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Justiça decretou prisão temporária de traficantes do TCP suspeitos de atacarem rivais do CV em Três Rios: um morreu e outro ficou ferido

A Justiça decretou as prisões temporárias de dois traficantes do Terceiro Comando Puro suspeitos de promoverem um banho de sangue em Três Rios no último dia 25 de abril. Na ocasião, um bandido do CV foi morto e outros dois ficaram feridos. As vítimas estavam em uma barbearia. Segundo os autos, os atiradores pararam motocicleta de cor escura na esquina próxima ao numero 21 da Rua Fagundes Varela, bairro Vila Isabel, sacaram pistolas que traziam na cintura, deram alguns passos e começaram a efetuar disparos na direção de indivíduos que estavam no interior da barbearia Salgado do Corte. “O episódio foi gravado por cameras de segurança do mercado ao lado da barbearia, tornando possível visualizar os atiradores e ver quando as pessoas que transitavam pelo local tentam se afastar e uma das vitimas tentou fugir correndo pela rua enquanto disparos são feitos em sua direção. Os traficantes Emerson dos Santos Vieira Ladislau, vulgo Mimi e o vulgo PL, além de L.M.M foram socorridos e levados pelo Samu para Unidade de Pronto Atendimento de Três Rios e Hospital de Clinicas Nossa Senhora da Conceição. Emerson foi declarado morto ao chegar na Upa. PL chegou lucido e foi entrevistado no corredor do Hospital Nossa Senhora da Conceição. Questionado através da lente de um telefone celular, PL, conhecido traficante associado a facção criminosa Comando Vermelho, afirmou que identificou os atiradores. Uma testemunha detalhou ter visto quando um dos motociclistas invadiu a barbearia e disparou contra seus clientes que estavam no local. Segundo o declarante, vendo que o rapaz tinha uma pistola nas mãos, correu sem olhar para trás. A testemunha ainda teria se deparado com o segundo atirador que estava na calçada e vestia um colete verde, vendo ainda, do lado de fora, quando os atiradores subiram na motocicleta que acredita ser uma Honda CG 160, e deixaram o local em fuga. Os fatos ocorridos naquele final de tarde, revelam mais um capítulo da disputa declarada entre traficantes de facções criminosas rivais que se instalaram na cidade. O traficante sobrevivente não teve dúvidas ao identificar os atiradores.. Afirmou que já foi “cria” do Morro São Carlos e que já conhecia os autores.Na noite seguinte, dois outros traficantes foram alvos de disparos na região de Nova Niterói e a polícia acredita que todos estes crimes podem ter uma relação e podem ser explicados ou esclarecidos com a prisão dos dois atiradores. A Justiça autorizou mandados de busca e apreensão em diversos endereços de suspeitos de pertencer ao TCP na cidade. A diligência de busca e apreensão deverá se dar visando a arrecadação de objetos que guardem relação direta ou indireta com o episódio, principalmente a arma utilizada. FONTE: TJ-RJ

Bicheiro inimigo de Celsinho da Vila Vintém (ADA) pagou policiais para transferí-lo para presídio federal. Suposta traição do traficante fez com que surgisse o TCP

