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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Confira as ligações de ex-secretário estadual do RJ preso hoje pela PF com o Comando Vermelho. Delegado também foi preso

Preso hoje pela Polícia Federal, o ex-secretário estadual de Esportes do Rio, Alessando Pitombeira Carracena, foi apontado em investigações como ligado à facção criminosa Comando Vermelho atuando como braço político do grupo ao lado do ex-deputado estadual TH Joias. Em uma escuta telefônica, o traficante Índio do Lixão enviou a TH Joias uma foto de dinheiro em espécie e disse que tinha R$ 148 mil para entregar a THde modo que R$ 100 mil seriam de Pezão (chefe do tráfico do Complexo do Alemão). Índio disse que vai dar a TH Joias R$ 90 mil para entregar a Carracena. Em 29 de janeiro de 2024, TH Joias enviou a Índio as informações de dois veículos roubaods que Carracena teria solicitado que fossem devolvidos.Na mesma data, TH Joias disse que Carracena esatva acordado para falar com Pezão. Carracena foi mencionado em mais uma conversa do dia 31 de janeiro de 2024 qunado Índio do Lixão teria conversado com ele e que bateu tudo que ele falou e o que ‘os amigos falaram também. Disse ainda que Carracena estava perguntando de um indivíduo chamado de Baiano. Carracena tinha função estratégica no CV. possuindo informações privilegiads, as quais repassava aos demais integrantes do grupo recebendo em troca vantagem econômica. Por conta de sua ação, foram frustradas ações policiais contra o CV porque ele avisava os integrantes sobre operações iminentes. TH Joias foi flagrado em uma escuta dizendo que Carracena iria falar com o comandante-geral da PM sobre a presença de PMs do BPChoque na Gardênia Azul . O traficante Pezão queria que o efetivo fosse trocado por PM normal. Carracena também participou de uma conversa em que foi sugerido o nome de Índio do Lixão como candidato a vereador. Sendo advogado, sua atuação transcendeu os limites do exercício da nobre função. Ele se valia de cargos em secretarias de Estado para favorecer o grupo com informações privilegiadas. Outro preso hoje foi o delegado federal Fabrizio Romano. A ação desta segunda-feira, visava desarticular um núcleo criminoso que atuava na negociação de vantagens indevidas e venda de influência para favorecer os interesses de um traficante internacional de drogas. Os investigados estruturaram uma associação criminosa voltada para a prática de crimes contra administração pública e favorecimento de interesses atrelados ao tráfico de drogas. O esquema contava com a articulação de Carracena e advogados que atuavam como intermediários para viabilizar favoreces e pagamentos indevidos em espécie para o delegado. envolvido em troca de informações e influência interna. . As apurações revelaram a atuação de um individuo com histórico criminal focado em facilitação política e operacional em Brasília.

Investigação de anos atrás revelou o funcionamento do tráfico no Morro do Andaraí (CV). Chefe do tráfico local foi morto pelo BOPE

