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denúncia

TCP soltou balão em homenagem a traficante morto em explosão de granada. VIDEO

Criminosos do TCP soltaram um balão em homenagem ao traficante Capetinha ou Pimenta, responsável pelas investidas da facção no Morro do Juramento (CV), em Vicente de Carvalho. Pimenta e mais 2 comparsas morreram dentro de uma casa no Morro da Primavera (TCP), em Cavalcanti, após uma granada explodir enquanto eles dormiam. FONTE: Bau do Rio OFC (Telegram)

Policiais civis suspeitos da morte do adolescente João Pedro em São Gonçalo irão a júri popular

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) obteve na Justiça a aceitação do recurso apresentado para que os policiais civis envolvidos na morte do adolescente João Pedro Mattos Pinto sejam julgados por júri popular. A decisão unânime foi proferida, nesta terça-feira (24/06), pelos desembargadores da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. João Pedro foi morto em maio de 2020, durante uma operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Federal no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. As investigações apontaram que o tiro que matou o adolescente de 14 anos partiu da arma de um policial. O GAESP/MPRJ denunciou os policiais civis Mauro José Gonçalves, Maxwell Gomes Pereira e Fernando de Brito Meister por homicídio duplamente qualificado. Segundo a denúncia, os acusados assumiram o risco de matar um inocente ao efetuarem disparos em direção a uma residência com vidros espelhados, sem visibilidade de quem estava no interior. O documento também ressaltou que a perícia da própria Polícia Civil não comprovou que houve disparos vindos de dentro da casa, afastando a hipótese de legítima defesa por parte dos agentes. FONTE: MPRJ

PCC tem mais de 2.000 membros, entre presos e soltos, em 28 países. Confira o quantitativo por nação

Relatório do Ministério Público de São Paulo aponta que a facção criminosa Primeiro Comando da Capital tem 2.078 membros em 28 países sendo 986 soltos e 1092 presos. Países europeus como Inglaterra, Itália, Alemanha, França, Holanda, Turquia, Espanha, Sérvia, Bélgica, Portugal, já registraram a presença do PCC assim como o Japão e o Líbano. O Paraguai é o país de fora que contaria com mais participantes da facção: 699, seguido da Venezuela, com 656. Veja o quantitativo por país. FONTE: MPSP

Após ameaça de traficantes, empresa de ônibus está usando garagem de outra firma na Zona Norte do Rio

A Viação Vigário Geral está utilizando a garagem da Viação Nossa Senhora de Lourdes, na Penha, devido a ameaças de traficantes a seus funcionários. A garagem da Viação VG, localizada em Vigário Geral, enfrenta dificuldades operacionais por estar em área dominada por criminosos. A Viação Nossa Senhora de Lourdes está oferecendo apoio para garantir a segurança dos colaboradores e a continuidade do atendimento. O sindicato Rio Ônibus confirmou que a mudança se deve à situação de criminalidade na região. FONTE: Apuração BR News (Whatsapp)

Relatório da Justiça explica como funciona os 12 setores da quadrilha do contraventor Adilsinho, especialista em produção de cigarros

