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denúncia

PM põe em conselho de disciplina que poderá expulsar sargento suspeito de receber propinas de traficantes de Petrópolis

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que poderá levar a expulsão de seus quadros, de um policial militar preso recentemente por suposto envolvimento com traficantes de Petrópolis. Segundo investigações, desde meados de agosto de 2023, o sargento PM mantinhatinha contato quase que diário com o traficante Macumbinha por meio de colóquios travados através do aplicativo WhatsApp e repassava informações estratégicas e sigilosas a traficantes em troca de pagamentos semanais que eram realizados na conta corrente de uma terceira pessoa. O envolvimento do PM com a associação fica claro também em diálogos envolvendoMacumbinha e outros interlocutores. Nas conversas, é possível ver que entre 16Jun2024 e 20Jul2024, foram feitas cinco transferências no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) cada em nome de uma mulher para um homem, todas referentes à contraprestação paga por um criminoso pelas informações recebidas repassadas pelo sargento. Além de Macumbinha, foram identificados outros traficantes que se beneficiavam das informações e efetuavam os pagamentos de propina.As conversas mostraram que o policial militar em questão trabalhava fornecendo informações sobre a rotina policial e desviando denúncias, a fim de assegurar que áreas controladas por determinados chefes do tráfico de drogas na cidade de Petrópolis não fossem atingidas por ações policiais, recebendo em contrapartida pagamentos semanais de propinas. O PM operava fornecendo dados sobre as atividades policiais e ocultando denúncias com o intuito de garantir que regiões sob o controle de certos líderes do tráfico dedrogas não fossem alvos de intervenções policiais, recebendo, em troca, pagamento regulares. O PM tinha ciência em razão do cargo e que deveria ter permanecido em segredo, em prejuízo da administração militar, na medida em que, após colocação de um GPS em uma viatura da Polícia Militar, passou a monitorar sua posição e informá-la a Macumbinha e outros traficantes a ele associados. As mídias encaminhadas pelo sargento a Macumbinha demonstram que es-te atuava como seu informante, pois colaborava com o criminoso acerca da posição dos demais policiais militares e das operações realizadas. Além disso, informa ter ―apagado‖ denúncias em desfavor de traficantes para beneficiar a horda criminosa. E ainda, Macumbinha encaminhava os ―prints‖ das conversas com o PMa diversos contatos, inclusive Felipinho, traficante que divide com ele a liderança naslocalidades de Secretário e Nogueira, e que realizava pagamentos ao policial em comento por meio de con-tas de terceiros, sendo informado expressamente pelo sargento os alvos atuais da Polícia Militar, a posição dos policiais e eventuais informantes. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Traficante Corinthians, chefão do TCP na Baixada, comanda um esquema de roubo a motoristas de aplicativo e recebe metade do dinheiro do que é arrecadado. SAIBA COMO FUNCIONA

O traficante Corinthians que comanda o Barro Três, em Duque de Caxias, dominado pelo Terceiro Comando Puro, recebe metade do que uma quadrilha fatura com o roubo de veículos de aplicativo na região. Ele tem um gerente que providencia os roubos, vulgo Mano ou Kikito. Os bandidos chamam os motoristas de aplciativo para o beco do Esquilo ou Travessa Nilton Campos, onde o motorista é abordado, tem suas contas bancárias esvaziadas e em seguida o carro é levado para o corte na comunidade do Barro 3. Os criminosos Robert, Marcos, Jefferson, Neguinho, Wallace, Guilherme, MT, Vitinho, Babu são responsáveis por abordar as vítimas. Elas são abordadas e obrigadas a colocar a senha no celular até a conta bancária ser esvaziada. Que a vítima que se nega a dar a senha ou não se lembra, é agredida até o telefone celular ser desbloqueado. como sendo um dos que aborda as vítimas. Os criminosos prestam contas a Nikito, que posteriormente o dinheiro ser repassado a Corinthians. Em média são feitos uns vinte roubos desse modo por semana. Os horários que os suspeitos chamam os motoristas pelo aplicativo são aleatórios O vulgo MT é quem vai levar as armas de fogo para quadrilha e quem faz o recolhe do dinheiro. Algumas mulheres chamam os motoristas através dos aplicativos uber e 99 táxi para Travessa Ceará nº 10, Travessa Milton Campos nº 10 e Estrada Francisco Netto 115 todos localizadas na Comunidade Parque São José. FONTE: Polícia Civil do RJ

