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denúncia

Guerra no Juramento adentrou a noite

A guerra segue no Morro do Juramwnto, em Vicente de Carvalho, agora de noite. Relatos de que a comunidsde está dividida entre o CV e o TCP. | Traficantes do CV da Tropa do Urso (CV) Elestavam atirando contra os Rivais do TCP do alto da localidade da Maracá, no J2/Juramentinho. A Avenida Pastor Martin Luther King foi fechada, sentido Nova América, por conta da guerra. FONTE: Submundo Criminal e Pega Visão (Telegram)

Muriqui onde casal foi morto tem guerra do tráfico

Existe uma guerra do tráfico no Morro da Cachoeira, em Muriqui e um homicidio lá ocorrido ha pouco tempo foi o fator preponderante para o assassinato do casal Patrick Santos Silva e Larissa Glória ontem pela manhã. Mesmo a PM tendo colocado seu efetivo no patrulhamento constante na comunidade, usando até o caveirão como base, a criminalidade não arredou o pé de implantar o tráfico no local. Dois ocupantes em uma motocicleta emparelharam e dispararam dezenas de tiros no casal. O veículo perdeu a direção e colidiu num muro. Tudo na estrada principal do Muriqui, a RJ14, em frente a padaria Top Pães. Nas imagens mostra quando dois motociclistas param ao lado do veículo, onde o garupa salta e efetua diversos disparos. A frieza cometida no assassinato foi tanta que os atiradores não se preocuparam em mostrar a cara e com as pessoas que estavam na entrada da padaria.O local tem cadeiras e é frequentado por muitos clientes. A imagem mais desesperadora é de uma pessoa com um carrinho de bebê que poderia ter sido alvejada pelos projéteis transfixados no veículo. A pessoa deveria estar com fone de ouvido, pois continua sua caminhada, diante de pessoas correndo para se abrigar e até um cachorro saiu desesperado com o barulho dos disparos. FONTE: Portal Mangaratiba (Facebook)

Em conversa captada, integrante do bando de Adilsinho disse que ele teria pago milhões para ver mandados de prisão cair

Um relatório da Justiça sobre o caso do homicídio do miliciano Marquinho Catiri em novembro de 2022 que decretou a prisão temporária do contraventor Adilsinho apontado como mandante, traz um trecho de um diálogo em que um integrante da quadrilha teria dito que os mandados de prisão em face do ‘Patrão )Adilsinho)’ caíram em razão de pagamento de “milhões”, além de dizer que “até sua filha ao ver os noticiários sabe quem que foi” e que ele (o patrão) estaria com crédito para “matar mais uns 30”. Segundo os autos, há clara demonstração que os integrantes do grupo criminoso entendem que a ausência de efetiva resposta estatal funcionaria como aval para continuidade dos homicídios. O documento cita que no homicídio de Catiri do qual Adilsinho era apontado como mandante foram usadas as mesmas armas do atentado contra Luiz Henrique de Souza Waddington, filho de Luiz Cabral Waddington Neto, ocorrido no Centro da cidade. O relatório informa ainda os nomes de outras supostas vítimas do bando como os desaparecimentos de Anderson Reis dos Santos e Alexandro dos Santos Marques, bem como sobre os homicídios de Fabrício Alves Martins, Fábio Alamar Leite e Bruno Kilier da Conceição Fernandes. Há informação ainda sobre José Ricardo Gomes Simões, um dos envovlidos na morte de Catiri, em que ele possuiria magens que indicam o comércio ilícito de cigarros, uma imagem de um controle de drone, datada de 18/11/2022, a qual exibia na tela imagem aérea do local do crime, e imagem da entrada da comunidade onde ocorreram os fatos As investigações citam outros integrantes da venda de cigarros, com diversos diálogos que indicam o que acontece quando se comercializa cigarros de fontes diferentes, com menção ao homicídio de duas pessoas e sequestro e desaparecimento de outras duas. Em uma das conversas, um investigado Daniel Maia frisa a importância de se manter firme com o comércio de apenas um provedor, bem como a tentativa de monopólio em diversas regiões. O documento informa que Adilsinho exerce grande influência e posição de liderança em grupo criminoso responsável por diversos homicídios na comarca do Rio de Janeiro e região metropolitana, o que naturalmente dificulta a localização de testemunhas. Há, ainda, dificuldade em arrecadar provas documentais, pois, com o desenvolvimento tecnológico, há várias plataformas que possibilitam que os comandos sejam repassados aos subordinados sem “deixar rastro”, que menciona a utilização de aplicativos de troca de mensagens criptografadas, com autodestruição programada. Encontra delineada a relação entre os até então denunciados pela morte de Catiri, George Garcia de Souza Alcovias, José Ricardo Gomes Simões e Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, com o indiciado Adilsinho por vários documentos juntados aos autos, dos quais merecem destaque: – Registro de Sem Alma na lista de visitantes e funcionários do imóvel do investigado, cadastrado como ‘segurança’, conforme relação fornecida pelo condomínio e juntada aos autos; FONTE: TJ-RJ