Segundo investigações da Polícia Federal, a quadrilha do contraventor Adilsinho é dividida em vários setores 1-Patrões – estão no topo da hierarquia, auferem os maiores lucros e dão as principais ordens 2) assessores, responsáveis por coordenar as atividades administrativas e burocráticas, como realizar pagamentos e transferências em favor do patrão e sua própria família, normalmente por pessoas interpostas (3) gerentes de fábricas, responsáveis por coordenar os locais em que os cigarros são fabricados e falsificar os documentos que instruem a fabricação e o comércio do falso cigarro (como embalagens), bem como custeiam as despesas das fábricas e dos alojamentos dos trabalhadores escravizados, mantêm em depósito os produtos dos crimes, fornecem maquinário, insumo e matéria-prima; (4) comerciantes, são os responsáveis pela venda de cigarros aos consumidores finais, por meio de empresas interpostas; (5) fornecedores de bens e insumos, a quem incumbe fornecer insumos, maquinários, matéria-prima e imóveis que permitem a instalação e operação das fábricas clandestinas e a consequente produção de contrafeitos; (6) pistoleiros, que ficam a cargo da segurança patrimonial e pessoal do patrão, bem como seguem as ordens do líder ou dos assessores para assassinar alvos previamente definidos; (7) agentes públicos, que se valem de seus cargos públicos para executar e garantir o proveito dos crimes praticados pela malta criminosa;(8) os lavadores, responsáveis pelo branqueamento do capital adquirido ilicitamente (9) operadores, a quem incumbe operar a comercialização dos cigarros clandestinos, promovendo o depósito e comércio da mercadoria ilícita e recebendo os valores provenientes de sua comercialização, bem como distribuindo-os aos demais integrantes da organização; 10) traficantes de pessoas, que aliciam e recrutam estrangeiros, mediante fraude, grave ameaça e abuso, para que sejam submetidos a trabalho em condições análogas à escravidão; (11) transportadores, a quem compete transportar os insumos e mercados falsificados; (12) algozes, responsáveis por submeter os trabalhadores a regime de escravidão, valendo-se do uso de arma de fogo e restrição de liberdade.Diante da elevada sofisticação da organização criminosa, que, mesmo com outraS investigações pretéritas, continuou plenamente suas atividades ilícitas, promovendo fábricas clandestinas de cigarros e arregimentando paraguaios para trabalhar em condições análogas à de escravo. Com efeito, não bastasse a busca e apreensão feita em 20/03/2023, em que foram resgatados 19 paraguaios em uma fábrica em Duque de Caxias outra fábrica que operava sob idêntico modus operandi já havia sido desmantelada em 08/07/2022, ocasionando a libertação de 15 paraguaios, o que indica que possivelmente era o mesmo grupo criminoso que estava por trás dessas atividades clandestinas. Além disso, a organização criminosa conta com policiais e outros agentes públicos corruptos (inclusive, há suspeitas de que a subtração das máquinas de fabricação de cigarros do galpão da Cidade da Polícia esteja relacionada ao mesmo grupo), o que demonstra o enraizamento da organização criminosa dentro do próprio aparato repressivo do Estado, e, assim, demanda atitudes mais enérgicas para fazer cessar a atividade criminosa, a fim de garantir a ordem pública. No caso específico dos autos, foram desmontadas, inicialmente, duas fábricas clandestinas de cigarro com uso de mão de obra de cidadãos paraguaios em regime análogo ao da escravidão e, mesmo após essas operações, a suposta Organização Criminosa não desistiu da empreitada, pelo contrário, montou novas fábricas, como a que foi desmontada recentemente em Paty de Alferes. Rememore-se que, quando do início da investigação, maquinários foram apreendidos e alienados judicialmente, porém, antes de serem entregues, foram furtados da Cidade da Polícia onde estavam acautelados e levados para outras fábricas clandestinas. Some-se a isso que, em julho de 2024, sobreveio abordagem policial em uma terceira fábrica clandestina de cigarros, situada na Fazenda Pilão, em Paty do Alferes/RJ, ocasião em que a Polícia Militar flagrou trabalhadores paraguaios produzindo cigarros falsificados, seguido de confronto armado iniciado por atirador integrante da Organização Criminosa, que conseguiu fugir do local. Importante salientar, ainda, que, após o resgate dos trabalhadores, foi narrado o processo de cooptação e integralização idêntico aos narrados pelos trabalhadores encontrados nas fábricas desmontadas nos anos anteriores, bem como foram apreendidos material, maquinário, veículos e cigarros, sendo estes com o mesmo código de barras daqueles encontrados nas duas fábricas clandestinas em Duque de Caxias/RJ, em 2022 e 2023. Veja-se que, conforme ressaltado anteriormente, a quadrilha segue na produção clandestina de cigarros, mesmo após diversas abordagens e desmonte de fábricas, inclusive furtando maquinário custodiado na sede da Polícia, o que ressalta a gravidade da alteração do procedimento e, obviamente, a intenção de seguir na prática dos delitos. FONTE: Justiça Federal RJ