CV deu baque em área do TCP na Maré e matou um. Relatos de que houve pânico e correria

Segundo informações divulgadas na página Maré Não Vive no Facebook, por volta das 4h, um carro passou pela comunidade do Palace (TCP), no Complexo da Maré, e um de seus ocupantes atirou acertando uma pessoa. O som dos disparos gerou pânico e correria no baile que era realizado na Vila do João. Moradores relataram momentos de tensão e medo. A pessoa atingida não resistiu e veio a óbito. De acordo com o que saiu nas redes sociais, o ataque teria sido promovido por bandidos da Favela do Parque Arará, em Benfica, dominada pelo Comando Vermelho, que deixou um morto. Os autores ainda teriam levado uma arma dos rivais, não sabendo se foi pistola ou fuzil. “Essa já é a terceira vez que isso vem acontecendo, e sempre entre a vj e palace, misericórdia”, disse uma moradora. FONTE: Página Maré Não Vive (Facebook) e Submundo Criminal (Facebbok)

Homem é suspeito de matar o companheiro de sua ex em Friburgo

Policiais civis da 151ª DP (Nova Friburgo) realizam buscas para localizar o criminoso que assassinou brutalmente o atual companheiro de sua ex-namorada, na madrugada da última quarta-feira (08/11), no bairro Horto do Vino, em Nova Friburgo. O assassino, que já foi identificado, está foragido desde o crime. Segundo investigações, o agressor teria cometido o homicídio após descobrir que a ex-namorada, com quem ainda tinha um caso, estava em um relacionamento com outro homem. Ao se encontrar com a vítima na casa da mulher, o criminoso teria tentado desferir golpes de machado no homem e, após ser desarmado pelo mesmo, o empurrou de uma altura em que a queda o deixou desacordado. Nesse momento, o acusado teria colocado a vítima no porta mala do carro e desaparecido.Após três dias de diligências, agentes da unidade encontraram o corpo da vítima, na última sexta-feira (10/10), em uma ribanceira da região. O homem estava amarrado e com lesões brutais derivadas de golpes de machado, que levaram à sua morte. Diante dos fatos, agentes realizam diligências e trabalhos de inteligência para localizar o assassino. Caso a população tenha qualquer informação sobre o paradeiro do homem, a Polícia Civil solicita e orienta que entrem em contato diretamente com a delegacia de Nova Friburgo pelo número (22) 98131-5050. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Traficante que teria implantado o CV na Bahia controla os negócios diretamente do Complexo da Penha