O traficante Boneco, morto ontem pelo BOPE, não era o dono das bocas de fumo do Morro do Andaraí. Ele estava fisicamente presente na localidade para cumprir osinteresses e comandos ordenados pelo chefe do tráfico local Jonas de Oliveira da Silva, vulgo Garré, preso no sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro e lá permanecido desde 16/05/2000. Boneco era o responsável por administrar pessoalmente os pontos de venda de drogas estabelecidos na comunidade, repassando as ordens e diretrizes aos demais integrantes do Comando Vermelho que participam do tráfico de drogas do local. Na hierarquia, o filho de Garré era um dos gerentes, sendo um dos responsáveis pela guarda, endola, distribuição e controle da venda dos entorpecentes, condutas praticadas sob a ordem direta de Boneco. Em gravações feitas por PMs da UPP do Andaraí, ele foi visto armado e vendendo drogas em um dos pontos de venda de drogas, conhecido como” boca do cravão. Outros gerentes do morro são Alan Galdino e Hugo Pereira, que ficavam responsáveis por repassarem as ordens de Boneco para os demais integrantes da facção criminosa. Filmagens feitas por PMs da UPP mostraram armados perto de creches, próximos de crianças; que há boca de fumo próxima de creches. Segundo a investigação, não havia confronto dos traficantes com policiais na parte da manhã; que as atividades de tráfico s iniciava por volta das 15/16 horas; que primeiramente eles “ganhavam” a parte do alto, chamada de “JP” e dali começavam a se separar pela localidade; Os moradores cumprimentam os traficantes, na comunidade todos se comunicam. Havia a participação de menores no tráfico de drogas e que a função dada a eles era o monitoramento do movimento dos policiais A quadrilha também era responsável pela prática de crimes satélites como roubo e furto Determinados traficantes da Comunidade do Andaraí tinham as redes sociais abertas ao público geral, em razão do que era possível livre acesso às postagens, das quais se verificava rotineiramente ostentação de dinheiro, drogas ilícitas e armas de fogo A localidade é subdividida em diversos pontos de venda de material entorpecente e contenção armada, sendo a “creche Mandela”, “Japão” e “Posto, algumas das principais. A base policial no Andaraí já recebeu vários ataques desse ponto do Japão; que a viatura da polícia foi perfurada com tiros e os policiais são quase baleados, porque ficava difícil sair da base, já que a localidade do JP fica de frente para a base policial. A localidade do JP é muito alta e os acusados tem uma posição privilegiada em relação a base policial; que é um ponto de olheiros e é um ponto estratégico, se ele for naquele local com a sua câmera os bandidos vão estar naquela localidade; que o tráfico de drogas estava 24 (vinte e quatro) horas, Os policiais recebiam informação de colaboradores que eram populares, moradores do local; que os moradores não aceitavam se identificar e prestar declarações por medo de represálias; que se os moradores forem identificados eles morrem; um policial ficou sabendo a pouco tempo que o colaborador de um policial foi morto recentemente e outro morador foi expulso; que os moradores não querem se identificar com medo de represálias temendo pela própria vida; que era uma facção temida pela comunidade. O traficante Boneco pegava os bandidos mais sagazes para poder ficar na segurança dele, os que não ficavam de bobeira. O Andaraí é classificado como área vermelha pelo Batalhão e de alta periculosidade; que o Comando Vermelho empregava fuzis também e tinham em média 07 (sete) ou 08 (oito) fuzis no interior da comunidade, não passava de 10 (dez) fuzis; que tinham granadas também;. Os traficantes tinham livre acesso a toda a comunidade; que os réus atuavam na 513 e Caçapava; que os bandidos faziam a segurança principalmente no período da tarde para noite; que no período manhã os acusados não ficavam na comunidade, se ficavam, ficavam escondidos; que os criminosos faziam a segurança no alto da comunidade e a noite tinham livre acesso e passavam em frente a base; que o alto do morro tem várias localidades como Santo Agostinho, Borrachinha e JP, que fica no alto da Botucatu, Rua Adolfo Caminha; que do JP os acusados tinham uma visão da base policial, eles conseguiam ver a polícia entrando

Perseguição perto só Sambódromo tem dois mortos

Por volta da 00h25, no Rio de Janeiro/RJ, na região central, perto do Sambódromo, numa ação conjunta entte a PRF com a Polícia Civil, acompanhamento tático e confronto armado, ocupantes de um Jeep Renegade (clonado), com registro de roubo, receberam ordem de parada. Os indivíduos reagiram e iniciaram um confronto, resultando em 1 baleado, 1 preso e 2 mortos. Foram apreendidas três pistolas, munições e coletes. Policiais ilesos. Ocorrência encaminhada à Polícia Civil (18ª DP/DH).

Boneco do Andarai foi morto em confronto com a PM

Na noite deste domingo (08/03), ação do BOPE e da Subsecretaria de Inteligência no Morro do Andarai terminou em confronto com criminosos. O chefe do tráfico na favela, vulgo Boneco e um de seus seguranças morreram. Um fuzil e uma pistola foram apreendidos. Durante a ação, as equipes foram atacadas por soldados do CV armados e houve confronto. Ele foi baleado, socorrido ao Hospital Municipal do Andaraí, mas não resistiu aos ferimentos. Um criminoso apontado como seu segurança também foi baleado e levado para a mesma unidade. Boneco estava foragido desde 2019, quando não retornou ao presídio após saída temporária. Ele cumpria pena pela morte do policial civil André Gustavo Lopes da Rocha, assassinado em 2008, no Grajaú, e tinha diversas anotações criminais por tráfico de drogas, associação criminosa, homicídio, latrocínio e roubo de veículos. O caso foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital.

