Preso na operação desta semana, o delegado da PF Gustavo Stteel utilizava do seu cargo para beneficiar criminosos,
Havia uma íntima relação dele com Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, por meio da qual eles trocam favores ilícitos.
O delegado acessou indevidamente a pedido de Dudu o sistema Epol de uso exclusivo de policiais federais para extrair informações a respeito de investigações em andamento em desfavor de “Dudu e de Índio do Lixão.
Outro envolvido na quadrilha, ígor Bernardes Brandão tinha ligação com o Comando Vermelho do qual fez negociações suspeitas para Pezão como também se relacionava com o contraventor Adilsinho.
Sobre a participação de policiais na quadrilha. o PM Rodrigo da Costa Oliveira era segurança do traficante Índio do Lixão..
Ele era diretamente requisitado para missões de escolta, transporte e segurança pessoal.
Em diversas ocasiões, ele organizou com Dudu ” a logística de deslocamentos, define pontos de encontro, horários e até mesmo os veículos utilizados.
Sua atuação vai além da simples execução: ele exerce papel de liderança, sendo descrito por “Dudu” como “chefe da segurança” e “peça fundamental” nas operações.
Além de sua própria participação, “Costa” também era responsável por recrutar outros policiais militares para compor a equipe de segurança de “Índio, o que demonstra a sua ascendência sobre os demais PMs.
Entre os nomes indicados por ele estavam Wesley Ferreira da Silva, Wallace Tobias e Alexandre Marques,
Outros nomes citados, ainda não qualificados, incluem Carvalho, Ormond, Pereira, Menezes e Renan.
A participação de Leandro Alan dos Santos, ele foi demandado por Costa e Dudu ” para transportar armas e drogas.
Por outro lado, as investigações apontaram que o ex-policial Kleber Ferreira da Silva possui a atribuição de obter informações acerca de operações que serão deflagradas e, posteriormente, repassá-las aos integrantes da agremiação criminosa, com o intuito de que eles possam se evadir da comunidade antes da chegada das equipes policiais.”
Costa e Alan fzeram o transporte de arma e drogas a mando de Dudu e índio; A tarefa se deu quando a dupla de traficantes vendeu 148 kg de cocaína para o traficante Lacoste da Serrinha.
Lavoste não conseguiu pagar por todo carregamento, combinaram sua devolução parcial. O pagamento se faria com dinheiro em espécie. Assim, no dia 30 de outubro de 2024, Costa resgatou com o traficante Lacoste trinta e seis mil reais e 3kg de cocaína, recebeu, por isso, R$900,00, “300 pro kl”sic, nas palavras de Dudu.
Lacoste ainda efetuou outro pagamento, dessa vez, com a anuência de Índio, combinaram utilizar um Fuzil G3, assim como a devolução de 4Kg de cocaína. O comparsa de Lacoste referido como Anão, faria a entrega ao emissário de Dudu
Mais uma vez Costa foi acionado por Dudu, assim como Leandro ALan, os quais resgataram a encomenda espúria:
Ou seja, os dois agentes com atribuições de segurança pública que deveriam reprimir o tráfico de drogas, não só se omitiram, como contribuíram para a sua concretização, em mais um trágico episódio de corrupção policial.”
Costa era constantemente acionado, inclusive para realizar o transporte seguro de Índio, o qual, dada a condição de homiziado, valia-se da
equipe de seguranças para se movimentar fora do Complexo do Alemão, como ocorreu no dia 13 de janeiro de 2025, quando convocou para a missão os policiais Wesley, Marques e Tobias,
Costa recebeu um valor de R$ 28,550 da empresa TH Joias LTDA. Ele também recebeu quantias vindas da Loja do Flamengo pertencente ao deputado estadual.
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O policial militar aposentado Kleber Ferreira da Silva, atuava como informante da facção, repassando dados sigilosos de istemas policiais e informações sobre operações, como se deu no dia 26/04/2024, quando informou para TH Joias sobre operação que aconteceria no dia seguinte, informação que TH Joias repassou imediatamente para Índio,
Apesar de ser ex-policial militar, Kleber ainda possui acesso ao sistema policial, o qual utilizava para consultar informações úteis para a organização criminosa, como eventuais mandados de prisão contra integrantes da orcrim, tudo isso, obviamente, mediante paga.
No 25 de abril de 2024, Índio solicitou a TH Joia a confirmação sobre uma operação policial que ocorreria no Complexo do Alemão e na Penha no dia seguinte 26/04/2024). TH Joias respondeu que verificaria e enviou a Índio um print de uma ligação em curso com Kleber Ferreira da Silva.
. Durante a ligação, Kleber confirmou “operação amanhã 5h”, indicando ter tido acesso a informações sigilosas sobre o horário da ação policial. “TH Joias” deduziu que a operação seria direcionada “lá pro amigo”, provavelmente referindo-se à área de atuação da facção. Notícias da
época confirmaram que a operação de fato ocorreu no Complexo do Alemão e na Penha em 26 de abril de 2024, no dia seguinte ao diálogo. Em seguida, TH Joias informou a Índio que um pagamento deveria ser realizado a Kleber pela informação fornecida