Investigações demonstraram que a organização criminosa Raio A , sob a liderança de Manoaldo Falcão Costa Júnior, vulgo “Gordo Paloso”, opera a partir das favelas Mandela ePenha, no Rio de Janeiro, coordenando a distribuição de drogas para diversos estados do Brasil, com especial atuação na Bahia. Ele estaria homiziado desde 2016 em favelas do Rio de Janeiro, notadamente no Complexo da Penha – principal reduto do CV – convivendo lado a lado com lideranças do Comando Vermelho, como Anderson Souza (“Buel”). Há indicativos de que Manoaldo foi o responsável pela implantação do Comando Vermelho na Bahia, estabelecendo ponte entre a facção carioca e grupos criminosos locais (como o Raio A). Mensagens de áudio, texto e fotos demonstram claramente essa tentativa de Manoaldo de fazer do Bairro São Pedro em Itabuna a mesma estrutura criminosa das favelas cariocas, ou seja,controle total da criminalidade e de serviços essenciais, além de impedir acesso das forças policiaisao local. Autointitulado “Panda”, utiliza a foto do animal, simbolo da liderança do Comando Vermelho, Anderson Souza (“Buel”), também chamado “Tropa do Cris”. Operação das forças policiais do Rio de Janeiro no Complexo do Alemão descobriu a casa onde possívelmente Buel residia “No Rio de Janeiro, Gordo Paloso controlava tudo auxiliado pela sua ex-mulher que busca contas bancárias em nomes de terceiros para “alugar” e assim receber os recursos ilícitos em troca de uma determinada quantia a titulo de “aluguel” Outro integrante desse núcleo no Rio de Janeiro teve sua conta utilizada com o seu consentimento para transações financeiras relativas ao tráfico de drogas e como “laranja” do Gordo Paloso na Casa De Festa Estrela Da Vinte.” “Outra operadora financeira estabelecida no Rio de Janeiro, se encontra presa e apesar das informações da quebra de sigilo bancários de transações relevantes com outros integrantes da Organização Criminosa, inclusive, transferências bancárias de milhares de reais para empresas de fachada em Foz do Iguaçu, em sede de interrogatório não consegue explicar o motivo destas transações.” Além de São Paulo e Rio de Janeiro a Orcrim possuía células distribuídas em Itabuna, Ilhéus, Camacan, Aracaju, Brusque, Rondônia e Foz do Iguaçu, sendo identificados múltiplos núcleos operacionais responsáveis por distribuição de entorpecentes, armazenamento de armas de fogo e ocultaçãode valores ilícitos através de “laranjas” e empresas de fachada.” FONTE: TJ-BA

Traficante do CV morto hoje na Praça Seca foi ‘promovido’ na facção após conquistar território. Bairro onde ocorreu a morte tinha dono (que caiu no ‘tribunal’) que arrendava áreas para chefões

Anos atrás, o traficante Matuê, morto em confronto com a polícia hoje na Praça Seca, atuava no Morro do 18, em Água Santa, e já era naquela época considerado homem de guerra da facção Comando Vermelho atuando muito na conquista de novos territórios. Em uma destas conquistas, Matuê  acabou ganhando uma “promoção”, ficando como frente do Morro da Barão, na Praça Seca. A região da Praça Seca tinha um dono: era o traficante Paulo Muleta, que teria caído no ‘tribunal do tráfico’ do Comando Vermelho há alguns anos.Muleta, no entanto, não geria os negócios: ele  arrendava a região para outros traficantes, ou seja, cobrava um valor para que a comunidade fosse explorada com o tráfico de drogas, sendo assim expandindo seus domínios;  Entre as lideranças que arrendavam a área estavam Doca, Abelha e Pedro Bala, que deixaram pessoas de sua confiança como “frentes” gerenciando atividades criminosas ali desenvolvidas;  Na comunidade da Barão o “frente atual” é o bandido de vulgo “Tiriça” e na comunidade do Bateau Mouche os “frentes” são os traficantes de vulgo “Sussê” ou “Sussé” e “DVD”. FONTE: TJ-RJ e Polícia Civil do RJ

Após suposto baque do CV, que terminou em morte, traficantes do Amarelinho (TCP) teriam proibido a entrada de motoristas de aplicativo

Segundo informações que circulam na internet, traficantes do Conjunto Amarelinho, em Irajá, área dominada pelo Terceiro Comando Puro, teriam proibido a circulação de motoristas de aplicativo na comunidade. A suposta regra passou a figurar depois que a localidade foi atacada por rivais do Comando Vermelho De acordo com relatos, um veículo não identificado entrou no Conjunto Amarelinho (TCP) e atirou em direção aos envolvidos com TCP na boca de fumo. Os invasores teriam conseguido matar um rival conhecido como Zamorano. Informações dão conta de que os invasores eram da Vila Norma (CV) em São João de Meriti na Baixada Fluminense. FONTE: Blog Crimes News RJ

Operação mira cúpula do CV no Rio

Em uma grande resposta ao crime organizado, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) representou pela prisão dos chefões e de outros membros da facção narcoterrorista Comando Vermelho por integrarem um grande esquema de roubo de veículos no estado fluminense. Nesta terça-feira (07/10), agentes da 53ª DP (Mesquita) e da 18ª DP (Praça da Bandeira) estão nas ruas para cumprir 20 mandados de prisão preventiva contra integrantes do grupo. A ação emblemática é um importante passo da Polícia Civil para responsabilizar essas lideranças, com a aplicação da chamada Teoria do Domínio Final do Fato. O intenso trabalho investigativo, que durou dois anos, identificou uma complexa teia de atividades ilícitas que financiam a facção. Cada criminoso tinha uma função específica para a execução dos roubos, sendo os veículos levados para comunidades dominadas pelo Comando Vermelho, com autorização dos chefes locais e ciência de toda a estrutura da facção. O roubo de veículos representa uma das principais fontes de financiamento da organização criminosa, justamente pela alta rentabilidade e liquidez desse tipo de crime. Os indiciados são: Luiz Fernando da Costa, o “Fernandinho Beira-Mar”;Ricardo Chaves de Castro Lima, o “Fú”;Márcio Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”;Ocimar Nunes Robert, o “Barbozinha”;Paulo César Batista de Castro, o “Paulinhozinho”;Cláudio Augusto dos Santos, o “Jiló”;Marcus Vinícius da Silva, o “Lambari”;Márcio Gomes de Medeiros Roque, o “Marcinho da Paula Ramos”;Juan Roberto Figueira da Silva, o “Cocão”;Durval de Araújo Alexandre, vulgo “Ratinho” ou “Rato Velho”;Jefferson Luiz Rangel Marconi;Adriano Barbosa de Souza, o “Graxinha”;  Leandro Daniel de Souza Araújo;Lucas Emanuel da Silva Claudino, o “Natureza”;Anderson da Conceição Rocha, o “Adidas” ou “Gazela”;William Sousa Guedes, o “Corolla” ou “Chacota”;Marcelo Bastos Fernandes, o “Ratinho”;  Adriano Souza Freitas, o “Chico Bento”;Raphael Felisberto da Silva’, o “Pivete”;e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha, o “Abelha”. Com provas contundentes, após investigação meticulosa, a autoridade policial utilizou-se da medida que permite responsabilizar não apenas os autores imediatos dos roubos, mas também as lideranças que, mesmo sem participar da execução direta, são os verdadeiros articuladores desses crimes e se beneficiam do resultado criminoso, tendo o domínio da ação delituosa. Parte deles já está presa, e os mandados serão cumpridos no sistema penitenciário. Os demais estão foragidos da Justiça. A ação representa um divisor de águas na garantia da responsabilização dos atos transgressores, abrindo precedente para adoção dessa teoria por todas as delegacias de polícia do estado contra as chefias das organizações criminosas, que, até então, saíam ilesas. Com essas prisões, os integrantes que já se encontram presos, passam a ter prejudicada qualquer possibilidade de soltura com base em progressão de regime ou outro benefício legal. A polícia prossegue na investigação buscando a localização dos demais membros que estão soltos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Máfia dos cigarros ou contravenção: hipóteses investigadas para execução de policial em Niterói

O inspetor da Polícia Civil Carlos José, de 59 anos, foi executado ontem em Niterói com pelo menos 12 tiros de dois calibres diferentes. Segundo a Delegacia de Homicídios (DHNSG), o crime foi premeditado, e a vítima vinha sendo seguida há alguns dias. Os criminosos usaram um Ônix branco clonado na ação. Agora, a polícia investiga se o crime está ligado à contravenção, à máfia de cigarros ou ao trabalho do policial que atuava na delegacia de Madureira (29ª DP), região que tem muitos conflitos entre traficantes do Terceiro Comando Puro e do Comando Vermelho. Três suspeitos foram presos pelo crime, dentre eles dois PMs. O Sistema de Cercamento Eletrônico e as câmeras de monitoramento do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) da Prefeitura de Niterói foram fundamentais para auxiliar as forças de segurança a prender três suspeitos envolvidos na morte de um policial civil em Piratininga na manhã desta segunda-feira (06). Desde as primeiras horas após o crime, os guardas municipais do Cisp — que conta com mais de 600 dispositivos eletrônicos de monitoramento, incluindo as câmeras inteligentes do cercamento espalhadas por toda a cidade — identificaram um veículo Ônix branco que teria sido usado no assassinato. Com base nas imagens do sistema de Cercamento Eletrônico, foi possível monitorar todo o trajeto feito pelo carro. Uma das suspeitas levantadas é de que o veículo seria clonado; o carro verdadeiro, de São José do Rio Preto (SP), estava sendo colocado à venda. O Ônix branco utilizado pelos criminosos foi abandonado em uma estrada vicinal e incendiado na tentativa de apagar os rastros. Através do convênio do Cisp com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o serviço de inteligência dos órgãos cruzou informações e descobriu que o veículo havia saído de Niterói em direção ao Rio de Janeiro, orientando as forças de segurança para localizá-lo em Xerém. Agentes de diversas forças de segurança acionaram simultaneamente a Polícia Militar e a Delegacia de Homicídios (DH). “Tão logo os agentes da Guarda Municipal que atuam no Cisp souberam do crime iniciaram a coleta de informações. Assim, em contato com os policiais que atendiam a ocorrência, souberam que o veículo utilizado pelos criminosos foi um Ônix branco. Não existia nenhuma outra informação do veículo. Nosso sistema de inteligência artificial fez o rastreamento com os dados disponíveis e identificou o veículo e a rota de fuga utilizada. Foi um trabalho de tecnologia e integração que permitiu um resultado rápido”, detalhou o secretário de Ordem Pública, coronel Gilson Chagas. As investigações do Cisp apontaram ainda que um Jeep Compass preto, também envolvido no crime, passou pelas câmeras de monitoramento neste domingo (05), com a placa regular e sem histórico ou registro de roubo naquele momento. A informação foi confirmada pela equipe de inteligência do Cisp, por meio do cruzamento de dados do sistema. “A integração entre as forças de segurança é fundamental para esses bons resultados”, afirmou Felipe Ordacy, secretário do Gabinete de Gestão Integrada de Niterói. “É muito importante que a Prefeitura mantenha esse acompanhamento e união com as polícias. O criminoso não é municipal, nem federal, nem estadual. Temos que nos unir para defender a população, e é isso que Niterói faz”, disse. FONTE: Polícia Civil do RJ e Prefeitura de Niterói

PM que comandou roubos em casa no Complexo do Alemão (CV) foi preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva do cabo da Polícia Militar Leandro Silva Pereira dos Santos, acusado pelos crimes de violação de domicílio, roubo qualificado, constrangimento ilegal e dano simples. Segundo a investigação, os ilícitos foram cometidos durante uma operação policial realizada em janeiro deste ano, na comunidade do Complexo do Alemão, em Ramos, na Zona Norte da capital.  A denúncia relata que Leandro e policiais militares ainda não identificados entraram de maneira clandestina em uma residência do Complexo do Alemão, em 15 de janeiro de 2025, por volta das 05h20, durante uma operação policial que estava sendo realizada no local, constrangendo os moradores e impedindo que deixassem o local.  Ainda segundo o documento protocolado junto à Auditoria da Justiça Militar, o policial destruiu uma câmera de monitoramento instalada na residência, roubou camisas, perfumes, uma luva tática e ainda impediu um dos moradores de filmar a ação. As imagens gravadas pela câmera operacional portátil acoplada à farda de Leandro confirmam os ilícitos.  Leandro foi denunciado por roubo qualificado, que prevê pena de prisão de quatro a 15 anos, podendo ser aumentada em até um terço se a violência ou ameaça é exercida por mais de duas pessoas, com emprego de arma de fogo, e restringindo a liberdade da vítima; violação de domicílio de forma qualificada, que tem pena prevista de detenção de seis meses a dois anos, podendo ser aumentada em um terço por ter sido cometida por militar em serviço; constrangimento ilegal, que prevê pena de detenção de até um ano, podendo ser aumentada em duas vezes pelo fato de o crime ter sido praticado por mais de três pessoas, com emprego de arma de fogo e com abuso de autoridade; e dano simples, que prevê pena de detenção de até seis meses. FONTE: MPRJ

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