Quatro suspeitos de estupro coletivo contra uma menina de 13 anos em Valença foram presos

Quatro pessoas foram presas neste domingo (8), suspeitas de envolvimento em um estupro coletivo contra uma adolescente de 13 anos em Valença. Entre os presos estão três homens, de 18, 23 e 26 anos, e uma mulher de 19 anos, apontada como responsável por levar a vítima até o local onde o crime aconteceu. Na investigação, há um quinto suspeito ainda não foi localizado. De acordo com a Polícia Militar, as equipes foram acionadas após um casal procurar ajuda e relatar o ocorrido com a adolescente. Segundo o depoimento da vítima, ela teria sido levada por uma mulher de 19 anos em um carro por aplicativo até o bairro São Francisco, onde foi submetida ao estupro praticado por quatro homens. Após o ocorrido, os suspeitos ainda teriam feito ameaças para que ela não revelasse o que havia acontecido. A adolescente foi encaminhada para uma unidade de pronto atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico e acompanhamento da assistência social. Policiais iniciaram buscas na região e conseguiram localizar quatro suspeitos. Durante a abordagem, um deles tentou se desfazer de pinos com pó. Nas buscas, os agentes apreenderam 24 pinos de droga e três aparelhos celulares. Segundo a polícia, um dos suspeitos admitiu que vendia os entorpecentes, identificados com etiquetas da facção Terceiro Comando Puro (TCP), por cerca de R$ 50 cada unidade. Os quatro detidos foram encaminhados para a 91ª Delegacia de Polícia, onde o caso foi registrado e segue sob investigação.A polícia informou ainda que continua realizando buscas para localizar um quinto suspeito, apontado como participante do crime.

Ataque em Nova Iguaçu deixou dois mortos, entre eles um PM

Um dia após dois homens serem mortos no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, um novo ataque na região deixou mais dois mortos, entre eles um PM. A P2 do 20° BPM nega a informação de que houve outros baleados conforme circulou nas redes sociais. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Andre Luiz Israel Fernandes e de um criminoso, ainda não identificado. A perícia foi solicitada para o local. Segundo informações preliminares, não houve mais feridos na ação criminosa, que ocorreu em via pública. Um dos criminosos foi atingido pela própria vítima, que reagiu ao ataque, e morreu no local. Diligências estão em andamento para identificar os envolvidos e esclarecer a motivação do crime. Segundo relatos, três homens armados com fuzis, utilizando toca ninja e coletes da Polícia Civil, invadiram um salão de festas localizado na Rua Luiz Tomás Durante a ação, os criminosos teriam executado o sargento da PM, André Luiz Israel Fernandez. A vítima ainda conseguiu reagir, atingindo um dos bandidos, que morreu no local.

Condenado pela morte de advogado no Centro do Rio, PM foi acusado de homicídio ligado a milícia em Caxias, diz Justiça