Suposto PM estaria junto com Pulgão quando ele foi preso

Policiais responsáveis pela prisão do ex-policial civil Rafael Pulgão afirmaram que, após terem dado ordem de parada ao condutor do veículo no qual o criminoso se encontrava, tal ordem não foi obedecida, ensejando perseguição policial em via pública, havendo, inclusive, relato dos policiais de que outro indivíduo, que seria PM, e estaria com Pulgão no veículo referido, teria se utilizado de uma arma de fogo para tentar disparar contra a guarnição policial, em que pese não haver, nos autos, auto de apreensão de tal arma de fogo. Os autos não informaram o que aconteceu com esse suposto policial. Uma mulher que estaria no veículo em que Pulgão foi capturado, e que teria se declarado namorada dele , afirmou que o ex-policial e o suposto PM teriam conversado sobre a abordagem policial, mas que “Rafael disse que não pararia e que aceleraria” Ela disse ainda que o PM colocou uma arma de fogo para fora e disse que apontaria para o veículo que estava mandado que parasse”. Segundo os auto, Pulgão estaria, supostamente, associado a outros indivíduos para o fim de “tomar o controle da Comunidade do Catiri”, pois teria, supostamente, “passado a integrar a facção narcoterrorista do ‘Comando Vermelho Pulgão teve a prisão preventiva decretada mas, em razão de sua situação de saúde do custodiado, foi determinado o seu encaminhamento para atendimento médico, em até 24 horas de seu ingresso na unidade prisional, em que permanecerá acautelado, sem prejuízo da disponibilização da medicação necessária, a critério do médico responsável Segundo relatos, Pulgão estava na conexão direta com o Doca da Penha e alguns milicianos de Campo Grande que eram ligados ao pessoal do Catiri, essa ligação era para assumir os transportes alternativos mas o miliciano Montanha não quis passar os transportes de Bangu. O outro plano também era matar o PL ou Jorjão, um dos responsáveis pela milícia de Santa Cruz e Paciência. FONTE: TJRJ e Milícia RJ News (Twitter)

Investigação revela como funciona esquema de monopólio de internet montado pelo CV em comunidades do Rio. Polícia faz operação

A Policia Civil do RJ faz operacão hoje para desarticular um esquema criminoso de monopólio forçado de serviços de internet em comunidades dominadas pela facção Comando Vermelho. As investigações revelaram que provedores clandestinos, com suporte logístico e operacional da facção, vinham impondo seus serviços de forma coercitiva e violenta à população, mediante sabotagem de redes concorrentes, ameaças a moradores e comerciantes e utilização de equipamentos furtados e veículos descaracterizados para atuação ilícita. Equipes documentaram em vídeo e fotografias a ação de “operários” destruindo cabos de fibra óptica de provedores legítimos em Jardim Primavera, Duque de Caxias. Os envolvidos estavam vinculados a empresas apontadas como instrumentos do esquema.Na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, novos flagrantes indicaram que uma empresa estava retirando concorrentes à força. Um veículo da organização foi observado em patrulhamento irregular pela região, sempre associado a zonas onde provedores rivais tinham sido silenciados. Em outro ponto investigado, foi localizado um depósito contendo equipamentos de rede oriundos de furtos, além de peças automotivas de procedência duvidosa. A análise patrimonial identificou a aquisição de veículos provenientes de leilões de seguradoras, tática comum para dificultar o rastreio e camuflar bens utilizados em crimes.A estrutura criminosa era composta por divisão clara de tarefas, desde a execução operacional, passando pela logística de sabotagem, até o controle territorial da oferta de internet. Essa configuração se enquadra como organização criminosa, além dos crimes de interrupção ou perturbação de serviço de telecomunicações, receptação e lavagem de dinheiro.O controle criminoso sobre a infraestrutura de internet em comunidades fere o direito fundamental à comunicação, ao acesso à informação e à cidadania digital. Ao impedir a atuação de empresas legítimas, o crime exclui populações inteiras de serviços básicos de conectividade, essenciais para estudo, trabalho, acesso a serviços públicos e liberdade de expressão. Além disso, ao eliminar concorrentes à força, esse modelo distorce o mercado, aumenta os preços e submete moradores a serviços precários e sem qualquer regulação ou proteção legal, favorecendo o lucro de facções criminosas e a perpetuação de sua influência territorial. A operação desta terça busca apreender documentos, mídias digitais, equipamentos de rede e registros financeiros capazes de comprovar os crimes praticados e ampliar o mapeamento da rede criminosa. O material arrecadado será analisado e poderá embasar novas diligências e responsabilizações penais e civis. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São Gonçalo e Cabo Frio. As diligências contam com o apoio da da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). FONTE: Polícia Civil do RJ