CV decretou membro do PCC em Manaus acusado de matar criança dr dois anos e seu pai

Um integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi decretado pelo Comando Vermelho (CV) após assassinar um pai e seu filho de apenas 2 anos na comunidade Valparaíso, em Manaus. As vítimas eram inocentes e não tinham qualquer envolvimento com facções criminosas. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

TCP vem atacando o Juramento (CV) para forçar rivais a deixarem o Fubá e o Campinho

Segundo relatos nas redes sociais, os traficantes do Terceiro Comando Puro têm promovido novos ataques ao Morro do Juramento (CV) em Vicente de Carvalho para forçar os rivais a deixarem os morros do Fubá e do Campinho. Os bandidos estão recebendo apoio da Tropa do Corinthians do Bairo 3, em Duque de Caxias e de refugiados do Morro dos Macacos. O traficante Doca da Penha (CV) mandou reforços para o Juramento, Barão e Saçu. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que na madrugada desta quinta-feira (26/06), policiais militares do 41° BPM (Irajá) foram acionados para uma ocorrência de disparos de arma de fogo na área de mata, da localidade do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, agentes do Grupamento de Ações Táticas da unidade foram deslocados até o local do fato. Os policiais realizaram buscas na parte alta da comunidade, no entanto, os suspeitos fugiram no momento da chegada das equipes. O policiamento permanece reforçado na região. FONTE: PMERJ e Apuração Informe BR News (Whatsapp)

Boato da prisão de RD (CV) é falso

Páginas ligadas ao tráfico de drogas nas redes sociais lançaram uma contrainformação de que o traficante RD teria sido preso com o objetivo de confundir e prejudicar o trabalho dos setores de inteligência das polícias. A prisão, no entanto, não ocorreu. O bando chegou a divulgar que RD teria sido preso por agentes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e encaminhado para a 41ª DP, após supostamente se recusar a pagar um valor de R$ 5 milhões para ser liberado. A informação, no entanto, é falsa. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunçào

Traficantes do CV refizeram grafite de urso gigante em homenagem a chefão da facção

Os traficantes do Comando Vermelho refizeram mais uma vez o grafite do urso gigante em homenagem ao chefão da facção Doca no Morro do Divino, na Praça Seca. Há algumas semanas os bandidos haviam feito o mesmo desenho mas os rivais do TCP foram lá e riscaram tudo FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Puxador de guerra do CV na Zona Oeste postou foto com comparsas

O traficante e ex-miliciano RD do Barbante postou foto na rede social com comparsas. De acordo com informações, o grupo estaria se reunido para invadir a comunidade do Barbante e o Largo do Correia, em Campo Grande. Após receberem informações que traficantes do CV teriam voltado pra região de mata próximo ao largo do Correia, na zona oeste, policiais do 27BPM fizeram uma varredura na localidade para evitar o avanço de traficantes na área dominada pela maior milícia do Rio. Enquanto isso: Fabiano, vulgo “Sementinha”, foi morto durante a guerra do tráfico na Comunidade do Juramento. Ele morava na Rua 2, em Cosmos, e havia pulado para a equipe do ex-miliciano RD. Fabiano também participou da morte de um policial penal, durante um assalto a um depósito de bebidas em Santa Cruz. FONTE: Campo Grande ao Vivo (Telegram) e PMERJ