Isso a Globo não deu. Segundo o TJ-RJ, o policial militar Leandro Machado da Silva, vulgo Cara de Pedra, um dos condenados pela morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, foi acusado em processo que vai julgar os acusados da morte de Charles Augusto Ponciano, em 04 de dezembro de 2020, em Duque de Caxias. Acabou sendo impronuncíado e não vai a juri popular mas ainda não houve absolvição sumária. Segundo os autos, o crime foi praticado durante um churrasco em que a vítima estava presente, tendo os denunciados descido do veículo e efetuado disparos de arma de fogo em sua direção, momento em que Charles correu para dentro da casa e o comparsa de Leandro, na posse de um fuzil, o seguiu e efetuou mais disparos na direção de Charles. De acordo com a denúncia, Alguns dias depois, os milicianos ficaram sabendo disso, que então, Charles e o amigo estariam marcados para morrer. Cara de Pedra, apontado como miliciano, foi até a residência de Charles (alguns dias antes de sua morte) para dizer que estava tudo bem entre eles.  A decisão judicial informa que o crime foi praticado por motivo torpe, em razão de disputa de território entre duas organizações criminosas, ocasionado pela suposta participação da vítima em um grupo criminoso rival.  Outro fato relevante é que as munições utilizadas, segundo informação técnica prestada nos autos, foram adquiridos pelo exército- Paracambi/RJ, nota fiscal n.º 000061491, com emissão em 23.12.2013. No procedimento n.º 861-01230/2020, o Laudo de Exame de Componentes de Munição (DH-BF-SPC-002413/2020) referente aos estojos deflagrados, extraídos do local do crime, no qual aponta o calibre sendo 5,56mm, marca CBC, fabricação brasileira, lote BQJ03, ano de fabricação Consta ainda no referido laudo, que em consulta à indústria dos cartuchos examinados, é possível informar que o lote BQJ03 foi adquiridopela PMERJ, nota fiscal nº254.317, com emissão em 30/04/2008; nota fiscal nº 255.168, com emissão em 31/05/2008 e nota fiscal nº 261.911, comemissão em 30/11/2008. Por fim, os denunciados Leandro e seu comparsa exercem a função de policiais, o que facilita o acesso dos mesmos a armas de fogo, sendoprudente a prisão para evitar que ameacem testemunhas, ainda mais porque identificaram os autores do fato como integrantes do grupo demilícia.

Mototaxista desapareceu em Senador Camará e teria sido morto por traficantes, diz página

Publicação da página Bango Notícias aponta que o mototaxista Lucas Braga estaria desaparecido desde o último dia 5, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Segundo a página, o rapaz ele teria sido morto por traficantes que atuam na região. Moradores relataram que o crime teria sido ordenado por um criminoso conhecido como “Sabão”, apontado como chefe do tráfico local. Ainda de acordo com a página, mais de 30 pessoas já teriam desaparecido na região

Morto em ataque em Cachoeiras de Macacu foi citado em reportagens na década passada como sendo chefe de uma quadrilha de agiotagem que agia na Região dos Lagos e que tinha patrimônio de R$ 11 milhões

Morto em um ataque a tiros na madrugada de hoje em Cachoeiras de Macacu, Ricardo Oliveira da Silva, de 62 anos, conhecido como Sapão, foi tema de matérias da imprensa na década passada. Segundo o que foi publicado na época, ele e a esposa foram presos suspeitos de comandar uma organização criminosa que tinha como principal objetivo o de explorar o crime de agiotagem em Araruama. Quando foi preso, Sapão e a mulher estavam em uma sua residência, de aproximadamente 2 mil metros quadrados, em Araruama. Com eles, foram encontradas e apreendidas, uma caixa contendo 21 (vinte e uma) munições intactas calibre 12, no quarto, dentro de um armário, 01 (um) revólver calibre .38, com numeração suprimida, municiado com 05 (cinco) munições intactas, 01 (uma) pistola calibre e9mm, com 02 (dois) carregadores municiados, e 102 (cento e duas) munições calibre 9mm, escondidos na adega da cozinha, além de 10 (dez) munições intactas calibre .22 LR, no interior do quarto De acordo com reportagem divulgada pelo jornal Extra em 2017, para desviar uma eventual fiscalização ou investigação, Ricardo utilizava sua esposa como intermediária nas negociações, sendo comum colocar os bens decorrentes de práticas criminosas em nome dela, achando assim que poderia escondê-los. ]O grupo utilizava ainda uma conhecida boate e casa de show da região para a lavagem do dinheiro adquirido pelo crime de agiotagem.Segundo as investigações, o patrimônio dele chegava ao montante de R$ 11 milhões. Bens foram sequestrados na época como uma cobertura em Cabo Frio, valores depositados em contas bancárias, imóveis comerciais e três veículos de luxo. Por conta da prisão com armas, Ricardo chegou a ser condenado a três anos e seis meses de prisão. Sobre o assassinato, a 159ª DP (Cachoeira de Macacu) investiga o caso. Na ação criminosa, outras quatro pessoas ficaram feridas e foram levadas para uma unidade de saúde. Segundo informações preliminares, dois criminosos, em uma motocicleta, passaram pelo local e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra as pessoas que estavam no estabelecimento. A perícia foi solicitada para o local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.

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