Senhor das Armas e chefão do Tuiuti (CV) são exemplos de bandidos que tinham que voltar para a prisão e não retornaram

Apontado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como o maior fornecedor de armas para as favelas cariocas, Antônio Jorge Gonçalves dos Santos, vulgo “Senhor das Armas ou Tony, de 56 anos. se encontra na condição de Evadido Sistema Penitenciário, desde maio de 2023. O criminoso adquiria armas do exército boliviano e drogas na Bolívia e em Corumbá, e então encaminhava para o Rio de Janeiro em caminhões. Os caminhões com as armas adquiridas por Antônio saíam da Bolívia e/ou de Corumbá, e de Mato Grosso do Sul, seguiam para o interior de Mato Grosso. Do Estado vizinho, continuava por Caldas Novas, Uberlândia e Juiz de Fora, em Minas Gerais. Após o estado mineiro, ia para a BR-040 até chegar à capital fluminense. Só em junho de 2009, o traficante mandou para as favelas cariocas, em especial à do Complexo do Alemão, 39 fuzis. As armas eram negociadas a altos preços;. Contra ele consta um Mandado de Prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), pelo crime de Tráfico de Drogas, Porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, Organização Criminosa, acerca da evasão do apenado em 04/05/2023, que se encontrava em cumprimento de regime semiaberto, quando teve sua saída liberada para cumprimento do benefício de TEM e não retornou na data e horário aprazados, onde fora condenado a uma pena de 25 anos, pena cumprida 16 anos, restando 9 anos de prisão. Uma das principais lideranças da maior facção criminosa do Rio de Janeiro Marcelo Ricardo Pereira, o “Marcelo Boto”, de 52 anos, e chefe do tráfico de drogas do Morro do Tuiuti, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio, se encontra na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, desde 22 de março de 2023. Acusado de ser um dos mandantes dos ataques criminosos em que 18 pessoas morreram no Rio em dezembro de 2006, seria o responsável pelo controle da chamada Caixinha (dinheiro pago por todas as facções para uma espécie de fundo do bando criminoso) Contra ele consta um Mandado de Prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), com pedido de Regressão Cautelar, pelo crime de Tráfico de Drogas, onde fora condenado a uma pena de 7 anos de reclusão. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Traficante do CV suspeito de planejar ataques em áreas da milícia em Itaguaí teria sido solto e houve festa na Vila Kennedy

De acordo com relatos que circulam nas redes sociais, um traficante do Comando Vermelho (CV), conhecido como “Coroa”, foi solto ontem, e houve comemoração em uma área da Vila Kennedy (CV) em homenagem a ele e a outro integrante da facção. Coroa era apontado como responsável por diversas comunidades em Itaguaí, como Vila Ibirapitanga, Ponte Preta, Pedreira, Reta e Sem Terra — algumas dessas áreas estão atualmente sob domínio da milícia do Naval. Segundo relatos, os recentes ataques do CV na região teriam sido ordenados por Coroa de dentro da cadeia. Ele também teria articulado o envio de reforços da Vila Kennedy para Itaguaí, além de contar com apoio de outros roncas envolvidos no plano de expansão da facção na cidade. FONTE,: Submundo Criminal (Telegram)

Gerente se trancou na agência e impediu que quadrilha do maior ladrão de bancos do Rio efetuasse roubo. Em outra ação, bandido levou dinheiro do cofre e de um dos caixas eletrônicos

