local onde o homicídio foi praticado. Além disso, a outra testemunha afirmou ter visto o investigado no local dos fatos, tendo ele sido preso em flagrante, muito possivelmente com a arma usada para a prática do homicídio contra a vítima Yuri. A arma apreendida com o investigado é uma pistola calibre 9 mm e se pode afirmar que a vítima foi morta a tiros disparados com arma de igual calibre, sendo, inclusive, arrecadado próximo ao corpo um estojo de munição com essa especificação. Ainda, um celular idêntico ao que a vítima usava foi encontrado com o ora investigado. FONTE: TJ-RJ

Guerra interna no TCP se acirra na Ilha

A disputa interna entre Neves, chefe do TCP no Morro do Dendê, e Neguinho, chefe do Boogie Woogie, ganhou mais um capítulo no último sábado (8). De acordo com relatos, por causa do desentendimento entre os dois criminosos, moradores do Complexo do Dendê, na Ilha do Governador, foram proibidos de comparecer à festa de aniversário de Neguinho. Segundo relatos, Neves teria imposto a proibição e publicado nas redes sociais um aviso de que quem desobedecesse a ordem seria punido. A rivalidade entre os dois, que pertencem à mesma facção criminosa, começou no início deste ano. Ainda conforme a apuração, o motivo da briga seria a divisão do dinheiro arrecadado com cobranças a moradores, comerciantes e motoristas de aplicativo. Neguinho defendia que os valores fossem divididos igualmente — 50% para cada —, mas Neves discordou, o que teria intensificado o conflito. fONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Traficantes da Penha (CV) proibiam comparsas de levar fuzil para eventos organizados para moradores

Mensagens captadas pela polícia apontam que bandidos do Complexo da Penha proibiram que traficantes locais entrassem com fuzis em eventos na comunidade. Nem bebidas alco´licas poderiam levar “A entrada de qualquer amigo de fuzil, responsável por firma, dono, gerente, segurança, vapor, seja o que for, está proibida a entrade de fuzil no campo Bebidas como cerveja, uísque, red bull, vinho também não pdiam e havia o alerta para não deixar na mochila. “Malandro demais se atrapalha” Integrante da quadrilha que toma atitude isoldada sem consultar as lideranças, leva punição Havia conversas ainda dos traficantes falando sobre a movimentação de viaturas e eles sabiam até a troca de plantão dos agentes FONTE: PCERJ

Envolvidos com o TCP foram chamados para uma reunião com milicianos em Itaborai e acabaram mortos. PM e ex-PM presos recentemente são suspeitos do crime

No dia 24/06/2025, por volta das 21h30min, Diego Siqueira da Silva Ferraz e Cristiano Caldeira foram mortos a tiros em Itaborai. Na ocasião, as vítimas, apontadas como integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro, teriam sido atraídas ao local sob o pretexto de uma reunião com milicianos, ocasião em que teriam sido surpreendidas e executadas por estes.  Os indícios colhidos no curso da investigação, notadamente as imagens de câmeras de segurança, apontam para a participação de um PM e um ex-PM presos recentemente  Câmeras de segurança instaladas nas proximidades do local dos fatos registraram, logo após o crime, o veículo GM/Prisma, como características semelhantes ao pertencente ao do PM  empreendendo fuga pela Rua Padre Mariano de Castro Araújo, em direção à Avenida São Miguel, acompanhado de outro automóvel não identificado. Por sua vez, câmeras de segurança situadas na Rua Desembargador Saturnino de Albuquerque registraram, momentos após o crime, a saída do veículo Toyota Corolla, cor prata, placa LQS-4204, vinculado ao mex-PM (fls. 208-211). Conforme ressaltado pela Autoridade Policial, as mencionadas vias são paralelas, circunstância que indica que ambos os veículos se encontraram nas imediações do local onde ocorreram as execuções. Ressalte-se, ainda, que, logo após o crime, o PM  deu entrada no Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, , apresentando ferimento por projétil no joelho esquerdo. Com o intuito de justificar o ferimento – possivelmente decorrente de confronto com as vítimas -,o PM  teria apresentado versão inverídica perante a autoridade policial, relatando suposta tentativa de roubo ocorrida na BR-493.  Tal narrativa foi desmentida pelo ofício da Polícia Rodoviária Federal o qual confirmou não haver registro de passagem do veículo GM/Prisma no local e horários indicados. No que concerne ao veículo Toyota Corolla, placa LQS-4204, registrado pelas câmeras no entorno do local do crime, verifica-se que, embora formalmente pertencente a uma empresa.informações de inteligência colhidas pela Autoridade Policial apontam que o automóvel pertence, de fato, ao ex-PM. Durante vigilância velada, policiais civis lotados na DH-NSG identificaram o referido veículo estacionado na garagem do condomínio onde a companheira do ex-PM. Moradores do local, que preferiram não se identificar por receio de represálias, confirmaram que o automóvel pertence ao ex-PM   e relataram que ambos residem juntos no endereço mencionado. Por fim, pesquisas em fontes abertas revelaram postagens que associam o PM e ao ex-PM  ia um grupo miliciano atuante nos bairros Retiro São Joaquim, Joaquim de Oliveira e Vale do Sol, o que reforça os fortes indícios de que ambos participaram dos homicídios. FONTE: TJ-RJ

Chefões do TCP na Maré foram denunciados por homicídio de entregador de atestados médicos por terem visto no celular dele fotos em companhia de bandidos rivais

Chefões do Terceiro Comando Puro do Complexo da Maré entre eles Menor P, Pescador e Mangolé foram denunciados pelo homicídio de  Douglas Marcolino Henrique. Ele exercia atividade profissional voltada à entrega e coleta de atestados médicos para uma empresa, razão pela qual se dirigiu à comunidade Vila do João, situada no Complexo da Maré. A análise dos áudios extraídos de um dos aparelhos celulares da vítima revela, de forma clara, que Douglas esteve presente na comunidade naquela manhã, tendo se deslocado entre a UPA da Maré e o Centro Municipal de Saúde da Vila do João, ambos localizados no interior da referida comunidade, nos horários compreendidos entre 11h00min e 11h18min – intervalo próximo ao momento de sua morte. Após adentrar a comunidade, a vítima teria sido abordada por indivíduos armados pertencentes à facção criminosa denominada Terceiro Comando Puro (TCP), que exerce domínio territorial sobre a região.  Durante a abordagem, os criminosos teriam inspecionado o aparelho telefônico de Douglas, onde foram encontradas imagens que o mostravam portando armas de fogo, dinheiro e em companhia de indivíduos supostamente ligados à facção rival. Há ainda indicativos de que a vítima tentou se evadir da ação dos criminosos, sendo alvejada pelas costas. Ressalte-se que Douglas possuía dois aparelhos celulares, sendo que apenas o utilizado para fins laborais foi encontrado junto ao seu corpo, havendo fortes indícios de que o outro permaneceu sob posse dos narcotraficantes da Vila do João. A denuncia foi rejeitada pela Justica sob alegaçâo de que nâo não se verifica qualquer testemunho ou elemento investigativo que indique, de forma concreta ou mesmo em caráter meramente hipotético, quem teria ordenado ou autorizado a execução da vítima. Tampouco há qualquer indício de que os líderes da organização criminosa que atua na localidade tenham tido conhecimento prévio do fato ou participado da decisão que culminou no homicídio. Com efeito, todas as testemunhas ouvidas em sede policial não apontaram qualquer nome de supostos traficantes envolvidos na execução, tampouco indicaram quem teria dado a ordem ou autorizado a prática do crime.  FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima