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denúncia

Tiros e fogos para comemorar aniversários de traficantes (inclusive que já morreu) do TCP nas zonas Norte e Oeste do Rio

Moradores de comunidades das zonas Norte e Oeste do Rio acordaram com tiros e foguetório durante a madrugada por conta de aniversários de traficantes, inclusive do que já morreu. Uma das comemorações foi no Complexo da Maré em homenagem ao traficante Gotinha da Maré, que faria aniversário hoje. Moradores informaram que, a partir das 20h, um telão seria instalado na comunidade para exibir imagens em homenagem, permanecendo ligado até a manhã de sábado. Daniel Falcão morreu durante uma operação do Bope e era investigado por envolvimento com o tr4fico de drog4s na região. O chefe do TCP, conhecido como “TH da Maré”, apontado como liderança do grup também morreu no mesmo confronto no Morro docr!m!noso, Timbau. A outra festa foi em Senador Camará onde fogos lembraram o anivesário do chefão do tráfico local, vulgo Sabão, El Chapo ou 31.

Mais um boato de guerra interna no TCP na região de Madureira

Informaações que circulam nas redes sociais voltam a falar sobre uma suposta desavença entre traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, e do Morro da Primavera, em Cavalcanti, ambos dominados pela facção criminosa Terceiro Comando Puro 9TCP). Mensagens captadas de rádios comunicadores indicam uma bria interna na facção. Moradores relataram que houve até troca de tiros entre os dois grupos, com disparos direcionados de um lado para o outro. De acordo com relatos, alguns integrantes da Primavera estariam insatisfeitos com supostas ameaças atribuídas a “Lacoste”, apontado como liderança da Serrrinha. Ainda segundo essas informações, ele teria enviado recados para que os “crias” da Primavera mudassem de lado e se unissem ao seu grupo, em uma tentativa de pôr fim ao que classificam como “opressão”. Há informaações de que pode estar se formando um golpe interno. Segundo esses relatos, tudo o que Lacoste, teria conquistado seus territórios por por meio de articulações internas — o que eles chamam de “golpe” e “judaria”. Os mesmos relatos apontam que ele estaria planejando repetir a estratégia no Morro da Primavera. Integrantes da região também alegam que Wallace vem acusando o grupo da Primavera de atrair operações policiais por conta de roubos praticados nas proximidades, o que teria reflexos negativos em seus domínios. Em uma das mensagens atribuídas ao traficante conhecido como “Fumaça”, ele afirma que realiza roubos para conseguir comprar fuzis e pagar os soldados. FONTE: Canal Plantão baixada.(Telegram)

Outro morto em Nova Iguaçu matou casal de irmãos na cidade

Outro morto em Nova Iguacu, Antony Cruz, foi acusado das mortes de um casal de irmâos em 2017, em Santa Rita, Nova Iguaçu. As vítimas foram Alice Maria da Silva e Gilvan Ricardo da Silva. O crime foi praticado por motivo torpe, impulsionado pela vingança, uma vez que o denunciado possuía inimizade com J.R.S já tendo o ameaçado de morte, sendo certo que Joelson é irmão das vítimas Alice e Gilvan. O crime de homicídio foi praticado com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas que, surpreendidas pelo atuar repentino de Antony no interior de suas residências, foram atingidas em regiões vitais. Segundo consta dos autos, no dia do fato o desafeto de Antony, J.R.S anunciou em rede social que iria visitar as vítimas Alice e Gilvan, sua genitora e irmão, respectivamente. O denunciado ao tomar conhecimento que J estaria em sua cidade partiu para o local do fato, na companhia de outros indivíduos ainda não identificados. Ao chegar na referida residência, o criminoso constatou que  havia ido embora, e que se encontravam na casa apenas as vítimas. Em seguida, o denunciado efetuou disparos de arma de fogo contra Alice e Gilvan, atingindo-os em regiões vitais, que resultaram nas suas mortes. Após a prática criminosa, o denunciado empreendeu fuga.  FONTE:TJ-RJ

Um dos três mortos em Nova Iguaçu foi um dos matadores da milícia

Um dos três mortos em um bar em Nova Iguaçu na noite de ontem, Luiz Carlos Pereira dos Santos Cruz foi acusado em 2019 dos assassinatos de Maicon José Jovem de Oliveira e Bruno Tavares Ribeiro na mesma cidade. .  Constou nos autos, que ele e comparsas eram integrantes de organização criminosa que era responsável por vários homicídios na localidade, além do cometimento de outros delitos não menos gravosos que atemorizam os moradores da região, que intimidados, temiam por suas vidas e tem medo de prestarem seus depoimentos .  Conhecido como Nem Corolla, sua quadrilha cometia também roubo, usura, de interceptação e distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e de extorsão. O grupo atuava na localidade Parque da Biquinha, situada no bairro de Austin, Nova Iguaçu, Corolla  era apontado como o indivíduo que dava ordens aos demais integrantes do grupo, “Ele ia para eliminar os desafetos; que era ele o cara para matar; que até em desavenças pequenas de bairro que ocorriam, era ele que matava, mesmo pessoas que não tinham nem relação com crime; que acha que o Nem Corolla perdeu a mão e começou a matar, porque não havia uma repressão à altura do que eles estavam fazendo, que grande parte dos homicídios era por determinação da organização criminosa, mas, os do “Nem Corolla” nem tanto, pois ele já estava perdendo a noção do que podia fazer e do que não podia fazer”, diz trecho de investigação.  FONTE: TJ-RJ

Relatório mostra influência dos traficantes do CV do RJ no Pará

Relatório do Instituto Mãe Crioula aponta a chegada do Comando Vermelho e a sua terrorialização no estado do Pará . A organização em rede da facção aproximou as relações do núcleo central ori-ginário do Rio de Janeiro com as células criminosas instaladas nos municípios paraenses. Isso se evidenciou porque o CV atua com uma estratégia de franquia, ou seja, a estrutura e o modelo de expansão territorial desta organização crimi- nosa é baseado em um sistema de conexão da matriz, localizada no Rio de Janeiro, e suas células filiais, localizada em vários estados da federação. Nesse modelo, é da matriz localizada nas comunidades cariocas como o Com- plexo da Penha, Complexo do Alemão, Comunidade do Salgueiro e Rocinha, lo- calizados no município do Rio de Janeiro, que saem o comando para as táticas e ações nos territórios paraenses. Assim, a identidade e o modos operadis segue uma padronização nacional, através de símbolos utilizados em todo o Brasil, como “tudo 2”, “CV”, “Trem bala”, “Tropa” além de pagamento de taxas cobradas de comerciantes e moradores, regras imposta na comunidade, como “proibido roubar”, pichações, etc. Das comunidades cariocas que saem o fornecimento das armas de grosso ca- ibre e a escolha dos territórios que receberão o fortalecimento do armamento. As comunidades também passaram a ser importantes para abrigar os lideres de cada território, chamado na simbologia do crime de “Torre”, ou seja, o chefe da respectiva região. Portanto, é do Rio de Janeiro que os chefes do CV no Pará mandam suas ordens para a dinâmica do crime organizada no estado. As células são responsáveis por repassar quantias da “caixinha do crime” para a matriz no Rio de Janeiro, são estratégicas para a logística na rota do narcotráfico, e no caso amazônico, tem na sobreposição dos crimes ambientais uma nova possibilidade de acumulação de capital ilícita. Esse modelo de franquiamento permite que as facções se expandam rapida- mente por diferentes regiões e estados, mantendo a identidade e o padrão de operação. O Rio de Janeiro se tornou o grande centro das decisões da atuação da facção comando vermelho no Brasil, onde a região amazônica passou a tergrande importância, A Operação Contenção26, realizado nas favelas cariocas do Complexo do Ale- mão e Penha, identificou que o estado do Pará, depois do Rio de Janeiro, como aquele com maior quantidade de lideres presos ou mortos na operação, totali- zando respectivamente 6 e 15 pessoas. No entanto, a partir das informações dasSecretarias de segurança pública do Pará e do Rio de Janeiro, pelo menos 30 integrantes paraenses estariam residindo na capital fluminense. FONTE: Instirtuto Mãe Crioula

Saiba como se estruturava a quadrilha do ‘Mentor das Barricadas’ do CV preso hoje no Rio

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, a quadrilha comandada por Cosme Rogério Ferreira Dias, o Mentor das Barricadas do Comando Vermelho é especializada em furtos qualificados de cabos de telecomunicações (inclusive subterrâneos), receptação qualificada desses materiais e subsequente lavagem de capitais, com atuação em diversas localidades do Estado do Rio de Janeiro. A investigação aponta a existência de núcleos de comando, financeiro, intermediário e operacional, com funções definidas. As subtrações ocorriam de forma meticulosa, com o uso de equipamentos especializados (bombas d’água e guilhotinas hidráulicas), veículos pesadose táticas de dissimulação, como o emprego de uniformes e ordens de serviço falsificadas para simular legitimidade. O material subtraído era, então,escoado para empresas de reciclagem controladas pelos próprios líderes da organização, onde se iniciava um complexo ciclo de lavagem de dinheiropara ocultar a origem ilícita dos lucros. Cosme e esposa faziam parte do Núcleo de Comando, responsáveis pelas decisões estratégicas, pelo financiamento das operações e pela coordenação geral do esquema criminoso Núcleo de Aporte Financeiro: Integrado por um conjunto de “laranjas” e operadores financeiros que, por meio de empresas de fachada emovimentações bancárias simuladas, eram responsáveis por ocultar e dissimular a origem dos recursos ilícitos, reinserindo-os na economiaformal. Núcleo Intermediário: Formado por gerentes operacionais que atuavam como elo entre o comando e os executores, transmitindoordens, organizando a logística das ações de furto e efetuando os pagamentos aos membros do núcleo operacional. úcleo Operacional: Composto pelos executores diretos dos furtos, responsáveis pela atuação em campo, desde a subtração física doscabos até o seu transporte para os locais de receptação. Cosme foi identificado como o líder máximo da organização. Em conversas interceptadas, é tratado como “patrão” por Erick, o segundo na hierarquia.É proprietário de uma empresa de comércio de metaais , utilizada como fachada para a receptação dos materiais furtados. No bojo do RO nº 044 01848/2025, seu próprio funcionário o aponta como um dos maiores receptadores de cobre do Estado. A análise do RIF 124.730 (indexes 806 e 967) demonstra que Cosme e sua empresa movimentaram milhões de reais em conjunto com Erick em um curto período, sem contrapartida aparente, evidenciando a movimentação de capitais ilícitos. Sua posição de comando torna sua prisão indispensável para desmantelar a cúpula da organização. Erick era o braço-direito de Cosme. com papel central na coordenação financeira e logística. Mantinha contato direto com todos os núcleos, gerenciando pagamentos e repassando ordens. Utilizava sua empresa de reciclagem para preparar os cabos furtados para revenda e também lavar o dinheiro do crime, dando aparênciade legalidade à operação. As investigações revelaram que Erick chegava a financiar a defesa jurídica de membros presos, demonstrando seu papel de garantidor da continuidade e coesão do grupo. Sua liberdade permitiria a manutenção da estrutura operacional e financeira da organização. Cynthia, esposa de Cosme, desempenhava função crucial na gestão financeira e na ocultação do patrimônio. Um caminhão registrado em seu nome foi apreendido transportando 60 kg de cobre de origem ilícita, conforme RO nº 044-01848/2025, fato que Cosme lamenta em conversa com Erick. Sua participação ativa na blindagem patrimonial e no fluxo financeiro a torna peça-chave, cuja custódia é necessária para estancar a lavagem de capitais. O Núcleo de Aporte Financeiro – a análise conjunta da conduta destes réus revela um padrão de atuação como “laranjas” e operadores de empresas de fachada. As investigações demonstraram que todos eles, sem exceção, realizaram vultosas transações financeiras com os líderes da organização, em valores absolutamente incompatíveis com suas rendas declaradas e atividades econômicas formais. Em uma conversa com Erick, uma pessoa chegou a discutir para transportar material. No Núcleo Intermediário, os membros atuavam como gerentes de campo. Foram flagrados em interceptações telefônicas e telemáticas planejando furtos, definindo horários, discutindo a necessidade de ferramentas específicas como “talhadeiras” e articulando a logística com os caminhões.Dois deles foram abordados juntos na posse de mais de R$ 45.000,00 em espécie, cuja origem tentaram justificar com uma nota fiscal ideologicamente falsa emitida por Cynthia. . “Paquetá” mencionado em conversas e planilhas de pagamento, confirmando seu papel na coordenação e recebimento de valores. Sobre o Núcleo Operacional – os integrantes exerciam uma função híbrida. Além de participarem da execução de crimes, como demonstram as anotações criminais e as transações financeiras diretas com o núcleo operacional, atuavam como intermediários financeiros, recebendovalores de Erick e repassando a outros membros, como um que possuía 47 anotações criminais, demonstra altíssima periculosidade e profundo envolvimento com a criminalidade. A prisão de ambos é necessária tanto para garantir a ordem pública, dada suapericulosidade, quanto para interromper o fluxo financeiro intermediário. FONTE: TJ-RJ

Casal desaparecido desde domingo em Rio Bonito teria sido assassinado

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta terça-feira (18), um cartaz para auxiliar nas investigações da 119ª DP (Rio Bonito) em conjunto com a 70ª DP (Tanguá), a fim de obter informações que levem à localização e prisão de Adelmo da Silva dos Santos, vulgo “Delminho Mecânico”,  de 20 anos, principal suspeito de um possível crime de duplo homicídio de um casal que se encontra desaparecido desde a manhã de domingo (16). A Polícia Civil investiga o desaparecimento de um casal em Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio. Fernanda Siqueira, de 26 anos, e Lenon Siqueira, de 35, não fazem contato com a família desde a manhã de domingo (16). De acordo com o pai de Fernanda, o casal saiu de casa para desfazer uma negociação de veículos feita com um “Delminho”de Tanguá, cidade vizinha. Há cerca de seis meses, eles haviam trocado um carro por uma moto, mas o homem não teria pago a diferença combinada. Por isso, Fernanda e Lennon foram até Tanguá para desfazer o acordo. Familiares relataram que o irmão de Lenon chegou a ligar para o homem, que disse que o casal esteve com ele por volta das 12h de domingo e afirmou que iria almoçar na casa da mãe de Lenon, o que não aconteceu. O delegado de Rio Bonito, Renato Mascarenhas, afirmou que a polícia trabalha com a possibilidade de crime e atua em conjunto com a delegacia de Tanguá. “Estamos apurando em conjunto. Temos realmente um suspeito. Chegamos até ele, ninguém se apresentou espontaneamente. Continuamos investigando para saber se ocorreu um homicídio e, se ocorreu, onde estão os corpos. Seguimos com as diligências”, disse o delegado. Diante dos fatos, foi expedido um Mandado de Prisão, contra Adelmo dos Santos, pelo Plantão Judiciário/Tribunal de Justiça do Rio, Espécie de prisão: Temporária, pelo crime de Homicídio. Ele já é considerado um foragido da Justiça.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre sobre a localização d0 foragido da Justiça e pontos de drogas, favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Disque Denúncia

Milicianos são suspeitos de matar homem em Nova Iguaçu após suspeitar que vítima havia furtado casa de parente de chefão do grupo

Os milicianos Marquinho Alemão e Anão são suspeitos de mais um homicídio em Nova Igauçu. A Justiça, no entanto, não decretou a prisão alegando ilegalidade dos meios de obtenção de prova (reconhecimento fotográfico) e fragilidade dos demais elementos probatórios A vítima foi Lucas de Araújo Sousa, assassinado no dia 20 de abril de 2025, por volta das 20h00min, na Estrada Carlos Sampaio, bairro Jardim Lobato, Nova Iguaçu/RJ,. Lucas foi morto com tiros na cabeça e no tórax e teve comprometimento do encéfalo e dos pulmões, Segundo consta, alguns dias antes do crime Marquinho Alemão na qualidade de líder da milícia local, compareceu à residência da mãe da vítima em busca de seu paradeiro, após Lucas ser falsamente acusado de praticar furtos na região. Nesse contexto, na sua posição de liderança e comando da organização paramilitar, ele ordenou a execução da vítima. . No dia do crime, Anão estava no bar junto com a vítima, e momentos após a saída desta, a abordou em via pública, efetuando diversos disparos de arma de fogo que atingiram sua cabeça e tórax, resultando na sua morte. O crime foi praticado por motivo torpe, uma vez que a execução da vítima ocorreu em razão de uma suposta acusação de furto. Os denunciados, integrantes de organização miliciana que impõe um poder paralelo na comunidade, decidiram matar a vítima como forma de ¿punição exemplar¿, reafirmando o domínio territorial do grupo. Além disso, o crime foi cometido mediante recurso que dificultou e impossibilitou a defesa da vítima, pois os executores monitoraram os movimentos de Lucas, aguardaram sua saída do bar e o surpreenderam em via pública, de forma repentina, sem que tivesse qualquer chance de reação. “ Investigações revelaram que o motivo do homicídio foi o furto na casa de um homem que é parente do chefe da milícia local, vulgo Nem, atualmente preso; Na verdade, quem cometeu o furto foram dois homens e duas mulheres e não Lucas mas mesmo assim o dono resolveu acusar a vítma. Um miliciano chegou a abordar o pai de Lucas e disse que era melhor ele sair dali senão iria acontecer o mesmo que com seu filho. Uma testemunha disse que não conhecia Marquinho Alemão e reconheceu Anão por foto como sesndo apenas desafeto de Lucas. Essa mesma testemunha disse acreditar que o fato de acharem que Lucas era do tráfico somado ao furto na casa do parente do miliciano, teriam sido os motivos para que fossem atrás dele. FONTE: TJ-RJ

Investigação revela bastidor inédito de guerra pelo controle do Morro dos Macacos, hoje com o CV

Investigações revelam bastidores da guerra de facções no Morro dos Macacos, em Vila Isabel quando o Comando Vermelho expulsou os rivais do Terceiro Comando Puro do local. Um PM narrou que chegou ao conhecimento dele que um homem com passagem criminal estava na localidade conhecida como Chelsea quando se deparou com cerca de 4 homens armados que seriam da facção criminosa Comando Vermelho, que ao avistarem ele os passaram a efetuar disparos de arma de fogo em sua direção, o atingindo, que uma viatura de PMERJ se encontrava próxima ao local e o alvo correu em direção a mesma, que os agressore não o perseguiram em virtude da presença policial. O alvo foi atingido com um tiro na panturilha. Uma outra pessoa também ficou ferida, Os policiais foram até o Hospital Souza Aguiar conversar com o alvo, que disse que os bandidos o levaram para um beco e falaram. “Aqui é a Tropa do Urso, é nóis” e o acusaram de ser da facção Terceiro Comando Puro. O alvo disse que tem passagem por roubo mas não fazia parte de facção alguma. O homem levou várias coronhadas na cabeça; O homem reconheceu os suspeitos como sendo os vulgos Cara Fina e Galo Cego, que QUE o que sempre foram moradores da comunidade e passaram a integrar a facção comando vermelho liderado pelo nacional de vulgo “Titauro (morto)”; Ele disse que um dos bandidos falou que estvam ali caçando os “alemães”, em referencia a facção do TCP; Cara FIna e Galo Cego eram ex-integrantes do Terceiro Comando, os quais insurgiram-se contra a liderança de Scooby, migrando para a facção criminosa do Comando Vermelho A motivação dos ataques é o extermínio de traficantes pertences à facção criminosa do Terceiro Comando, numa clara demonstração de poder e domínio do Comando Vermelho na comunidade. Galo Cego e Cara FIna tem anotações criminais por tráfico de drogas e homicídios tentado e consumado, além de resistência qualificada. A outra vítima atingida disse que mora no Morro dos Macacos há 31 anos e é proprietária de um bar e contou que havia dois anos que a comunidade vinha sendo alvo de intensa disputa entre as facções criminosas do Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro; Para ele, os bandidos queriam executar o alvo.. Contou que quando o morro era ocupado pelo Terceiro Comando, o fornecimento de internet e TV, além da venda de gás eram monopolizados pelos traficantes, assim como o comércio de botijões de gás, Hoje, mesmo com a mudança de facção, o gás é comercializado por uma empresa. Disse ainda parentes de pessoas ligadas ao TCP estão sendo obrigadas a abandonar suas casas, sendo expulsas do morro; FONTE: PCERJ

BELFORD ROXO: Tráfico matou mototaxista e agrediu outro e espancou jovem por desconfiar do envolvimento dela com milicianos

Moradores das comunidades Favela do Sapo e Morro do Avião, em Nova Aurora, em Belford Roxo, relatam um aumento significativo nos episódios de violência na região. Dois casos recentes mobilizaram a população e acenderam alertas sobre a atuação de grupos criminosos. Segundo relatos encaminhados ao jornal, dois mototaxistas teriam sido levados à força por homens armados que atuam no tráfico local. Ambos foram agredidos; um conseguiu escapar, enquanto o outro não resistiu aos ferimentos e morreu. A vítima fatal teria sido deixada em uma área de mata acima da Favela do Sapo — ponto frequentemente citado por moradores como rota de circulação de veículos roubados. Após denúncias, equipes policiais realizaram buscas na área. No domingo, uma jovem foi espancada após participar de um evento no Miltirão. Testemunhas afirmam que ela teria sido acusada, sem comprovação, de envolvimento com milicianos. Segundo moradores, a vítima não possui qualquer ligação com grupos paramilitares. Ela foi levada para o Morro do Avião, onde sofreu agressões graves. A jovem permanece internada em estado crítico. O bairro relata medo e crescente sensação de insegurança, além de suspeitas de que criminosos estejam recebendo algum tipo de apoio local. Moradores pedem resposta imediata das forças de segurança para conter os episódios de violência que vêm se intensificando. FONTE: Página Nova Aurora (Facebook).

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