Homem morto com a esposa em Muriqui era suspeito de matar um traficante do CV e acabou executado por vingança

Segundo informações que circulam agora de tarde nas redes sociais, o casal executado pela manhâ em Muriqui tinha envolvimento em atividades criminosas, segundo boatos na região. Ele, Patrick era suspeito de matar um traficante da Vila Kennedy conhecido como JR. Hoje, em um ato de vingança, foi executado. O casal foi morto enquanto ia comprar pão em uma padaria no Cosmo. Eles tinham acabado de deixar o filho na escola. Sorte que a criança não estava com eles. FONTE: Campo Grande ao Vivo (Telegram)

Justiça manda de novo prender três envolvidos em sequestro milionário e morte de advogada em Petrópolis

A Justiça decretou as prisões preventivas de três dos réus acusados pelo assassinato da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy: Henrique Vieira Fadiga, Maria Luíza Vieira Fadiga e Rebecca Azevedo dos Santos de Carvalho. O pedido do MPRJ, apresentado em aditamento à denúncia, foi motivado pelo surgimento de novas provas, incluindo a localização do corpo da vítima, o laudo de necropsia, perícias em veículos utilizados no crime e o conteúdo extraído de aparelhos celulares apreendidos. Esses elementos reforçam os indícios da participação dos réus no feminicídio, na ocultação do cadáver e no crime de extorsão. Embora os três acusados tenham sido soltos anteriormente — por serem primários e possuírem bons antecedentes —, a Promotoria reforçou o pedido de prisão com base nas novas provas, que evidenciam os riscos à ordem pública e à instrução criminal, além da possibilidade de fuga, considerando a gravidade dos crimes e as penas elevadas que poderão ser impostas. O juízo acolheu integralmente os fundamentos do MPRJ e decretou novamente a prisão preventiva. O crime ocorreu em 29 de fevereiro de 2024. A vítima, de 54 anos, foi atraída para um motel, assassinada e teve o corpo ocultado na residência do acusado Lourival Correa Netto Fadiga, pai de Henrique e Maria Luíza, e amante de Rebecca. Segundo as investigações, os réus arquitetaram um plano que resultou na morte de Anic e na extorsão do viúvo da vítima, de quem obtiveram R$ 4,6 milhões. O caso segue em tramitação, com fase de instrução processual, na 1ª Vara Criminal de Petrópolis. Os réus já contavam com o recebimento da quantia milionária que pretendiam extorquir. Meses antes do homicídio, todos tiraram ou planejaram tirar a carteira de habilitação para poderem conduzir veículos que seriam adquiridos com os recursos ilícitos obtidos com a extorsão que fariam. Parte do dinheiro foi usada na aquisição de cerca de 950 aparelhos celulares, numa negociação feita por Maria Luiza e Rebecca, junto a um fornecedor paraguaio, com dinheiro ilícito obtido na extorsão. Lourival confessou que matou Anic, tendo voluntariamente participado da macabra reconstituição do laudo, mostrando em detalhes a forma como atraiu a vítima para um motel, executou-a no quarto, colocou o corpo no bagageiro do automóvel e o levou para ser enterrado na garagem de sua residência em Teresópolis, cujo buraco já estava aberto. Uma reconstituição que serve de inspiração para um filme de terror! Tudo muito bem planejado e organizado, numa empreitada que não foi apenas de quem matou. Todas essas circunstâncias, principalmente a prévia aquisição de carteiras de habilitação para os veículos que seriam adquiridos com o produto da extorsão e as inúmeras ligações telefônicas entre os réus no dia do crime, mostram os fortes indícios de autorias dos réus Henrique, Maria Luiza e Rebecca. FONTE: MPRJ e TJ-RJ

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