Preso ontem, o traficante Celsinho da Vila Vintém era inimigo do falecido contraventor Fernando Iggnácio. Em 2017, o bicheiro determinou que o traficante fosse transferido para um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio de Janeiro mediante pagamento de propina a policiais. Para isso, houve uma pactuação entre delegados, entre eles Maurício Demétrio, demitido da corporação, para a fabricação de expedientes para conferirem subsídio a uma representação policial pela decretação de prisão preventiva de Celsinho e sua posterior remoção para outro estado. Um dos delegados, à época a frente da DP da Rocinha, aceitou a promessa de pagamento de vantagem indevida. e representou pela decretação da prisão cautelar de Celsinho. No mesmo ano, Celsinho da Vila Vintém teria fornecido apoio à Antônio Bonfim Lopes, vulgo” Nem da Rocinha “, na retomada do controle das atividades do tráfico naquela comunidade, que havia sido tomada pelo Comando Vermelho. No tempo todo que ficou preso da outra vez (entre 2002 e 2022), Celsinho transmitia as ordens para sua mulher que fazia uso de sua qualidade de esposa para ter livre acesso ao mesmo, realizando visitações e recebendo telefonemas através dos quais lhes são passadas instruções relativas ao comando do tráfico. Cabia a ela servir de elo entre o mentor intelectual da quadrilha e os seus demais integrantes, transmitindo ordens e instruções de atuação. Ela possuía contato com os integrantes da quadrilha, conhecidos como “Frente”, e, na ausência de determinação do Celso, lhe cabia a decisão final acerca de todas as atividades criminosas praticadas pelos narcotraficantes. Ela também tinha a tarefa de receber e administrar todo o dinheiro recolhido com a venda de drogas, atuando como contadora, tendo, após a prisão de “Celsinho”, assumido o controle da favela. Investigações antigas trouxeram relatos de como a quadrilha de Celsinho torturava e humilhava pessoas, descrevendo que a ordem parte do interior do presídio especificando-se como titular das ordens Celsinho da Vila Vintém”. Ele mandava nas comunidades Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Wogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão” Celsinho chegou a ser acusado de mandar matar um homem que não permitia que os traficantes usassem a laje de sua casa como esconderijo de armas e drogas. Depois que Celsinho deixou a cadeia em 2022, os presos vulgos Quito ou Cérebro e Cimar ou Veludo), que eram homens de sua confiança, assumiram a liderança da ADA na prisão. Quito, por exemplo, teria participado ativamente no planejamento e execução da ação que ensejou a fuga da unidade prisional Bangu 6. Ainda segundo tais dados, a cúpula da facção teria autorizado a fuga para suposta retomada de pontos de venda de drogas na capital fluminense. Celsinho fundou a ADA nos anos 90 junto com Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê. Com a morte deste em 2002 em uma rebelião dentro do presídio de segurança máxima Bangu 1, houve um racha na união entre a ADA e o Terceiro Comando, propiciando a formação do Terceiro Comando Puro. Sobre a rebelião,, Celsinho da Vila Vintém alegou que, no dia do crime, tentou se proteger do ataque dos presos e não viu Fernandinho Beira-Mar participando da invasão a cela de Uê. Celsinho foi acusado de traidor e isso foi um dos motivos do rompimento do TC e da ADA. Celsinho permaneceu com a ADA ao lado de Paulo César Silva dos Santos, o Linho, que comandava o Complexo da Maré, além de traficantes do São Carlos, Dendê, Serrinha, Muquiço e Pedreira. Do outro lado, com o TCP, ficaram bandidos de Acari, Senador Camará, Parada de Lucas e parte do Complexo da Maré (morros do Timbau e Baixa do Sapateiro). FONTE: Informações de processos do TJ-RJ obtidas no site jurídico Jusbrasil

Único bandido do Complexo de Israel (TCP) preso no dia em que os traficantes mataram três inocentes de propósito nas vias expressas do Rio foi condenado a pena curta e ainda em regime semiaberto