Um dos roubos perpetrados pela quadrilha de Caio Coreto, preso hoje apontado como o maior ladrão de bancos do Rio, foi no dia 26 de setembro de 2024, por volta de 08h da manhã, na agência do Banco do Brasil, situada na Rua Capitão Félix, nº 121, em Benfica. Coreto e um comparsa ameaçaram com armas de fogo o gerente e um vigilante tencionando subtrair os valores depositados nos cofres da tesouraria, abordaram as vítimas e anunciaram o roubo. O crime, entretanto, não se consumou porque gerente conseguiu se evadir e trancar-se no interior da agência. Consta nos autos da investigação policial que os denunciados e seus comparsas, do executaram um plano de delito minuciosamente elaborado em que cada um dos coautores atuou em tarefas específicas, perfeitamente identificadas no relatório de imagens produzido por agente da DRF – Delegacia de Roubos e Furtos, que integra o procedimento investigatório. Os denunciados chegaram à agência minutos antes do gerente-geral e se posicionaram no hall dos caixas eletetrônicos, simulando utilizar os terminais como se clientes fossem. Ao perceberem a entrada do mencionado funcionário, que estava acompanhado do vigilante, desarmado e paisano, deram início à execução do roubo.Caio sacou uma pistola e caminhou na direção do gerente. Este, ao perceber a aproximação do roubador, se evadiu para o interior da agência e trancou a porta de acesso. O comparsa colocou uma das mãos na mochila que trazia consigo e, simulando portar arma defogo, abordou o vigilante afirmando: “isso é um assalto”. Após terem a consumação do plano criminoso frustrada pela rápida reação do gerente-geral, os autores do crime, com apoio de motociclistas não identificados, evadiram-se do local, tomando rumo ignorado. Outro roubo da quadirlha ocorreu em 25 de janeiro de 2024 em uma agência do Banco do Brasil na Tijuca. Um funcionário disse que quando chegou para trabalhar viu oito colegas de trabalho rendidos Um bandido determinou que seguisse o procedimento padrão para abertura do cofre. O funcionário desarmou o alarme que fica ao lado da recepção para evitar que houvesse disparo quando entrasse na sala do cofre; Em seguida, foi até a sala de uma gerente para pegar em uma das gavetas as chaves de acesso a tesouraria. Depois foi até o cofre, inseriu a chave, digitaram a senha sendo necessário aguardar 15 minutos para o cofre abrir. Durante todo o decorrer do roubo, o bandido a todo momento ficava conversando com alguém ao telefone celular e com a mão esquerda no interior da mochila, como se estivesse portando uma arma de fogo;. Na conversa, ele recebia informações de como estava o ambiente na parte externa da agência, passava detalhes do que estava acontecendo dentro da agência e foi orientado a perguntar se havia moeda estrangeira e se estava no cofre ou no caixa eletrônico; O assaltante abaixou a máscara para falar ao celular, momento em que o funcionário chegou a ver a fisionomia dele; Assim que o cofre abriu ordenou que o funcionário pegasse todas as cédulas e colasse na na bolsa. Foram roubadas cédulas de R$ 2,00, R$ 5,00, R$ 10,00, R$ 20,00, R$ 50,00 e R$ 100,00, além de dólar e euro. O funcionário foi obrigado a pegar a chave de abertura dos caixas eletrônicos (fica dentro do cofre), desarmar o alarme e digitar a senha para abertura dos terminais de auto atendimento. Lhe foi perguntado qual deles tinha mais dinheiro, respondeu que não sabia e optou por abrir o primeiro depois da porta pois era de mais fácil acesso. Foram subtraídas cédulas R$ 10,00, R$ 20,00, R$ 50,00 e R$ 100,00, além de um cassete de rejeição, com notas danificadas/dilacerada. Após roubar todo o dinheiro, o autor retirou da mochila um revólver preto com cabo de madeira e colocou na cintura, virou as costas, acelerou o passo e falou ao telefone que já estava saindo; FONTE: MPRJ e Polícia Civil

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