O bandido que foi preso no dia 24 de outubro de 2024 quando traficantes do Complexo de Israel fizeram disparos em direção a pessoas inocentes e policiais nas vias expressas do Rio deixando três mortos e três feridos foi condenado somente a quatro anos e seis meses de prisão e ainda por cima em regime semiaberto. O criminoso da Cidade Alta foi preso com 01 (um) rádio comunicador e artefato explosivo, conforme se constata das circunstâncias abaixo descritas, que envolveram a prisão. Ele foi acusado junto com comparsas de efetuar disparos de arma de fogo e arremessar granadas na direção de policiais militares, visando evitar a prisão em flagrante, bem como assegurando a evasão dos comparsas. Um PM narrou que se deparou com um cenário de guerra ao chegar com a ambulância na comunidade: pessoas aos gritos ao chão tentando se proteger, diversos disparos, e sons de explosivo. À aproximadamente 50m do local de desembarque, foi alertado por passageiros de um ônibus que um grupo de pessoas efetuava disparos e lançava explosivos de uma laje em sua direção. Avistou o grupo e realizou três disparos, o que fez com que os indivíduos corressem. Solicitou auxílio ao seu colega, e, junto a esse, foi até o local em que o grupo estava, porque cria ter atingido um dos agentes. No local, se defrontou com uma poça de sangue; seguindo o rastro deixado pelo sangue, encontrou o suspeito em um prédio circunjacente, tendo esse lhe entregado um rádio comunicador, e perto do acusado, no chão, estava uma granada. Não conseguiu precisar se o réu havia efetuado disparos em sua direção, mas é certo que o grupo era formado por ao menos três pessoas, as quais viu atirarem em sua direção, tendo para se defender atirado e acertado o réu na nádega. Apenas o acusado foi preso após o confronto, pois o restante dos agentes do grupo conseguiu fugir. Outro PM disse que se manteve na ambulânciam uma vez que era o condutor, sendo notificado por seu colega de farda do confronto e de que um agente tinha sido alvejado. Ao acudir o colega de farda que efetuou o disparo, deparou-se com o réu baleado, bem como um rádio transmissor e uma granada perto de uma poça de sangue. Os PMs atestaran que o confronto entre as autoridades policiais e os membros da facção criminosa local, – sendo certo de que ao menos três pessoas formavam o grupo que efetuava disparos e lançava explosivos em sua direção-, flagraram o suspeito no local onde o grupo criminoso atacava as autoridades policiais, na posse de um rádio comunicador e de uma granada, perto de uma poça de sangue, após ter sido baleado durante o enfrentamento. FONTE; TJ-RJ

Mataram morador em Nova Iguaçu que reclamou que estavam praticando crime em frente da sua casa e fugiram para a Rocinha (CV)

Traficantes do Comando Vermelho vulgos Jota e Di Bobeira mataram um morador em Nova Iguaçu (localidade não informada nos autos) por conta de uma discussão com a vítima que não gostou que os suspeitos estivessem praticando crime em frente da sua casa. Ambos tiveram a prisão preventiva decretada. “Ivo de Souza Costa foi morto, após uma discussão entre eles, em razão da insatisfação da vítima acerca da presença dos denunciados em frente a sua residência no exercício de supostas atividades ilícitas em contexto de organização criminosa”, dizem os autos. A autoria está comporvada pelas imagens feitas no local bem como por uma testemunha que estava presente no momento do crime, bem como pelos reconhecimentos dos acusados por outras quatro testemunhas, que apontaram que eles eram seus conhecidos, sobretudo uma das testemunhas que reside no local há 40 anos. . Consta dos autos que após o crime os denunciados evadiram do local e não mais foram encontrados, sendo afirmado por uma das testemunhas que eles teriam ido para a Rocinha, informação que, de acordo com a investigação, se compatibiliza com uma imagem. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP estariam exigindo taxa de R$ 1.800 de moradores de condomínio em Madureira

O síndico de um condomínio residencial que fica no Morro do São José, em Madureira, convocou moradores para uma assembleia que vai debater uma suposta cobrança de uma taxa de R$ 1.800 mensais que estaria sendo.imposta por traficantes do Terceiro Comando.Puro a partir de maio. A Polícia Civil já tem conhecimento do fato e está investigando. O Morro São José é controlado por bandidos do Complexo da Serrinha, que tem como chefes os criminosos vulgos Lacoste e Coelhão. Hoje, circulou informação nas redes sociais que um integrante da quadrilha pulou para onComando Vermelho e levou um fuzil. FONTE: Pega Visào RJ (Telegram)

Traficantes do CV torturaram homens em Teresópolis para obter confissão de que teriam roubado boca de fumo. Crime foi filmado. LEIA COMO FOI

Os traficantes Vinte e Um e Caçador das Paineiras e um outro sem vulgo vinculados ao Comando Vermelho estão com as prisões preventivas decretadas suspeitos de torturarem dois homens que foram acusados por eles de roubarem uma boca de fumo, em Teresópolis. Os bandidos impuseram às vítimas R.S.P e R.S.A intenso sofrimento físico. Segundo consta dos autos, foi feito um vídeo que registrou o momento da tortura e que foi encaminhado à Justiça por um colaborador. Os criminosos desferiram contra as vítimas diversos golpes pelo corpo, inclusive com o emprego de um pedaço de madeira. Segundo o apurado, em 21 de março do ano passado, um dos bandidos ligou para uma das vítimas e pediu para que comparecesse no local conhecido como “Matinha”, sem lhe explicar o motivo. Ao chegar na “Matinha”, a vítima percebeu que outro homem já estava sendo vítima de diversas sevícias físicas impostas pelos traficantes notadamente golpes com um pedaço de madeira, enquanto um terceiro filmava tudo. Os criminosos a esta altura, acusavam as vítimas de terem roubado a “boca de fumo”, causando prejuízo ao narcotráfico local, a qual se mantinham umbilicalmente vinculados. Na ocasião, um dos envolvidos apontou o dedo indicador para uma das vítimas, que estava caído ao chão, dizendo de forma veemente: “Tá roubando a boca!”. Neste ínterim, Vinte e Um, que filmava a ação criminosa, disse: “Ei, 21… Ei, 21… pode bater, pode bater, mano… Não estava gravando não.”.Uma das vítimas, bastante assustada, chegou a pedir aos algozes que parassem as agressões. Contudo, os criminosos prosseguiram a tortura com um pedaço de madeira, desferindo contra o ofendido cerca de 14 pauladas nas pernas, nádegas e braços, tendo ele permanecido deitado no chão, gemendo e tentando se proteger dos golpes com as mãos. Logo em seguida, a segunda vítima foi derrubada ao chão pelo Caçador e o outro começou a lhe desferir golpes com um pedaço de madeira.Enquanto é agredida, a vítima proferiu gemidos de dor e repetiu a frase a um dos agressores: “Eu roubei quem, ’21’?”. FONTE: TJ-RJ

Após sua casa sofrer um ataque de traficantes, PM passou a ser ameaçado pelos bandidos, ou aceitar o arrego ou sua família correria risco. Pressão psicológica levou policial ao infarto e teve atendimento recusado no hospital da corporação por falta de vagas. Vítima processou o Estado e ganhou a causa. CONHEÇA A HISTÓRIA

No dia 02 de janeiro de 2022, um PM com 26 anos de corporação estsava emsua casa essa sua esposa e seus dois filhos. De repente, uma explosão causou tremor as paredes do lar que construíram com tanto esforço. Uma bomba caseira foi lançada na esquina de sua casa pelos traficantes que dominam a região, em uma clara retaliação ao trabalho honesto e incansável do policial contra o tráfico de drogas. Não satisfeitos, os criminosos dispararam rajadas de tiros na residência. O PM nunca pensou que um dia sua dedicação à causa pública lhe custaria não apenas a tranquilidade, mas a própria paz de espírito e o bem- estar de sua família. Por mais de duas décadas, ele honrou sua farda, sem qualquer punição ou mancha em sua carreira, cumprindo seu dever com excelência e arriscando sua vida em prol da segurança de todos Após o atentado, os criminosos deixaram clara sua mensagem: ou o PM cedia ao “arrego”, colaborando com o tráfico, ou sua vida e a de seus familiares estariam em risco. Fiel aos princípios que sempre defendera, o policial recusou qualquer acordo e, imediatamente, registrou um boletim de ocorrência nº 119-00008/2022 acostado em anexo, narrando os detalhes do atentado. A partir de então, a vida dele desmoronou. O PM passou a viver sob intenso terror. Mensagens de morte e propostas de corrupção foram enviadas diretamente ao seu celular, agravando a pressão psicológica que já se tornava insuportável. Mesmo assim, ele, fiel à justiça, resistiu e continuou a lutar contra a corrupção. A pressão psicológica decorrente das ameaças diretas e das propostas de corrupção contribuiu para o desgaste emocional extremo do policial.Em 06 de junho de 2022, após 4 dias de terror psicológico constante, o corpo do PM não resistiu mais. Ao sair da delegacia às 12:49 hrs, onde havia prestado Auto de Reconhecimento de pessoa sobre o caso, ele sentiu fortes dores no peito. Desesperado, buscou ajuda e foi levado às pressas para o hospital Darcy Vargas, onde foi diagnosticado com um infarto. O PM começou a passar mal logo após sair da 119a Delegacia de Polícia Civil, onde reconheceu os envolvidos no crime denunciado. O infarto sofrido pelo PM foi desencadeado diretamente pelo estresse e pressão psicológica extrema decorrentes do atentado, das ameaças e da ausência de proteção estatal. Mesmo sendo contribuinte do Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), que deveria garantir-lhe atendimento de urgência, o PM foi negligenciado pelo próprio sistema que deveria protegê-lo. O hospital da corporação onde deveria ter sido internado, negou-lhe socorro sob a alegação de falta de vagas, mesmo tendo posteriormente informado que havia vaga, porém sem ambulância para o transporte. O Hospital Darcy Vargas conseguiu uma ambulância de um município vizinho para realizar a transferência do PM, que se encontrava entre a vida e a morte. Contudo, o veículo disponibilizado não estava equipado com cilindros de oxigênio, material de extrema importância para o transporte de um paciente recém-vitimado por um infarto. A falta de oxigênio no trajeto entre os hospitais colocou sua vida em risco, sendo mais uma prova da omissão estatal. A negligência no atendimento médico, ao deixar o PM sem os cuidados adequados, agravou o seu quadro clínico. O PM passou nove dias internado no setor de trauma antes de realizar o cateterismo que constatou duas artérias obstruídas. Seis dias se passaram até que a angioplastia fosse finalmente realizada, conforme documentos em anexo , tempo suficiente para que sua vida estivesse por um fio.Durante essa espera angustiante, outro policial, que realizara o mesmo procedimento, faleceu devido à demora no atendimento. Embora tenha sobrevivido, o Autor carrega cicatrizes físicas e emocionais que continuam a afetar sua vida cotidiana. Após receber alta hospitalar, o PM enfrentou um longo e extenuante processo de licenças médicas periódicas, sendo obrigado a renová- las a cada 15 dias e, posteriormente, a cada 30 dias, por um período de um ano e meio . Durante esse tempo, ele era forçado a comparecer ao CFAP , sempre exposto ao estresse de atravessar áreas de risco. Sua residência, localizada em Rio Bonito, distava significativamente do CFAP, localizado em Sulacap, uma constante fonte de estresse para o policial que encontrava-se com sua saúde ainda debilitada. A exigência de renovação frequente de suas licenças, aliada aos trajetos arriscados e desgastantes, impôs grande desgaste a um policial, um ser humano que já havia quase perdido a vida em razão da omissão do Estado . Além de estar em recuperação de uma recente cirurgia e com seu estado psicológico fragilizado, essas condições agravaram ainda mais sua saúde física e mental, expondo-o, novamente, à negligência do Estado em assegurar seu bem-estar e segurança. Além do desgaste causado pelas licenças médicas periódicas, a Junta Médica da PMERJ, mesmo durante tantas renovações, jamais realizou exames básicos, como a aferição da pressão arterial do Autor, demonstrando descaso com sua saúde e segurança. Esse desrespeito continuou a agravar seu sofrimento emocional e físico. O atentado contra a vida do autor e sua família não apenas o afastou de suas funções, como também lhe tirou a chance de almejar uma promoção e uma graduação superior. Esse afastamento forçado interrompeu suas oportunidades de crescimento na carreira, que ele certamente teria alcançado se sua saúde tivesse sido preservada. A interrupção forçada da carreira, gerou uma perda irreparável de oportunidades profissionais, afetando diretamente seu futuro. Antes do infarto, o PM levava uma vida saudável e ativa, sem sobrepeso e longe do sedentarismo, como demosntrado na foto ao lado no datar de 5 de julho de 2020, data anterior ao incidente. Ele possue um sítio, onde praticava atividades físicas intensas, como construir cercas, fincar mourões, capinar e plantar, atividades que, para ele, eram uma forma de aliviar o estresse acumulado no trabalho. Hoje, essas práticas foram-lhe retiradas por ordens médicas. Além disso, o Autor depende atualmente de medicamentos diários para sobreviver, tendo apenas uma artéria funcional, a qual se encontra parcialmente comprometida, exigindo acompanhamento médico constante. Exames anexados à petição demonstram o comprometimento de sua saúde cardiovascular e a

Ex-chefe de Polícia Civil do Rio voltou para a prisão devido a processo que envolve ex-delegado que vazava informações sobre investigações e negociava propina para agentes corruptos

O ex-chefe da Polícia Civil do Rio Allan Turnowski está de volta a prisão por decisão da segunda turma do Supremo Tribunal Federal. De acordo com o TJ-RJ, foi expedido mandado de prisão em desfavor de Turnowski, com prazo de validade de 12 anos. Segundo o documento, a prisão está relacionada ao caso do ex-delegado Maurício Demétrio, que foi expulso da corporação, acusado de vazar informações relevantes e sigilosas acerca de investigações, negociando, ainda, pagamento de propina para integrantes corruptos da Polícia Civil e cooptando outros integrantes para participação em esquemas ilegais. Turnowski e Demétrio, juntamente com o falecido bicheiro Fernando Iggnácio foram acusados de participar de organização criminosa que visava obter vantagens econômicas e de outras naturezas, mediante a prática de diversas infrações penais, em especial a exploração ilícita de jogos de azar, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e homicídio qualificado, entre tantos outros. Dentre os integrantes já identificados da organização criminosa há delegados de polícia que empregam a estrutura e recursos da Polícia Civil do RJ. A quadrilha mantinha contato com outras organizações criminosas independentes, notadamente a conhecida milícia de Rio das Pedras, por meio de negociatas ilegais com o falecido capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega Junto com Adriano, o grupo negociou e intermediou a celebração de acordo de pagamento sistemático e rotineiro de vantagem indevida a policiais civis ainda não identificados então lotados na DRACO (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais), para determiná-los a praticar, omitir ou retardar ato de ofício. FONTE: TJ-RJ

Peixão (TCP) mandou atirar em inocentes de propósito em ação que deixou três mortos em vias expressas do Rio em outubro

: A investigação da Policia Civil do RJ concluiu que traficantes do Complexo de Israel (TCP) atiraram de propósito contra as vias expressas na ação que deixou três inocentes mortos e outros três feridos em outubro de 2024. Com a conclusão do inquerito, o traficante Peixão, chefe local, foi indiciado. Ele e outros quatro comparsas vão responder por homicídio qualificado, participação em organização criminosa armada e associação para o tráfico. Delegados encarregados da investigação disseram que o bando não mirava a polícia quando atingiu as pessoas. Na ocasião, os disparos foram direcionados para Avenida Brasil, Linha Vermelha e Rodovia Washington Luiz, com o intuito de evitar a ação das forças de segurança, na Zona Norte, para combater os roubos de veículos e de cargas. O ataque ocorreu na direção oposta aos policiais, demonstrando a intenção de atingir a população. Os inquéritos apontam que a prática de crimes por seus integrantes, principalmente os homicídios, só ocorre com a autorização dos líderes. Por isso, além dos narcoterroristas que puxaram o gatilho, as lideranças da facção criminosa que atua na região também foram responsabilizadas. FONTE: PCERJ

Polícia procura ladrão que roubou mais de 50 casas no Rio

A polícia procura por um homem apontado como o responsável por invadir e roubar mais de 50 imóveis nas Zonas Norte e Oeste do Rio. Um taxista foi preso como cumplice dos crimes. Ele levava o bandido até as casas que ele iria assaltar. Um dos crimes foi filmado e aconteceu nesta segunda-feira (5). Segundo a polícia, é André Luiz Bandeira Leal, conhecido Bracinho. Contra ela, há três mandados de prisão em aberto por furto qualificado. De acordo as investigações, ele agia em diferentes regiões da cidade e está foragido. A polícia acredita que André Luiz tenha invadido e furtado pelo menos 50 casas e apartamentos. As investigações apontam que o homem tem a ajuda de um taxista que o levava nos endereços que ele pretendia invadir. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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